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24 Horas de Calcinha

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Da série Cunhada
Um conto erótico de Caio Valença
Categoria: Heterossexual
Contém 1086 palavras
Data: 19/06/2026 16:50:35
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Passei algumas semanas tentando agir normalmente, não conseguia me concentrar nos trabalhos da faculdade, aliás, nem comentei, mas eu fazia engenharia civil, eu sempre fui um bom aluno, principalmente com cálculos, mas comecei a me perder e quando chegava em casa ficava muito mais tempo estudando do que antigamente.

Em uma quinta-feira, a última aula terminou perto do meio-dia, guardei os materiais e como de costume saí conversando com meus colegas. O movimento era grande, conversas, carros passando e estudantes combinando o resto do dia.

Então meu amigo Lucas, que raramente ficava em silêncio, parou e soltou, "nossa olha que gostosa ali de vestido curto", eu nem tinha visto, mas ao reparar, percebi que era Camila, minha cunhada, fiquei com vergonha mas falei que eu a conhecia, ele e o Gustavo (outro colega de sala) começaram a fazer piadinhas falando que até que enfim eu tinha desencalhado.

Chegando próximo dela, eu com o coração acelerado, cumprimentei e apresentei meus amigos. Perguntei o que ela estava fazendo ali, a resposta foi simples e direta, "vim te buscar"! Meus amigos entenderam e se despediram e foram embora.

Quando eles já tinham se afastado, eu perguntei se Rodrigo, meu irmão, sabia.

Ela apenas deu um sorriso misterioso.

Aquilo não respondeu nada.

E talvez tivesse respondido tudo.

Camila abriu a porta do carro.

— Entra.

Hesitei por alguns segundos, mas entrei, a curiosidade venceu.

Durante o trajeto, Camila conversou sobre assuntos comuns. Perguntou sobre a faculdade, sobre provas e até fez piadas sobre como eu parecia nervoso.

Ao passar as marchas, às vezes ela me tocava, o vestido dela era curto e às vezes eu me perdia olhando para suas coxas, mas quando ela percebia eu desviava o olhar.

Ela parecia completamente à vontade, enquanto eu ficava cada vez mais nervoso.

Em determinado momento, vi que ela estava indo por um caminho diferente do de casa, eu estudava na Vergueiro e morava em Osasco, estávamos na Avenida Dr. Ricardo Jafet, não fazia sentido nenhum, para quem não conhece São Paulo, é uma avenida que tem muitos motéis, ela continuava conversando normalmente e eu tentando me acalmar.

Ela questionou se eu sabia como era um motel e passou a contar as experiências dela, isso foi me deixando excitado, e ela foi só jogando mais lenha na fogueira, até que ela deu seta e parou o carro no guichê de um motel, eu devia estar com uma cara de pânico ridícula. Ela pediu meu documento, eu deixei até a carteira cair na hora que fui pegar o RG, mas dei a ela, e ela entregou ao atendente e disse que queria uma suíte com banheira de hidromassagem, fiquei em silêncio.

A porta se abriu e ela foi dirigindo até a garagem da suíte, eu sem dar um pio, ela estacionou, saímos do carro, ela pegou a bolsa dela e já subimos para o quarto, era tudo novo para mim, eu nem sabia o que fazer, ela mandou eu me deitar na cama e foi deixar a banheira enchendo.

Ela fez um strip-tease para mim e veio tirar minha roupa enquanto ia me beijando e me chupando.

Os dois nus, ela pegou uma venda na bolsa e disse que hoje seria diferente. Perguntou se eu toparia as aventuras dela. Eu estava excitado, nem sabia o que seria, mas aceitei.

Ela me vendou e me levou até a banheira, esperei ali um pouco, quando senti que ela estava entrando, ela entrou e já foi sentando de frente no meu colo e encaixando meu pau na bucetinha dela.

Enquanto ela cavalgava ela gemia e me beijava, eu a segurava pela cintura, ela soltou uma das mãos de mim e pegou algo na borda da banheira, foi quando ela passou um pênis de borracha na minha boca, de cara eu já me afastei, mas ela puxou minha cabeça com força e disse que eu tinha topado as aventuras dela, daí ela voltou a passar a rola na minha boca, sem enfiar ainda.

Eu fui me soltando, então ela foi enfiando na minha boca e forçando, às vezes eu engasgava, nessa altura do campeonato eu já estava curtindo, até que eu mesmo fui tentando engolir tudo.

Saímos da banheira. Eu ainda estava vendado quando ela me levou até a cama. Ela me deixou lá deitado, passou alguns segundos ela subiu na cama e me virou de costas para ela, eu já imaginava o que iria acontecer, mas deixei rolar.

Ela encostou a cabeça do pinto no meu cuzinho, ele estava todo lubrificado e com camisinha, dava para sentir, ela usava tipo um cinto onde ela o prendia.

Ela foi forçando. Doía um pouco, mas estava gostoso, ela colocou a cabeça e parou naquela posição depois eu dei um gemidinho mais alto, ela deu uma risadinha e falou: "sente agora seu veadinho como é dar o cu", e começou a empurrar mais forte, eu sentia dor e prazer ao mesmo tempo, parecia que nunca ia parar de entrar, depois que me acostumei com a sensação, eu mesmo empinei a bunda para ela e comecei a rebolar como se eu quisesse mais (mas já tinha entrado tudo), ela socava com força e batia na minha bunda, me xingava, eu todo passivo ali parecendo uma menininha...

Depois que ela se cansou, ela tirou a cinta, tirou minha venda, transamos mais um pouco, dessa vez, fui eu quem a penetrou. Quando fui gozar, tirei e mirei nos seios dela, foi tanta porra que até caiu no rosto dela, ela mandou eu limpar e não deixar uma gota, dessa vez chupei sem nojo, estava curtindo essas "loucuras", ficamos curtindo na cama por um tempo mas vimos que precisávamos ir embora.

Tomamos banho juntos, eu fui pegar minha cueca para pôr. Ela falou

— Nada de cueca. Você vai para casa de calcinha!

Eu retruquei: "É sério isso?" Ela disse que sim, que tinha ficado excitada em penetrar em mim. Achei meio estranho mas acabei aceitando, coloquei a calcinha dela, incomodava um pouco por ser fio dental e de renda, quando coloquei, ela disse que me comeria de novo se não precisássemos ir embora, fiquei excitado, mas precisamos ir, colocamos o restante das roupas e fomos embora, ela foi sem calcinha mesmo.

Chegando em casa, ainda não tinha chegado ninguém, fiquei um pouco aliviado e já fui tirar aquela calcinha, pois incomodava, ela disse que eu tinha que ficar com ela por 24h se eu quisesse mais vezes.

A situação era estranha, mas resolvi ficar com a peça íntima, só não podia deixar ninguém perceber...

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