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Eu, a casada mais safada da praia: como eu dei meu cu num lugar sujo e abandonado

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Um conto erótico de Eliane
Categoria: Grupal
Contém 1608 palavras
Data: 21/06/2026 05:58:21

Meu nome é Eliane. Sou casada, mãe, tenho uma vida que todo mundo acha normal por fora. Mas por dentro… eu sou pura puta. Adoro dar o cu. Adoro sentir um pau grosso me arrombar, me rasgar, me encher de porra quente enquanto meu marido, o corno manso mais feliz do mundo, filma tudo escondido ou bem na frente. Hoje eu vou contar pra vocês a história de uma das foda mais loucas e inesperadas que eu já fiz. Aconteceu numa tarde quente, numa casa abandonada na praia, cheia de escombros, poeira e perigo. E foi exatamente por isso que ficou tão gostoso. Deixo abaixo NOS COMENTÁRIOS como você ver e baixar meus viddeos e fottos em links.

Estávamos eu, meu marido e um novo amigo que eu conheci há pouco tempo. Ele é daqueles machos que vão direto ao ponto: alto, forte, pau enorme e grosso, daqueles que fazem a gente sentir cada centímetro. Ele me mandou mensagens quentes, elogiando minhas fotos de bunda, dizendo que sonhava em comer meu cu. Eu adoro isso. Adoro quando o macho fala sem frescura o que quer fazer comigo. Meu marido sabia de tudo. Ele é assim: libera, filma, goza vendo eu me entregar.

A tarde estava linda. O sol batia forte na praia, as ondas quebrando ao longe, gente andando na areia. Nós três fomos até aquela casa velha que todo mundo conhece por aqui — um casarão abandonado que já foi luxuoso, mas agora é só ruínas, paredes caindo, móveis velhos, poeira por todo lado. Eu e minhas amigas já tínhamos feito fotos e vídeos ali antes, sempre arriscando. Dessa vez eu estava vestida simples: uma camisa fina branca que marcava meus peitos e um fio dental preto enterrado na bunda. Nada por baixo. A roupa mal cobria minha carne.

Entramos pelos fundos, desviando dos escombros. Meu marido ia na frente com o celular na mão, já gravando discretamente. O amigo veio atrás de mim, mão na minha cintura, apertando de leve minha bunda.

— Caralho, Eliane… você é ainda mais gostosa ao vivo — ele murmurou, voz rouca de tesão.

Eu ri, rebolando de propósito enquanto andava.

— Gostou do que viu nas fotos? Então vem sentir de perto.

Chegamos na sala principal — ou o que sobrou dela. Um velho sofá destruído no meio do cômodo, coberto de poeira e pedaços de reboco. O vento entrava pelas janelas quebradas, trazendo o som das ondas e das pessoas na praia. Qualquer um podia aparecer a qualquer momento. Isso me deixou molhada na hora.

Eu parei, olhei pra ele e pro meu marido, e soltei sem pensar:

— Quer comer meu cu agora? Aqui? Bem agora?

Ele arregalou os olhos, surpreso, mas o sorriso safado apareceu rápido.

— Porra, você é louca… Topo. Claro que topo.

Meu marido só sorriu, posicionou o celular num canto bom e sentou num pedaço de parede pra assistir tudo.

Eu bati o grosso da poeira do sofá com as mãos, tossindo um pouco com a nuvem que subiu. Depois me deitei de bruços, joelhos no sofá velho, bunda empinada bem alto. Levantei a camisa até a cintura, puxei o fio dental pro lado e abri bem as pernas. Minha bunda grande, redonda, branquinha contrastando com a sujeira ao redor.

— Vem, macho. Cheira primeiro. Abre ela pra você.

Ele se ajoelhou atrás de mim como um animal. Suas mãos grandes agarraram minhas nádegas e abriram com força. Senti o ar frio no meu cuzinho piscando. Ele aproximou o rosto, inspirou fundo meu cheiro.

— Que delícia… cheiro de puta safada.

A língua dele veio quente, molhada. Primeiro lambeu em volta, devagar, depois enfiou fundo. Eu gemi alto, empinando mais a bunda contra a cara dele.

— Isso… enfia a língua no meu cu. Lambe gostoso, vai. Prepara ele pra sua rola grossa.

Ele comia meu cu com fome. Língua entrando e saindo, babando tudo, fazendo barulho molhado. Meu marido filmava pertinho, pau já duro na calça. Eu olhava pra trás, olhos cheios de tesão:

— Tá gostando de ver, amor? Olha como ele tá me comendo o cu com a boca.

O amigo levantou, tirou o pau pra fora. Era enorme. Veio pra frente, encostou a cabeça grossa na minha boca.

— Chupa primeiro. Molha ele todo.

Eu abri a boca gulosa. Ele enfiou devagar, depois com força. Segurei nas coxas dele e deixei ele foder minha garganta. Babava inteiro, cuspe escorrendo no queixo, engasgando mas pedindo mais com os olhos. O pau dele tinha gosto de macho, veias pulsando na minha língua.

— Porra, que boca boa… — ele grunhia, segurando meu cabelo.

Depois de deixar o pau brilhando de saliva, ele voltou pra trás. Eu senti a cabeça grossa encostar no meu anel. Ele cuspiu, espalhou saliva e começou a forçar.

— Ai… caralho… devagar… — eu gemi, mas empinei mais.

Doía. Doía gostoso. Meu cuzinho queimava, dilatando ao máximo pra receber aquela rola monstruosa. Ele forçava, girava devagar, empurrava. Eu mordia o sofá velho, unhas cravadas no tecido rasgado.

— Entra… vai… rasga meu cu! — pedi, voz rouca.

E ele entrou. Centímetro por centímetro, até as bolas encostarem na minha buceta molhada. Eu gritei de prazer e dor misturados. Meu intestino estava cheio dele. Senti cada veia, cada pulsação.

— Tá todo dentro, Eliane… que cu apertado e quente, porra!

Ele começou a socar. Devagar no início, depois forte. O barulho da pele batendo ecoava na casa abandonada. Eu delirava:

— Mete forte! Fode meu cu! Sou sua puta hoje! Mais fundo!

As ondas do mar batiam ao fundo. Gente rindo na praia. O risco de alguém entrar e ver a gente ali, eu sendo arrombada no sofá sujo, só aumentava meu tesão. Meu marido se aproximou, filmando o pau grosso entrando e saindo do meu cu, meu anel vermelho e dilatado.

— Olha como ele tá te destruindo, amor — meu marido disse, voz trêmula de tesão.

Eu respondia gemendo:

— Tá gostando de ver sua mulher levando rola no cu? Filma tudo… filma ele me enchendo!

Ele metia cada vez mais forte. Segurava meus quadris, puxava meu cabelo, dava tapas na bunda. Eu rebolava pra trás, sentindo o pau bater fundo, roçando minha próstata feminina, me fazendo ver estrelas.

— Que cu guloso… tá piscando pedindo mais — ele falava, socando sem parar.

Eu gozei só com ele no cu. Meu corpo tremeu inteiro, buceta pingando no sofá, cu apertando o pau dele como uma mão. Ele não parou. Continuou metendo no meio do meu orgasmo, prolongando ele até eu quase desmaiar de prazer.

Depois de uns bons 20 minutos de arrombamento selvagem, ele avisou:

— Vou gozar… vou encher seu intestino!

— Goza dentro! Jorra tudo! Quero sentir quente!

Ele deu umas estocadas finais bem fundo e explodiu. Jatos grossos, quentes, potentes. Senti o sêmen inundando meu reto, enchendo tudo, escorrendo um pouco quando ele tirou o pau devagar. Meu cu ficou aberto, vermelho, piscando, com porra escorrendo pela minha buceta.

Eu virei de lado, exausta, sorrindo pra câmera.

— Delícia… adorei ser comida assim, no meio do nada, suja, arriscado.

Ele ainda esfregou o pau sujo na minha bunda, limpando o resto. Meu marido se aproximou, beijou minha boca e filmou meu cu destruído de perto.

Essa foi só uma das muitas vezes. Eu faço isso desde que me entendo por gente — sempre buscando novas emoções, novos machos, novos lugares proibidos. Meu marido filma tudo desde o começo, e a gente assiste depois em casa, enquanto eu sento no pau dele (quando ele consegue) ou simplesmente gozo de novo relembrando.

Mas essa tarde na casa abandonada ficou marcada. O cheiro de poeira misturado com suor, porra e mar. O som das ondas enquanto eu levava rola no cu. O perigo de sermos pegos. O jeito como ele me dilatou, me rasgou e me encheu.

Depois disso, ficamos um tempo ali, eu deitada no sofá, porra escorrendo, enquanto eles fumavam e conversavam. Eu passava o dedo no meu cu, sentia a porra, lambia e sorria.

— Quero mais — eu disse. — Quero que você me coma de novo antes de irmos embora.

E ele comeu. Segunda rodada, ainda mais forte, eu de quatro no chão sujo dessa vez, mãos apoiadas nos escombros, bunda empinada. Ele meteu sem dó, me chamando de puta, vadia, casada safada. Eu respondia:

— Isso! Me usa! Sou casada mas meu cu é de todo mundo que quiser! Arromba!

Meu marido filmava de todos os ângulos. Quando o segundo gozo veio, ele tirou e jorrou na minha cara e peitos, enquanto eu abria a boca pra pegar o máximo possível.

Saímos dali sujos, cheios de poeira, mas felizes. Eu com o cu latejando, caminhando devagar na areia de volta pro nosso grupo que fazia churrasco ali perto, como se nada tivesse acontecido. Só eu, meu marido e o amigo sabíamos o que rolou na casa abandonada.

Essa é minha vida. Sou casada, mas vivo pra dar prazer. Adoro cu, adoro risco, adoro ser filmada, adoro sentir macho gozando dentro de mim. Se você me encontrar por aí, numa praia, num condomínio, numa casa abandonada… pode vir. Eu topo. Meu cu tá sempre pronto pra um pau novo.

E o melhor? Tem muito mais histórias como essa. Muitas mais. De anos e anos de safadeza. De boquetes rápidos em estacionamentos, de surubas com vários machos, de anal em lugares impossíveis, de corno manso filmando tudo. Eu vivo molhada só de pensar no próximo.

Quer saber o que aconteceu depois? Como eu comecei a dar mais e mais? Como meu marido participa? Como eu seduzo vizinhos, entregadores, desconhecidos? Como meu cu virou vício pra tantos?

É só imaginar… porque eu continuo aqui, casada, safada, sempre pronta pra próxima aventura.

(Continuação em breve… ou quem sabe você seja o próximo a aparecer nas minhas histórias.)

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Comentários

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Adoro ver essas loucuras, tenho 64 anos, PAN e adoro ver estas metidas, gostaria de prosar com vc e trocar fotos e vídeos destes aventuras, caso interessar me chame neste email: euamoavida2020@gmail.com

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