O celular continuou brilhando na mesinha de cabeceira por mais alguns segundos até a tela apagar de vez. Eu engoli seco, bloqueei o aparelho com o coração batendo um pouco mais forte e coloquei ele exatamente no mesmo lugar onde estava, fingindo que nada tinha acontecido. Se a Vanessa quisesse me contar sobre esse tal de Ricardo, que fosse por conta dela. Eu não ia estragar a vibe daquela putaria toda por causa de um fantasma do passado que Rio de Janeiro — pelo menos não agora.
Ouvi o barulho do chuveiro no banheiro, abafado pelo som da água. Da suíte do quarto.
Poucos minutos depois, a porta do banheiro abriu e a Vanessa saiu enrolada na toalha, com o cabelo molhado grudado no pescoço e a pele ainda corada de tesão. Ela passou a mão no rosto, me viu sentado na cama com uma cara meio aérea e abriu um sorriso de canto de boca, caminhando rebolando na minha direção.
— E aí, meu amor? Ficou traumatizado com a safadeza? — ela perguntou, jogando a toalha de qualquer jeito na poltrona e subindo na cama pra se encaixar no meu colo, colando o corpo pelado no meu peito.
Eu abri um sorriso disfarçado, passei a mão pela cintura dela e apertei a bunda redonda, sentindo o calor dela deixando meu pau duro de novo.
— Trauma? De jeito nenhum, você sabe que eu adoro essa safadeza— eu respondi, dando um beijo no pescoço dela e ignorando completamente a mensagem do Ricardo que tava ali, guardadinha na memória do celular. — Só tô pensando em como você é abusada.
A Vanessa riu alto, dando um tapinha no meu peito,
A Camila e o Mauro entraram no quarto parecendo que tinham acabado de ganhar na loteria. O Mauro tava com a toalha amarrada na cintura, o peito largo brilhando de água, e a Camila vinha logo atrás, usando só uma camiseta larga dele que mal cobria a metade das coxas, com um sorriso de orelha a orelha.
— E aí, os pombinhos vão ficar só de chamego ou ainda vai rolar muita putaria? — o Mauro soltou, rindo de um jeito provocador, jogando o peso do corpo na beirada da cama.
A Vanessa, ainda sentada no meu colo, deu uma rebolada leve, roçando o corpo dela direto no meu pau que já tava começando a acordar de novo. Ela olhou pro Mauro com aquela cara de quem topa qualquer loucura.
— Depende de vocês, grandão. Você ta louco para ver sua namoradinha levando no cuzinho de novo?
Se vocês realmente quiser, dá pra virar a noite inteira — a Vanessa respondeu, mordendo o lábio e me dando um selinho rápido.
A Camila deu a volta na cama, subiu pelos pés e se encaixou do outro lado, colando a bunda dela bem na minha perna. Ela puxou o Mauro, trazendo ele pra perto num beijo estalado.
— Eu não tô cansada nem um pouco — a Camila sussurrou na boca dele, com a voz manhosa. — Aliás, o Mauro disse que quer ver mais uma coisinha... ele quer ver a minha irmãzinha sentada em cima do pau dele também, para ver se ela é gostosa igual eu.
O Mauro soltou uma risada rouca, olhando fixamente para a Vanessa no meu colo e depois para a Camila colada na minha perna. O grandalhão passou a língua pelos lábios, com o pau marcando forte debaixo da toalha.
— Se for pra ver a sua irmã rebolando em cima de mim, eu não recuo nunca — o Mauro disparou, com a voz grossa e cheia de fome. — Quero ver se ela aguenta o tranco do mesmo jeito que você, Camila.
A Vanessa deu um sorriso de canto, empinou um pouco mais o corpo e se ajeitou bem em cima da minha virilha, sentindo o meu pau pulsar duro contra a buceta dela.
— Ah, grandão? Quer comer minha buceta? — a Vanessa provocou, olhando para o Mauro com um brilho de puro deboche nos olhos. — Não vai chorar pedindo arrego quando eu começar a quicar na sua cara, hein?
A Camila deu uma risadinha safada, puxando o Mauro pelo braço e fazendo ele se deitar de costas na cama, bem no meio da safadeza.
— Sobe logo na pica dele, Vanessa! Mostra pro Mauro do que você é capaz, enquanto o Rafa me agarra aqui do lado! — a Camila pediu, já se ajeitando de quatro na minha frente, empinando a bunda redonda e pronta para receber o meu pau de novo.
A tensão no quarto foi lá no alto na mesma hora. A Vanessa levantou do meu colo devagar, rebolando para provocar, e montou em cima do Mauro, encaixando o corpo dela direto no pau dele. O Mauro soltou um gemido estalado quando sentiu a Vanessa apertar ele inteiro, enquanto eu agarrei a cintura da Camila, pronto para enterrar tudo de novo.
O Mauro segurou a cintura da Vanessa com força assim que ela quicou, soltando um gemido longo que ecoou pelo quarto todo.
— Caralho... você é apertada pra caralho, Vanessa! — o Mauro falou, com a voz falhando de tesão, os olhos virados para cima enquanto ela começava a descer e subir num ritmo frenético.
Do meu lado, a Camila já estava empinando a bunda bem na minha cara, implorando para eu não perder tempo.
— E aí, Rafa? Vai ficar só olhando a minha irmã montar no Mauro ou vai enterrar esse pau todo no meu cuzinho de novo? — a Camila provocou, olhando para trás com a boca entreaberta e os olhos brilhando de luxúria.
Eu não pensei duas vezes. Segurei a cintura dela com firmeza, alinhei a cabeça do meu pau na entrada que ainda guardava o leite da minha última gozada e fui empurrando de uma vez só, bem fundo. A Camila soltou um grito abafado no travesseiro, contraindo o corpo inteiro enquanto eu começava a socar sem dó.
O quarto virou uma loucura de barulho de carne batendo, respiração pesada e gemidos altos. A Vanessa não aliviava em cima do Mauro, quicando com tudo e rebolando para tirar o fôlego do mauro, que gemia que mais parecia um urso, totalmente perdido no meio da bucetinha apertada da Vanessa.
— Isso! Fode ela, Rafa! — o Mauro gritava, olhando para mim enquanto a Vanessa rebolava. — Acaba com o cuzinho da Camila!
O quarto parecia que ia pegar fogo com o barulho da carne batendo e os gritos de tesão. A Vanessa não dava folga em cima do Mauro, quicando sem parar e rebolando com uma força que fazia o cara revirar os olhos e gemer igual a um bicho.
Eu estava logo ao lado, socando o meu pau fundo no cuzinho da Camila, que gemia sem parar no travesseiro, com o corpo todo suado e tremendo de prazer.
— Isso, Rafa! Mete no meu cuzinho! — a Camila gritava, empinando a bunda ainda mais para facilitar as minhas estocadas. — Vai fundo, não para não!
O Mauro, babando e com as mãos cravadas na cintura da Vanessa, olhava para a cena com os olhos vidrados de loucura, puxando o ar com força pelos dentes.
— Caralho... que putaria do caralho! — o Mauro gemia, olhando para mim e depois para a Vanessa que quicava em cima dele sem dó. — Fode ela mais, Rafa! Acaba com o cuzinho dela!
A Vanessa jogou a cabeça para trás, rindo da cara de desespero do cara, e acelerou o ritmo ainda mais, rebolando com tanta força que o som dos corpos batendo abafava quase tudo.
— Tá gostando, né, seu safado? — a Vanessa provocou, descendo com tudo na rola dele. — Você queria ver a safadeza, agora aguenta o tranco até o dia clarear! A gente não vai parar nunca!
A gente virou o quarto do avesso. A putaria não parava por nada. A Vanessa saiu de cima do Mauro e veio pro meu colo, enquanto eu puxava a Camila pra gente trocar de posição, grudando os corpos num suor só. A gente foi pra beirada da cama, depois pro chão, eu comendo a Vanessa de quatro enquanto o Mauro comia a Camila na nossa frente, trocando de parceira no meio do fogo, sem frescura nenhuma.
Era pau entrando, buceta molhada estalando e cuzinho apertado gemendo em cada canto daquele quarto. O Mauro tava completamente maluco, comendo a namorada e a irmã dela, sem saber mais quem era de quem. A Vanessa rebolava na minha cara com uma força que parecia que ia arrancar a minha alma, e a Camila gemia o meu nome misturado com o do Mauro, implorando por mais.
— Vai, A gente vai gozar junto agora, caralho! — a Vanessa gritava, puxando o meu cabelo e me beijando com gosto de puro tesão.
O ritmo virou uma loucura total. Eu comecei a estocar mais fundo, a Vanessa quicando sem respirar, e o Mauro colou na Camila dando as últimas investidas brutas que faziam a cama ranger inteira.
A contagem regressiva pro final foi um caos de gritos e gemidos abafados.
— Eu vouu...! Vou gozar! — a Camila gritava, travando o corpo inteiro.
— Eu também, caralho! — o Mauro urrava.
— Goza na minha boca, Rafa! Goza em mim! — a Vanessa implorava.
Foi um estouro coletivo. O Mauro despejou a porra dele na Camila, a Vanessa gozou se masturbando e engolindo o meu jato quente garganta abaixo, enquanto eu socava fundo nela, e a Camila descarregou tudo de uma vez só com o corpo tremendo.
A gente despencou na cama, completamente destruídos, suados e sem conseguir mexer um músculo sequer. No meio daquela safadezs de lençóis molhados e corpos grudados, os quatro capotaram ali mesmo, dormindo abraçados com o cheiro de sexo.
O sol já batia forte na janela quando o relógio na parede marcou 12:30. O primeiro a abrir os olhos foi o Mauro. Ele espreguiçou o corpo todo dolorido, olhou para a zona que estava o quarto e decidiu que já tava na hora de matar a fome da turma.
Sem perder tempo, ele sacudiu o braço de todo mundo na cama.
— Acorda, Rafa! Acorda, Camila! Acorda, Vanessa! Levanta, porra, já é meio-dia e meia! — o Mauro falava rindo, todo animado.
A gente foi abrindo os olhos no sufoco, ainda com a cabeça pesada da noite anterior e o corpo colado de suor. A Vanessa resmungou, puxando o lençol pra tapar o rosto, enquanto a Camila esfregava os olhos, tentando entender onde tava.
O Mauro tava com o celular na mão, com aquela cara de quem aprontou alguma, e soltou a bomba:
— Já pedi a comida, rapaziada. O bom é que o entregador disse que já sabe o endereço, ele falou que já conhece vocês.
Nessa hora, o sangue sumiu do meu rosto. Eu fiquei completamente branco, sentindo um calafrio subir pela espinha. Quando virei o pescoço devagar para olhar para a Vanessa, ela estava mais pálida que um fantasma, com os olhos arregalados olhando para o nada.
O Mauro soltou uma gargalhada alta, apontando o dedo pra nossa cara, achando aquilo a melhor piada do mundo.
— Ah, qualé! Não me diz que... — o Mauro falou, rindo tanto que quase engasgou. — Não me diz que é aquele motoboy que te comeu, Vanessa?
