O Remédio Certo no Estoque
Era uma manhã abafada, daquelas que antecedem o almoço, quando ela parou a moto em frente ao meu trabalho. Minha melhor amiga 30 anos— uma mulher casada, com curvas que sempre me chamaram a atenção, mas com quem eu mantinha, até então, uma linha de puro respeito. Ela tinha ido apenas me entregar alguns remédios que estavam com ela. Desceu da moto, entrou no estabelecimento e começamos a conversar ali mesmo, entre as prateleiras e o balcão da loja.
O clima mudou de repente quando precisei pegar uma peça de roupa que estava pendurada no alto. Ao esticar o braço, meu corpo colou no dela por trás. Não foi um esbarrão qualquer; meu quadril pressionou direto contra a bunda dela, firme e volumosa sob a calça legging justa que ela usava. Senti o calor dela imediatamente.
— Desculpa... — eu disse, com a voz um pouco mais grave, sentindo a reação instantânea do meu corpo.
— Não, tudo bem — ela respondeu, mas não se afastou um milímetro sequer. Ficou ali, me olhando de lado, com o olhar mudado.
Olhei para baixo, notei o volume nítido na minha roupa e dei um sorriso malicioso:
— Nossa, acho que alguém aqui acordou só de relar em você. Estou muito na seca, viu? Qualquer cozunha ele já desperta.
— Nossa, percebi mesmo. Tá marcando bem na bermuda — ela comentou, fixando os olhos na minha virilha sem nenhum pudor.
— Você não viu nada dele bem duro então.
— É... bem que eu gostaria de ver — ela confessou, com os olhos brilhando de safadeza.
— Tem certeza?
— Tenho.
O desafio estava lançado. A tensão sexual que guardávamos há tempos explodiu naquele instante.
— Passa a mão então — intimei.
Ela esticou a mão e apertou firme por cima da bermuda. Deu um leve sorriso e provocou:
— Nossa, ainda tá molinha...
— É que ele só vai endurecer de verdade lá dentro de você.
— Duvido — ela rebateu, me desafiando com o olhar.
— Então vem aqui atrás que eu te mostro. Vem.
Puxei-a em direção ao estoque, a parte mais isolada e escura da loja, onde ninguém nos veria. O risco de ser pego só aumentava o tesão. Ciente do peso de ser casada, ela apenas impôs uma condição enquanto andávamos:
— Coloca a camisinha.
— Então acorda ele. Chupa gostoso.
Sem hesitar, minha melhor amiga se ajoelhou bem na minha frente, ali mesmo no chão do estoque. Abri o zíper e libertei meu pau, que já pulsava ávido. Ela segurou a base com uma das mãos, enquanto a outra ia direto para as minhas bolas. Ela começou a mamar com uma vontade impressionante. Sabia perfeitamente o que estava fazendo: tirava a cabeça para fora, olhava para mim e depois chupava bem a cabeça do meu pau, engolindo fundo e molhando tudo com muita saliva. O som úmido da boca dela ecoava no estoque, me deixando louco de tesão.
Nisso, abri o preservativo e o coloquei no meu pau já completamente ereto e estalando de tão duro.
Pedi para ela se levantar. Ela se virou de costas, apoiando as mãos em uma das prateleiras e empinando bem a bunda. Puxei a legging dela até a altura dos joelhos junto com a calcinha, deixando aquele rabo lindo, redondo e claro completamente exposto para mim. Acomodei a ponta do meu pau na entrada da fenda dela e, antes de empurrar tudo, dei a ordem:
— Levanta a cabeça.
Ela ergueu o rosto, olhando para a frente enquanto eu mantinha os olhos fixos na entrada da loja, vigiando cada segundo para garantir que ninguém cruzasse a porta. Com um impulso firme, enfiei o pau todo de uma vez na buceta dela.
— Ahhh... — ela soltou um gemido abafado, arqueando as costas.
A buceta dela era incrivelmente apertada, quente e já estava deliciosa de tão molhada. Comecei a comer ela de quatro ali mesmo, batendo lá no fundo, com força. A cada estocada mais profunda, o meu quadril batia com tudo contra as nádegas dela. *Plof, plof, plof.* O som ecoava baixo, misturando-se aos gemidos constantes que ela tentava segurar entre os dentes. Senti a buceta dela apertando o meu pau a cada penetração, uma delícia absurda.
— Não para... não para... — ela sussurrava, totalmente entregue, rebolando contra o meu corpo.
— Você tá gostosa demais... Olha esse pau entrando e saindo todinho em você.
O prazer estava me levando ao limite muito rápido. Minhas pernas começaram a tremer e o ritmo ficou ainda mais bruto.
— Não vou aguentar... Eu vou gozar! — avisei, acelerando as batedeiras.
— Goza! Goza dentro de mim! Pode gozar, você tá de camisinha! — ela pediu alto, desesperada pelo preenchimento.
Segurei firme com as duas mãos na cintura dela, cravando os dedos na sua pele, e bati forte, enterrando o pau até a raiz. O orgasmo veio com força total. Despejei e descarreguei tudinho dentro dela, enchendo o látex da camisinha lá no fundo da sua buceta. Eu queria muito ter gozado sem camisinha, mas não podia, ela não estava com o remédio em dia e é casada; tínhamos que nos cuidar.
Ela continuava gemendo alto, contraindo os músculos lá dentro e apertando o meu membro. Olhei para aquela cena e o fetiche falou mais alto:
— Aperta a buceta, sua safada... aperta.
Ela obedeceu, sugando o meu pau com o próprio corpo. Dei um sorriso maldoso e perguntei bem no ouvido dela, provocando com o peso da traição:
— Com o **corno** você aperta assim também a sua buceta?
Ela não falou nada, apenas deu uma risada abafada e cúmplice. Dei um leve tapa na bunda dela e insisti, curtindo o tesão da palavra:
— Fala para mim... com o **corno**, com o seu **corninho**, você aperta a sua buceta desse jeito também?
— Não... só com você — ela confessou, com a voz inteiramente falha e ofegante.
— Então aperta bem gostoso.
Ouvir aquilo me deu um estalo de tesão tão violento que o meu pau nem sequer amoleceu. Mesmo já tendo gozado uma vez, o calor daquela safadeza me acendeu por completo. Recomecei o vai e vem ali mesmo, puxando e empurrando o membro cheio de esperma dentro dela, reiniciando o massacre.
— Para... vai devagar, senão a camisinha vai estourar! — ela alertou, sentindo o atrito aumentar de novo.
Mas o ritmo já estava frenético. Ignorei o aviso e continuei enfiando, enfiando, enfiando com tudo, exigindo que ela continuasse apertando. Ela gemia alto, completamente dominada. Fui rapidinho e acabei explodindo e gozando de novo dentro da buceta dela. Ainda bem que a camisinha não estourou e aguentou o tranco.
Paramos os dois, exaustos e com o peito subindo e descendo. Com cuidado, dei um passo para trás e retirei o pau de dentro dela. Removi a camisinha, dei um nó firme na ponta com o líquido todo preso ali dentro e limpei o que precisava.
Ela se recompôs rapidamente, levantou a legging, ajeitou o cabelo e me deu um último olhar cheio de cumplicidade. Sem demorar muito, ela caminhou de volta para o corredor da loja, subiu na moto e foi embora, sumindo na rua.
Fiquei ali sozinho no estoque, no silêncio do ambiente, respirando fundo e ajeitando a minha bermuda. Um sorriso de canto de boca surgiu no meu rosto. Olhei para o espaço vazio onde há poucos minutos ela estava de quatro e senti uma onda de puro prazer e vitória. Fiquei ali jogado, todo satisfeito, relaxado e com a alma lavada, sabendo exatamente o segredo delicioso que agora existia entre mim e a minha melhor amiga. Meu sonho gozar dentro dela e ele vendo ainda.