O calor da fazenda parecia anestesiar o tempo, mas meus olhos estavam completamente tragados pela cena à minha frente. Eu estava na sombra da varanda, teoricamente aproveitando o tédio das férias, mas minha atenção havia se fixado no cercado logo adiante.
Lá estava ele. Sem camisa, empunhando a enxada com uma cadência que me hipnotizava. O sol do meio-dia batia direto nas suas costas largas, fazendo a pele bronzeada brilhar intensa, como se estivesse sob um holofote. Cada vez que ele erguia os braços para descer a enxada na terra, os músculos dos ombros e do abdômen se contraíam em um desenho perfeito. O suor escorria em filetes pelo peito, brilhando sob a luz implacável antes de sumir na linha da cintura daquela bermuda de tactel fina.
E era impossível não olhar para a bermuda.
O tecido leve, ligeiramente colado à pele pela umidade do corpo, mudava de posição a cada golpe que ele dava no chão. O volume ali na frente — a mala nitidamente marcada a cada movimento de quadril que ele fazia para impulsionar o corpo — começou a ditar o ritmo dos meus pensamentos.
Minha mente começou a correr sem freio. Imaginei aquele corpo quente e suado colado ao meu, o cheiro de sol e de pele, a textura daquele abdômen trincado sob as minhas mãos. Senti um calafrio percorrer minha espinha e meu próprio corpo reagiu de imediato. Meu coração acelerou, a respiração ficou mais densa e a excitação começou a tomar conta de mim de forma nítida, me deixando paralisado na cadeira. Eu não conseguia desviar o olhar daquele vaivém compassado, completamente hipnotizado pelo relevo explícito na bermuda dele.
Eu estava totalmente perdido nesses pensamentos quando, de repente, o movimento parou.
Ele cravou a enxada na terra, apoiou as duas mãos no topo do cabo e passou o antebraço pela testa para limpar o suor. Seus olhos correram pelo pátio até travarem direto nos meus. Ele percebeu. Um meio-sorriso, cúmplice e relaxado, surgiu no canto de sua boca. Ele ergueu uma das mãos e me deu um aceno tranquilo.
O sangue subiu direto para o meu rosto. Senti minhas bochechas queimarem na hora. Desajeitado, dei um aceno rápido de volta e desviei o olhar para o horizonte, fingindo interesse em uma árvore qualquer, tentando desesperadamente disfarçar o embaraço e, principalmente, a reação física óbvia que aquele momento tinha acabado de despertar em mim.
O motivo de eu estar ali era simples: fugir da merda que minha vida tinha virado. Faculdade caótica, cidade grande me sufocando e um término que me deixou com a cabeça e o saco doendo. Meus pais me mandaram pra fazenda do tio pra "respirar ar puro". O que eles não sabiam é que o verdadeiro motivo pra meu pau ficar latejando era o peão que trabalhava no cercado.
Entrei no quarto ainda com o corpo quente, o cheiro dele impregnado na minha mente. Fechei a porta do banheiro, arranquei a roupa e liguei o chuveiro. A água fria bateu na pele, mas meu pau já estava duro pra caralho, apontando pra cima, latejando.
Fechei os olhos e a imagem dele voltou forte: peito bronzeado brilhando de suor, braços grossos segurando a enxada, e aquela bermuda molhada colada no corpo, marcando o volume pesado da rola grossa e das bolas cheias. Porra, na minha cabeça o filho da puta era um animal.
Passei sabonete na mão e agarrei meu pau com força, começando a bater uma punheta gostosa l. A espuma escorregava enquanto eu imaginava aquelas mãos calejadas. Mão grande, pesada, apertando minha rola com vontade. Fantasiei ele me prensando contra a parede do box, o corpo suado e cheirando a mato, suor de macho me esmagando.
"Abre essa bunda pra mim, seu viadinho", eu imaginava ele rosnando no meu ouvido enquanto enfiava a rola grossa entre minhas nádegas.
Acelerei o movimento, punhetando com raiva, apertando a cabeça inchada a cada subida. Meu pau escorria baba que ia se misturando com a espuma, tornando tudo mais molhado e barulhento. Meu quadril fodia minha própria mão, imaginando que era o pau dele me arrombando. Queria sentir aquele volume todo me abrindo, me enchendo até o talo, batendo fundo enquanto ele me chamava de putinha.
Minhas pernas tremiam. Apertei mais forte, batendo só na cabeça agora, rápido e curto, o saco encolhendo. O tesão subiu como uma porra de avalanche. Gemi alto, sem conseguir segurar, e gozei pra caralho — jatos grossos e fortes batendo na parede do box, escorrendo branco enquanto meu cu piscava de tanto tesão. Continuei punhetando até a última gota, o corpo todo convulsionando.
Fiquei ali, testa encostada no azulejo frio, água caindo nas minhas costas, pau ainda semi-duro na mão. Sabia que aqueles dias na fazenda não iam ser de descanso.
Fiquei ali, com a testa encostada no azulejo frio e a água correndo pelas minhas costas, enquanto o pau ia amolecendo lentamente na minha mão. O rastro branco da gozação se misturava à espuma no chão do box, sumindo pelo ralo. À medida que o transe do tesão bruto ia passando e a adrenalina baixava, a realidade caiu como uma tonelada de chumbo nas minhas costas.
Uma onda súbita de culpa me atingiu em cheio, daquelas que dão um nó no estômago.
Olhei para o ralo e senti uma vergonha profunda de mim mesmo. Que porra era aquela? Eu tinha acabado de passar um tempo trancado, esfolando o pau com toda a raiva do mundo, implorando mentalmente para ser arrombado por outro homem. As palavras que imaginei — ele me chamando de viadinho, me prensando, me possuindo com força — continuavam ecoando na minha cabeça, mas agora não davam tesão; davam nojo de mim mesmo.
Eu passei a vida inteira tentando me convencer de que era um cara normal, dentro dos eixos, e a primeira oportunidade que tive de ficar isolado numa fazenda, longe de tudo, minha mente descambou para a maior safadeza gay possível. Eu não conseguia aceitar que tinha desejado aquilo com tanta força, que meu corpo tinha respondido daquele jeito tão violento e explícito ao corpo de outro homem. Pensar que eu queria a rola daquele peão me rasgando por dentro me fez sentir um lixo, como se eu estivesse quebrando uma barreira que nunca mais conseguiria consertar.
Fechei o registro do chuveiro com força, querendo sumir dali. O silêncio que se seguiu no banheiro pareceu amplificar o tamanho do meu erro. Me apoiei na pia, olhando para o espelho embaçado, me sentindo completamente sujo. Eu tinha vindo para o interior para limpar a cabeça do caos da cidade, mas parecia que tinha uma podridão dentro de mim que eu nem conhecia.
Como é que eu ia encarar aquele peão amanhã? Como é que eu ia olhar na cara do meu tio, dos meus pais, sabendo o tipo de homem que eu estava desejando ser ali dentro? O prazer tinha evaporado por completo, deixando no lugar apenas o peso sufocante de saber o que realmente tinha me dado tanto tesão.
A janta foi servida na mesa pesada de madeira da copa, sob a luz amarela e fraca da lâmpada. Meu tio devorava o arroz, feijão e carne de panela com apetite de quem ralou o dia todo. Eu mal conseguia comer. A culpa da punheta no banho ainda pesava, mas o tesão enrustido falava mais alto.
— Tio… — comecei, tentando soar casual. — Quem é aquele rapaz que estava limpando o cercado perto da varanda hoje? O de bermuda azul.
Meu tio parou a garfada no meio do caminho, mastigou devagar e me olhou com aqueles olhos experientes, um sorriso de canto se formando.
— Aquele é o Jeremias. Filho do encarregado. Rapaz forte, trabalhador pra caralho. — Ele deu uma risadinha baixa. — Por quê? Ficou reparando nele, foi?
Senti o rosto queimar na hora.
— Só curiosidade… o ritmo dele é puxado — gaguejei, voltando os olhos para o prato.
Depois que terminamos e a mesa foi limpa, ficamos só nós dois na cozinha. Meu tio pegou a garrafa de cachaça, serviu um copo caprichado para ele e se largou na cadeira de plástico, abrindo bem as pernas, relaxado do jeito que homem do campo fica quando não tem mulher por perto.
O shorts de sarja velho e largo subiu pelas coxas grossas dele. Eram pernas pesadas, peludas até os joelhos, com aqueles pelos pretos e grossos cobrindo a pele bronzeada de sol. Ele enfiou a mão grande por dentro do shorts sem o menor constrangimento, coçando o saco demoradamente, com o barulho da pele no tecido. O movimento deixou tudo bem marcado: a mala dele era pesada, volumosa, um pacote grosso que esticava o tecido fino. Dava para ver o contorno do pau semiduro descansando de lado, comprido e grosso, junto com as bolas cheias que ele mexia sem pressa, ajeitando tudo com a mão aberta.
— O interior é assim mesmo, Daniel… — disse ele com a voz rouca, arrastada pela cachaça, sem tirar a mão de dentro do shorts. Continuava mexendo devagar no volume, apertando o saco e passando o polegar por cima da rola, por cima do pano. — Calor danado, a gente isolado o dia inteiro… o corpo cobra. Tu veio para relaxar, né?
Ele tomou um gole grande, me olhando de cima a baixo sem disfarçar. O shorts tinha subido ainda mais, revelando a parte interna das coxas grossas e peludas, a pele brilhando levemente de suor. A mala continuava bem visível; o pau dele parecia ter engrossado um pouco com o manuseio, marcando um volume obsceno contra o tecido gasto.
— Menino bonito feito tu não precisa ficar passando aperto aqui não — continuou, com um sorriso safado e direto. — Se o corpo está pedindo, o tio resolve. Pode falar sem vergonha. Quer uma mãozinha para aliviar essa tensão da cidade? Ou quem sabe mais que isso… Eu não me incomodo. Aqui na fazenda a gente faz o que precisa ser feito.
Ele deu dois tapinhas pesados na própria coxa, a carne grossa tremendo com o impacto, e deixou a mão parada ali, bem perto da virilha, ainda com os dedos roçando de leve no volume da rola.
O silêncio na cozinha ficou ainda mais denso, cortado apenas pelo zunido dos insetos ao redor da lâmpada. Eu não conseguia mover um músculo, com os olhos travados nas mãos daquele homem.
Sem pressa, a mão grande e calejada do meu tio mudou de posição. Em vez de continuar por cima do pano, os dedos grossos subiram direto pela barra larga do shorts de sarja, entrando de vez pela perna da bermuda. Com a perna bem aberta na cadeira, o tecido esticou de um jeito que abriu um vão generoso. Dali de onde eu estava, dava para ver perfeitamente a lateral de uma cueca de algodão cinza, já meio desbotada e frouxa pelo uso, que mal conseguia segurar o peso do que estava ali dentro.
Ele começou a coçar o saco com vontade, os dedos subindo pela pele da virilha peluda. O barulho da mão dele raspando entre os pelos e o pano da cueca parecia alto demais naquele espaço fechado. Ajeitou as bolas pesadas para o lado e, logo em seguida, fechou a mão aberta ao redor do pau semiduro, apertando a carne grossa com firmeza.
Depois disso, ele simplesmente relaxou o corpo para trás. Encostou a cabeça na parede da cozinha, soltou um suspiro demorado e fechou os olhos, como se estivesse cochilando depois de um dia exaustivo de serviço. Mas a mão continuou ali, cravada no meio das pernas, segurando a rola por dentro do shorts, mantendo o volume esticado para cima e completamente exposto para mim.
Ele ficou imóvel, respirando devagar, com o peito subindo e descendo, deixando claro que não tinha a menor pressa de sair daquela posição, esperando pacientemente para ver qual seria o meu próximo passo.
Minha garganta estava seca, os olhos alternando entre o rosto do meu tio, de pálpebras fechadas, e a mão dele sumindo para dentro da bermuda, apertando aquela rola semidura. Eu precisava de um choque de realidade, de qualquer coisa que quebrasse aquela tensão absurda.
— E a… e a minha tia? — perguntei, a voz saindo quase num sussurro, num fio de tentativa de trazer alguma moralidade para o espaço.
Meu tio nem se mexeu. Não abriu os olhos, não mudou o ritmo da respiração lenta. Apenas deu um sorriso de canto, com os dentes amarelados aparecendo de leve, enquanto a mão dava mais uma ajeitada bruta no saco por dentro do pano.
— Tua tia dorme feito pedra, Daniel… Deu dez da noite, aquela ali morre pro mundo. Pode cair a casa que ela não acorda — respondeu, a voz saindo arrastada, grossa de cachaça e de safadeza.
Houve uma pausa. O silêncio voltou por alguns segundos, mas a mão dele continuava ali, trabalhando devagar, fazendo o tecido da bermuda se mover. Então, ele soltou uma risada baixa, um ronco no peito que me fez arrepiar.
— Homem no campo não pode passar aperto, meu filho. Quando o calor aperta e o tesão vem vindo daquele jeito bruto, a gente alivia em qualquer buraco que aparecer na frente. Não tem essa de frescura, não.
Ele deu mais uma apertada firme no pau, mudando um pouco de posição na cadeira para deixar o vão da bermuda ainda mais aberto, expondo a cueca cinza cinzenta.
— Já cansei de ir pro pasto na calada da noite quando o bicho tava pegando fogo. Já meti muito na égua mais nova da fazenda, lá nos fundos do estábulo, com o bicho amarrado no escuro. O negócio é descarregar o leite. E agora, com tu aqui na minha frente… — ele finalmente abriu os olhos, fixando aquelas pupilas escuras e injetadas de cachaça direto na minha cara, com um sorriso completamente pervertido. — …com essa carinha de menino limpo da cidade, tu acha mesmo que eu vou te deixar passar vontade?
Eu me levantei da mesa, as pernas meio moles de nervoso.
— Tô bem cansado, tio. Vou dormir. Valeu pela janta.
Mal dei dois passos em direção ao corredor quando senti a mão dele agarrar meu braço com força bruta. Dedos calejados cravaram na minha pele e me puxaram de volta com um puxão seco, quase me fazendo perder o equilíbrio.
— Aonde você pensa que vai? — A voz dele saiu baixa, rouca, sem deixar espaço pra discussão. Ele continuava sentado, mas me segurava firme, me olhando de baixo com aqueles olhos estreitados e frios.
— Tio, eu...
— Cala a boca. — Ele apertou mais o meu braço, me puxando com violência até eu ficar preso entre as pernas dele abertas. — Para de me tratar feito idiota, moleque. Eu vi o jeito que você ficou o dia inteiro olhando pro Jeremias, babando feito cadela no cio. Acha que eu não percebo essas coisas?
Ele soltou meu braço só pra subir a mão grande direto pra minha nuca, apertando com força e forçando meu rosto pra baixo, bem perto da virilha dele. O cheiro forte de homem suado e cachaça subiu forte. O volume grosso da rola dele já estava marcando o shorts, latejando e crescendo bem na minha frente.
— Tu veio pra fazenda com fome de rola, não foi? — sussurrou ele, a voz baixa e manipuladora, quase colada no meu ouvido. — Menino da cidade, todo fresquinho… chega aqui e fica com o cu piscando pra macho de verdade. Eu sei exatamente o que você precisa. E eu vou te dar, quer você admita ou não.
Ele abriu mais as pernas, empurrando o quadril pra frente na cadeira. A mala pesada dele ficou ainda mais obscena, o pau grosso inchando rápido contra o tecido fino, quase roçando meu queixo.
— Cai de boca logo, porra — rosnou, apertando minha nuca com mais força, a ponto de doer. Ele pressionou meu rosto contra o volume quente e duro. — Para de frescura e chupa essa rola. É isso que você quer desde que chegou. Então para de fingir e bota pra dentro da boca.
Os dedos dele se enroscaram no meu cabelo, puxando com firmeza. Ele deu um riso baixo, sacana e cruel.
— Vai… abre essa boca agora. Ou você quer que eu te obrigue de verdade?
Eu cedi.
Abri a boca e ele não hesitou. Empurrou o quadril pra cima com força, enfiando a rola grossa até o fundo de uma vez. A cabeça inchada esticou minha garganta e eu engasguei forte, os olhos marejando instantaneamente.
Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha boca com estocadas pesadas e ritmadas. Meu nariz afundava nos pentelhos grossos e molhados a cada descida, o cheiro forte e almiscarado dele me dominando completamente. O saco pesado batia forte contra meu queixo, a pele quente e enrugada se espremendo ali a cada vez que ele enterrava tudo.
As lágrimas rolavam pelo meu rosto sem parar. Eu tentava respirar, tossia, babava grosso pelo canto da boca, mas ele não dava folga. Meu próprio pau estava latejando dentro da calça, duro pra caralho, pulsando junto com cada estocada que ele dava na minha garganta.
— Para… tio… por favor… — implorei rouco, a voz saindo abafada e patética em volta da rola.
Ele só grunhiu, acelerando o ritmo, segurando minha cabeça firme enquanto metia mais fundo e mais rápido. O saco dele batia com força contra meu queixo molhado de baba, o pau inchando ainda mais dentro da minha boca.
De repente ele soltou um gemido gutural longo, pressionou minha cabeça com toda força contra a virilha e gozou. Jatos grossos e quentes explodiram direto na minha garganta. Eu engasguei violentamente, tentando engolir, mas era demais — parte do gozo escorreu pelo canto da boca, misturado com saliva, enquanto ele continuava pulsando e esvaziando tudo, gemendo baixo de prazer.
Ele segurou minha cabeça ali por mais alguns segundos, espremendo até a última gota, antes de finalmente puxar a rola devagar, deixando um rastro branco e grosso nos meus lábios.
Eu caí para o lado na terra batida do chão da cozinha, tossindo forte e tentando recuperar o fôlego que ele tinha acabado de me tirar. Limpei a boca com as costas da mão tremendo, olhando o rastro viscoso e quente na minha pele. Meu peito subia e descia numa velocidade absurda, e as lágrimas ainda borravam a minha visão.
Meu tio deu um suspiro longo, jogando a cabeça para trás na cadeira de plástico, completamente relaxado. Ele olhou para baixo, para a rola que começava a murchar, coberta pela minha saliva, e depois fixou os olhos em mim. O sorriso sacana tinha voltado, mas agora vinha acompanhado de uma satisfação brutal, de quem tinha conseguido exatamente o que queria.
— Viu só? — ele disse com a voz ainda mais rouca, ajeitando o pau de volta para dentro da cueca frouxa e puxando o shorts para cobrir o estrago. — Não doeu nada. Bastava parar de frescura. Você precisava disso para descarregar esse nervosismo todo da cidade.
Eu continuei de joelhos, estático, sentindo o sêmen dele secar no meu rosto e o meu próprio pau ainda latejando, duro como pedra dentro da calça, uma reação física que eu não conseguia esconder e nem controlar. A humilhação de estar ali no chão e o choque daquela violência sexual explícita se misturavam a um tesão vergonhoso que me sufocava por dentro.
Ele se levantou da cadeira, ajeitou a bermuda e deu um passo, parando bem do meu lado. Olhou para o volume nítido na minha virilha e deu um chute leve, de brincadeira, na lateral da minha coxa.
— Agora limpa essa cara e vai para o quarto terminar o serviço com a sua mão — ele soltou uma risada baixa, rústica, caminhando em direção à porta dos fundos que dava para o quintal escuro. — Amanhã o dia começa cedo. E não se preocupa… o tio sabe guardar segredo.
Fim da parte um, comentem se querem continuação... Muito obrigado por ler.
