Eu sempre soube que minha vida era diferente. Trabalhando na loja de carros importados, lidava com homens ricos, poderosos e cheios de fetiches escondidos. Mas nada me preparou para a proposta que o Sr. Ricardo me fez naquela tarde ensolarada de sexta-feira.
Ele era um cliente antigo, daqueles que compravam os modelos mais caros sem piscar. Alto, barrigudo, com uns 50 e poucos anos, sempre impecável de terno. Mas eu conhecia o outro lado dele. Ele era um dos meus amantes secretos — daqueles que invadiam minha bunda com força bruta sempre que a esposa viajava. Ele sabia exatamente quem eu era: uma vadia insaciável, louca por rola, especialmente no cu. Como aqui não pode colcoar imagens, vou deixar nos comentários abaixo, para vocês baixarem.
— Olha, sua puta — ele disse baixinho no canto da loja, enquanto fingíamos falar do novo Mercedes branco que ele queria. — Eu compro esse carro pra você. O modelo top, branco perolado, cheio de opcionais. Mas tem uma condição.
Eu senti um frio na barriga misturado com tesão imediato.
— Qual, Ricardo?
Ele sorriu, malicioso.
— Meu filho, o Lucas. Tem 19 anos, tímido pra caralho, virgem total. Nunca meteu o pau em lugar nenhum. Eu mostrei suas fotos e vídeos pra ele... aqueles em que você leva rola no cu como uma cadela no cio. Ele ficou duro que nem pedra. Disse que só topa se for na sua bunda. O que acha? O carro é seu se você tirar a virgindade dele... bem no seu rabo gostoso.
Fiquei molhada na hora. A ideia de corromper um garoto virgem, com o pai assistindo, me deixou louca.
— Quando? — perguntei, já apertando as coxas.
— Hoje à noite. Na garagem da minha casa. Entrega o carro e... o resto acontece lá.
Aceitei na hora.
Cheguei pontualmente às 20h. O portão eletrônico se abriu e eu dirigi o Mercedes branco impecável até o fundo da garagem espaçosa. Luzes frias de LED iluminavam o espaço. No centro, havia uma cama box simples, coberta com um lençol branco — claramente preparada para a ocasião. O pai já estava lá, de calça social e camisa aberta, mostrando a barriga peluda. Ao lado dele, o filho: Lucas, magro, alto, cabelo bagunçado, rosto vermelho de vergonha. Vestia só uma bermuda e camiseta.
— Boa noite, garoto — eu disse com voz rouca, descendo do carro e balançando os quadris. Usava um vestido curto preto, sem sutiã, e uma calcinha fio-dental que mal cobria minha bunda empinada.
Lucas engoliu em seco. O pai riu.
— Relaxa, filho. Essa aqui é a Selma. Ela adora dar o cu. Não é, sua safada?
Eu sorri e me aproximei do garoto.
— É verdade. Vem cá, deixa eu te ajudar.
Comecei tirando a camiseta dele devagar. O corpo era jovem, pele lisa, sem pelos. Ele tremia. Quando desci a bermuda, o pau dele saltou pra fora: enorme, grosso, veias saltadas, já meio duro. Uns 22 centímetros fáceis. Eu lambi os lábios.
— Caralho, que rola grande você tem, hein garoto? — elogiei, segurando ele com as duas mãos.
Lucas gemeu baixinho quando eu me ajoelhei. O pai se aproximou, já com o pau pra fora, grosso e meio mole ainda, batendo na barriga.
— Chupa ele, vadia. Mostra pro meu filho como uma puta de verdade faz.
Não perdi tempo. Abri a boca e engoli o pau do Lucas até onde dava. Ele era grande demais, bateu no fundo da garganta. O garoto soltou um gemido alto, as pernas fraquejando.
— Puta merda... que boca quente... — murmurou ele, pela primeira vez.
Eu chupei com vontade: língua girando na cabeça, sugando as bolas pesadas, babando tudo. O pai assistia, punhetando devagar.
— Olha como ela mama, Lucas. Essa aí é uma cachorra viciada em porra. Chupa mais fundo, sua puta! Engole tudo!
Eu forcei mais, engasgando, lágrimas escorrendo, mas adorando. Lucas começou a relaxar, segurando minha cabeça e metendo devagar na minha boca.
Depois de uns minutos babando, eu me levantei, tirei o vestido e a calcinha, ficando completamente nua. Minha bunda grande, redonda e macia brilhava sob as luzes. Subi na cama box de quatro, empinando o rabo bem alto, abrindo as pernas.
— Vem, Lucas. Coloca esse caralhão no meu cu. Quero sentir você tirando sua virgindade dentro da minha bundinha.
O garoto subiu atrás de mim, desajeitado. O pai riu.
— Vai devagar no começo, filho. Mas depois mete fundo. Essa vadia aguenta.
Eu peguei o pau dele e esfreguei na entrada do meu ânus, já lubrificado com minha própria saliva. O cuzinho piscava, ansioso.
— Empurra, vai... — pedi.
Lucas empurrou. A cabeça grossa abriu meu buraco e, de repente, ele perdeu o controle. Com um gemido animal, meteu tudo de uma vez. O pau inteiro atolou no meu reto.
— Aaaahhh! Caralho! — gritei, sentindo meu cu ser esticado ao máximo.
— Porra... tá tão quente... tão apertado... — Lucas gemeu, segurando meus quadris.
O pai deu um tapa forte na minha cara.
— Grita mais, sua puta! Diz pra ele como gosta!
— Mais forte! Mete fundo, Lucas! Rasga meu cu! — berrei.
Ele começou a meter alucinado. Estocadas rápidas, brutas, sem ritmo. O barulho de pele contra pele ecoava na garagem. Meu cu fazia barulhos molhados, obscenos. Eu rebolava, empinando mais.
— Olha o que você tá fazendo, garoto! — o pai provocava. — Tá fodendo a bunda dessa vadia como um homem de verdade agora!
Lucas acelerou, gemendo alto.
— Ela é tão... gostosa... pai... o cu dela aperta meu pau...
Eu gritava de prazer e dor misturados:
— Isso! Me fode! Sou sua putinha! Mais fundo! Quero sentir suas bolas batendo na minha buceta!
De repente, ele parou, o corpo tremendo.
— Vou gozar... não aguento...
— Goza dentro! Enche meu cu de porra virgem! — ordenei.
Com um grito rouco, Lucas explodiu. Jatos grossos e quentes encheram meu reto. Ele ficou lá, pulsando, esvaziando tudo.
Assim que ele saiu, o pai tomou o lugar. O pau dele, já duro como pedra, entrou fácil no meu cu escorregadio de porra.
— Agora é minha vez, sua cadela imunda — rosnou ele, dando um tapa forte na minha bunda que estalou alto.
— Ai! Mais! Me bate! — pedi.
Ele meteu com força bruta, socando fundo. O pau dele era mais grosso na base, me abrindo ainda mais.
— Olha o estado do seu cu, sua puta nojenta. Todo arrombado, cheio da porra do meu filho. Você não tem vergonha nenhuma, né?
— Não... eu adoro... sou uma vadia sem vergonha... — respondi entre gemidos.
O pai agarrou meu cabelo, puxando minha cabeça pra trás enquanto metia.
— Diz pra ele, Lucas. Olha como sua puta favorita gosta de levar rola.
Lucas assistia hipnotizado, o pau dele já meio duro de novo.
— Ela é... louca... — disse o garoto.
O pai deu outro tapa na minha cara, forte o suficiente pra arder.
— Fala alto, sua safada! Conta pra ele como você se peida quando leva rola fundo!
Eu estava no limite. O pau do Ricardo batia no fundo do meu intestino.
— Eu... me peido... quando vocês me fodem assim... ahhh! Olha!
Com uma estocada especialmente forte, soltei um peido alto e molhado enquanto ele metia. O ar escapou misturado com porra.
— Hahaha! Escuta isso, filho! Essa puta peida no pau! Que vadia sem noção!
Lucas riu, envergonhado mas excitado.
— Não para, Ricardo! Me fode com força! Quero levar porra dos dois misturada no meu cu! — gritei.
Ele socava sem piedade. Cada estocada fazia meus peitos balançarem, meu corpo suado escorregar no lençol. Ele dava tapas no meu rosto, nas minhas tetas, na bunda.
— Você é a maior puta que eu já comi. Olha pra você, mãe de família fingida, aqui de quatro levando rola de pai e filho na garagem. Sua bunda é feita pra isso, né? Grande, macia, gulosa.
— Sim! Minha bunda é só pra rola! Me usa! Me humilha! — implorava.
O pai acelerou, o suor pingando nas minhas costas.
— Lucas, vem aqui. Bota o pau na boca dela enquanto eu arrombo o cu.
O garoto obedeceu. Eu abri a boca e ele enfiou o pau ainda sujo de porra e meu cu. Chupei com fome, enquanto o pai continuava metendo atrás.
— Isso, engole o pau do meu filho, vadia. Limpa ele com sua boca de puta.
Eles me usaram assim por um tempo: eu no meio, sendo comida nos dois buracos. Eu gemia, engasgava, pedia mais.
Depois o pai me virou de lado, levantou minha perna e continuou metendo no cu enquanto Lucas chupava meus mamilos e batia punheta.
— Olha como ela abre o cu fácil agora — disse o pai. — Totalmente arrombada.
Eu sentia a porra do Lucas escorrendo enquanto o pai me fodia.
— Goza de novo, Ricardo! Mistura sua porra com a do seu filho no meu intestino!
Ele rosnou, deu mais alguns tapas na minha cara e gozou forte. Jatos quentes se misturaram à porra anterior, enchendo meu reto até transbordar.
Eu gozei também, tremendo inteira, meu cu piscando em volta do pau dele.
Ficamos os três ofegantes na cama. Lucas olhava espantado.
— Pai... isso foi... insano.
O pai riu, dando um último tapa leve na minha bunda.
— Bem-vindo ao mundo real, filho. Essa aqui é a melhor puta da cidade. Sempre que quiser, ela abre o cu pra nós.
Eu sorri, exausta, sentindo o esperma escorrendo pela minha coxa.
— Podem voltar quando quiserem. Meu cu é de vocês agora.
A garagem ficou em silêncio, só o som da nossa respiração pesada. O carro branco brilhava ao fundo, selando o acordo mais safado da minha vida.