Meu nome é Roberto, tenho 38 anos e um pequeno comércio de materiais de construção aqui no Caixa d’Água, zona norte de Recife. Não sou rico, mas pro bairro eu sou considerado bem-sucedido. Moro com minha mulher e filhos numa casa simples, mas reformada. A Jane... ah, a Jane sempre foi minha fraqueza. Para você ver e salvar tudo, vou deixar abaixo nos commentarios os linkks
Ela tem 29 anos, morena clara, cabelo liso até a cintura, cintura fina de dar inveja e uma bunda enorme, redonda, que nem as roupas mais humildes e compostas conseguiam esconder. Morava num casebre de madeira na beira do rio Morno, daqueles perigosos, onde a violência é rotina. Usava saias longas, blusas de manga comprida, tecidos baratos, mas o corpo dela chamava atenção de todo mundo. Eu via ela passando todo dia, indo pra igreja ou voltando do trabalho de doméstica, com aquela bunda balançando devagar. Eu sabia que era casada com o Júnior, um cara que vivia sumido, bebendo e trabalhando como pedreiro quando aparecia.
A sedução começou devagar, ao longo de anos. Primeiro eram só cumprimentos:
— Bom dia, Jane. Como tá a família?
Ela sorria tímida, olhos baixos:
— Graças a Deus, Seu Roberto. O Senhor te abençoe.
Com o tempo, comecei a ajudar mais. Dava carona quando chovia, emprestava ferramentas pro marido dela, levava sacolão quando via que tava apertado. Ela começou a abrir mais:
— Seu Roberto, o senhor é tão bom pra gente... Meu marido quase não tá em casa.
Eu respondia com um sorriso:
— Aqui no bairro a gente tem que se ajudar, né?
Um dia, uns dois anos depois, ela veio no meu comércio pedir um desconto num tijolo pro conserto da casa. Conversamos mais de uma hora. Ela sentou no banquinho, saia longa cobrindo as pernas, mas a blusa justa marcava os seios firmes. Começamos a falar de casamento, de solidão.
— Às vezes eu me sinto tão sozinha, Roberto... A igreja ajuda, mas tem dias que...
Ela parou, envergonhada. Eu toquei de leve no braço dela:
— Pode falar. Eu também sou casado, mas entendo.
A partir daí os papos ficaram mais íntimos. À noite, depois que o comércio fechava, ela passava pra “conversar”. Sentávamos na varanda dos fundos, longe dos olhos. Ela contava dos problemas com o Júnior, das brigas, da falta de carinho.
— Ele quase não me toca mais... E quando toca, é rápido, sem graça.
Eu ouvia, plantando a semente:
— Uma mulher como você merece ser adorada, Jane. Merece sentir prazer de verdade.
Ela ficava vermelha:
— Não fala assim... Eu sou evangélica, casada. Isso é pecado.
Mas os olhos dela brilhavam de curiosidade.
A Curiosidade Aumenta
Depois de meses de papo, uma noite ela chegou mais aberta. Tinha bebido um pouco de vinho escondido (coisa rara pra ela).
— Roberto... as meninas da igreja falam baixo sobre certas coisas. Sobre... sexo anal. Eu sempre tive curiosidade desde jovem, mas minha família, a igreja... nunca deixei nem pensar direito.
Meu coração acelerou. Eu sorri:
— É um prazer diferente, Jane. Quente, apertado, proibido. Muitas mulheres adoram depois que experimentam.
Ela negou veementemente, olhos arregalados:
— Não! Isso é podre, é feio, é sujo! É errado! Só mulher perdida faz isso. Eu sou mãe, tenho família. Nunca.
Mas eu via o interesse. Comecei a brincar:
— Imagina só... eu te tocando devagar, te fazendo relaxar. Você ia gostar.
Ela ria nervosa:
— Para com isso, Roberto. Você é casado também. Isso não pode.
Eu respondia sempre a mesma coisa:
— Justamente por isso. Mantemos segredo. Ninguém precisa saber. Só prazer entre nós.
O Dia da Entrega
Um sábado à tarde, o bairro tava vazio. Júnior tinha viajado pra obra. Minha mulher tava na casa da mãe. Jane passou no comércio e eu chamei ela pra dentro, pro quartinho dos fundos que eu usava pra descanso.
— Vem, vamos conversar melhor.
Ela entrou tímida, olhando pros lados. Fechei a porta. Comecei com beijos no pescoço. Ela resistia:
— Não... isso é errado... eu não devo...
Mas o corpo traía. Beijei a boca dela, devagar. Ela correspondeu, tremendo. Tirei a blusa humilde devagar. Os seios grandes, mamilos escuros, duros. Chupei com calma, mamando gostoso. Ela gemia baixo:
— Ai, Deus... perdoa-me... tá tão bom...
Desci a saia. A calcinha velha, simples. Tirei. A buceta peludinha, molhada. Chupei ela ali mesmo, de joelhos. Jane segurou minha cabeça, pernas tremendo:
— Roberto... ninguém nunca fez isso pra mim... ai meu Pai...
Depois daquela chupada demorada ela se entregou de vez. Deitou na caminha velha, abriu as pernas:
— Vem... faz o que quiser comigo hoje.
Eu virei ela de bruços. A bunda enorme apareceu, branca, celulite leve, peluda. Pedi pra abrir.
— Abre pra mim, Jane.
Ela obedeceu, envergonhada. O cheiro subiu forte. Suor do dia, bunda quente, peluda, fedendo pra caralho – azedo, forte, natural. O cuzinho escuro, virgem, cercado de pelinhos.
— Roberto... eu tô suada... deixa eu tomar banho primeiro. Isso tá fedendo, eu sei.
— Não. Quero assim. Quero sentir você de verdade.
Ela achou maluquice:
— Você é louco... isso é nojento...
Mas deixou. Eu cheirei fundo, lambi devagar. O gosto era forte, amargo, suado. Ela tremia de vergonha e tesão:
— Ai que vergonha... meu cu tá sujo... nunca ninguém...
Eu lambi mais, enfiando a língua. Ela começou a gemer apesar de tudo.
A Primeira vez no Cu
Passei lubrificante bastante. O pau duro encostou no buraco virgem.
— Relaxa, Jane. Vai devagar.
— Não... para... isso dói... é errado... eu não sou puta...
Empurrei a cabeça. O cu dela era absurdamente apertado, quente como forno. Ela gritou:
— Ai ai ai! Tá doendo muito! Para, Roberto! Tira!
Parei, só com a cabeça dentro. Acariciei as costas, a bunda enorme.
— Relaxa, amor. Respira. Vai ficar bom.
Fiquei quieto um tempo. Aos poucos empurrei mais. Centímetro por centímetro. Ela choramingava:
— Tá me rasgando... eu sou casada... mãe de família... isso é pecado grave...
Mas o cu ia abrindo. Meti metade. O calor era insano. Comecei a estocar devagar, com carinho.
— Tá vendo? Tá entrando. Seu cuzinho virgem tá me apertando gostoso.
Ela gemia misturando dor e prazer:
— Tá doendo... mas... ai... continua devagar...
Metei mais fundo. Ela se peidou baixinho, sem querer.
— Ai que vergonha! Me perdoa... tô com dor de barriga...
— Relaxa o corpo, Jane. Deixa eu te dar prazer.
Aumentei o ritmo devagar. A bunda tremia a cada estocada. Ela começou a empinar um pouco.
— Tá... tá gostando um pouquinho?
— Tá estranho... quente... profundo... nunca senti nada assim...
Meti mais forte. Ela gritava:
— Ai para... tá doendo... mas não para... ai meu Deus!
Segurei a cintura fina e meti até o talo. Ela gozou de repente, cu apertando meu pau como nunca senti, gritando:
— Tô gozando! Nunca gozei assim na vida! Dar o cu... ai que delícia... perdoa Senhor...
Eu não aguentei. Gozei fundo dentro dela, enchendo o cu virgem de porra quente.
Depois do Gozo
Ela sentiu o esperma escorrendo quando tirei o pau. Levantou correndo, cu se contraindo, peidando e soltando leitinho branco.
— Ai não! Tá saindo tudo... que vergonha! Eu sou uma perdida...
Correu pro banheiro improvisado, tentando limpar. Eu fui atrás, abraçando ela:
— Para de frescura, Jane. Você gozou como nunca. Isso é prazer. Você merece.
Ela chorava e ria ao mesmo tempo, ainda tremendo:
— Eu sempre quis... desde jovem... mas a igreja, a família... agora você me fez sentir mulher de verdade. Mas ninguém pode saber, Roberto. Por favor. Apaga as fotos e vídeos se tiver. Isso é só nosso segredo.
Eu beijei ela:
— Segredo nosso. Sempre que quiser, eu te dou mais. Você não é puta. Você é uma mulher descobrindo prazer.
Ela vestiu as roupas humildes de novo, bunda ainda dolorida, mas com um sorriso tímido:
— Amanhã... se o Júnior não voltar... eu volto. Só um pouquinho mais. Pra sentir de novo.
Reflexões e Continuação da Sedução
Nos meses seguintes, Jane foi se entregando cada vez mais. Ainda resistia no começo de cada encontro – “hoje não, sou evangélica”, “isso é pecado”, “meu marido...” – mas depois abria a bunda, pedia pra lamber mesmo fedida, pedia pra meter mais fundo. O jogo de contradições deixava tudo mais louco: ela falava do marido traindo enquanto eu comia o cu dela, falava que “mulher de Deus não faz isso” enquanto gozava gritando.
A bunda dela, peluda e cheirosa, virou meu vício. O casebre na beira do rio, o perigo do bairro, a humildade das roupas – tudo tornava a traição mais saborosa.
E assim, o vizinho “bem-sucedido” e a evangélica de bunda enorme mantinham o segredo quente, proibido e delicioso.