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Um conto erótico de mike
Categoria: Heterossexual
Contém 1704 palavras
Data: 20/06/2026 17:58:19

Meu nome é Daniel. Desde 2007, quando comprei minha primeira microcâmera escondida num pequeno anúncio do Mercado Livre, eu sou o maior caçador de bundas do Brasil. Não sou um cara qualquer. Sou o tipo que acorda todo dia pensando em curvas, em carne macia apertada contra tecido, no balanço que faz o mundo parar. Recife é meu território sagrado. Ando pelas ruas com a câmera presa na mochila, no óculos, às vezes até no relógio. Filmo tudo. E guardo. São mais de quinze anos de arquivo particular, terabytes de momentos roubados que me fazem gozar como ninguém. Aqui não pode colocar imagens, mas deixarei ABAIXO, nos COMENTÁRIOS os linkss paravocês verem e baixar.

Naquela tarde de sábado, o sol de Recife estava implacável, daqueles que fazem o asfalto brilhar e o suor escorrer pelas costas. Eu caminhava pela Rua dos Navegantes, em Boa Viagem, fingindo olhar o celular enquanto meus olhos varriam o horizonte em busca de tesouro. Foi quando eu vi ela.

Ela saía de uma rua lateral, caminhando devagar, com aquele passo pesado e ritmado que só bundas grandes conseguem ter. Blusa vermelha justa, mangas compridas, e uma calça de moletom cinza clara que parecia lutar para conter o que tinha dentro. Meu Deus. A bunda dela era absurda. Redonda, pesada, projetada para trás como se desafiasse a gravidade. Cada passo fazia as duas metades enormes tremerem, uma dança lenta e hipnótica. O tecido esticava tanto que dava pra ver o contorno da calcinha por baixo, marcando a divisão profunda. Ela carregava uma sacola vermelha na mão direita, balançando junto com o quadril.

Eu congelei por meio segundo. Depois, o instinto tomou conta. Ativei a microcâmera no modo discreto e comecei a seguir, mantendo distância segura. O coração batia forte. Essa era a boa. Eu sabia. Mulheres assim não aparecem todo dia.

Ela parou num semáforo. Eu me aproximei o suficiente para enquadrar bem. A câmera capturava tudo: o jeito como a calça se enterrava entre as nádegas, o suor leve brilhando na lombar onde a blusa subia um pouco, revelando pele clara. Eu imaginava o cheiro ali. Depois de um dia inteiro trabalhando. Ela tem consultório no bairro, eu descobri depois. Deve atender das oito da manhã até as dezoito horas. Oito horas sentada, levantando, andando entre pacientes, suando dentro daquela calça. Glândulas sudoríparas trabalhando em dobro numa bunda daquele tamanho. Carne quente, úmida, acumulando o dia inteiro.

Eu já estava duro só de filmar.

Continuei seguindo. Ela virou na direção da praia, mas parou numa padaria. Eu fiquei do lado de fora, fingindo olhar o cardápio. Através do vidro, a vi de lado. A bunda esticava o moletom de um jeito obsceno. Quando ela se abaixou um pouco para pegar algo na bolsa, o tecido desceu nas costas e eu vi a marca da calcinha, o começo da rachadura profunda. Meu pau latejava.

Voltei pra casa e passei a noite assistindo o vídeo em loop. Congelava os frames. Zoomava. Imaginava.

**A Fantasia Começa**

Eu me deitava na cama, pau na mão, e deixava a mente voar. E se eu descobrisse qual era o consultório dela? Não seria difícil. Boa Viagem é pequeno pra quem sabe procurar. Dermatologista? Psicóloga? Nutricionista? Não importava. No final do dia, quando o último paciente saísse, eu apareceria.

— Com licença, doutora... eu vi você hoje na rua.

Ela me olharia surpresa, mas com aquele olhar cansado de quem trabalhou o dia todo. Eu fecharia a porta. Trancaria.

— Eu filmo bundas. Sou viciado. E a sua... caralho, a sua é perfeita.

Em vez de gritar, ela sorriria tímida. Cansada. Excitada pelo cansaço.

— É? Então vem aqui. Cheira.

Ela se viraria, abaixaria o moletom devagar. A bunda pularia pra fora, branca, enorme, com marcas vermelhas do elástico da calcinha. O cheiro viria imediatamente. Forte. Aquele cheiro de bunda de fim de dia. Suor acumulado, um toque azedo, um fundo doce e íntimo, quase podre de tão natural. Eu me ajoelharia ali mesmo, no consultório, nariz enfiado entre aquelas duas montanhas quentes.

Inspiraria fundo. O cheiro seria denso. Glândulas trabalhando o dia inteiro. A carne macia e pesada pressionando meu rosto. Eu sentiria o calor úmido. O suor entre as nádegas. Lamberia devagar, sentindo o gosto salgado primeiro, depois o amargo característico da pele que passou o dia coberta. Quanto mais fundo eu enfiava a língua, mais forte ficava — azedo, terroso, um leve toque de merda que só deixava tudo mais safado.

Ela gemeria baixinho:

— Lambe tudo, Daniel. Limpa o dia de trabalho.

Eu ia ficar ali por minutos, rosto inteiro enterrado, língua trabalhando no buraco. Imaginando como o ânus dela seria. Provavelmente marrom-rosado, enrugadinho, pequeno comparado ao tamanho da bunda, mas pulsando. Um buraquinho apertado, com cheiro concentrado, sabor forte, quase picante. Eu ia enfiar a língua o máximo possível, sentindo o músculo contrair.

Depois ela ia pedir:

— Quer foder?

Eu ia levantar, pau duro latejando, e tentar. Mas com uma bunda daquele tamanho, não ia ser fácil. Eu ia ter que abrir aquelas nádegas enormes com as duas mãos, separando a carne pesada. O ânus ia aparecer, brilhando da minha saliva. Eu ia cuspir, esfregar a cabeça do pau ali, sentindo o calor. Empurrar devagar. Ia sentir resistência. Aquele anel apertado resistindo, depois cedendo. Centímetro por centímetro entrando na bunda quente, suada, cheirosa.

O cheiro ia subir forte enquanto eu metia. Suor, bunda, sexo anal cru. Eu ia segurar na cintura dela e socar, vendo a carne balançar, ondas enormes subindo e descendo. O barulho molhado, o tapa da minha pelve contra aquelas nádegas gigantes. Ela ia gemer alto, pedindo mais fundo.

Eu gozaria dentro, enchendo aquele cu de porra, e depois ia ficar olhando o ânus piscar, vermelho, dilatado, com meu sêmen escorrendo misturado com o cheiro dela.

Essa fantasia me consumia há dias. Eu voltava à rua, esperava horários, tentava descobrir o prédio. Filmei ela mais vezes. Em uma das gravações, o vento levantou um pouco a blusa e eu vi a marca de suor nas costas. Perfeita.

**Mais Profundo no Voyeurismo**

Desde 2008 eu faço isso. Comecei com uma câmera no peito, depois melhorei a tecnologia. Tenho flagras em shopping de Fortaleza, praias de Salvador, ruas de São Paulo. Mas nada se compara a uma bunda brasileira grande, suada, natural. Essa mulher de Boa Viagem era especial. Tinha cara de profissional séria. Cabelo preso, jeito discreto. Imagina o contraste: de dia atendendo pacientes, de noite (ou no final da tarde) com um estranho cheirando o cu dela.

Eu imaginava cenários diferentes. Às vezes ela me pegava filmando e, em vez de chamar a polícia, me levava pro consultório trancado.

— Você gosta tanto assim? Então prova.

Ela tirava a calça, sentava no sofá da sala de espera com as pernas abertas, bunda pra cima, e me mandava enterrar o rosto. Eu ia passar meia hora ali, lambendo, cheirando, mordendo de leve a carne macia. O sabor ia variar: mais salgado nas laterais, mais azedo no meio, quase fecal perto do buraco. Quanto mais tempo eu passava, mais viciado ficava.

Depois ela ia querer sentar na minha cara. Aquela bunda enorme cobrindo tudo, peso me esmagando, o cheiro me sufocando de prazer. Eu ia lamber desesperado enquanto ela se esfregava, gozando no meu rosto.

Anal ia ser épico. Eu ia querer de quatro, ela olhando pra trás com cara de safada. Abrir aquelas nádegas, ver o ânus piscando, rosado escuro por causa da fricção do dia. Cuspir bastante, enfiar devagar, sentir o aperto quente. Depois meter forte, vendo a bunda tremer como gelatina. O barulho. O cheiro subindo. Porra escorrendo.

Eu batia punheta pensando nisso por horas. Gozava, assistia o vídeo de novo, gozava outra vez.

**O Encontro Imaginado – Versão Longa**

Era uma sexta-feira, quase sete da noite. O consultório já vazio. Eu bati na porta. Ela abriu, surpresa.

— Pois não?

— Doutora... eu te vi na rua semana passada. Não consigo parar de pensar na sua bunda.

Silêncio. Depois um sorriso lento.

— Entra.

Dentro, luz baixa. Ela trancou a porta.

— Me mostra o vídeo.

Eu mostrei. Ela assistiu, mordendo o lábio.

— Você é doente, né? Mas eu tô cansada pra caralho. Trabalhei o dia todo. Quer sentir o cheiro de verdade?

Sim.

Ela abaixou o moletom. A calcinha estava marcada, úmida. Tirou tudo. A bunda nua era ainda mais impressionante: celulites leves, pele clara, duas enormes esferas de carne. O cheiro veio forte, imediato. Suor do dia, bunda quente, um toque de xixi e algo mais profundo.

Eu caí de joelhos. Nariz direto no cu. Inspirei como se fosse oxigênio. Forte. Azedo. Maravilhoso. Língua para fora, lambendo o suor acumulado entre as nádegas. O gosto era exatamente como eu imaginava: salgado, amargo, com fundo terroso. Quanto mais eu lambia o ânus, mais ele relaxava. Enfiei a língua dentro. Ela gemeu.

— Isso... come meu cu suado.

Eu comi. Dedos abrindo, língua fodendo. Depois ela se virou, sentou no meu rosto. Bunda completa me cobrindo. Eu quase gozei ali.

Quando ela levantou, eu estava babando.

— Agora fode.

Eu botei ela de quatro na maca do consultório. Cuspi no cu. Empurrei o pau. O ânus era apertado, quente, grudado. Entrei devagar, sentindo cada centímetro. Quando estava todo dentro, comecei a meter. A bunda batia contra mim, ondas hipnóticas. O cheiro de sexo anal enchia o ar. Eu segurava na carne, socando fundo. Ela pedia mais.

— Goza dentro, Daniel. Enche esse cu.

Eu gozei. Muito. Quando tirei, o ânus estava aberto, vermelho, piscando, com porra escorrendo. Eu me ajoelhei e limpei com a língua. Sabor de cu + porra. Perfeito.

Depois disso, viramos rotina. Toda sexta eu ia. Cheirava, lambia, fodia aquela bunda enorme depois do expediente.

**Final Aberto**

Até hoje eu filmo. A coleção cresce. Mas aquela mulher de Boa Viagem ocupa lugar especial no meu arquivo e na minha cabeça. Toda vez que vejo o vídeo, fico duro. Imagino o cheiro real, o sabor, o aperto.

Se você está lendo isso, sabe como é. O voyeurismo vicia. A vontade de mais. De flagrar, de imaginar, de desejar o proibido.

Eu sou Daniel. O cara que desde 2007 vive atrás das melhores bundas do Brasil. E essa, em Boa Viagem, foi uma das que mais me deixou louco.

Quer que eu conte mais flagras? Tem muito mais. Só pedir.

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