Eu sou o Elias, 37 anos, branco, 1,82, 85 Kg, com aquele corpo de quem malha mas não faz dieta, ou seja, forte mas com algumas gordurinhas e sempre depiladão.
Tenho uma média loja de ferragens na minha cidade, tenho cerca de uns 20 funcionários e tenho uma condição financeira tranquila. Sou bissexual convicto, não tenho dúvidas disso, fui casado por 14 anos mas já nos divorciamos.
Depois da separação fiquei um tempo sozinho, até tentei algumas poucas aventuras com homens e mulheres mas foram péssimas, resolvi ficar de boa. O problema é que eu estava ganhando dinheiro, malhando forte, a testosterona estava batendo no teto e tinha que me aliviar na punheta, pqp, era como ter um Mustang e ter que andar só de primeira marcha.
Na minha empresa sempre gostei das coisas muito organizadas, minha relação com os funcionários sempre foi de profissionalismo e respeito, jamais daria em cima de uma funcionária, até que o Recrutamento e Seleção trouxe o Breno, futuramente Brenda, analista de marketing, recém formado, 21 anos, pele clara, cabelo preto, corpinho filé, meu ponto fraco, viadinho novinho afeminado.
Quando vi aquela delícia, sabia que teria problemas, teria que segurar muito a onda.
Estávamos implementando um departamento de marketing profissional e eu não queria estragar tudo sendo o patrão taradão dando em cima da novinha. O Breno era um viadinho tímido e reservado mas que se transformava nas reuniões de marketing, inicialmente essas reuniões tinham participação de outros setores, cerca de 4 ou 5 pessoas, mas com o tempo foi ficando só eu e ela. Nossa disposição e energia eram muito altas, planejavamos, discutiamos e botávamos pra fazer, era gostoso trabalhar dessa forma. E começou a surgir uma admiração por ela, além do tesão, que era constante, que era recíproco. Várias vezes nos flagravamos olhando para a boca um do outro, meio entregando um "eu vou beijar essa boquinha". Mas a primeira vez que ficamos foi quando dei carona pra ela, trocamos uns beijos na boca quando parei o carro, mas ficou nisso. Depois mais beijos e amassos nos dias seguintes, nossa primeira transa foi na minha casa, ela já estava tomando hormônios há um tempo e seu corpo estava uma delícia, peitinhos de pera, bunda lisinha e redondinha, pelos no peito, barriga e saco, de quem se depila com gilete, e um puta pauzão de uns 18 cm grosso, esse meio termo entre homem e mulher me deixou doido de tesão, queria comer todos os buracos dela. Começamos a nos agarrar e mostrei pra ela aquela linda imagem, nós dois pelados de paus duros nos beijando, eu corpulento, 1,82, todo depilado, com um pau de 16 cm e ela magrinha delicinha, 1,70, com um pauzão de 18 cm, com os pelos levemente crescidos em volta apontando pra cima.
Já sabíamos o que iria acontecer, botei ela de quatro na cama e chupei muito o cú dela, eu simplesmente não conseguia parar, o sabor e o cheiro daquele anelzinho estava delicioso demais. Até que ela mesma pegou o lubrificante, passou no rabo e no meu pau e se posicionou para levar rola. Encaixei atrás dela e fui encarcando lentamente, até entrar tudo, foi quando ela falou com a voz grossa, ao invés da voz fanhosa de viado: -"vai cara, mete!" Era isso que eu queria, ela sedenta por pica, comecei a bombar forte, com uns 4 ou 5 minutos chegamos num nível de prazer e putaria que eu não havia experimentado antes, era como se estivéssemos entregando tudo um ao outro, como se fossemos completamente livres e estivéssemos transando na frente de todo mundo, como se dissesemos, olhem como meu pai entra tudo no cu dele, olhem eu masturbando o pauzão dele na frente de todos enquanto a gente beija na boca, olhem como nós somos viados. Não sei ao certo quando tempo ficamos nisso, deve ter sido pouco tempo, esse tipo de prazer dura muito pouco tempo, enrabei ela gostoso, gozei muito no cu dela, ela parece que saboreando cada jato de gala dentro dela, dava uma rebolada a cada espasmo do meu pau. Foi incrível. Pouco tempo depois começamos a namorar, ela se tornou a Brenda de vez, é uma mulher incrível, que amo e admiro, que ama meus filhos como se fossem dela, e eu dedico a minha vida a fazê-la feliz como ela me faz.