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Comi a esposa gostosa do meu sobrinho parte 11

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Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 3270 palavras
Data: 20/06/2026 06:16:55

Somos o 2° conto mais lido do mês 😍😍, continue comentando estourando amando engajamento de cada um de vocês😍😍

A Mariana enterrou o rosto com força no travesseiro do Henrique, segurando o ar enquanto as paredes de trás dela esmagavam o meu pau. Eu segurei os dois lados daquela bunda imensa com as minhas mãos calejadas, fixando o quadril dela contra o colchão, e comecei a dar as estocadas de um jeito curto, rasteiro e sem fazer barulho. O colchão rangia bem de leve, no mesmo compasso do ronco grosso do guri que dormia do lado.

A audácia daquela situação fazia o meu sangue ferver. Eu puxava o pau quase todo para fora e socava de volta até o talo, sentindo o buraquinho apertado me prender com uma força absurda. A Mariana revirava os olhos no escuro, dando umas reboladas milimétricas para receber a pica ainda mais fundo, totalmente entregue àquela loucura.

O Henrique deu um arranco na cama, virou de lado e soltou um resmungo pastoso no meio do sono.

Nós dois travamos na hora, com o meu pau enfiado até o osso dentro dela. A Mariana ficou imóvel, com o coração batendo tão forte que dava para sentir o peito dela balançar contra o lençol. Esperamos uns segundos até o guri engatar o ronco alto de novo.

Assim que ele apagou de vez, eu não segurei mais a ignorância. Peguei a Mariana de jeito, puxei o corpo dela mais para a beirada e comecei a bombar com uma fúria controlada, fazendo a estrutura de madeira da cama tremer. O som molhado daquela sem-vergonhice era abafado pelo barulho do ventilador ligado no forte.

Eu senti a porra subindo com tudo, fervendo na raiz do saco de tanto tesão acumulado daquele dia. Lasquei as últimas cinco metidas com toda a força do meu lombo, enfiando até encostar os bagos na bunda dela, e descarreguei tudo lá dentro. Senti o sêmen quente jorrar em jatos, enchendo o cuzinho dela até derramar. A Mariana contraiu tudo num espasmo violento e gozou junto, cravando as unhas no meu braço, tremendo feito vara verde antes de desabar desmaiada de prazer do lado do marido.

Eu saí de dentro dela bem devagar, sentindo aquele aperto final do buraquinho enquanto o meu pau escorregava para fora, todo molhado. A Mariana continuou deitada de bruços por mais um minuto, com a respiração cortada e o peito batendo contra o colchão, totalmente anestesiada pela gozada. O Henrique deu mais um suspiro fundo, mas continuou no terceiro sono, roncando alto do outro lado da cama de casal.

Ela rolou de lado na maior maciez, passou a mão na bunda para recolher o excesso de porra que estava escorrendo e levou os dedos até a boca, limpando o meu sêmen com um olhar de pura perversão no escuro.

Depois, ela levantou da cama sem fazer nenhum barulho no piso, pegou uma toalhinha úmida que já tinha deixado separada e se limpou ali mesmo na penumbra do quarto, tirando o grosso do mel para não deixar cheiro no lençol do marido. Ela ajeitou o vestido de chita no corpo, caminhou até mim na beirada da cama e me deu um beijo com gosto da nossa safadeza, sussurrando bem no pé da minha orelha:

— O senhor me desmontou inteira, meu velho... Minha bunda tá até pegando fogo. Vai pro seu quarto antes que esse bobo acorde.

Eu dei um tapa firme na polpa da bunda dela, daqueles de estalar alto no escuro, fiz um aceno com a cabeça e saí de mansinho pelo corredor, guardando o meu pau ainda meio murcho para dentro do short. Entrei no meu quarto, deitei na minha cama e fiquei ouvindo o silêncio da noite, sentindo o cheiro da Mariana grudado nos meus dedos e na minha pele, pensando que aquela mulher tinha virado o meu juízo do avesso de vez.

A quarta-feira amanheceu com o mesmo abafamento de sempre. Às cinco da manhã, o despertador do Henrique começou a berrar. Ouvi o guri levantar batendo as botas, resmungando do cansaço da obra. Pouco depois, a Mariana já estava de pé na cozinha, preparando o café com aquela cara de santa que dava até gosto de ver, como se não tivesse passado a madrugada inteira sendo rasgada por trás bem do lado dele.

Quando eu saí do quarto, o Henrique estava terminando de calçar as meias na sala. Ele olhou para mim e deu um sorriso respeitoso.

— Bom dia, tio. Dormiu bem? Rapaz, essa noite eu tive uns sonhos esquisitos, parecia que a cama estava balançando direto, acho que é o cansaço do reboco que tá me deixando doido — o guri falou, rindo da própria inocência enquanto pegava a caneca de café quente.

Eu engoli o riso e mantive a cara de velho sério, puxando a cadeira para sentar na mesa.

— Deve ser o cansaço mesmo, meu filho. O sol da obra consome as forças da gente e o corpo fica desse jeito, vendo assombração até na cama — respondi grosso, pegando um pedaço de pão enquanto a Mariana saía de trás do fogão com o bule na mão.

Ela passou por trás do Henrique e me olhou bem no fundo dos olhos, mordendo o lábio inferior com aquela desfaçatez que só ela tinha. A camiseta regata que ela usava estava meio solta e dava para ver o rastro do mormaço da noite na pele do pescoço dela, toda marcada dos meus dentes.

— É, amor, você passou a noite inteira se mexendo e resmungando — a Mariana emendou com aquela vozinha mansa, enchendo a caneca do marido na maior naturalidade do mundo. — Eu tive até que virar de lado para conseguir pregar o olho. Toma seu café logo para não perder a hora da condução.

O Henrique engoliu o café preto correndo, pegou a mochila com a marmita e a garrafa térmica — que dessa vez ele conferiu duas vezes para não esquecer — e me deu um aceno com a cabeça antes de caminhar até o portão de ferro.

— Até de noite, tio! Cuida das coisas por aqui. Ô preta, não esquece de trancar bem o cadeado — ele gritou da calçada, justamente no momento em que a buzina da moto do Cláudio ecoou na rua.

A Mariana foi até o portão para se despedir, rebolando naquele passo lento de quem sabia exatamente o que estava fazendo. Eu espiei pela fresta da janela da sala e vi o rastro da poeira subindo quando o rapaz da moto parou. O Cláudio bateu o olho na Mariana — que estava escorada no batente com o short bem justo marcando aquela bunda imensa — e quase errou a marcha da moto, engolindo seco. Ele deu um bom-dia meio gago e evitou olhar direto, com medo do Henrique perceber o estrago que a imagem daquela mulher tinha feito na cabeça dele desde o dia anterior.

O Henrique subiu na garupa, a moto arrancou e o barulho do motor sumiu na estrada de terra batida.

A Mariana bateu o portão com força, girou a chave no cadeado e se virou para a sala com os olhos castanhos pegando fogo de pura perversidade. Ela veio caminhando rápido na minha direção, arrancando as alças da regata e jogando o pano no piso. Antes mesmo de eu levantar da cadeira, ela montou no meu colo de frente, colando aquela racha quente direto na fivela do meu cinto.

— O guri foi trabalhar, seu Omar... E o meu cuzinho acordou com saudades do seu pau — ela sussurrou com a voz totalmente rouca, metendo as duas mãos por dentro do meu short para arrancar a minha pica de ferro para fora. — O Cláudio quase caiu da moto me olhando, mas quem vai me quebrar no meio agora é o senhor. Bota tudo aqui dentro de uma vez!

Eu segurei a Mariana com força pela cintura, levantei o corpo dela do meu colo e a joguei de costas em cima da mesa da cozinha, fazendo os pratos e os talheres chocalharem com o baque. Puxei as pernas grossas dela para cima, abrindo bem aquela racha que já estava ensopada de suor e de água, e mirei o meu pau direto na frente. Desci o quadril com todo o meu tesão, enfiando a pica inteira de uma vez só até o talo na buceta dela.

— Ah, meu velho! Isso... me amassa! — a Mariana soltou um grito rasgado, jogando a cabeça para trás e enterrando as unhas nos meus braços enquanto o meu pau entrava esticando tudo por dentro.

Comecei a bombar com uma fúria cega, dando aquelas estocadas compridas e violentas que faziam a mesa arrastar no piso da cozinha. O som molhado daquela sem-vergonhice ecoava pelas paredes, e a Mariana revirava os olhos, totalmente entregue, rebolando o quadril para receber a pica ainda mais fundo. Depois de dar umas vinte metidas brutas na frente, com ela quase perdendo o fôlego, eu puxei o pau para fora com um estalo.

Virei a Mariana de bruços na mesa, deixando aquela bunda imensa empinada bem na altura da minha virilha. Peguei um pouco da baba da buceta dela na minha mão, passei no buraquinho de trás para dar uma amaciada rápida e mirei o pau no cuzinho dela. Empurrei com força, fazendo o cano de carne arrombar o aperto de trás de uma vez só até encostar os meus bagos na pele dela.

— Caralho, seu Omar! Assim... quebra a sua pira! — ela gemia alto, mordendo o pano de prato para abafar o som enquanto eu socava o rabo dela sem nenhuma pena.

O aperto lá de trás estava gostoso demais, esmagando o meu pau a cada estocada rasteira que eu dava. Eu puxava a bunda dela com as duas mãos e socava com todo o meu tesão, fazendo a estrutura da mesa estalar no ritmo da sacanagem. Quando senti a porra subindo da raiz do saco, quente e fervendo para explodir, eu puxei o pau para fora do cuzinho dela num arranco só.

Segurei a Mariana pelos cabelos, puxando a cabeça dela para trás, e mandei ela abrir a boca. No que ela olhou para cima com os olhos castanhos cheios de perversão, eu comecei a dar as jorradas direto na cara dela. Foi uma quantidade absurda de porra grossa e morna que espirrou nos olhos, nas bochechas e na boca da Mariana, escorrendo pelo queixo e melando o peito dela todinho. Ela fechou os olhos, saboreando o rastro da minha gozada, totalmente lambuzada e apaixonada pelo estrago que eu fazia nela.

Eu dei a última sacudida no pau, deixando as últimas gotas de porra caírem na testa dela, e saí de perto para recuperar o fôlego. O meu pau foi dando aquela murchada devagar, todo lambuzado de baba e do suor que a gente derramou na mesa.

A Mariana continuou deitada de costas na mesa por uns dois minutos, com os olhos fechados e o peito subindo e descendo numa arfada só. O sêmen grosso ia secando na pele quente do rosto dela, escorrendo de leve do canto da boca pro pescoço. Ela passou a língua nos lábios, engolindo o resto da minha jorrada com um sorriso de quem estava totalmente anestesiada de prazer.

— O senhor me destrói, seu Omar... Olha o que o senhor faz com a minha cara — ela sussurrou com a voz sumida, abrindo os olhos castanhos devagar, cheios de uma paixão cega e perversa. — Homem nenhum no mundo me deixa imunda desse jeito e me faz gostar tanto.

— Deixa de conversa e vai logo se limpar, Mariana — falei, ajeitando o meu short jeans no corpo e limpando o suor da minha testa com a manga da camisa. — O Henrique sumiu na poeira tem pouco tempo, e se alguém inventa de aparecer nesse portão com você lambuzada desse jeito, a casa cai pro nosso lado.

Ela deu uma risadinha safada, pulou da mesa com aquela moleza gostosa no corpo e foi direto pro banheiro. Ouvi o barulho do chuveiro correr no piso por um bom tempo, enquanto ela tirava o cheiro da nossa sem-vergonhice do corpo e do rosto.

Eu peguem um pano com sabão, dei uma geral no tampo da mesa da cozinha para tirar o grude e joguei uma água no chão, sumindo com qualquer marca do crime antes que o mormaço da manhã secasse a sujeira.

Quando deu umas 10 horas, a Mariana saiu do quarto toda trocada, usando um vestido leve de alça, com o cabelo molhado cheirando a xampu e aquela cara de santa que enganava qualquer um. Se sentou no sofá da sala, me olhou de rabo de olho com aquela malícia que nunca morria e bateu a mão no estofado do meu lado.

— O meu cuzinho ficou até anestesiado da paulada de agora pouco, seu Omar... Mas o meu pensamento já tá querendo saber o que o senhor vai inventar de fazer comigo depois do almoço — ela soltou, mordendo o beiço e me desafiando mais uma vez.

Eu me levantei do sofá com o pau já esticando o pano do short de novo, tomado por aquela ousadia que a Mariana despertava em mim. Segurei no braço dela e a puxei direto para a janela da sala, que ficava bem de frente para a estrada de terra batida por onde o pessoal do distrito costumava passar.

Abri a folha de madeira da janela, deixando apenas a cortina fina de renda cobrindo o vão. Empurrei a Mariana de frente contra o parapeito, levantei a saia do vestido leve dela de uma vez só e puxei o meu pau para fora, já babando na ponta. Me encaixei por trás das coxas grossas dela, mirei bem na frente e cravei a pica inteira de uma vez na buceta dela, fazendo a estrutura de madeira da janela dar um estalo.

— Ah, seu Omar... Na janela não... Alguém vai ver! — ela soltou num sussurro apavorado, mas o aperto da racha dela entregava que o medo só triplicava o tesão.

— Fica quieta e olha para a rua — ordenei grosso, segurando firme no quadril dela e começando a dar aquelas estocadas compridas e ritmadas.

O meu pau entrava e saía rasgando tudo por dentro, fazendo o corpo da Mariana balançar contra o parapeito. Ela segurava no batente da janela com as duas mãos, olhando fixamente o movimento da estrada através da renda fina, arfando baixinho a cada pancada que eu dava na bunda dela. O som molhado das nossas batidas estava gostoso demais, e o perigo de passar alguém ali na poeira deixava o meu sangue fervendo.

Estávamos no meio daquele racha, com o meu pau afundando até o osso na buceta dela, quando do nada uma sombra parou do lado de fora. Era a dona Antônia, uma vizinha fofoqueira que morava umas três casas para baixo. Ela botou a cara quase encostada na grade da janela, tentando enxergar através da cortina.

Nós dois travamos na hora. O meu pau continuou enterrado até o talo dentro da Mariana, latejando quente no fundo dela. O meu peito ficou colado nas costas suadas dela, e eu conseguia sentir o coração da Mariana batendo disparado no peito de puro pavor.

— Ô de casa! Mariana? Você tá aí, minha filha? — a velha gritou do lado de fora, com aquela voz esganiçada de quem adora reparar na vida alheia.

A Mariana engoliu seco, deu uma rebolada milimétrica no meu pau para conseguir puxar o ar e tentou manter a voz mais firme que conseguiu, abrindo um vãozinho na cortina com a mão trêmula.

— Oi, dona Antônia! Tô aqui sim... Tava terminando de espanar os móveis da sala por causa desse poeirão da estrada — a Mariana respondeu com a maior cara lavada do mundo, enquanto o rosto dela ficava vermelho de vergonha e de tesão.

— Ah, pois é, minha filha, vim ver se você não tem um pouquinho de fermento em pó para me arrumar... Fui inventar de fazer um bolo pro meu velho agora de manhã e o meu acabou — a vizinha continuou falando, sem arredar o pé da janela.

Ouvir a velha falando ali a meio metro de nós me deu uma fúria de safadeza. Não aguentei o rojão: mesmo com a dona Antônia do lado de fora, eu comecei a dar uns empurrões curtos e rasteiros com o quadril, afundando o pau bem devagar no calor da buceta dela. A Mariana arregalou os olhos castanhos, cravando as unhas na madeira da janela com tanta força que os dedos ficaram brancos, tentando segurar o grito que subia na garganta com a pressão da minha pica batendo lá no fundo.

— Tem... tem sim, dona Antônia... — a Mariana gaguejou, com a voz saindo toda tremida e mastigada enquanto eu dava mais duas bombadas curtas e firmes por trás, fazendo a pica raspar bem nas paredes da buceta dela. — Espera... espera só um minutinho que eu vou... ah... vou pegar na despensa.

A velha lá fora estranhou o tom de voz e deu uma espiada mais forte pelo vão da cortina, tentando enxergar o que estava acontecendo na penumbra da sala.

— Você tá bem, Mariana? Tá com a voz esquisita, meio cansada... Parece até que tá com falta de ar, minha filha.

— É o... é o calor da cozinha, dona Antônia... Esse fogão aceso me deixa tonta — a Mariana emendou na maior desfaçatez, dando uma rebolada apertada para trás, esmagando o meu pau contra o fundo dela para me fazer parar, mas o racha ali de trás só me dava mais vontade de socar.

Eu segurei o rojão e travei o quadril lá na frente, deixando a pica inteira cravada na carne quente dela, colando o meu peito suado nas costas do vestido de chita. Dava para sentir o cuzinho dela piscando de pavor bem encostado nos meus bagos.

— Tá certo, então corre lá que o meu forno já tá esquentando — a velha disse, batendo os dedos no parapeito da janela.

A Mariana soltou o batente devagar, pegou o ar com força e me deu uma olhada de rabo de olho que era puro veneno e perversão. Ela fez um movimento manhoso para frente, tirando o meu pau de dentro da buceta com um estalo molhado que quase fez a velha escutar do lado de fora. Ajeitou a saia do vestido num arranco, limpou o suor da testa e foi caminhando até a cozinha naquele passo meio travado de quem tinha acabado de ser arrombada.

Eu fiquei estático atrás da porta da sala, com o pau duro feito ferro, vermelho e babando na ponta, só ouvindo o barulho dos passos dela.

A Mariana pegou a latinha de fermento, voltou para a sala rebolando com aquela cara de santa instruída e abriu um pouco mais a cortina, entregando o produto na mão da dona Antônia pela grade.

— Aqui, dona Antônia. Desculpa a demora — ela disse, estufando o peito sem sutiã por baixo do vestido bem na cara da velha.

— Obrigada, minha filha! Mais tarde te trago um pedaço do bolo — a vizinha falou, pegando a lata e finalmente virando as costas para descer a rua de terra.

No segundo em que a sombra da velha sumiu da calçada, a Mariana bateu a folha de madeira da janela com tudo, girou o trinco e se virou para mim chorando de tanto tesão. Ela se jogou no meu pescoço, agarrou o meu pau com as duas mãos e já foi se abaixando de novo no piso da sala.

— Pelo amor de Deus, seu Omar! O senhor quase me faz gritar na cara da velha! — ela sussurrou, com os olhos castanhos pegando fogo. — Meu corpo tá todo tremendo de medo... Enfia esse pau no meu cuzinho agora e me quebra inteira que eu tô morrendo de vontade!

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Foto de perfil de Casal hotCasal hotContos: 57Seguidores: 139Seguindo: 35Mensagem Somo um casal bem safado

Comentários

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Provavelmente,em algum momento futuro o coitado do sobrinho comece a desconfiar de alguma coisa, jeito que se olhem, alguma marca no corpo, por que do jeito que está indo, essa sacanagem com ele parece que vai durar a vida toda.

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