🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

UMA RAPIDINHA COM O CORRETOR

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Claudio_New
Categoria: Homossexual
Contém 1052 palavras
Data: 21/06/2026 08:48:11

Fui ver um apartamento para alugar. O corretor combinou com a dona, uma senhora fechada em seu xale e sua carranca de poucos amigos, provavelmente um tipo criado para impor respeito e nem o futuro inquilino nem o corretor – homens e mais jovens – acharem ser ela uma despreparada.

Quando cheguei ao imóvel o corretor já lá estava, conversando com a proprietária. Feitas as apresentações, a mulher pediu-me licença para findar alguns assuntos pendentes com o rapaz, interrompidos com a minha chegada. Enquanto eles ultimavam a conversa, fiquei olhando um ou outro detalhe do apartamento, mas, na verdade, estava era de olho no corpo do corretor.

Um jovem de seus trinta anos, no máximo, camisa social, branca, de mangas compridas, respeitosamente abotoada até o penúltimo botão; a calça preta é o que me prendia mais a atenção. Ajustada às pernas, demonstrava os músculos das coxas grossas, circundava a bunda volumosa, perfeitamente definida, de nádegas redondas; e principalmente, ai, o proeminente pacote maravilhosamente ostentado. Eu sentia meu corpo inteiro querendo aquele homem, que, além disso tudo, era simpático, falador e sorridente, como todo corretor bem sucedido.

Quando finalmente concluíram os detalhes da conversa, ele se dirigiu a mim, seguido da compenetrada senhora, e esta foi me levando a cada cômodo, mostrando cada minúcia, seguida de perto pelo rapaz, que aqui e ali fazia um complemento. Eu gostava quando ele falava, que era a possibilidade de olhar para sua boca apetitosa, de dentes brancos e perfeitos, sem ser inconveniente. Quando era ela que expunha sobre algum espaço do imóvel, eu circulava meu olhar de uma forma que se depositava em cima da bunda ou da genitália do corretor – dependendo de sua posição em relação ao meu lance de visão.

Tenho a impressão de que ele já havia se tocado que rolava uma paquera escrota ali, mas não demonstrava qualquer abalo ou iniciativa. Então passei a ousar pequenos toques, me esticar para ver algo e roçava nele; na varanda, apertada para os três, consegui passar minha bunda sobre sua rola e acho que a senti dura (talvez fosse apenas o apertado da calça realçando o pacote). Ao segurar um varal, mostrando-me como o armava, senti-o tão perto que seu cheiro bom penetrou nas minhas narinas, eu senti minha rola se mexer e meu cu piscar. Enquanto isso, a velha falava sem parar.

Depois de percorrermos todo o imóvel, e de volta à sala, onde começáramos a peregrinação, pedi licença para ir ao banheiro. Eu precisava dar uma aliviada na rola, que já estava me incomodando sua dureza – eu necessitava urgente de uma punheta rapidinha, inclusive para me concentrar no negócio que eu estava para fazer, já que o próximo tema da conversa era o preço do aluguel, do condomínio, e outras taxas. Eu tinha que secar o cérebro de qualquer safadeza.

Não pensei em fechar a porta do banheiro, já que havia apenas duas pessoas no local, e ambas sabiam que havia alguém lá. Em frente ao espelho, abri o zíper da calça e a rola projetou-se em sua rigidez. Estava linda, refletida no espelho. Toquei-a, experimentando a maciez de minha própria mão; ela cresceu ainda mais, se acomodando entre meus dedos. Fechei os olhos e passei a me masturbar, sonhando com aquela rola maravilhosa me penetrando e eu pendurado em sua boca…

De repente, ouvi o leve ruído da porta se abrindo. Não me sobressaltei, porém, sequer abri os olhos, tão prazerosa estava a punheta, e eu não pretendia quebrar aquele clima. Além do mais, a velha não poderia ser; restava apenas o corretor, objeto imaginário e até então platônico da minha bronha. E se ele viera ao banheiro, sabendo que eu lá estava, decerto queria algo mais. Embalado por esses pensamentos vadiando no meu cérebro num átimo, continuei incontinenti a punheta.

Senti sua entrada pelo perfume que preencheu o banheiro, ouvi o leve toque da porta se fechando. Entreabri os olhos e, pelo espelho, vislumbrei-o parado, olhos fixos na minha rola. Então, silenciosamente, abriu sua calça, sacou a rola longa e não muito grossa, e passou a também se masturbar. Arriei minha calça, e minha bunda apareceu; abaixei-me para a frente, abrindo minhas nádegas e expondo meu cu piscante. Em segundos, senti sua rola encostar em mim e pelo espelho acompanhava seus movimentos de penetração e de estocadas em mim.

Seu rosto se contorcia lindamente, enquanto ele bombava meu cu. Eu me esforçava para não gemer, pensando na matrona lá fora. Ele acelerou as enfiadas e eu a massagem na minha rola, e quando comecei a sentir o molhado de seus jatos nas minhas entranhas, meu pau vomitava o primeiro jato de gala, seguido por outros mais, praticamente concatenado com os que eu sentia preenchendo meu rabo.

Ao terminarmos, ele retirou-se de mim, pegou algumas folhas de papel toalha para enxugar sua rola, ainda a meio mastro, guardando-a com algum sacrifício. Lavou as mãos e saiu do banheiro tão silenciosamente quanto entrara.

Meu cu piscava, aberto, expulsando o excesso de porra ali deixada. Algumas folhas do papel-toalha serviram-me para enxugar precariamente meu rabo e minha pica, que ainda pingava as últimas gotas de sêmen. Eu estava em êxtase, controlando a custo o desejo de gritar de felicidade. Lavei o rosto, numa tentativa de conter o fogaréu, arrumei-me como pude, e voltei, sereno e feliz para a sala, onde os dois conversavam mais detalhes da locação.

Entrei na conversa, sem que, em momento algum, o corretor demonstrasse qualquer reação que lembrasse a foda de há pouco. Era como se absolutamente nada tivesse acontecido. Eu também estava sereno, cônscio das minhas faculdades mentais, e pensando com nitidez e tranquilidade necessárias para negociar o preço e as condições do aluguel.

Fiquei com o apartamento, o corretor mostrou-se simpático como com qualquer cliente com o qual fechara um negócio. A mulher ficou mais relaxada, até sorria, simpaticamente, passou-me as chaves e nos retiramos os três, eu pela primeira vez acionando a fechadura de onde seria meu futuro lar.

O corretor… nunca mais eu vi. Nem fiquei com seu número, embora ele, decerto, ficara com o meu, mas jamais me ligou ou mandou qualquer mensagem, senão o frio acompanhamento de pós-negociação, para saber se estava tudo bem ou precisando de alguma coisa da imobiliária, e que esta estava sempre à disposição.

Sobre a rapidinha no banheiro, nem um ai…

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Claudio_New a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →