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Uma despedida de solteira muito estranha, onde rolou muito orgia e sexo

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Um conto erótico de Marcela Araujo Alencar.
Categoria: Grupal
Contém 1701 palavras
Data: 22/07/2026 18:47:15
Última revisão: 22/07/2026 18:49:20

Uma despedida de solteira muito estranha, onde rolou muito orgia e sexo

Conto n.º 227 de Marcela Araujo Alencar.

Tema: Sexo grupal, droga, bebida e sexo maluco

**

Meu nome é Cassandra, tenho vinte e dois anos e estou noiva de Ricardo, com casamento marcado para início do mês que vem daqui a dezesseis dias. Trabalho numa grande loja de roupas femininas e estudo à noite num curso para secretariado. Sou filha única e resido num grande condomínio horizontal com os meus pais. Cultivo um grande círculo de amizades, a maioria de garotas como eu e quase todo fim de semana saímos para as baladas, como é de se esperar, com o noivo, pois estou de casamento marcado.

***

Tania, Suely e Marcia, minhas amigas mais chegadas fizeram questão de organizarem uma despedida de solteira para mim, apesar de minha oposição inicial, a coisa tomou vulto e quando me informaram o dia e o local onde seria realizada, a festança, soube que já estavam na lista dezoito garotas, toda contribuindo com as despesas.

Marcia veio me buscar na sexta-feira, por volta das vinte horas, para o evento, marcado para as vinte e uma. O local alugado era um clube prive distante da área urbana, que eu ainda não conhecia. Em lá chegando, observei no terreno frontal do prédio uma imensa quantidade de automóveis estacionados. Falei para Marcia que pelo jeito tinha muito mais que dezoito garotas no evento e ela concordou dizendo que sempre, nesse tipo de evento comparecia muito mais amigas e assim por diante. Ao entrar no enorme salão a farra já rolava solta, acho que com mais de trinta pessoas, todas mulheres, pois a presença de homens era proibido.

Quando me viram chegar foi uma gritaria tremenda e ao som de uma barulhenta música eletrônica, me obrigaram a dançar no meio da pista e daí para frente a festança rolou solta, com muita bebida e salgadinhos. Recebi de presente dúzias de calcinhas, cada uma mais indecente que a outra, camisolinha curtas e sutiãs. Tive até de desfilar vestindo somente calcinhas e sutiãs.

Estava surpresa com a dimensão da despedida de solteira que minhas amigas organizaram em minha homenagem e como sou afeita a uma farra me atirei totalmente, com tudo e bebi um pouco mais da conta e eufórica participava das brincadeiras organizadas.

Mas a surpresa maior aconteceu por volta das 23:50, em um pequeno palco armado num canto do salão, três strippers apareceram dançando. Aos gritos as meninas correram para lá e batiam palmas solicitando que os belos e atléticos rapazes retirassem suas roupas.

Ao som de música estridente, eles atenderam os pedidos e com movimentos rápidos de rodopios, gradualmente foram removendo suas roupas, sob o delírio das garotas que batiam palmas e algumas até ameaçavam subir no tablado.

Eu era uma delas, que olhava fascinada os corpos sarados deles, principalmente para um ruivo, que só de minúscula tanguinha, deixava transparecer seu enorme volume por debaixo do tecido branco e rebolava com movimentos nitidamente sexuais, o que deixava as meninas enlouquecidas e eu também, que não tenho como negar, lambia os beiços… digo, os lábios, de tanta tesão e lá embaixo estava toda úmida.

Em certo momento o ruivo esticou seu atlético corpo, na frente do palco e estendeu as mãos e perguntou:

— Quero saber qual de vocês terá a coragem de subir aqui e dançar com nós três?

Foi uma gritaria tremenda, quase todas levantando os braços, querendo ser a escolhida. Entretanto, ele gritou:

— Queremos a noivinha… onde ela está? Que ela venha rebolar aqui em cima!

Mesmo embriagada como estava, fiquei acanhada e procurei me esconder atrás de uma pilastra. Bobagem minha, pois logo fui vista por algumas garotas e aos empurrões fui levada para o palco e me vi no meio dos três rapazes que me empurravam de um para o outro, não sei qual motivo, mas o certo é que fiquei empolgada e comecei a rebolar

***

Me vi a certa hora rebolando no meio deles, só de calcinha e sutiã. Quando coloquei as mãos na bainha da calcinha com a clara intenção de que iria descê-la, foi o ruivo que percebeu e tentou impedir. Mas ele não foi rápido suficiente e para loucura geral eu continuei a rebolar exibindo minha depilada bocetinha, espanto de todo mundo e não demorou, o sutiã voou para longe. Não sei o que acontecia comigo, mas acho que além de bebida alguma menina colocou algo mais potente no meu copo. Pois além de eufórica eu estava muito excitada, o que se mostrava pela umidade que fazia meus lábios, os debaixo, brilharem sob a luz dos refletores.

Rebolando totalmente nua, entre os três rapazes, me enrosquei no copo do Ruivo e, sem lhe desse tempo para reagir, arranquei com um forte puxão, sua minúscula tanga e a joguei para o meio das meninas, que eufóricas, a disputavam, em enorme gritaria.

Verdade que algumas, se retraíram, vendo o que se desenrolava no pequeno o tablado, mas a maioria das garotas, embaladas pelo álcool ou drogas, não sei. Gritavam, olhando fascinada, eu envolver o pescoço do Ruivo com meus braços e com as pernas em torno de sua cintura.

Nesta configuração, é fácil saber como sua intimidade ficou. Toda “arreganhada” para a glande dele, mas apesar de a encaixar na sua fenda, não houve tempo para nada mais, pois algumas meninas, acho que umas três, a puxaram com força do delicioso corpo do Ruivo.

Cassandra caída num canto do tablado, olhava um montão de meninas, disputando, histéricas, os três homens, que pelados, não negavam seus dotes para elas.

No salão, apenas, apenas poucas jovens olhavam, parecendo abobalhadas, a orgia que acontecia no pequeno tablado. A grande maioria das garotas tinha ido embora, horrorizadas com a safadeza que se transformou a despedida de solteira da noivinha, que era amiga de uma amiga.

Cassandra por instantes, se deu conta de quem era e horrorizada, se olhou nua, vendo garotas fodendo com três homens, todos igualmente nus.

Se levantou e confusa correu por um corredor, cambaleou no caminho, viu uma porta entreaberta e entrou. Era um quarto, rusticamente mobiliado, mas ela só viu o sofá, com estofamento rasgado e manchado, mas no momento era o que necessitava.

Se atirou nele e mesmo pelada, imediatamente adormeceu, sob ação de quantidade absurda de bebida alcoólica que circulava em seu sangue, como agravante que misturado com alguns tipos de drogas.

*** ***

No salão, por voltar da 1:00 a farra continuava, agora com apenas três das garotas totalmente nuas, embriagadas ou drogadas, fodendo com os rapazes. Com isso a farra se transformou em final de orgia.

Foi assim que Cassandra, a noivinha, mais embriagada que bebum de botequim ficou esquecida no camarim dos strippers.

Por volta das 04:10, com o salão vazio, os rapazes se despediram de Tania, Suely e Marcia, após passarem quase 90 minutos as fodendo, num canto do salão. Marcia crente que Cassandra já estivesse em casa, com a carona com uma das meninas.

***

— Ei… quem é essa aí, peladona no camarim?

— Acho que é a noiva doidona.

— Não é não, a noiva foi embora bem mais cedo, Ruivo.

— Eu devo ter me equivocado, tanta putinha nos desejando.

— O que vamos fazer com essa aí? Está peladona e a gente nem tem como saber quem ela é?

— Ela é gostosa para caralho vamos a levar para nossa casa e fazemos a farra.

***

09:30, Cassandra acorda e sente dor por todo corpo, percebe que dois homens a estão estuprando, um pela vagina, outro pelo ânus. Fica desesperada, pois até então era virgem, se reservando para seu futuro marido, com casamento marcado para daqui a poucos dias.

Ela grita e se desespera, mas o trio não se importa com seus protestos e continuam a se revezar dentro dela e para a fazer se calar a fazem beber um líquido cor de anis que a deixa totalmente fora de órbita e nestas condições aceita com prazer o sexo com eles, ignorando que está ficando dependente de droga e de sexo.

Vinte dias mais tarde, com o sumiço inexplicável de Cassandra, seu casamento foi cancelado.

Foi assim que quatro meses depois, Cassandra, agora conhecida pelo apelido de Ruiva Maluca, perambula pelas ruas e avenidas da cidade, a procura de homens que lhe possam dar o que mais necessita, comida, drogas, bebidas e sexo.

Até que numa noite fria e chuvosa, Ruiva Maluca, sem conseguir nenhum homem, recostada em um poste de semáforo, tremia de fome e frio, quando um automóvel parou com o sinal vermelho na pista lateral, próximo dela. Mas não seguiu quando mudou para verde, mesmo com buzinas irritadas soavam na sua ré, mesmo com os dois alerta vermelhos piscando do elegante carro preto.

Um casal de meia-idade, elegantemente vestidos, saiu do carro quase que, ao mesmo tempo, pelas portas dianteiras. Ruiva, tremia ainda mais, mas agora de medo, vendo o homem e a mulher vindo rápidos em sua direção. Se encolheu, esperando ser espancada pela dupla.

Há dois passos dela, escutou o homem apontar um dedo para ela e exclamar:

- Sim, é ela, sim, é ela! Tenho certeza, querida!

A mulher, chorando, lhe estendia os braços abertos e quase que gritava:

- Cassandra, minha filhinha querida!

A faminta Ruiva Maluca, sentiu aquilo em sua mente, ela conhecia o que ouvira:

“Cassandra, minha filhinha querida” e ela se deixou envolver pelo abraço da mulher, sentindo que finalmente estava em casa e fechou os olhos, parecendo que estava flutuando.

***

Acordou duas semanas depois, deitada num leito de uma clínica particular, com muita gente a sua volta. Homens, mulheres, meninos e meninas, gente de todas as idades e, eles riam e falavam, alegres pôr a verem de olhos abertos. Ficou alegre também, pois sentiu uma onda de amor fluindo de todos eles, principalmente da senhora. … àquela senhora…, que agora, sentada ao seu lado, segurava sua mão, sem a soltar em nenhum momento.

Depois que ficou sozinha, Cassandra, um pouco envergonhada, perguntou para a enfermeira de plantão naquele dia:

- Enfermeira, eu gostei daquele pessoal, mas me diga, quem são eles?

FIM

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Foto de perfil genéricaMarcela Araujo AlencarContos: 237Seguidores: 292Seguindo: 15Mensagem Mulher, 35 anos

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