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AS AVENTURAS DE DANIEL: A volta do gangster, e a foda gostosa do coreano com o colega de trabalho (Episódio 19)

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Um conto erótico de Jackson
Categoria: Gay
Contém 4569 palavras
Data: 20/06/2026 14:53:03
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Olá leitores, vou continuar com essa série que criei, pensei melhor na narrativa, dessa vez estou expandindo mais o universo dessa série, e dando mais espaço pra personagens secundários, dando a eles uma história paralela a história central que é sobre o personagem Daniel, não será apenas focado em um personagem, espero que gostem desse estilo de narrativa em primeira pessoa, gosto desse jeito de narrativa pra deixar a gente mais próximo do personagem, e entender melhor o que se passa na cabeça deles, espero que gostem.

Ponto de Vista (POV): Daniel

Haviam se passado dias que eu tentava limpar o gosto do Alan da minha boca. Eu estava seguindo o fluxo da minha rotina com uma agressividade cega, pulando de reunião em reunião externa. Eu repetia para os meus próprios botões, enquanto corria na esteira da academia, que a noite na cobertura vermelha tinha sido um delírio. *Aquele coroa de cinquenta e quatro anos é um criminoso, Daniel. Um monstro de mais de cem quilos que te usou como descarga mecânica e te jogou num Uber às três da manhã. Você tem trinta e cinco anos, é dono da porra toda, não precisa rastejar por rabo de mafioso.*

Eu quase acreditei na minha própria mentira. Até aquela tarde de quinta-feira.

Eu estava sentado em um bistrô nos Jardins, finalizando os relatórios do último trimestre no MacBook, quando o celular vibrou na mesa. Era a minha secretária, Jéssica.

> **Jéssica:** *Chefe, desculpa quebrar sua agenda externa, mas entrou uma demanda de última hora aqui na agência. Um cliente de grande porte apareceu sem agendar. Ele quer uma reunião de urgência às 18h para fechar uma parceria de marketing digital para uma rede de concessionárias de luxo. O contrato inicial é milionário. Conseguimos encaixar?*

Olhei para os dígitos do orçamento que ela anexou e os meus olhos brilharam na hora. Um valor daqueles blindaria as contas da minha agência por dois anos.

Respondi a mensagem - Prepara a sala principal. Quero a equipe de marketing completa na mesa. Bota uísque escocês, água com gás e petiscos importados. Às 18h em ponto eu chego para assinar esse contrato.

Cheguei na agência voando. Ajustei o meu paletó, passei a mão no cabelo curto nas laterais e texturizado no topo, garantindo que o físico de surfista estivesse perfeitamente moldado no terno cinza-escuro. Minha equipe já estava sentada ao redor da mesa da sala de reuniões principal. Dei uma olhada rápida na folha de rosto do projeto. O nome da empresa era *Império Motors*, de um tal de "Alan". O nome passou direto pela minha cabeça. São Paulo tem mil Alans empresários.

Às 18h em ponto, a porta de vidro duplo correu. E o meu mundo desabou em câmera lenta.

O impacto foi tão violento que o ar sumiu dos meus pulmões. Entrando pela sala, vestindo um terno preto feito sob medida que parecia clamar por socorro para conter a envergadura brutal daquele peitoral e daqueles braços colossais, estava ele. O gângster da boina. O homem que tinha ajoelhado na minha frente na parede do mármore e engolido a minha porra dias atrás. Ele não usava a boina ali; o cabelo grisalho curto estava alinhado, o maxilar quadrado com o cavanhaque desenhado dava a ele a estampa de um imperador do submundo.

— Boa noite, senhores. Sou o Alan, proprietário da *Império Motors* — a voz dele veio naquele barítono rústico, pesado, fazendo a madeira da mesa vibrar.

Ele esticou a mão gigantesca na minha direção. Eu levantei da cadeira num reflexo automático, o meu corpo inteiro entrando em estado de choque elétrico. Quando os nossos dedos se fecharam no aperto de negócios, uma descarga estática brutal rasgou o meu braço. O aperto dele foi firme, quase agressivo, uma demarcação de território silenciosa. Eu senti o hálito dele. Ele também sentiu o meu. Os olhos dele focaram na minha boca por um décimo de segundo antes de desviarem.

— Vocês já se conhecem? — a Jéssica perguntou, notando que eu tinha congelado, com a boca meio aberta.

Alan deu um meio sorriso cínico, o olhar de lobo travado no meu rosto.

— Tivemos o prazer de dividir a mesma mesa em uma festa de gala beneficente na semana passada, não é, Daniel? Coincidências do mercado de luxo.

— É... exatamente. Uma feliz coincidência, Alan — respondi, pigarreando, tentando retomar a minha marra de trinta e cinco anos enquanto me sentava, sentindo o meu pau dar um solavanco violento dentro da cueca por baixo da calça social.

A reunião foi uma tortura psicológica de uma hora. A minha equipe apresentava os slides de tráfego pago, e o Alan fingia que prestava atenção, mas a verdade é que os pensamentos não ditos estavam gritando naquela sala.

*Esse desgraçado veio aqui me comprar.* — eu pensava, a testa começando a suar de nervosismo enquanto eu fingia analisar as métricas. *Ele gastou um milhão de reais em um contrato só para ter o direito de ficar na mesma sala que eu sem precisar admitir que está viciado no meu pau.*

De vez em quando, quando eu cruzava as pernas, o olhar do Alan descia com uma lentidão pornográfica para a minha braguilha, mapeando o volume do meu pau marcado no tecido, para depois subir e cravar nos meus olhos com uma promessa de destruição. No fim, o contrato foi assinado. Um ano de parceria.

— Excelente, Daniel — Alan disse, se levantando e ajeitando o paletó que estufava no peito. — Mas para a campanha rodar com a identidade certa, eu exijo que você faça uma visita técnica à minha empresa amanhã de manhã. Quero você lá pessoalmente para alinhar os detalhes do seu trabalho. Tudo bem?

— Estarei lá às nove da manhã, Alan.

No dia seguinte, a matriz da *Império Motors* parecia o covil de um vilão de cinema. Carros importados de dez milhões de reais brilhando sob os refletores, mecânicos de uniforme limpo trabalhando em silêncio. O Alan me guiava pelos corredores da empresa com uma postura impecável de grande empresário, mas o jogo de sedução estava a mil por cento.

A cada curva que a gente fazia para olhar uma Ferrari ou uma Porsche, o Alan dava um jeito de encostar a mão massiva dele no meu ombro ou na minha cintura. Ele achava que estava disfarçando, mas eu notava que ele estava suando por trás do terno. A camisa social cinza dele estava com os dois botões superiores abertos, deixando escapar o início daquela floresta de pelos grossos e escuros e o cheiro do suor dele misturado com o perfume amadeirado. Aquilo me deixou completamente ninfomaníaco no meio do showroom.

— Este é o meu escritório privativo, Daniel. Entra — ele falou, abrindo uma porta de madeira maciça e me dando passagem.

Assim que a porta bateu e o trinco eletrônico estalou, o isolamento acústico cortou o som da oficina. Estávamos completamente sozinhos. O Alan caminhou até o frigobar para pegar uma água, tentando manter a pose de marrento, mas a respiração dele estava curta, pesada.

Eu cansei do teatro de negócios. Dei três passos rápidos, encurtando a distância entre nós dois, e parei a centímetros da carcaça colossal dele. O Alan travou com a garrafa de água na mão, olhando para mim de cima.

— O que você quer de mim, Alan? — sussurrei direto no ouvido dele, deixando o meu hálito quente roçar no cavanhaque do coroa. — Não tá vendo que eu tô me controlando ao máximo desde ontem para não rasgar essa tua calça cara e te dar o que você veio buscar na minha agência? Desde que eu cheguei aqui, você não tira o olho da minha braguilha, caralho.

O Alan deu um suspiro profundo, engolindo a saliva com dificuldade. A muralha de Berlim dele balançou. Sem dizer uma palavra, ele largou a água, esticou aqueles braços colossais e me puxou para um abraço brutal. O corpo dele estava pegando fogo. Ele me esmagou contra o peito dele, escondendo o rosto no meu pescoço, respirando de um jeito totalmente ofegante.

Nossos corpos estavam colados, e dava para sentir perfeitamente o choque dos monstros: o meu pau de vinte centímetros estava duro como um cano de ferro, esmagando direto contra o pau dele, que também já tinha quebrado a barreira da calça de terno de tão ereto. Era uma troca de energia pura, testosterona pura no meio da manhã. Eu já ia meter a mão no cinto dele para jogar aquele gigantão na mesa de vidro.

*TOC, TOC, TOC.*

— Chefe? Desculpa incomodar, mas o cliente VIP da BMW blindada acabou de chegar e está exigindo a sua assinatura na liberação do pátio agora — a voz do gerente da oficina ecoou pela caixa de som da porta.

Nos separamos num solavanco, os dois completamente desnorteados, com as bocas secas e o sangue correndo a mil nas veias. Olhei para o Alan e vi a mente dele em completa confusão, o olhar de gângster substituído pelo pânico de quem quase se entregou por inteiro.

Ele deu dois passos rápidos em direção à porta, tenso, e na pressa acabou batendo a canela com força na quina da cadeira de couro. O impacto fez um barulho seco. Eu não aguentei e dei uma risada curta de canto de boca para quebrar o gelo.

— Puta que pariu... — ele resmungou, massageando a perna, me olhando com uma mistura de raiva e desejo antes de abrir a porta. — Te vejo na próxima reunião, Daniel. Minha equipe te acompanha até a saída.

Ele saiu com a cara fechada. Fiquei sozinho na sala, olhando para o meu próprio reflexo no vidro escuro. Eu parecia um adolescente na porra do colegial: de pau duro, com a camisa social visivelmente úmida de suor no peito por causa do nervosismo, e completamente escravizado pelo cheiro daquele coroa.

Ponto de Vista (POV): Alan

Bati a porta do escritório e caminhei pelo showroom com as botas estalando no mármore, o meu coração parecia que ia quebrar as minhas costelas.

*Alívio. Foi um puta alívio aquele funcionário ter batido na porra daquela porta.* — o pensamento martelava na minha cabeça enquanto eu fingia assinar os papéis do cliente VIP sem enxergar nenhuma linha. *Se eu ficasse mais trinta segundos trancado com o Daniel ali dentro, eu ia arrancar a roupa dele com os dentes, ia deitar naquela mesa e implorar para ele rasgar o meu cu sem dó na frente dos meus próprios funcionários.*

Eu estava odiando aquilo. Há dias eu vinha lutando contra mim mesmo, contra o monstro que o Murilo criou na minha cabeça. Na minha filosofia de rua, um cara ferrado igual a mim, que comanda o submundo das drogas por dentro de uma concessionária de luxo em São Paulo, não tem o direito de amar ou ser amado. O amor é uma fraqueza que te deixa mole. O Daniel... porra, o Daniel é gentil, carinhoso à sua maneira, inteligente, seguro de si. Um surfista limpo de trinta e cinco anos não merece se meter no meu inferno. Onde eu passo, eu levo problema, levo sangue, levo investigação da polícia.

Eu sinto prazer no crime. O poder de controlar o pó fino que roda a capital me dá tesão. Foi o Murilo que me abriu as portas desse império, que me mostrou como é bom estar no topo da cadeia alimentar do crime, mandando e desmandando. Mas na intimidade, o Murilo me quebrou para sempre, me transformou nesse ninfomaníaco submisso que precisa de pica com força no rabo para silenciar os demônios. E o Daniel descobriu a minha rachadura. Eu gastei um milhão da lavagem de dinheiro no contrato da agência dele só para ter o direito de olhar para ele. O amor não me pertence, mas a rola daquele surfista... a rola dele virou o meu vício de morte.

Ponto de Vista (POV): Yohan

Já passava das quatro da tarde e a agência de marketing estava imersa naquela calmaria mentirosa de fim de expediente. Eu estava sentado na minha nova mesa de Líder de Equipe, mas as minhas mãos estavam frias, trêmulas. Minha mente não conseguia focar em nenhum briefing. Na noite anterior, eu tinha dado o meu cu pro Rodrigo na mesa da coordenação em troca daquela vaga, e a humilhação misturada com o tesão mecânico daquela pica de vinte e um centímetros tinha me deixado elétrico.

Eu sabia que no mundo corporativo ninguém sobe de cargo por merecimento. Eu podia trabalhar doze horas por dia, bater todas as metas, e o Daniel continuaria me olhando como o "estagiário coreano". Eu fiz a proposta do sexo por interesse como um gesto sujo de sobrevivência, mas a verdade é que o Rodrigo — com aquela estampa de hétero casado de trinta e cinco anos, o peito cabeludo e a barba grande — me dava um tesão que eu não conseguia controlar.

Meu WhatsApp pessoal acendeu na mesa. O número não estava salvo, mas eu conhecia o padrão.

> **Rodrigo:** *Cara, o gerente de contas acabou de descer para o pátio. A recepção tá vazia. Podemos sair de fininho pelo elevador de serviço sem ninguém notar. Topa dar uma fugida comigo agora?*

Olhei para o relógio de parede. Faltavam duas horas para encerrar o expediente oficial.

> **Yohan:** *Porra, Rodrigo, enlouqueceu? Ainda faltam duas horas para o fim do expediente. Se o diretor pegar a gente fora do posto, é justa causa para os dois.*

> **Rodrigo:** *Eu tô com um tesão da porra aqui na minha cadeira, Yohan. Minha cabeça tá explodindo de estresse com o relatório do diretor. Me ajuda aí, cara. Ninguém vai notar a nossa saída. Se der qualquer merda com o diretor, eu sou o coordenador, eu assumo a responsabilidade e limpo a tua barra. Anda.*

O meu coração deu um salto, a adrenalina disparando na minha corrente sanguínea como um tiro. Eu sempre fui o funcionário exemplar, o menino certinho que nunca quebrou uma regra no colégio.

> **Rodrigo:** *Já tô descendo. Te encontro na esquina de trás da agência em dez minutos. Tô de moto. Te pego lá. Não amarela.*

Antes que eu pudesse digitar uma resposta dizendo que não ia, ouvi duas batidas secas no vidro da minha divisória. Levantei os olhos. O Rodrigo passou pelo corredor a passos rápidos, vestindo o terno social, mas carregando dois capacetes pretos na mão direita. Ele não olhou para mim, manteve a cara séria de chefe, mas o recado estava dado.

Peguei o celular para mandar: *"Rodrigo, hoje não vai dar..."*

Parei o dedo em cima do teclado. Olhei para a tela, senti o meu pau dar uma fisgada de tesão dentro da cueca e apaguei a mensagem. Aquilo tinha parado de ser uma simples aposta de negócios. Estava virando um caso doentio, perigoso, com um homem casado. E a verdade? Eu estava amando o perigo daquela situação.

Senti a adrenalina de um adolescente rebelde. Na minha época de colégio, ser um menino gay de traços asiáticos significava viver escondido, com medo dos julgamentos, vendo os casais héteros terem suas aventuras e transas nos armários ou atrás da quadra sem sofrerem linchamento. Eu não tive aquela fase de loucura na adolescência. E agora, na vida adulta, eu estava tendo a minha aventura colegial com o cara mais improvável da firma. Só que agora, no mundo adulto, o preço do erro era muito mais alto.

Fechei o MacBook, peguei a minha mochila e caminhei em direção à saída. O meu coração batia tão forte que eu achava que a secretária ia ouvir o som no meu peito. Passei pelos corredores rezando para ninguém me parar para fazer perguntas. Para a minha sorte, a equipe estava focada na trabalho. Saí pela porta giratória direto para o bafo quente da tarde de São Paulo.

Olhei para os lados, desnorteado, sem saber para qual esquina o Rodrigo tinha ido. O celular vibrou na minha mão. Atendi na hora.

— Cara, tô aqui na esquina da direita, perto do ponto de ônibus. Anda rápido — a voz dele veio baixa, cortante.

Virei o rosto e vi. Parado em cima de uma moto esportiva preta de alta cilindrada, estava o coordenador da agência. Ele vestia uma jaqueta de couro preta por cima da camisa social e óculos escuros, a estampa perfeita de um "heterotop" de comercial. Ele desligou o celular, guardou no bolso e me encarou.

Caminhei até ele, notando um sorriso de canto de boca sacana brotar na cara dele por trás da barba grande. Sem dizer uma palavra, ele me estendeu o capacete reserva. Eu enfiei na cabeça e subi na garupa da moto.

O Rodrigo engatou a primeira e acelerou com tudo, o motor roncando alto pelas avenidas de São Paulo. No primeiro solavanco da velocidade, o meu corpo foi jogado para a frente. Instintivamente, passei os meus braços pela cintura dele, dando um abraço apertado por trás da jaqueta de couro.

Senti o calor do corpo dele e notei, pelo espelho retrovisor da moto, que ele deu um sorriso de leve ao sentir o meu aperto. O coração dele, colado em meu braço, também estava acelerado. Havia uma reciprocidade física ali que me fez esquecer que estávamos em público. Por mais que ele repetisse a regra idiota de que não haveria beijo na boca para não ferir a masculinidade dele, aquele pouco que ele estava me entregando na garupa daquela moto já era o suficiente para me deixar completamente viciado.

A porta da garagem do motel de alta rotatividade fechou com um estrondo de ferro. Assim que entramos na suíte, o Rodrigo nem esperou o ar condicionado começar a esfriar o ambiente. Ele jogou a jaqueta de couro no chão, desfez o cinto com pressa e arrancou a calça social cinza.

Quando ele baixou a cueca box, a visão foi de dar água na boca. O pau de vinte e um centímetros estava completamente ereto, veado, e o tecido da cueca estava visivelmente manchado de pré-gozo legítimo. O abraço na moto tinha deixado o coordenador no limite do controle.

*Que homem gostoso, caralho...* — pensei, avançando e passando as minhas mãos pelo peitoral largo dele, puxando os pelos grossos e escuros enquanto ele fechava os olhos, bufando de tesão.

Deitei de bruços na cama king-size, empinando a minha bunda para o teto, deixando o meu cu exposto para o abate. O Rodrigo veio por trás feito um bicho faminto. Ele agarrou as minhas nádegas com as mãos grandes e cravou a boca direto no meu cu. A língua enorme dele invadiu a minha entrada com uma satisfação doentia, lambendo as paredes do meu rabo com força, enquanto ele usava a outra mão para bater uma punheta brutal no próprio membro. Eu urrava no travesseiro, sentindo o calor da saliva dele lubrificando tudo. O cara não tinha nojo; ele parecia se deliciar com o cheiro de cu suado do expediente, aquilo aumentava o nível de testosterona dele.

Ele esticou o braço, pegou a camisinha dentro da bolsa, colocou no pau e derramou lubrificante em cima. Ele se posicionou e socou a pica de vinte e um centímetros de uma vez só para dentro do meu rabo.

— Ah, porra! Rodrigo! — o grito saiu rasgando a minha garganta.

O pau dele entrou expandindo tudo, preenchendo cada milímetro interno, batendo direto no fundo do meu cu. Ele deitou o corpo massivo dele por cima das minhas costas, colando o peito cabeludo na minha pele, e começou a meter de um jeito diferente da noite anterior. Não era aquela foda rápida para se livrar do estresse; as estocadas eram longas, profundas, como se ele quisesse conhecer a elasticidade do meu corpo.

As mãos grandes dele percorriam a minha pele, deslizando pelas minhas costelas até segurarem os meus peitorais com força, apertando os meus mamilos a cada soco de quadril por trás.

— Caralho, Yohan... — ele gemia no meu ouvido, a respiração dele queimando a minha nuca. — Você chegou nessa agência magrinho, com cara de menino... agora você tá um monstro malhado, porra... que bunda gostosa é essa, bicho... tá engolindo a minha pica toda.

Ele bombava devagar, no mais puro prazer, travando o quadril no meu rabo a cada três estocadas para segurar a vontade de gozar. O tesão estava tão alto que ele percebeu que ia descarregar rápido demais se continuasse ali dentro. Ele puxou a rola para fora com um estalo úmido, arrancou a camisinha com pressa e começou a bater uma punheta frenética mirando o pau direto nas minhas nádegas.

Em menos de um minuto, o corpo do Rodrigo travou em um espasmo violento. Ele deu dois urros graves e disparou vários jatos grossos, brancos e quentes de porra pura direto na minha bunda e subindo pelas minhas costas. Ele tremia inteiro enquanto descarregava.

Assim que terminou, ele me virou de lado na cama. Com uma mão ele abria as minhas pernas e com a outra ele começou a bater uma punheta rápida e brutal no meu pau, enquanto a língua dele descia de novo para lamber a porra que tinha escorrido no meu rabo. Depois de dois minutos daquela tortura gostosa, eu dei um gemido alto, arqueando a coluna, e descarreguei a minha porra toda na mão dele e no lençol.

Ficamos deitados lado a lado, ofegantes, os corpos brilhando de suor sob a luz fraca do quarto. Olhei para o relógio digital da TV: tinham se passado apenas vinte minutos. Notei um semblante de frustração no rosto do Rodrigo, aquele desapontamento clássico de quem gozou rápido demais e estava lidando com a culpa pós-orgasmo do "hétero top".

Para quebrar o gelo e testar os limites do nosso acordo, eu me movi devagar. Deslizei pela cama, fui até o peito dele e deitei a minha cabeça em cima daquele peitoral cabeludo e suado. O Rodrigo deu uma travada de leve, os músculos do peito dele contraíram, mas ele não me empurrou. Ficou imóvel.

Comecei a puxar assunto sobre as contas da agência, fazendo perguntas bobas sobre o relatório do diretor. Aos poucos, a conversa foi fluindo. Ele relaxou a guarda. Senti os dedos grossos dele começarem a acariciar o meu cabelo preto de um jeito suave, enquanto eu passava a minha mão pela barriga definida dele. Era uma sensação deliciosa: sentir o corpo úmido dele, o cheiro de homem e a calmaria depois da tempestade. Tínhamos pago uma hora daquela suíte, e o Rodrigo não parecia ter pressa nenhuma de ir embora.

Depois de vários minutos daquele carinho camuflado de papo de escritório, senti uma movimentação entre as pernas dele. O pau de vinte e um centímetros estava dando sinais de vida, expandindo de novo contra a minha coxa.

Eu não perdi tempo. Deslizei o corpo para baixo, me ajoelhei entre as pernas dele e abocanhei o membro dele. O Rodrigo virou os olhos para o teto, soltando um suspiro pesado quando eu enfiei o pau dele até a minha garganta, fazendo um *deepthroat* profundo.

Olhei para o visor do celular na mesa de cabeceira.

— Caralho... já se passou uma hora, Rodrigo — falei, tirando a boca e deixando o pau dele salivado e ereto apontando para cima.

O Rodrigo deu um sorriso sacana, os olhos injetados de puro vício.

— Fala isso pro meu pau que tá doido para rasgar esse teu rabo de novo, Yohan.

— Vamos embora? O tempo acabou — provoquei, me levantando de leve.

— Porra, tô aqui de pau duro feito uma pedra, você vai recusar mais uma rodada, coreano? — ele rosnou, pegando outra camisinha dentro da bolsa e colocando no pau sem nem pedir permissão.

Subi no quadril dele de frente, invertendo a posição. Segurei a base da pica dele e fui descendo o meu cu devagar, sentindo a tora rasgar a minha entrada sem pressa até engolir os vinte e um centímetros inteiros. Comecei a fazer um movimento de fricção puramente de vai e vem, mexendo apenas o meu quadril em círculos, saboreando a cabeça do pau dele batendo nas minhas paredes internas.

O rosto do Rodrigo era uma máscara de puro prazer. Ele abriu os olhos, esticou as duas mãos e cravou os dedos no meu peitoral malhado.

— Cara... esse teu peito malhado é do caralho... — ele sibilou, puxando o meu corpo para baixo.

Ele colou a boca direto no meu mamilo esquerdo e começou a chupar com uma fome doentia, mordendo de leve, enquanto o meu quadril continuava esfregando naquele pau gigante. Eu não gemia mais; eu urrava feito um animal dentro daquele quarto.

*Quem diria...* — o pensamento flutuava na minha mente enquanto o peito dele roçava no meu pau, me fazendo perder o controle. *O cara que jurou que só queria comer o meu cu de forma mecânica agora está se deliciando, chupando os meus mamilos como se eu fosse o maior desejo da vida dele.*

Aquele esfrega do peito cabeludo dele no meu pau foi o estopim. Dei um último urro e disparei a minha porra toda direto no peitoral dele, melando tudo. No mesmo segundo, o ritmo da fricção do meu quadril apertou o pau dele de um jeito tão violento que o Rodrigo deu uma cabeçada no travesseiro, os olhos virando, e descarregou mais porra dele dentro da camisinha, travando o corpo embaixo do meu.

Ele não tirou o pau de dentro de mim. O Rodrigo passou os braços grandes pelas minhas costas e me puxou para um abraço apertado, colando as nossas peles suadas. A minha porra estava espremida entre os nossos peitos. Senti a respiração dele ir se acalmando aos poucos. Não era um abraço comum de pós sexo; era um abraço de gratidão por estar proporcionando a ele um prazer que ele não sentia há anos na vida de casado.

Para não perder a pose de "hétero top" da firma, ele preferiu demonstrar o afeto na ação, no silêncio daquele abraço, lutando contra a própria cabeça que dizia que se ele me beijasse na boca, ele deixaria de ser hétero. Eu não coloquei pressão. Só fiquei ali, estático, aproveitando o calor daquele monstro.

*TRIN, TRIN, TRIN.*

O celular dele na mesa acendeu. O visor mostrava a foto da esposa e do filho de cinco anos com uma mensagem de texto.

O encanto foi quebrado como um vidro estourado. O Rodrigo voltou para a realidade fria num segundo. Ele me empurrou de cima dele, levantou da cama sem olhar na minha cara e se trancou no banheiro. Ouvi o som do chuveiro ligar.

Fiquei deitado na cama, sentindo o meu cu pulsar e o peito arder. Cinco minutos depois, ele saiu do banho, já vestindo a cueca e a calça social, com a cara completamente trancada, os olhos fixos na tela do celular, a muralha de negação erguida novamente.

— Vai tomar banho, Yohan. Rápido — ele falou, a voz mecânica, fria, corporativa. — Já pedi um Uber para você. O carro está te esperando lá na portaria do motel. Anda.

Tomei um banho rápido sob a água quente, tirando o cheiro dele do meu corpo. Quando saí, ele já estava com o capacete na mão perto da porta, sem sequer olhar para o meu rosto.

Caminhei em direção ao Uber na saída da garagem com um aperto violento no peito. Eu tinha conseguido a vaga de líder, tinha o controle da situação, mas a verdade psicológica é que aquela frieza dele me repudiava por dentro. Eu estava percebendo que nunca teria aquele homem por inteiro. O preconceito dele de que foder um homem sem beijar na boca mantinha a masculinidade dele intacta era uma hipocrisia doentia... mas eu não podia negar que ter aquela tora de vinte e um centímetros dentro de mim era a coisa mais maravilhosa do mundo.

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