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Fiquei louco pela BUNDA dessa casada que trabalha no posto. com fotos.

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Um conto erótico de Wanderson
Categoria: Heterossexual
Contém 1417 palavras
Data: 20/06/2026 16:10:45

O Cheiro que Me Enlouqueceu. A foto dela está aqui no perfil.

Meu nome é Vanderson, tenho 34 anos e sou empresário de uma pequena distribuidora de bebidas aqui em Paulista, Pernambuco. Todo santo dia, eu passo pelo Posto de Combustíveis São Marcos para abastecer a caminhonete e, principalmente, para matar a sede de algo bem mais perigoso: ver Cláudia. Ah, como aqui não pode colocar fotos, deixarei os linkss para tudo no primeiro comentário abaixo, ok? baixe tudo.

Cláudia trabalha na lojinha de conveniência do posto. Casada. Um metro e sessenta de pura tentação discreta. Não é nenhuma modelo fitness, não tem corpo de academia, mas caralho… aquela bunda. Aquela bunda me destruiu desde o primeiro dia que eu entrei lá.

Ela usa sempre a mesma calça jeans clara, justa, que marca perfeitamente o formato redondo, empinado e macio da sua bunda. Todo dia a mesma. Imagino o calor daqui de Paulista, o sol batendo no telhado do posto, ela andando pra lá e pra cá oito, nove horas seguidas, atendendo cliente, repondo mercadoria, agachando… e aquela calça absorvendo tudo. O suor. O cheiro natural. O cheiro da bunda dela durante a semana inteira.

Eu sou completamente doente por isso. Cheiro de bunda de mulher trabalhadora, suada, natural. Isso me deixa louco.

Comecei puxando papo bobo. Primeiro foi sobre o café da máquina, depois sobre o movimento do posto, o preço da gasolina. Ela sorria tímida, com aquele rostinho delicado, olhos castanhos, cabelo preto longo preso num rabo de cavalo. Sempre educada. Sempre com a aliança no dedo.

Mas eu notava o jeito que ela olhava pra mim quando achava que eu não estava vendo.

Um dia, eu fui mais direto:

— Cláudia, você nunca troca essa calça? Todo dia a mesma… tá querendo me matar, é?

Ela riu, corou um pouco e respondeu:

— É a mais confortável pra trabalhar, Vanderson. Tá reclamando?

— Reclamando não… admirando. Essa calça aí já deve ter a história toda da sua semana.

Ela ergueu a sobrancelha, mas não falou nada. Só mordeu o lábio de leve.

A partir daí os papos foram ficando mais longos. Eu ficava até ela fechar o caixa às vezes. Conversa vai, conversa vem, comecei a falar de casamento, de rotina, de desejo. Ela desabafou que o marido, um caminhoneiro chamado Roberto, passava mais tempo na estrada do que em casa. Que ele chegava cansado, transava rápido e dormia. Que ela se sentia invisível.

Eu aproveitei a brecha:

— Sabe, Cláudia… tem gente que vive relacionamento mais livre. Marido que não dá atenção em casa, a mulher acaba buscando fora. E vice-versa. Ninguém é de ferro.

Ela riu, nervosa:

— Você é doido, hein? Isso é coisa de site pornô.

— Quer ver um site que o Brasil inteiro conhece? — perguntei, já pegando o celular.

Mostrei pra ela alguns fóruns e perfis de casais liberais. Ela ficou quieta, olhando. Vi o peito dela subir e descer mais rápido. Curiosidade pura.

Dois dias depois, ela me mandou mensagem no WhatsApp pela primeira vez:

“Você falou sério aquele dia?”

Respondi na hora. Começamos a trocar mensagens cada vez mais pesadas. Eu contei que era louco por bunda, que queria cheirar a dela, lamber, comer. Ela ficava chocada, mandava “você é louco”, “isso é nojento”, mas respondia. Sempre respondia.

Até que um dia ela soltou:

“Roberto vai viajar amanhã cedo. Fica até sexta. Tô com medo… mas tô molhada só de pensar.”

Marcamos no motel.

Quando ela chegou, estava usando a mesma calça jeans do trabalho. O cheiro do posto ainda estava nela. Cabelo solto, blusa azul. Eu já estava duro só de olhar.

Nos beijamos no quarto. Beijo quente, nervoso dela. Tirei a blusa dela, o sutiã. Os peitos eram médios, naturais, mamilos escuros. Desci beijando a barriga. Quando cheguei na calça, ela segurou minha cabeça:

— Vanderson… eu preferia tomar um banho antes.

Eu não deixei. Virei ela de costas com força, coloquei as duas mãos dela na cama, empinei aquela bunda maravilhosa e enfiei o rosto ali, calça e tudo, sentindo o calor e o cheiro concentrado.

— Para… isso é loucura… — ela gemeu.

Puxei a calça e a calcinha para baixo de uma vez. A bunda branca, marcada pelo elástico da calcinha, apareceu. O cheiro subiu forte. Suor do dia todo, bunda quente, um leve toque azedo de quem trabalhou o dia inteiro. Meu pau latejava.

Enfiei o nariz bem no meio, respirando fundo. Cheiro forte, íntimo, podre de tão natural. Lambi. A língua passou pelo cu dela, sentindo o gosto salgado, azedo, terroso.

— Ai meu Deus… você é imundo! Isso deve tá fedendo pra caralho… — ela dizia, voz tremendo de vergonha e excitação.

— Tá delicioso, Cláudia. Bunda perfeita. Mais podre melhor.

Comecei a lamber com vontade. Língua rodando no cuzinho apertado, chupando, enfiando a ponta. Ela gemia, empinando mais. Eu me masturbava enquanto lambia.

— Lambe… porco… lambe essa bunda suada… tá sentindo gosto de bosta, né? Filho da puta nojento…

Ela gozou pela primeira vez assim, tremendo, xingando, enquanto minha língua estava fundo no cu dela.

Depois tirei o resto da roupa dela. Coloquei ela de quatro na cama. A buceta estava encharcada. Meti devagar, sentindo o calor. Fodia gostoso, segurando na cintura. Depois virei ela de frente, beijei a boca dela enquanto metia. Ela sentiu o cheiro da própria bunda na minha cara e ficou ainda mais safada.

— Sua cara tá com cheiro da minha bunda… que nojo… e que tesão…

Pedi pra ela sentar no meu pau. Primeiro na buceta. Depois, com muito cuspe e paciência, comecei a forçar no cu. Era apertadíssimo.

— Vai doer… eu nunca fiz isso… — ela choramingou.

Entrei devagar. Ela gritava, xingava, mas empinava. Quando entrei todo, comecei a meter. Devagar no começo, depois mais forte. O cuzinho dela apertava meu pau como uma mão quente.

Coloquei ela de frente pra mim, pernas abertas, e meti no cu olhando nos olhos dela. Depois voltei pra posição de quatro. Por fim, ela sentou de costas pra mim, rebolando aquela bunda perfeita.

— Tá comendo meu cu, porra… olha como tá arrombando… vou me cagar na tua pica, seu pervertido…

Ela rebolava, subia e descia, o cu piscando no meu pau. Eu segurava as bandas, abrindo.

De repente ela começou a soltar peidos quentes enquanto eu metia.

— Vai logo, Vanderson! Vai logo que eu tô aguentando não… vou me cagar toda!

Aquilo me deixou insano. Meti com força, segurando a bunda dela. Gozei como nunca, jorrando fundo no intestino dela.

Quando tirei o pau, o cu arrombado dela começou a vazar esperma misturado com um pouco de sujeira. Ela tapou com a mão, envergonhada pra caralho, e correu pro banheiro.

— Que foda gostosa do caralho… — eu falei alto.

Ela voltou rindo, vermelha:

— Você é completamente doente. Mas… eu gostei. Nunca gozei tanto na vida.

Dormimos um pouco. Acordamos e repetimos. Dessa vez ela deixou eu cheirar e lamber de novo, mais relaxada. No outro dia, sábado, o marido ainda viajando, ela me mandou foto de casa.

(Exatamente como na foto que você enviou: ela de amarelo, shortinho justo, virada de costas na cozinha).

“Vem pra cá hoje à tarde. Roberto só volta amanhã de noite. Quero mais.”

Fui. Na casa dela, na cozinha simples, ela estava exatamente como na foto: blusa amarela da seleção, shortinho amarelo colado na bunda. Cheirei ela ali mesmo, encostada na pia. Lambi enquanto ela segurava no fogão. Meti na buceta e no cu de novo, dessa vez com ela gemendo mais alto, sem medo.

Desde então viramos amantes. Todo dia que o corno viaja, eu como ela. Na casa dela, no motel, até no banheiro do posto depois do expediente, rapidinho.

As fotos que você viu são dela. A de uniforme azul no posto, a de costas na rua, a de cinza na loja, a de amarelo em casa… todas mostram a bunda que me viciou.

E o melhor: ela agora adora. Adora quando eu enfio o rosto e digo que o cheiro tá forte. Adora quando eu lambo depois de um dia inteiro de trabalho. Adora sentar no meu pau e falar safadezas enquanto o cu dela aperta.

Amanhã o caminhoneiro viaja de novo. Já combinamos: ela vai me esperar de shortinho em casa, sem tomar banho o dia inteiro.

Se vocês curtiram as fotos, esperem os vídeos que estão por vir. Essa casada safada ainda vai dar muito pano pra manga.

E eu? Eu continuo maluco por aquela bunda. Pelo cheiro, pelo gosto, pela dona.

Porque bunda de mulher trabalhadora, suada, natural… pra mim, não tem nada melhor no mundo.

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Comentários

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