Aos meus 19 anos, ainda como estagiário estava na universidade, não sabia quase nada do mundo, acabara de mudar para outra cidade, namorava com uma menina que permaneceu na cidade que eu nasci, ela tinha poucas ambições, dentro delas era se casar e sair de casa, mas morar ali, e viver por ali ja que sua família tinha um comércio, eu queria viver fora dali sair para o mundo, por isso fui fazer uma faculdade em uma cidade grande, e primeiro fui para uma replica, e depois descobri que era melhor morar perto do trabalho que da universidade, gostava mais do trabalho que do estudo e acabei junto com um amigo que fiz na universidade alugando um apartamento de 2 quartos a 3 quarteirões da empresa e 30 minutos da universidade.
A empresa era uma consultoria de tecnologia, tudo novo na década de 90, como estagiário era o responsável por fazer o que os outros não queriam fazer, e isso fazia eu ter contato com todas as pessoas da empresa, sua ampla maioria homens, inclusive de mulheres tinham as secretárias, duas chefes uma era esposa do dono, e as meninas da copa, faxina e etc. Eu vivia andando pela empresa, arrumando os mouses, reinstalando softwares e mexendo em cabos de rede. As mulheres eram assediadas quase que o tempo todo devido ao grande numero de homens que trabalhavam na empresa e nessa época isso passava como normal (ainda bem que evoluímos), os não normais eram os tímidos ou jovens “inocentes” como eu era, que ainda não tinham sido contaminados por essa forma de tratar as mulheres.
Mas minha forma de pensar mudou por um evento especifico, estava morando com o outro universitário a quase 6 meses, e nossa relação era ótima, ele vivia trazendo mulheres para o apartamento isso me incomodava um pouco, mas eu não tinha nada a ver com aquilo., e num fim de semana minha namorada veio para a cidade, ela vinha as vezes, mas desde que eu fui morar com ele ela nunca tinha vindo eu que estava indo nos fins de semana para a minha cidade, pois meu avó tinha falecido e tinham coisas de inventário e herança, nada demais, mas ele deixou tudo diretamente para os netos, minha avó ja tinha falecido a mais tempo. Era sábado de manhã, peguei ela na rodoviária e fomos para o apartamento, o cara não estaria no fim de semana e isso era bom para matarmos a saudade.
Assim que entramos fomos direto para o quarto e os beijos que não se dava na rua, foram dados assim que a porta se fechou na sala, prensando ela na porta, os beijos eram interrompidos por sorrisos e gemidos quando pressionava ela contra a porta e ela sentia o quanto eu estava excitado, peguei ela meio no colo, meio arrastando e fomos para o quarto, deita por cima dela na cama, os beijos não aparam, não falávamos só beijamos ergui o seu vestido, com a ajuda dela que desabotoava minha calça, ela sempre foi mais atirada do que eu, assim que o vestido subiu e o pau saiu para fora da cueca, ele ja estava dentro, eu metia firme segurando em seu rosto com beijos e carinhos, ela rebolava como conseguia em baixo de mim, ficamos nessa posição um tempo, então ela foi me virando se meu pau sair de dentro, o que me deixou por baixo, ela continuou me beijando e então levantou o corpo em uma cavalgada, tirou o vestido, ficando só de sutiã com seus pequenos peitos e sua calcinha para o lado, ela continuou rebolando e antes de deitar sobre mim de novo e me beijar, a sensação dela cavalgando foi incrível sempre fizemos só papai e mamãe e uma vez peguei ela de costas com nós dois em pé, eu não puxei ela para a posição que gostei não sabia como fizer isso, e continuamos então tirei ela para o lado gozei na minha barriga, rimos olhando um para o outro pela quantidade, fazendo piada que eu estava acumulado. Ficamos deitados nos olhando e sorrindo e nos beijando. E quando me recuperei fui no banheiro e me limpei e fizemos exatamente igual ao anterior um papai e mamãe só que dessa vez estávamos pelados.
Ela colocou o vestido sem nada por baixo e foi pegar uma agua e andou pelo apartamento, perguntou se poderíamos assistir um filme, na sala, tinha video cassete, eu disse que sim que poderíamos ir na locadora, ela falou que no armário do meu colega de apartamento tinha umas fitas, eu nem pensei o que poderia ter, ela pegou uma qualquer todas sem nome, e então foi aleatório, claro que era um filme porno, no começo ficamos meio chocados, mas depois ficamos rindo das cenas sem pé nem cabeça que terminavam em sexo, e ficamos meio encabulados durante as cenas de sexo, mas ambos prestando atenção sem tirar o olho da tela. Nas cenas desse filme todas começavam com oral, seja a mulher chupando o cara ou o cara chupando a mulher. Ela me olhou nos olhos e falou:
- Você gostaria de tentar - ficou vermelha, mas não desviou o olhar - fazer coisas assim? - Na tela rolava um 69 bem barulhento, eu sorri, ela olhou para a tela, - Assim não, mas um de cada vez primeiro. - meu pau estava estourando na bermuda, eu levantei para ir para o quarto, mas ela deitou no sofá ja com o vestido levantado, e abriu as pernas me olhando - Me chupa aqui para continuar vendo.
Eu agachei no sofá entre as pernas dela e comecei e comecei fazendo igual eu vi no zoom do filme, lambi ela toda depois lambi tentando enfiar a língua dentro e então ouvi seu gemido mais intenso quando a língua pressionou o clitoris, descobri naquele momento que ali era onde eu deveria me dedicar e quando eu pressionei com força seu clitoris com a língua e enfiei im dedo na sua buceta ela fechou as pernas na minha cabeça e gozou pela primeira vez na vida dela, a umidade dobrou na minha língua e dedo, e o continuei assim que ela soltou minha cabeça com as coxas, e um pouco depois pediu para eu parar e meter, eu segurei suas pernas naquela posição e meti com ela deitada no sofá, meti mais forte e a posição ajudava a me movimentar, os gemidos dela e os pequenos gritinhos quando eu ia mais forte, me davam mais tesão, quando tirei que eu ia gozar, ela me olhou com olhos semi serrados ainda em êxtase e pela primeira vez ela que me punhetou até eu gozar na sua barriga e seios, ala riu nervosa quando sentiu o jato quente, eu sorri olhando a cara de arrepio dela, ficamos ofegantes nos olhando na TV passava os créditos do filme, levantei ela ela e demos um beijo e rimos no beijo indo para o banheiro juntos, ela discretamente passou o dedo na minha porra que estava na sua barriga e seios e passo na língua. E eu já comecei a ficar com tesão.
A noite, pegamos outro filme e depois de umas 3 fitas que eram filmes aleatórios como Batman, Star Wars e dança com lobos, tinha um novo filme porno, ele era muito parecido com primeiro, comíamos pizza na sala, sentados no chão de taco, e assistimos o filme riamos do aleatório que terminava em sexo, e prestávamos atenção nas cenas de sexo, ela dava um sorrisinho a cada gozada na cara e na boca engolindo, eu dado momento, quando a pizza e o guaraná tinham acabado, recolhi as coisas e voltei, sentei no sofá e olhando para ela abaixei minha bermuda e cueca, meu pau dava duro encostando na barriga.
- Sua vez amor, de fazer com a boca em mim - ela sorriu olhando a cena, se ajoelhou pegou ele com a mão e puxou a pele toda fazendo a cabeça vermelha saltar ela esta com olhar fixo no meu pau, quase vesga, e então ela esticou a língua e passou na cabeça, e levantou a cabeça para ver minha reação eu sorri olhando com tesão e ela voltou a lamber e enfiou ele na boca, ficou indo e voltando sem colocar todo na boca, apenas indo até o meio da boca, a sensação era maravilhosa, ela não parava a língua e ia até o meio do pau, vi que sua mão aperta sua calcinha entre as pernas, o vestido estava alto, continuou assim por um bom tempo. Eu alisei seu roto em aprovação a tudo aquilo, deitei minhas costas no sofá - Vem senta nele assim nessa posição - ela levantou com uma cara um pouco tensa, se sentou sobre mim e começamos a merter daquele jeito ela abraçou minha cabeça gemendo, encostou a boca no meu ouvido:
- Eu queria te fazer gozar com a boca - eu continuei estocando e sentido ela rebolar e aumentar os gemidos quando apertei a bunda dela.
- Voce vai fazer amor, só vamos fazer assim um pouco - ela continuou gemendo e rebolando, eu virei jogando ela sentada no sofá, me levantei rápido e puxei o rosto dela e ela só abriu a boca e começou a me chupar da mesma forma que a anterior sem colocar o pau todo na boca movendo a língua, comecei a me punhetar com a parte do pau que estava fora da sua boca, e ela entendeu que a pressão que ela fazia com a boca era pouca por isso eu nã tinha gozado da outra vez, ela tirou minha mão e me punhetou com a dela, ficando só com a cabeça dentro da boca e eu gozei até ela ela começar a rir e cuspir parte, babar parte e engolir uma boa parte.
Na quela noite nos chupamos mais umas vezes, e desajeitadamente desistimos de um 69 mal sucedido, vimos mais uns filmes pela manhã e fizemos mais algumas coisas durante o dia, no final da tarde levei ela na rodoviária, mas minha cabeça tinha mudado, comecei a achar que não era tão absurdo que historias aleatórias e sem sentido pudessem terminar em sexo e entendi o que era sexo, diferente do que eu tinha tido até aquele momento e sabia que ela estava com a mesma mente aberta que eu.