🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

Arrombada por Desejo Repressado

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 1052 palavras
Data: 23/07/2026 00:50:57

Meu nome é Aline. Tenho 26 anos, 1,75m de altura, corpo esguio e elegante, quase sem curvas exageradas. Meus seios são pequenos e firmes, coroados por mamilos rosados que endurecem ao menor toque e ficam absurdamente sensíveis. Minha bunda é miúda, empinada e redonda, minhas coxas são longas e finas, assim como minhas pernas que parecem infinitas. Minha pele é clara como porcelana, marcada por sardas sutis nas coxas e nos ombros. Meu rosto é delicado, quase de boneca: olhos castanhos grandes e expressivos, sempre com um véu de timidez, cabelos pretos sedosos caindo retos até a cintura e lábios carnudos que eu mordo quando fico nervosa. No escritório sou a mulher calada, séria, que usa blusas soltas e saias retas para esconder o corpo. Ninguém imagina que por trás dessa fachada existe uma mulher casada há cinco anos, insatisfeita, com um desejo latejante por intensidade.

Há meses mantenho um caso secreto com o Marcelo. Ele se separou recentemente e, desde então, a gente vem se encontrando sempre que possível. Hoje de manhã, no trabalho, o tesão estava insuportável. Quando ninguém estava olhando, me aproximei dele discretamente e sussurrei bem perto do seu ouvido:

— Depois do expediente eu vou direto pra sua casa. Quero que você me destrua hoje. Sem limite. Quero tapas na cara, nos meus peitinhos, na minha bucetinha… quero que você me sufoque, me arrombe os dois buracos e me faça implorar. Me trata como sua puta particular, Marcelo. Por favor.

Ele me olhou com surpresa e excitação, apenas concordou com a cabeça. O resto do dia eu mal consegui me concentrar, minha calcinha já estava encharcada só de imaginar.

Assim que cheguei na casa dele, fechei a porta atrás de mim e olhei para ele com os olhos castanhos cheios de desejo reprimido.

— Marcelo… eu não quero carinho hoje — minha voz saiu baixa, quase tremendo de excitação. — Eu quero que você me use como uma vadia. Me bate, me sufoca, me fode com força… por favor, não tenha pena de mim.

Ele sorriu.

— Você realmente quer isso, Aline?

— Quero. Quero tapas fortes na cara, quero que você estapeie meus peitinhos até ficarem vermelhos, quero tapas na minha bucetinha molhada. Quero sentir sua mão marcando minha pele clara. Me faz chorar de tesão, por favor.

Marcelo me puxou pelos cabelos longos com força e me jogou de joelhos no chão da sala. Abri a boca ansiosa, língua para fora. Ele tirou o pau grosso e pesado, bateu várias vezes na minha língua e enfiou até o fundo da minha garganta.

— Engole tudo, sua vadia casada — rosnou ele.

Eu gemi alto com o pau dentro da boca, babando sem controle enquanto ele fodia minha garganta com estocadas brutas e profundas. As lágrimas escorriam pelo meu rosto delicado, borrando minha maquiagem. Ele deu o primeiro tapa forte na minha cara. Meu corpo esguio estremeceu inteiro.

— Mais! Bate mais forte no meu rosto! — pedi assim que ele tirou o pau por um segundo. — Quero ficar com a marca da sua mão.

Ele estapeou meu rosto várias vezes, alternando lados. Meu rosto ficou vermelho e quente. Depois agarrou meus cabelos e voltou a foder minha garganta com violência, cuspindo na minha cara enquanto eu engasgava e babava excessivamente.

Ele me levantou, rasgou minha blusa social e jogou meu corpo no sofá. Chupou meus mamilos rosados com força, mordendo levemente, depois começou a dar tapas duros e repetidos nos meus seios pequenos.

— Ai, meu Deus! Bate mais forte nos meus peitinhos! Quero ficar marcada por dias! — implorei, gemendo alto, o corpo se contorcendo de prazer.

Ele estapeou meus seios com força, deixando as marcas vermelhas na pele clara. Depois me virou de bruços, levantou minha saia e deu tapas pesados na minha bunda miúda e empinada.

— Abre bem as pernas pra mim.

Eu abri. Ele deu um tapa forte e direto na minha buceta encharcada. Eu gritei.

— Mais! Estapeia minha bucetinha, Marcelo! Quero ficar vermelha e inchada! Por favor, não para! — supliquei, rebolando desesperadamente contra a mão dele.

Marcelo estapeou minha buceta várias vezes, cada tapa molhado e sonoro. Eu estava pingando. Ele enfiou três dedos grossos na minha buceta e meteu com força enquanto continuava estapeando.

Em seguida, me virou de frente, abriu minhas pernas ao máximo e enfiou o pau inteiro na minha buceta de uma vez só. Começou a me foder com estocadas brutais e profundas. Uma das mãos apertava meu pescoço com força.

— Sufoca mais forte! Aperta meu pescoço enquanto me fode! — pedi, quase sem ar. — Quero sentir que sou sua.

Ele apertou meu pescoço enquanto metia fundo, os tapas voltando nos meus seios e na cara. Eu gozei pela primeira vez, tremendo violentamente, minha buceta apertando o pau dele.

— Quero no cu agora… — implorei, ofegante. — Me arromba o cuzinho, por favor. Quero sentir os dois buracos sendo usados.

Marcelo cuspiu no meu cuzinho apertado e foi enfiando devagar, depois com força crescente. Quando estava todo enterrado, ele voltou a estapear minha buceta e meus seios enquanto me fodia no cu com estocadas ritmadas.

— Me vira de quatro! — pedi. — Quero ser comida como uma cadela.

Ele me colocou de quatro no sofá, puxou meus cabelos longos como rédea e meteu no cu novamente, dando tapas fortes na bunda e na buceta por baixo. Depois me virou de lado, levantou uma das minhas pernas longas bem alto e alternou entre buceta e cu, sempre estapeando e sufocando.

— Troca de buraco de novo! Me fode os dois sem parar! — implorei, a voz rouca. — Quero sentir dor gostosa.

Ele obedeceu, alternando sem parar, me fazendo gozar mais uma vez. Meu corpo esguio estava suado, marcado e tremendo.

No final, ele me colocou de joelhos no chão da sala. Segurou meu cabelo com força e começou a bater o pau grosso na minha língua.

— Abre bem essa boquinha de casada safada. Quero gozar tudo aqui dentro.

Eu obedeci, língua para fora, olhos castanhos cheios de submissão. Marcelo gozou com força. Jatos grossos, quentes e abundantes encheram minha boca, transbordaram pelos cantos dos meus lábios carnudos e escorreram pelo queixo até meus seios pequenos e marcados. Eu mantive a boca aberta, mostrando tudo para ele, depois engoli devagar, gemendo de satisfação profunda.

— Obrigada… — sussurrei, a voz rouca, o rosto todo lambuzado. — Isso foi exatamente o que eu precisava. Me use sempre assim, por favor.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 9 estrelas.
Incentive AndressaMR a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

eu adorei o seu desabafo e amo tudo isto, tenho uma ficante submissa, adora levar tapas na bunda e na pepeca, adoraria conversar com vc e caso interessar é só me chamar neste email: euamoavida2020@gmail.com

0 0
Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →