Meu nome é Alfredo, tenho vinte anos, 1,70 m de altura, pele clara, cabelos e olhos castanhos claros.
Minha família é de uma pequena cidade do interior do estado de São Paulo, mas há onze anos nos mudamos para a capital. Meus pais mantiveram a nossa casa, pois eles gostavam muito daquela cidadezinha, afinal, nasceram e foram criados lá e sempre que tinham uma folga viajávamos para lá, onde passávamos alguns dias.
Recentemente, durante as minhas férias da faculdade resolvi passar um tempo no interior e fui sozinho para a nossa cidade. Poucos amigos da minha infância ainda moravam lá, muitos saíram para buscar melhores oportunidades, pois a cidade não oferecia muitos recursos profissionais.Uma noite eu estava na pracinha da cidade e ouvi alguém chamar o meu nome, quando me virei vi um homem de uns trinta e cinco anos mais ou menos. Ele se aproximou e perguntou:
- Você se lembra de mim?
Respondi que não. Então ele voltou a falar:
- Eu sou o Benício. Lembro-me de você desde que era criança, só o reconheci porque você não mudou muito.
Então ele falou sobre meus pais e então soube que realmente ele me conhecia, mas sinceramente eu não me lembrava dele. Nos sentamos num banco e conversamos um pouco. Então ele disse:O seu quintal está com o mato alto se quiser limpo para você.
Respondi que ele podia ir a hora que estivesse disponível, afinal o mato estava alto mesmo. Ele disse que no dia seguinte faria o serviço.
Depois que nos despedimos entrei num barzinho e pedi uma cerveja, o proprietário me serviu e perguntou:
- Você conhece o Benício? Eu vi vocês conversando.
Eu disse que não o conhecia, mas ele conhecia minha família, inclusive se lembrava de mimEntão o homem falou:
- O Benício é um cara legal, mas é velhaco, tem uma lábia que convence qualquer um a fazer o que ele querEu ri e ele continuou:
- Aqui, algumas pessoas o apelidaram de Benício arromba cu.
Dei uma gargalhada, então ele continuou a falar:
- É sério, o Benício já comeu o cu da maioria dessa rapaziada aqui. E tem outra coisa, segundo soube por terceiros ele tem um pau de respeito, bem avantajado, por isso alguns o apelidaram de Benício arromba cu, mas só falam por trás, ninguém fala isso na frente dele.
Quando saí do bar a caminho de casa, fui pensando naquela conversa e quando passava por algum rapaz na rua eu me perguntava: “Será que esse já foi vítima do arromba cu? No dia seguinte pela manhã o Benício chegou com uma enxada nas costas, começou a capinar e em poucas horas o quintal estava limpo. Paguei o combinado e ainda dei uma gorjeta, o Benício agradeceu e foi embora.
À noite, por volta das dezenove horas a campainha soou, quando atendi lá estava o Benício com uma caixa de latas na mão, sorriu e disse:
- Alfredinho (ninguém me chama de Alfredinho) você foi legal comigo então comprei umas cervejas para a gente tomar juntos.
Abri o portão e ao entrar ele me abraçou como se fossemos amigos antigos, estava de banho tomado, barbeado e perfumado. Nos sentamos na minha cozinha e começamos a tomar as cervejas.No decorrer das nossas conversas (fiadas) ele me olhou e disse:
- Você continua bonito, não mudou quase nada de quando era menino, tem a pele tão lisinha que parece seda. Seu corpo todo é assim, macio?
Senti algo subir do meu estômago e respondi com outra pergunta:
- O que você acha?
- Eu acho que sim – Respondeu ele. Mas para ter certeza teria que ver você pelado.
Senti o sangue gelar, mas meu cuzinho começou a piscar e voltei a perguntar:
- O que você faria se eu ficasse pelado?
Ele me olhou sério e disse:
y
- Eu chuparia o seu cuzinho, faria você sentir o maior tesão da sua vida. Naquele momento senti que meu cu não parava de piscar e meu pau ficou duro de repente. Então perguntei:
- E depois?
- Bem… Depois, depois… Você sabe né?
Senti meu corpo arrepiar e meu sangue ferver, meu cuzinho não parava de piscar, sentia um calor infernal. Então ele voltou a falar:
- Vai ficar peladinho para eu ver?
Sem dizer nada tirei a camiseta, então ele se aproximou, passou a mão nas minhas costas, depois no meu peito e disse:
- Deixa eu chupar o seu peitinho?Eu estava ofegante, parecia que o ar estava me faltando, então ele se abaixou um pouco e passou a língua no meu peito e mordiscou o meu mamilo, me fazendo arrepiar, soltei um gemidinho, ele me abraçou pela cintura, me puxou contra seu corpo e agora subia a língua até meu pescoço e começou a mordiscar o lóbulo da minha orelha. Eu sentia o calor do corpo dele e me entregava àquele delírio, me esfregava nele e gemi mais alto quando senti sua mão na minha bunda, cutucando meu cu. Então ele disse:
- Viu? Eu sou bom no que faço e tenho tudo que você precisa, até um pouco mais. Então ele me abraçou por trás e senti o volume de sua rola apertada na minha bunda. Eu não conseguia pensar mais, minha mente estava neutra, eu tremia. Então ele começou a chupar a minha nuca, depois começou a falar sussurrando no meu ouvido, dizia que eu era gostoso, que tinha uma boca gostosa e que estava louco de tesão. Eu sabia que não resistiria, então o puxei para o quarto. Lá desabotoei o cinto e comecei a baixar a calça, ele passou a mão na minha bunda e puxou a minha cueca para baixo, logo eu estava pelado como ele queria e seus dedos deslizaram pelo meu rego.
Benício me levou até a cama, abriu minhas nádegas e meteu a língua no meu cu, eu comecei a gemer e rebolar sentindo sua língua quente dançando no meu cuzinhoEntão ele falou:Agora quero ver essa boquinha gostosa engolindo a minha rola.
Ele começou a tirar as roupas e quando ficou pelado eu vi o porque do apelido arromba cu , seu pau era enorme, grosso, reto, com uma cabeça rosada e grande, tinha veias salientes e saltitava, era lindo. Segurei seu pau, o apertei, meus dedos quase não o envolviam, então passei a língua naquela cabeça melada e muito quente, comecei a chupar a cabeça de sua rola. Não dava para engolir, seu pau não cabia na minha boca. Benício acariciava meus cabelos e dizia:
- Mama bebê, mama na rola do papai.
Chupei seu saco, engoli suas bolas enormes, depois ele segurava a rola, batia com ela no meu rosto e esfregava a glande nos meus lábios, teve um momento que ele socou a rola com força na minha boca que entrou até a minha garganta, senti como se os cantos da minha boca estivessem sido rasgados.:Eu estava louco de tesão, então fiquei de quatro e disse com a voz trêmula:
- Vai, me come logo.
Ele disse que ainda não, vamos brincar mais um pouco e voltou a chupar o meu cu, segurava o meu pau duro enquanto me chupava, depois começou a subir, lambendo as minhas costas até minha nuca, eu sentia sua rola dura roçando na minha bunda,eu rebolava e gemia como uma gatinha no cio, sua respiração quente no meu pescoço me derretia, depois pediu para eu chupar mais a sua rola, eu chupava e tentava em vão engolir aquela tora. Então ele disse:Fica de quatro e arreganha bem o cuzinho.
Fiquei de quatro na beirada da cama, empinei a bunda e disse para ele ir devagar. Benício passou a rola no meu rego, então senti a cabeça na entradinha do meu cu, ele forçou um pouco, não entrou, então pediu para eu relaxar. Eu tentei relaxar, mas meu cu insistia em ficar apertado. Ele forçou mais um pouco e disse:
- Tem alguma coisa para lubrificar esse cuzinho? Tá muito apertado.w
Eu disse que não, mas ele disse que margarina servia, foi até a cozinha e eu fiquei na mesma posição, com a bunda arrebitada, esperando rola. Ele voltou com o pote, enfiou a mão dentro e pegou uma quantidade generosa de margarina, passou na minha bunda, enfiou o dedo no meu cu e começou a fazer movimentos circulares, depois senti que tinha mais dedos dentro. Por fim ele segurou a rola e encaixou novamente na porta do meu cu que piscava sem parar e numa estocada forte a cabeça entrou de uma vez, me rasgando as pregas, dei um grito muito alto, aquela foi a maior dor que senti na vida.
Encostei a cabeça no colchão, senti as lágrimas escorrerem pelo meu rosto, mas o Benício continuou a empurrar devagar, enfiava um pouco, parava, tirava e voltava a enfiar. De repente sua rola estava totalmente enterrada no meu cu, então começou o vai e vem, lento no inicio, mas foi acelerando e logo eu estava sendo fodido com muita força, seus movimentos eram ágeis e suas estocadas eram tão potentes que meu corpo ia para a frente e para trás, eu suava e gemia, gemia de dor e tesão ao mesmo tempo.As vezes ele parava com a rola atolada no meu cu, dava tapinhas na minha bunda, enfiava a mão por baixo e segurava meu pau que nem estava mais tão duro e dizia:
- Vai, faz esse cuzinho morder a minha rola.
Eu apertava o cu na rola dele e sentia uma dor terrível. Até que ele segurou meu pau e começou a bater uma punheta, gozei muito e a cada esguichada de porra meu cu apertava a rola dele. Ele começou a gemer, tirou o pau do meu cu e gozou na minha bunda, suas esguichadas eram tão fortes que minhas costas e até meus cabelos ficaram lambuzados de porra.
Me joguei na cama, sentindo muita dor e câimbras nas pernas. Benício deitou-se a meu lado, olhei para sua rola que começava a amolecer, a cabeça estava grande, inchada e mais vermelha. Ele perguntou se eu estava bem, respondi que não, que meu cu estava doendo demais. Então ele disse:
- A primeira vez é assim mesmo, depois você acostuma.
Pouco depois ele saiu da cama e disse que precisava ir embora, se vestiu e saiu.
Entrei no chuveiro morno, deixei a água escorrer pelo meu corpo, então passei a mão no meu cu, estava arregaçado, dolorido e assado, depois passei uma pomada de alguma coisa que eu não sei nem para que servia.
Passei alguns dias de cão, nem conseguia me sentar direito, tomei alguns analgésicos e fui melhorando aos poucos. Alguns dias depois eu já estava bem, mas não conseguia esquecer a rola do Benício, meu cu doía só de pensar, mas ao mesmo tempo meu pau endurecia e meu cu começava a piscar sem parar.
Uma semana depois a campainha tocou e lá estava o Benício com a mesma cara lavada, sorrindo e dizendo que trouxe cervejas. O chamei para dentro, então ele tirou um frasco de KY de dentro de uma sacolinha e disse:Este é um gel lubrificante e anestésico, trouxe para você guardar aí, quando precisar já tem.
Ele me olhava como um predador olha para sua presa, senti um calor me invadir e meu cu começou a piscar sem controle. Então sem dizer nada comecei a tirar as roupas e fiquei pelado, imediatamente Benício tirou suas roupas e também pelado seguiu atrás de mim até o quarto. Lá dentro, olhei para aquele homem nu com aquele mastro em riste, grande, grosso e babando, então sorri e pensei “Agora Benício arromba cu, sou todo seu”
Por: JCastelhano