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Quem é seu dono?! - Capitulo 01

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Um conto erótico de Contos de Daniel
Categoria: Gay
Contém 1399 palavras
Data: 19/06/2026 18:37:37
Última revisão: 19/06/2026 18:44:39

Aviso ao leitor = Esta é uma obra de ficção. Personagens, locais e acontecimentos são fictícios ou foram utilizados de forma ficcional para fins narrativos. Qualquer semelhança com pessoas ou fatos reais é mera coincidência.

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@contosdedaniel

Boa Leitura

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Nós sabemos que a vida não é somente gozar; tem as dificuldades, frustrações e tem os momentos bons, que conseguimos deixar, com tudo isso, algo importante.

Sou Breno, tenho 35 anos, sou moreno, pele bronzeada natural, cabelo preto que vive sempre meio bagunçado, barba por fazer, que dá um ar despreocupado. Olhos castanhos escuros — sou daqueles que busca observar mais do que falar, "come quieto". Corpo atlético, mas não “de academia”, mais de alguém ativo no dia a dia, pois sou mecânico e, no dia a dia, o corpo vive em movimento.

Sou casado com Carina, e faz uns 7 anos que estamos juntos. Entre idas e vindas, hoje podemos dizer que nos estabilizamos. Moramos atualmente nos fundos da casa da minha sogra, dona Maria, que hoje tem 65 anos e está totalmente na ativa, esbanjando disposição e carisma. Com ela mora o neto Marcelo, um marmanjo de quem não vou muito com a cara dele e nem ele com a minha, e tá tudo certo. Ele é filho da minha cunhada, que vive no mundo e largou para a vó cuidar, como acontece nas famílias deste Brasilzão.

Dito isso, me considero um cara na minha. Construí minha própria oficina, que fica a umas quadras de casa, e lá sigo a vida, enquanto minha esposa vive em rotinas dos hospitais; ela é enfermeira.

O fato que vou narrar é sobre o marmanjo. Marcelo é um branquelo espichado, 1,80 de altura e cheio de marra. Banca o esperto, mas vive na aba da vó. Tem seus amigos de cursinho, com quem perde tempo jogando videogame, trabalhar é uma lenda. Acobertado pela minha sogra, vive folgado, acordando a hora que quer.

Como disse, moramos numa casa aos fundos, separados apenas por um portãozinho, onde a passagem de uma casa para outra é livre. Foi recebendo a ligação da minha esposa, pedindo para passar em casa, logo após ter deixado ela às 6h00 da manhã na rodoviária para pegar um documento da sua mãe. Ambas iam passar o final de semana numa cidade do interior, visitando uns parentes, e precisavam somente da foto desse documento.

Como era caminho, acelerei e, chegando, tentando ser jogo rápido, afinal tinha que abrir a oficina. Entrei pela cozinha, pé por pé. Aquela baderna, pia cheia de louça, mochila do amigo espalhada, que deve ter ficado com ele jogando na madrugada na sala, e aquela situação que um folgado pode deixar.

Entrei no quarto da minha sogra e já fui direto na pastinha onde estavam os documentos. Abri, procurei e nada. Sentei na cama esperando retorno da minha mulher e, do nada, comecei a ouvir um barulho estranho, o quarto do marmanjo era ao lado do da sogra e, de lá, vinham gemidos.

Na mesma hora minha mente viajou. Será? Fiquei tentando entender e dei passos ainda mais calmos até a porta dele. gemidos e gemidos, estralos... Não podia correr o risco de abrir a porta; teria que tentar entender.

Então o valentão, o cheio de marra, estava brincando com o amigo de game? Parecia. Gemidos de sexo tentando ser abafados. Precisava entender quem era quem, se tinha uma mina. Não conseguia compreender bem, mas a curiosidade aumentou tanto que até esqueci da minha esposa.

Então peguei um cabo de vassoura e, muito calmo, fiz um movimento para deixar uma brecha na porta, devagar, minuciosamente, para parecer que foi o vento e o som pudesse ser mais nítido. Fiquei um bom tempo tentando decifrar e bingo!

Era os dois marmanjos se pegando. O folgado e seu coleguinha. Confesso que, bem antes dessa situação, minha rola estava explodindo na calça. Aquele misto de suspense, aquela cena ao som, me deixou num tesão da porra. Soltei minha pica ali mesmo e tive que bater uma somente naquele som.

Pela cena, era o folgado que estava com a pica atolada na garganta. Ele pedia pau como uma vadia para o amigo. O cara parecia fazer da boca dele um fodedor. Os tapas eram na cara dele. O moleque comedor era bruto, gritava com o valentão da vovó, que agora gemia fofo. Os dois se comiam: gemidos, tapas e, finalmente, pude ouvir o cara dizer: "Engole meu leite, Marcelo, vai, vagabunda!". Puta merda, o auge da cena. Ouvindo tudo aquilo, meu leite, em questão de segundos, espirrava pelo chão. Tive que limpar com minha própria camiseta e correr para casa, pé por pé. Afinal, eles pareciam ter terminado o serviço e eu ganhado na mega-sena.

Em casa, corri para ler a mensagem da minha mulher: (A mãe tá ficando gagá, o documento está aqui. Achei). Entrei no banheiro, jogando uma água gelada no corpo. Minha rola jorrou tanto leite que estava aliviada. Meu pau é grosso, veiudo; isso que era o destaque. Não era enorme, mas a grossura fazia um bom estrago. Eu estava lavando ele na tranquilidade, já fazendo sinal de bater uma com o que ouvi na cabeça. Fiquei pensando: "Esse tempo todo o filhinho da vovó aguenta fofo". Resolvi guardar o leite, saí do banheiro, me reorganizei e pensava no trunfo que tinha dali para frente.

Resolvi atrasar para abrir a mecânica hoje. Fiquei jogado no sofá, amaciando minha rola, fumando meu cigarro, aliviado. Demorou um pouco, mas ouvi movimentações na casa do marmanjo. As duas putinhas tinham acordado e somente via o coleguinha de videogame todo sorridente.

Eu estava instigado. Fiquei analisando o que iria mudar dali para frente e fui lá olhar olho no olho deles. Queria jogar uma real.

— Faz meia hora que vim pegar um documento aqui. Sua vó disse que não estava atendendo o telefone.

— Estávamos dormindo — respondeu seco.

— Pelo que ouvi, não. Rsrs. — Dei uma risada irônica.

Ele meio que ficou com os olhos arregalados. Notei que seu amigo também ficou sem ação, olhou para ele e tal.

— Você é o?

— Sou Renan, tio.

Logo fui interrompido. Marcelo não ia deixar batido...

— Que tanta pergunta é essa? Deu de cuidar da minha vida, irmão? Tô na minha casa e você sabe que não trompo com você, então cada um na sua.

Na mesma hora me aproximei dele, dei uma gargalhada gostosa, chegando bem pertinho da fuça dele.

— Não vou me aproximar muito de você porque tá com bafo de rola. Acha que não ouvi? Não vi sua putaria, seu morde-fronha? Tá tirando eu de otário? — falei gritando e fazendo ele baixar a bola.

Na mesma hora o amigo dele tentava apartar, tentava segurar os ânimos.

— Calma, tio, não é nada disso não, tio. Calma...

Ambos estavam com os olhos arregalados. Acho que o folgado não esperava que eu chegaria junto, que eu botaria banca.

— Renan, né? — Ele balançava a cabeça confirmando.

— Seus dois putos! Vou deixar bem claro aqui. Eu poderia, na casa da sua família, reproduzir o áudio que tenho aqui agora, porque vocês sabem o que faziam...

— Tio, foi só brincadeira, nada disso que... — Marcelo o mandava calar a boca.

Fiz o sinal de silêncio. Marcelo, na hora, quis crescer.

— Você tá me ameaçando, Breno? Tá dando uma de papagaio de...

Não teve tempo de terminar a frase. Dei um empurrão na parede, chegando firme nele. Seu colega não tinha força para separar, mesmo tentando.

— Seu marmanjo chupador de rola, folgado do caralho, escuta aqui. Você estava tomando leite desse puto agorinha e quer crescer de machão? Cala sua boca. A partir de agora os dois putos comem aqui, na minha mão, tão ouvindo?

— Sim, tio, sim...

Renan era o mais desesperado. Marcelo não respondia, ficava de cara fechada, engolia seco por eu ter descoberto seu segredinho.

— Renan, pega sua bike e vaza daqui. Deixa só eu e essa putinha aqui. Vai, vai... mais tarde você volta.

Ele, com os olhos arregalados, vazava igual um foguete. Já Marcelo me engolia vivo com olhar de ódio, mas sabendo que tinha perdido a guerra.

— Eu vou para a oficina. Na hora que eu voltar, seu puto, eu quero essa cozinha um brinco, louça limpa, casa organizada. Espero não precisar falar duas vezes.

#Continua.

Autor Contos de Daniel

Próximo Capitulo – Vinte e Cinco do Seis, as Dezenove horas.

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