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Eu e Minha Esposa Pulamos a Cerca... E o Caos Explodiu - Parte 14 - [ARCO DO FUTEBOL - PARTE 3]

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Um conto erótico de Érico
Categoria: Heterossexual
Contém 11350 palavras
Data: 03/07/2026 10:16:28
Última revisão: 03/07/2026 10:24:41

AVISO AO LEITORES: @Jromao, tem uma mensagem pra você na nota do autor ao final da história.

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CRONOLOGIA: Os eventos narrados aqui acontecem em 31 de julho de 2025 (quinta-feira).

O meu nome é Érico, tenho 28 anos. Minha esposa, Sarah, tem 27 anos. Esta é a história das confusões e puladas de cerca que aconteceram durante uns meses muito loucos em que inventamos de abrir o relacionamento sem saber direito como se faz isso e de como nós lidamos com isso.

Trabalho como analista em uma grande empresa de tecnologia. Meu corpo que nunca chamou muita atenção. Nem forte, nem magro demais, do tipo que parece comum até sem camisa. Moreno claro, cabelo escuros curto, olhos castanho-escuros. Aquele cara totalmente na média. Talvez por isso, quando conto que sou casado com a Sarah, muita gente ache que estou mentindo.

A Sarah é engenheira civil, com doutorado, e atualmente trabalha para uma daquelas construtoras gigantes. Sempre foi dedicada e responsável, mas com um senso de humor afiado que aparece quando você menos espera. Seus peitões, firmes e arredondados, tinham um tamanho perfeito. Eram cheios, sem exagero. O quadril seguia a mesma linha: elegante, proporcional, com uma bunda que, mesmo sem ser grande, sempre me deixou hipnotizado pelo jeito que encaixava nas roupas. As pernas, longas e finas, começavam em coxas esguias e firmes. Tudo nela passava uma mistura de delicadeza e provocação. Os braços finos, as mãos de dedos compridos, o rosto de traços suaves, os olhos castanho-escuros e os cabelos pretos, caindo em ondas até o meio do braço, com aquelas mechas na frente que emolduravam o rosto como se ela tivesse nascido pra ser retrato.

Eu nunca precisei de muito pra desejar a Sarah. Bastava olhar pra ela. Bastava vê-la se mexer, ou até mesmo só respirar perto de mim. E mesmo depois de anos de casados, era difícil não sentir aquele frio no estômago toda vez que ela passava do meu lado.

O nosso capítulo atual começa na quinta-feira de noite.

A praça já estava lotada quando atravessamos o cruzamento que levava a ela. Eu esperava encontrar os jogadores, alguns familiares e meia dúzia de moradores. Mas quase todo mundo do condomínio estava lá. Era bem intimidador.

Depois veio o campo. Ele tinha dimensões oficiais. Olhar o tamanho daquele gramado me fez perceber que correr cinco quilômetros no parque e sobreviver não significava que eu conseguiria acompanhar uma bola durante 90 minutos.

Os jogadores do time de branco já estavam aquecendo. O Enéias corria pelo centro do gramado. A camisa branca com detalhes azuis ficava justa nos ombros, e ele se movia com aquela facilidade irritante de quem parecia ter sido fabricado para fazer as outras pessoas se sentirem inferiores. Ao redor dele, os titulares também eram fortes, atléticos e claramente sabiam jogar.

Gerônimo e Pedro faziam passes rápidos perto da lateral. O Cleber corria alguns metros mais atrás. O Leandro participava do aquecimento com uma segurança que eu nunca tinha visto nele. Até os dois ex-jogadores mais velhos, Amarildo e Gilmar, pareciam em condições de me derrubar só com uma mudança de direção.

— Fodeu — murmurei.

A Sarah apertou a minha mão.

— Ainda nem começou.

— Eles estão só aquecendo e já parecem capazes de invadir um país pequeno.

A Natália parou ao meu lado e analisou o outro time. Ela tinha prendido o cabelo ruivo num rabo de cavalo. O uniforme preto acompanhava o corpo dela, marcando os seios firmes e a cintura. O short deixava as coxas fortes à mostra e apertava a bunda redonda cada vez que ela mudava o peso de uma perna pra outra.

— Na força, eles ganham da gente.

— Obrigado. Eu precisava muito ouvir isso antes de entrar.

— Eles têm mais jogadores fortes e mais acostumados com contato. A gente precisa jogar rápido. Bola no chão, passe curto e correr para abrir espaço.

A Sarah olhou para mim com um sorriso animado.

— Você é rápido.

— A Sarah está certa — disse Natália. — Você é provavelmente o homem mais rápido que conheço.

Olhei para as duas.

— Esse elogio, vindo de vocês duas, não parece exatamente um elogio...

A Sarah soltou uma risada e bateu com a mão no meu peito.

— Estamos falando de corrida, seu tarado.

Ela me deu um beijo rápido. A minha ansiedade diminuiu durante alguns segundos. Então olhei de novo para os jogadores do outro time e ela voltou inteira.

Do nosso lado, o Rogério já organizava as bolas perto do banco. O Carlos conversava com o Roberto. E, claro, tinha a nossa escalação femininas de reservas.

A Jéssica veio com o número 14 e o uniforme feito pro corpo atlético dela. A camisa marcava os seios cheios e a barriga definida. O short apertava as coxas fortes e a bunda arredondada. A Lorena, bronzeada, com o cabelo escuro preso e as pernas torneadas saindo do uniforme preto. A Rebecca ao lado delas, mais delicada, com a cintura fina e a bunda compacta empinada sob o short. E a Letícia por ali, cujo uniforme ressaltava suas coxas grossas e a bunda arrebitada.

— Vou dar um oi pro Miguel — disse Sarah.

Meu estômago apertou antes que eu conseguisse esconder.

— Agora?

— Ele disse que ia jogar também pelo time do Rogério.

Ela me beijou no rosto e se afastou, procurando ele. O uniforme destacava os seios grandes, as pernas longas e a bundinha proporcional dela.

A Natália ficou perto de mim, acompanhando ela de longe.

— O Miguel é a minha versão para ela — disse Natália.

— Como assim?

— Eu e você... A gente... Você sabe... Mesmo assim, eu sou amiga de vocês dois e a Sarah conseguiu superar qualquer insegurança sobre isso. Pensa no Miguel nesses termos. É um bom amigo dela que ainda vai ser teu amigo.

— Mas você e a Sarah são amigas. Eu mal conheço ele.

— Por isso mesmo você devia dar uma chance pra ele. Ele não vai roubar a Sarah de você. E, se roubar, foda-se. Você ainda tem a mim.

— Quê?

— Disse nada... Malditospensamentosintrusivos... — Ela cruzou os braços. — Naquela noite, a Sarah escolheu voltar pra casa e pra você. Ela sempre estará ao seu lado e sempre voltará pra você.

Eu sabia que a Natália tinha razão. Isso tornava tudo mais irritante. Ser irracional ficava bem mais confortável quando ninguém apontava os fatos.

A Sarah voltou com o Rogério. Ela explicou que, aparentemente, o Miguel tinha declinado a participação no jogo (AEEEE! \o/) porque teve que cobrir o plantão de um colega que teve que viajar às pressas pra visitar o pai na UTI. Dava nem pra eu xingar o cara por faltar pelo motivo mais altruísta possível.

Conversamos um pouco sobre o preparo pro jogo e, então, a expressão dele mudou severamente. Ele olhou pra nós três e pra Sarah.

— Acho que vocês dois sabem que nós precisamos conversar sobre o elefante na sala...

Eu e a Natália olhamos pra Sarah com sua camisa preta 13 e imediatamente lembramos da urucubaca. Toda vez que a Sarah assistia ao vivo uma partida de futebol, o time dela era humilhado. Ela tinha eliminado o nosso time da Libertadores e mandado nossos dois atacantes por seis meses por DM semanas antes por pura teimosia. O Rogério respirou fundo porque amava a Sarah como uma de suas melhores amigas e detestava magoá-la.

— Sarah, tem certeza de que é uma boa ideia você participar? Digo, eu agradeço muito por tudo, mas...

A Sarah fechou a cara.

— Ah, vão se foder! Eu não sou azarenta!

— Você destrói todos os times que apoia ao vivo — falei. — Você quer que eu liste o histórico?

Ela colocou as mãos na cintura. Os seios grandes pressionaram a camisa preta quando respirou fundo.

— Eu não acredito que vocês vão usar isso contra mim.

— Sarah, você foi embora daquele mata-mata na Copa do Brasil e o time empatou e virou com quatro gols depois dos 43 do 2º tempo!

— Foram acréscimos longos.

— Os seus pais te proibiram de ir aos jogos do Brasil em 2014 e tu convenceu a tia Rute a viajar contigo pra BH assistir a semifinal no Mineirão!

— O Brasil ia perder de qualquer jeito.

— Eu te levei pra um jogo do Londrina mês retrasado e o Londrina perdeu de 6 — disse Natália.

— Estavam jogando fora de casa. Normal. — Ela olhou pro Rogério com rosto choroso. — Você não vai fazer isso comigo, né? Me expulsar daqui só por causa de algumas coincidências? Eu pensei que fossemos amigos...

O Rogério estava louco pra dizer “Por favor, Sarah”, mas ele era uma manteiga derretida que coloca a emoção na frente dos fatos.

— Não. Claro que você pode ficar. Você é uma das minhas melhores amigas e sempre vou te apoiar.

Ela se virou pra mim e pra Natália.

— Vocês querem que eu vá embora?

Eu não queria passar o resto do ano dormindo no sofá. A Natália queria manter o passe livre pra transar comigo. Prioridades.

— Não, querida. Você é a minha reserva imediata, lembra? O casal de laterais direitos.

— Não, amiga. Quem vai assistir o jogo comigo se você for?

O Rogério se afastou em seguida enquanto a Sarah continuou olhando pra mim e pra Natália com aquela expressão de quem estava maquinando uma vingança. Ela pegou minha garrafa e tomou um gole sem pedir.

— Eu vou torcer por você com toda a minha força.

Antes que eu começasse a me desesperar com a lesão que sofreria, algumas mulheres se aproximaram. A Jéssica conversava com a Lorena e a Rebecca. A Tatiana estava observando o aquecimento enquanto teclava algo no celular. Ela levantou os olhos quando me aproximei.

— Oi — falei.

— Oi.

O olhar dela desceu até o número da minha camisa.

— Você vai começar jogando?

— Vou.

A Tatiana demorou um pouco, me encarando de cima a baixo, analisando todo o meu corpo.

— Certo.

A palavra veio acompanhada de uma expressão muito clara de desdém. A Tatiana mal me conhecia e já me desconsiderava paca. Na minha cabeça, ela estava pensando algo como “Me prometeram o Miguel e entregaram esse traste? Estamos fodidas...”. Mas claro que não era isso porque não tinha nem como ela conhecer o Miguel. A Sarah notou e veio ao resgaste, passando o braço pelo meu.

— Ele vai jogar bem.

— Acredito — assentiu Tatiana, tão rápido quanto alguém que queria acabar aquela discussão logo poderia.

Antes que eu pudesse responder, parte da conversa ao redor diminuiu. Um jogador do time branco vinha em nossa direção.

O Pedro era alto e largo, com braços fortes e pernas grossas de quem jogava com frequência. A camisa branca apertava no peito. Ele caminhava devagar. O Gerônimo ficou mais atrás, observando. O Cleber também olhou na nossa direção ao perceber Lisandra perto do banco. O Pedro parou diante de nós.

— O banco de vocês têm uma beleza muito maior que o nosso...

Ninguém respondeu. O olhar dele passou por Jéssica, Lorena e Rebecca. Depois desceu pelo corpo da Sarah. Eu dei meio passo à frente.

— Veio falar alguma coisa?

— Vim sugerir uma aposta.

— A partida já tem aposta — disse Jéssica.

O Pedro abriu mais o sorriso.

— Podia valer coisa melhor. O direito de comer algumas das gostosas da reserva.

Até quem fingia não prestar atenção passou a ouvir. O Pedro apontou com o queixo pra Jéssica.

— Enéias fica com essa daí. Ele sempre quis ela mesmo.

A Jéssica cruzou os braços e firmou os pés no chão pra não começar uma briga ali mesmo. O Pedro continuou, nem aí.

— O Cleber come a diarista loira. Gostosa e pobre, do jeito que o diabo gosta. Ele tinha falado que falta comer essa raba.

Foi preciso duas pra segurar a Lisandra. O Cleber gostou da proposta.

— O Gerônimo come a Lorena.

— Me deixa fora dessa que sou casado — comentou Gerônimo, que estava falando com o seu Raimundo e se afastou em seguida pra se aquecer.

— O Leandro come a Rebecca, talvez num ménage com a Eliana.

A Lorena soltou o braço da Lisandra, mas se segurou porque sabia que ele queria elas com raiva. A Rebecca ficou toda vermelha ao ouvir sobre ménage. A coitada é tão certinha que não devia saber nem o que era isso. O Pedro voltou seus olhos pra Sarah.

— E eu como essa daqui.

Meu corpo inteiro esquentou. A Sarah apertou meu braço antes que eu desse outro passo. Ela encarou o Pedro.

— Você vai passar a noite com a tua mão, igual todas as noites.

Algumas pessoas riram. O Pedro manteve o sorriso, embora os olhos tivessem endurecido.

— Lembra que você já quase deu pra mim uma vez?

— Na tua imaginação.

— Não foi assim que eu lembro.

Uma mulher surgiu entre as pessoas atrás de nós. A Carolina usava uma calça escura justa e uma camisa clara que marcava os seios grandes. Os cabelos pretos estavam soltos pelos ombros. Ela parou ao lado da Sarah.

— Deixa ela em paz, Pedro.

Ele virou pra Carolina e riu.

— Você não tem moral para defender mulher casada.

O rosto da Carolina ficou imóvel. O Pedro olhou ao redor, satisfeito com a atenção.

— Eu já comi a Carolina — anunciou, alto. — Quando ela ainda era casada.

Algumas conversas cessaram perto da grade. A Carolina continuou no mesmo lugar, embora os dedos dela tivessem se fechado.

— Fodi tão bem que ela pediu divórcio do marido. Agora, aparece aqui querendo bancar a defensora das casadas.

A Sarah soltou meu braço e foi ficar mais perto da prima. A Carolina respirou fundo. Antes que o Pedro continuasse, uma voz cansada veio do banco.

— Todo mundo tem direito a uma péssima decisão na vida — disse Jonas, que parecia exausto antes mesmo da partida começar.

— Nesse caso, duas — sussurrou Lorena, pra si mesma sem que quase ninguém ouvisse.

— Não importa se é verdade ou mentira. Na pior das hipóteses e isso aconteceu, você não passou disso pra ela. Uma péssima decisão. Insignificante. Daquelas que qualquer pessoa adulta dá de ombros, diz “acontece nas melhores famílias”, segue a vida e esquece.

O Pedro soltou uma risada.

— Até parece que vou ouvir sobre um corno. Corno! Porque eu também comi a tua mulher, seu corno!

— Eu sei. Nós temos um relacionamento aberto e ela me contou sobre você antes e depois — respondeu Jonas. — Ela também te descreveu como uma péssima decisão e que teve que fingir o orgasmo.

A Lorena cobriu a boca, disfarçando uma risada. O Pedro ficou irritado, o sorriso desapareceu.

— Já que estamos falando de mulher casada tomando decisão ruim... — Ele apontou para Sarah. — Essa aí quase deu pra mim no aniversário da Jéssica em fevereiro. Ficou peladinha e posso descrever a buceta dela pra quem quiser.

A Sarah ficou rígida.

— Isso é mentira.

O Pedro falou mais alto para alcançar quem estava atrás.

— Ela já estava com a buceta arreganhada me esperando, mas acabou dando pro velho Raimundo primeiro.

Vários rostos se viraram. Senti meu sangue subir até a cabeça. A Natália segurou meu ombro. Wagner e Rogério perceberam a confusão do outro lado do campo e começaram a vir em nossa direção. O Pedro continuou olhando para Sarah.

— Vocês ouviram? A Sarah deu pro seu Raimundo. Depois ficou sem coragem de voltar e dar pra mim.

— Eu lembraria disso — disse uma voz atrás dele.

O seu Raimundo estava quase colado às costas do Pedro. O velho usava o uniforme preto com o número 20, meiões altos e um short que parecia grande demais para as pernas magras. A cabeça calva brilhava de suor. Ele ajeitou a camisa e encarou o Pedro.

— Posso ter 70 e poucos, mas a minha memória ainda funciona muito bem.

O Pedro passou a língua pelos dentes.

— Ninguém falou com você.

— Você acabou de dizer que uma mulher casada fez sexo comigo durante uma festa de aniversário em um sítio que eu fui com minha filha, genro e neto. Falou meu nome duas vezes. Acho que estou envolvido.

O velho apontou pra minha esposa.

— Eu nunca transei com a Sarah. Ela é uma moça casada e séria. E não também não corroboro nada do que ele disse envolvendo ela.

O Pedro deu de ombros.

— Problema seu.

Seu Raimundo sorriu de um jeito calmo.

— Moço, deixa o velho aqui contar uma história também. Eu trabalhei décadas como advogado. E ainda tenho muitos contatos e gente na área que me deve favores. Eles defenderiam um caso de graça por mim.

O Pedro ficou quieto.

— Temos duas versões. Na primeira, você inventou uma história sexual sobre uma mulher casada diante de dezenas de testemunhas. Tente sustentar que isso é verdade, sem provas e vou garantir que você vai receber um processo por difamação com indenização por danos morais.

Ele fez uma pausa e levantou dois dedos.

— Na segunda, você está dizendo a verdade. Nesse caso, está anunciando para todo mundo que uma mulher jovem e bela preferiu transar com um velho de 73 anos em vez de transar com você.

Algumas pessoas atrás do alambrado começaram a rir. A risada cresceu rápido e o Pedro olhou ao redor. O rosto dele ficou vermelho. Seu Raimundo baixou os dedos.

— Escolhe a versão que deixa você menos humilhado.

O Pedro abriu a boca e desistiu. Olhou pra Sarah.

— Eu estava exagerando... Retiro o que disse.

Ele se virou e voltou pro time branco. O Gerônimo acompanhou o colega passando um sermão, enquanto o Cleber ficou parado alguns segundos encarando a Lisandra. O Vinícius percebeu e caminhou na direção dela. O Cleber decidiu ir embora antes que ele chegasse.

A tensão permaneceu no ar. A Carolina segurou a mão da Sarah.

— Você está bem?

— Estou com vontade de matar ele.

— Entra na fila — disse Lorena.

— Obrigada por ajudar — disse Sarah pro seu Raimundo.

— Eu só falei a verdade — deu de ombro o velho. — Menos a parte dos contatos, que eu blefei um pouquinho.

Semanas depois, eu soube que ele mentiu sobre ter blefado pra minimizar a carteirada. A Rebecca contou pra Sarah que o sócio principal (junto com a mãe dela) da firma dela veio falar com ela ao reconhecer o seu Raimundo em uma foto de Instagram que a Rebecca postara. E contou para Rebecca um monte de coisa do passado que o velhinho omitiu pra ela por considerar desimportante.

O chefe da Rebecca tinha sido estagiário do velho Raimundo e aprendido muita coisa com ele. Aquele velhinho aparentemente inofensivo fora, nos anos 80 e 90, o mentor de muita gente que agora era graúda e ainda era sócio de duas firmas. Nunca esteve entre os maiores da cidade por causa de seus vícios, mas tinha um apreço por mentorar as gerações seguintes. Ele morava com o Jonas e a Cinthia apenas porque não queria viver sozinho após a morte da esposa.

O velho Raimundo era uma caixinha de surpresas disfarçado de velhinho descansando seus últimos dias.

O Carlos chamou todos os titulares. Beijei a Sarah. Ela passou os braços pelo meu pescoço por alguns segundos.

— Eu te amo.

— Eu sei.

O Carlos reuniu os titulares perto do círculo central. Ele usava a camisa 10 e a faixa de capitão. E o Rogério ficou ao lado dele. Ele passou todas as instruções do nosso esquema tático. Fomos pra nossas posições. Caminhei até o lado direito da defesa. O campo pareceu crescer outra vez quando fiquei sozinho lá.

O Vinícius estava no gol. O Wagner e o Tiago se colocaram no centro. O Roberto ocupou a lateral esquerda. O Dênis e o Rogério ficaram à frente da defesa. O Carlos conversou com o Rodolfo enquanto o Jonas e o Antônio caminhavam pro ataque.

Do outro lado, Pedro me encarava perto da área central. Gerônimo abriu na ponta esquerda, justamente no meu setor. Enéias ficou alguns metros atrás deles, sorrindo como alguém que já sabia onde atacaria.

O árbitro conferiu o relógio e chamou os capitães. Carlos foi até o centro com Enéias. Os dois se cumprimentaram, a moeda foi jogada. O time de branco ficou com a saída.

Olhei pra Sarah. Ela apontou pros próprios olhos e depois pra mim, como quem dizia que estava acompanhando. A Natália bateu palmas.

O apito soou.

Comecei a partida sofrendo pelo meu lado. O Gerônimo recebia pelas minhas costas sempre que eu avançavas, arrancava e me obrigava a correr atrás dele quase toda vez. Eu até conseguia alcançá-lo, porém não sabia o que fazer em seguida. Ele cruzou duas vezes e ainda entrou na área para chutar. O nosso time graças aos outros. A pressão do time adversário estava inclemente e a gente estava sendo massacrado em campo.

O gol inevitável saiu aos 11 minutos. O Enéias puxou a marcação pelo centro e abriu pro Cleber, que cortou para dentro e chutou rasteiro. Vinícius se abaixou atrasado e frangou. Depois disso, continuamos pressionados e o Gerônimo seguiu atacando pelas minhas costas. Quando tudo indicava uma goleada histórica, o Amarildo acertou o Jonas perto do meio-campo. O Jonas caiu segurando a perna, tentou apoiar o pé e desabou outra vez, sem condições dele conseguiria continuar.

A paralisação permitiu que os jogadores se espalhassem pelo campo, tomando água e esperando. Quando me aproximei do banco, notei que o Jonas estava insistindo que a Sarah fosse com ele e a Carolina pro hospital. Isso era suspeitamente conveniente, mas como o Jonas sabia do pé-frio da Sarah?

A minha esposa podia ser teimosa, mas ela era incapaz de dizer “não” a uma pessoa indo pro hospital e ao apelo da prima. Fui até ela quando ela pegou a bolsa e se preparou pra ir. A Sarah segurou meu rosto com as duas mãos e me deu um olhar apaixonado.

— Aquele ponta tá te zoando, né?

— Mas eu vou pegar ele.

— Acho que o segredo é desistir de tentar ir atrás e seguir avançando.

— Isso é alguma metáfora que não entendi.

— Não. Só estou constatando que você é um péssimo defensor.

Nós rimos muito e ela me beijou. Segurei a mão dela antes que se afastasse.

— Manda notícia.

— Mando. Vence esse jogo. Só vai dormir na cama hoje se fizer um gol.

— Pode assistência?

— Tá bom. Um gol ou duas assistências e pode dormir na cama.

Nós rimos.

— Te amo.

— Eu te amo.

Ela tocou meu braço e foi em direção do Jonas e da Carolina, as duas carregando o Jonas até um ponto onde pudessem chamar um Uber.

Aquela paralisação permitiu o Carlos redesenhar o time todo e mudar a minha função. Ele me adiantou pela direita, com o Dênis cobrindo a parte defensiva. Pude avançar sem medo dos contragolpes do Gerônimo. Na primeira arrancada boa, fui até a linha de fundo, levantei a cabeça e cruzei entre o goleiro e a zaga. O Antônio apareceu no primeiro poste e empatou. Continuei correndo de uma área à outra, acertei mais algumas jogadas e quase entreguei um gol ao errar uma antecipação. O Vinícius me salvou e manteve o placar em 1 a 1 até o intervalo.

No começo do segundo tempo, o Antônio, o Rodolfo e a Letícia foram avançando, trocando passes. Eles me viram livres e mandaram pra mim. Vendo dentro da área, fechei os olhos, entreguei pra Deus e chutei de qualquer jeito rezando pra dar certo. A bola atravessou o gol como um cruzamento perfeito e achou a Letícia apareceu livre pra fazer 2 a 1. Pouco depois, arranquei outra vez pela direita e o Leandro chegou atrasado num carrinho. O meu pé ficou preso no gramado, o tornozelo virou e a dor veio forte. Tentei apoiar, porém a perna cedeu. Saí amparado, com gelo no tornozelo, enquanto a Natália entrava no meu lugar.

Depois que a Natália entrou, nosso lado direito virou o caminho de quase todas as jogadas. Ela pressionou o Leandro, travou as subidas dele e arrancou várias vezes até a linha de fundo, mesmo quando o resto do time já estava cansado. Eu acompanhava tudo do banco, com gelo no tornozelo e uma mistura de orgulho com nervosismo. Ela corria por nós dois e parecia decidida a gastar até a última gota de energia naquele jogo. O empate do Enéias deixou o time abalado, só que a Natália continuou atacando o lado do Leandro porque percebeu que, além de cansado e amarelado, ele não conseguia segurar ela.

Foi assim que saiu o gol da vitória. A Natália passou pelo Leandro, entrou na área e tentou encobrir o goleiro. A bola subiu, todo mundo pulou, o Luiz Alberto tentou cortar de cabeça, mas a bola quicou na bunda dela e desviou pro gol. Com o goleiro no chão e os outros dois ainda pousando do pulo de costas pro gol, ninguém tinha momento suficiente pra alcançar a bola. Um golaço de bunda da Natália. 3 a 2. Ela ainda passou os acréscimos correndo, marcando e prendendo a bola perto da lateral até o apito final. Eu já estava melhor do tornozelo graças a uma massagem curativa milagrosa do seu Raimundo e pude comemorar com todo mundo.

O árbitro quando o juiz apitou, a Natália soltou a bola e levantou os braços. Depois caiu de joelhos perto da linha.

Eu e os demais reservas entramos no campo pra comemorar. A Jéssica foi abraçar o Rogério. A Rebecca, que era muito amiga do Carlos, abraçou ele. A Lisandra pulou no Vinicius. O Rodolfo abraçou o Antônio. A Lorena saiu dando high five e comentando a partida com o Tiago e o Dênis. O seu Raimundo e o Roberto foram parabenizar o Wagner. A Andréia deu uns tapinhas nas costas do Vinicius e gesticulava sobre algumas defesas. A Letícia e a Tatiana ficaram paradas, sem saber de quem se aproximar. Como tinham muitos amigos se abraçando, eu aproveitei e dei um abração na Natália.

Depois, todo mundo cercou o Vinícius foi cercado perto da área. O Wagner e o Tiago agarraram o goleiro, dizendo que o Vinícius devia ir pra Seleção em vez de ficar trabalhando de analista. O Rogério me abraçou em um momento.

— Jogou pra caralho — disse ele. — Duas assistências! Foda pra caralho!

O jogo tinha empolgado alguns moradores dos outros condomínios. Agora, todo mundo queria disputar partidas amistosas contra o Time Rogério. Talvez com um time menor, dois tempos de 30 minutos, porque nem todo mundo tinha o ritmo pra aguentar o que rolou hoje. Mas muitos queriam se divertir também. Vários foram falar com ele.

Olhei pro outro lado do campo. Os jogadores do Time Enéias permaneciam espalhados perto do banco, com expressões muito diferentes das nossas. Poucos vieram nos parabenizar pela conquista. O Enéias continuava seguindo reclamando de um pênalti não-marcado onde todo mundo e seus cachorros viram ele se jogar no chão assim que passou pelo Rogério.

O Pedro parecia pior. Ele sentou no chão, apoiou os braços nos joelhos e ficou olhando pra comemoração. A arrogância tinha desaparecido. Quando nossos olhos se encontraram, levantei dois dedos e apontei pro placar. Ele virou o rosto e aquilo me deixou mais satisfeito do que deveria. Ele provavelmente iria querer uma vingança contra mim e a Sarah, mas foda-se.

O pessoal do nosso time e a sua pequena torcida estava se reunindo no gramado, todo mundo feliz em uma pequena multidão. Quando esbocei caminhar até lá, alguém agarrou o meu braço e me puxou em direção à saída da praça. E me puxava com pressa. Eu ainda mancava, mas o pé estava cada vez menos dolorido. Quando pude ver quem era o meu “sequestrador”, era a Natália.

O cabelo ruivo desfeito do rabo de cavalo, com umas mechas grudadas no rosto pelo suor. A camisa preta estava encharcada e colada aos seios. O short apertava a bunda redonda que tinha acabado de marcar o gol da vitória e as coxas fortes ainda estavam sujas de grama.

Ela olhava pros lados o tempo todo, como que se certificando de estarmos incógnitos no meio de uma multidão dos outros condomínios da vizinhança que também estava indo pra casa.

— Bora logo! — disse, me puxando sem diminuir a passada.

— Para onde?

— Pro teu apartamento.

Olhei pra trás. Ninguém parecia ter percebido nossa saída. Na verdade, eram tantas pessoas juntas no gramado e já estávamos numa distância tão considerável que não dava para distinguir eles no meio de tanta gente.

— O pessoal ainda tá comemorando.

— Eles vão sobreviver em ter que comemorar sem você.

A Natália apertou mais o passo e me obrigou a acompanhar. Ela pegou o celular e começou a olhar pra tela, esperando alguma notificação. Estávamos quase no prédio já.

— Você acabou de jogar quase um tempo inteiro. Podia descansar cinco minutos.

— Esperei meses, Érico. Cansei de descansar.

Em vez de passarmos pela portaria como o normal, ela usou o aplicativo que abria o portão do estacionamento pra que menos pessoas vissem. E continuou me puxando com pressa. Escutei um barulho de chegada de mensagem enquanto atravessávamos a garagem.

— Não seria melhor a gente confirmar a autorização da Sarah antes?

— A Sarah acabou de autorizar.

— Ela...

— Érico, você é meu esta noite! E eu vou lhe usar a noite inteira!

Ela só me deixou parar quando esperamos o elevador. Ainda escolheu o de serviço pra minimizar as chances de alguém nos ver.

— Eu não sei se aguento a madrugada inteira.

— Ah. Aguenta sim. A Sarah te deixou na seca por três dias pra acumular pra mim.

Eu tinha passado a semana inteira treinando, corrido por mais de uma hora e machucado o tornozelo depois de uma entrada. Por mais louco que estivesse pra comer a Natália (Pelo amor de Deus, quem não estaria louco pra comer ela? Acho que até a Jéssica e o Rogério abririam uma exceção se fosse ela), estava morrendo de medo de que não estar nas condições de corresponder a tanta expectativa. Entramos no elevador.

— É bom você não precisar de tadala. Eu quero o teu pau duro muitas vezes hoje.

Meu corpo respondeu à ameaça com uma ereção começando dentro do short. A Natália percebeu ainda não tinha soltado a minha mão e, não tão discretamente, levou a minha mão e a dele pra perto da virilha por um instante e deu uma apertadinha no volume por cima do tecido.

— Parece que ainda funciona — disse ela. O sorriso surgiu rápido e a Natália voltou as mãos pro meio pro caso da porta do elevador abrir em algum andar.

Mas como ela ia explicar a gente de mãos dadas se a porta do elevador abrisse? Acho que nessa altura, ou ela não se importava mais ou já estava fantasiando chegar com um quadro branco e slides na semana que vem com uma apresentação “Um Marido, Duas Esposas: Os Benefícios pra Sarah de Natália ser a Segunda Esposa do Érico”. Lá pelas tantas, teria algo como “A Sarah pode sair com quem quiser, o Érico não. Ele tem duas esposas gostosas pra dar conta. Não precisa de outras mulheres.”

Uma morena peituda e uma ruiva bunduda. Pra quê eu iria querer mais?

Tá. Isso era eu fantasiando. Não a Natália. Mas parecia uma troca justa, desde que a Sarah saísse com mais Robertos, Geraldos e Raimundos e menos Migueis.

Eu olhei pro corpo dela dentro do uniforme. Os seios subiam com a respiração ainda acelerada. As pernas fortes estavam marcadas pelo esforço, e a bunda que tinha decidido o jogo ficava ainda mais evidente quando a Natália olhava pra porta como se ela fosse abrir a qualquer instante.

Como não abriu, ela segurou a minha nuca e me beijou enquanto o elevador subia. O beijo veio com a mesma força que ela tinha usado no campo. A língua entrou na minha boca e a outra mão desceu até meu pau, apertando por cima do short. Segurei a cintura dela e puxei seu corpo. A Natália soltou um gemido baixo contra meus lábios. A bunda dela encheu as minhas mãos quando apertei, firme e redonda sob o tecido suado.

O elevador parou no andar do meu apartamento. Nós nos afastamos antes que a porta abrisse, pela possibilidade de alguém estar no corredor.

A Natália saiu primeiro e me puxou pelo braço, sem diminuir a velocidade. A camisa marcava os seios firmes. A calça envolvia as pernas fortes e deixava a bunda redonda ainda mais evidente. O rabo de cavalo tinha se desfeito durante o jogo, e várias mechas ruivas estavam coladas ao rosto vermelho. O corredor estava vazio. Abri a porta quase me tremendo, com o pau duraço dentro da calça. Ela me puxou pra dentro e trancamos a porta antes que qualquer porta abrisse uma fresta ou o elevador social parasse lá.

Então, ela se virou pra mim.

— Agora você é meu.

A Natália agarrou a frente da minha camisa e me beijou com força. Sua boca pressionou a minha e a língua entrou sem qualquer timidez. Em milissegundos, já estávamos entrelaçando nossas línguas com paixão e luxúria. Suas mãos passaram pelas minhas costas e apertaram a minha bunda enquanto ela empurrava o corpo contra o meu.

O suor deixava a pele dela úmida e o cheiro da Natália tomou conta da minha cabeça. Segurei a sua cintura. A camisa tinha subido um pouco, permitindo que meus dedos tocassem sua barriga lisa. Ela estava ofegante. Afastei a boca o suficiente para respirar.

— Isso vai estragar a nossa amizade...

— A gente nunca foi muito amigo mesmo — sentenciou enquanto voltava a me beijar e mordia o meu lábio.

— Tem razão — concluí, colocando ela contra a parede, assumindo o controle e segurando a cintura dela.

A Natália já estava com as mãos por baixo da minha camisa quando agarrei a bunda dela com as duas mãos. Ela gemeu contra a minha boca. O som fez o meu pau endurecer de vez dentro da bermuda. Ela sentiu e esfregou a bunda contra as minhas mãos.

Eu estava no paraíso.

Seguimos pelo corredor grudados. Bati o ombro na parede e quase derrubei um porta-retrato. A Natália segurou antes que caísse, colocou-o no lugar e me puxou outra vez. Chegamos ao quarto ainda nos beijando.

Ela tirou a própria camisa pela cabeça e jogou no chão. O top esportivo apertava os seus seios e deixava parte da barriga exposta. Os músculos apareciam quando ela respirava. Eu já disse que a Natália é uma esportista nata e tem a barriga trincada? Pois ela tem!

Ela soltou os cabelos. Os fios ruivos caíram pelos ombros, úmidos nas pontas. As sardas estavam mais visíveis no rosto avermelhado. Fiquei parado comtemplando. A roupa colada destacava cada curva da bunda volumosa.

— Vem — disse ela.

Me aproximei, beijando o seu pescoço. As minhas mãos desceram pela cintura até a bunda. A Natália inclinou a cabeça e segurou a minha camisa, puxando-a por cima da minha cabeça. Ela passou as mãos pelo meu peito e pela barriga. Depois baixou a bermuda do uniforme.

As roupas foram caindo pelo quarto enquanto avançávamos até a cama. A bermuda ficou perto do armário. Uma das meias desapareceu debaixo da cadeira. A Natália me empurrou sobre o colchão e subiu em cima de mim. Os olhos acesos pela vitória e pelo que pretendia fazer comigo.

A sua boca encontrou a minha antes que eu me acomodasse. Ela segurou o meu rosto e enfiou a língua, esfregando o corpo contra o meu pau duro por cima da roupa. Suas coxas fortes apertaram a minha cintura. Deixei que ela controlasse por alguns instantes.

Segurei a sua cintura e virei nossos corpos sobre o colchão. A Natália soltou uma risada contra a minha boca quando ficou por baixo, com os cabelos espalhados no travesseiro. Prendi os braços dela acima da cabeça com uma das mãos e beijei o seu pescoço. A minha outra mão desceu pela lateral do corpo, apertou a sua bunda e puxou a perna dela pra minha cintura. A Natália arqueou o corpo e esfregou a buceta contra o volume preso na minha roupa.

O sorriso dela desapareceu quando mordi de leve a base do seu pescoço. Em seguida, voltou com uma expressão cheia de tesão.

— Vem.

A Natália passou as mãos pelo meu peito enquanto eu baixava a sua bermuda. Levantei os seus pés e puxei a peça pelas pernas, deixando expostas as coxas grossas marcadas pelo esforço da partida.

O top esportivo ainda apertava seus seios. Passei a mão por baixo do tecido e senti um dos bicos endurecido contra a palma. A Natália levantou os braços para que eu tirasse o top. Os seios redondos ficaram livres, subindo depressa com a respiração.

Fiquei admirando por tempo suficiente para ela agarrar minha nuca e me puxar.

— Depois você olha.

Beijei seus seios e chupei um dos bicos rosados. Apertei o outro entre os dedos enquanto a Natália se contorcia debaixo de mim. Sua mão desceu até a minha cueca e fechou ao redor do meu pau por cima do tecido. Não que a cueca tem ficado muito tempo lá. Logo, a Natália tinha a tirado e jogado do lado da cama.

A ruiva segurou o meu pau duro com as duas mãos. O contraste entre os dedos finos e a grossura dele fez meu corpo inteiro reagir. A expressão dela mudou enquanto passava a mão pelo meu pau, como se quisesse conferir tudo de que se lembrava.

Ela beijou o cacete e deu uma lambida, mas não queria boquete agora. A deitei na cama mais uma vez e puxei sua calcinha pelas pernas. Ela levantou a bunda pra ajudar, deixando a cintura estreita abrir nos quadris largos e naquela bunda grande que ocupava as minhas duas mãos. Os pelinhos ruivos apareciam ralos acima da buceta já molhada.

A Natália abriu as pernas e me trouxe para perto. O meu pau encostou na buceta quente, escorregando entre os pequenos lábios rosados antes que ela me segurasse pela nuca. Ela me beijou devagar. O carinho durou pouco. A Natália mordeu meu lábio e me virou sobre o colchão, voltando para cima. Desceu pelo meu corpo enquanto beijava a minha barriga. Quando chegou ao meu pau, fechou os dedos ao redor da base e passou a língua pela cabeça.

A primeira chupada arrancou um som da minha garganta. A Natália ergueu os olhos por um instante e continuou. Sua boca desceu pelo meu pau enquanto a mão acompanhava o movimento. Ouvia o som molhado da boca trabalhando no meu cacete. Segurei os seus cabelos para mantê-los afastados do rosto. A Natália pareceu gostar da minha mão firme na nuca e aprofundou o movimento.

A visão daquela ruiva gostosa de joelhos entre as minhas pernas quase acabou comigo rápido demais. Sua bunda empinada aparecia atrás do corpo curvado e as coxas continuavam tensas mesmo sobre o colchão. Puxei a Natália pra cima antes de gozar. Ela reclamou com um gemido e tentou voltar, mas segurei os seus braços e a trouxe sobre o meu corpo.

— Ainda não.

Beijei sua boca sentindo meu próprio gosto na língua dela. A Natália se esfregou em mim, impaciente, enquanto eu a virava de costas outra vez. Desci beijando seu corpo. Passei a língua pelos seios e pela barriga lisa. Quando cheguei à buceta, abri as suas pernas com as mãos e prendi uma delas contra o colchão.

O cheiro dela acabou com o pouco raciocínio que me restava. Passei a língua pela buceta molhada, começando devagar. A Natália apertou o lençol e soltou meu nome entre a respiração curta. Lambi os pequenos lábios e encontrei o clitóris. Mantive o ritmo até sentir as coxas dela endurecerem ao redor dos meus ombros. A Natália começou a mover a bunda contra a minha boca, tentando conseguir mais pressão.

Segurei sua cintura e a mantive no lugar. Continuei chupando a sua buceta enquanto introduzia dois dedos devagar. Ela arqueou o corpo e soltou um gemido alto, espalhando os cabelos pelo travesseiro. A respiração dela começou a falhar. Suas mãos agarraram meus cabelos e me puxaram com força. Eu reconheci o ponto em que Natália estava quase gozando e parei antes que chegasse lá.

Ela levantou a cabeça, vermelha e ofegante.

— Filho da puta.

Subi pelo corpo dela com um sorriso. A Natália tentou me empurrar de volta para baixo, mas segurei os seus pulsos e beijei sua boca.

— Você esperou meses. Aguenta mais um pouco.

A Natália relaxou os braços e passou os dedos pelo meu rosto. O beijo seguinte veio demorado, com seu corpo colado ao meu e a buceta molhando o meu pau. Ela me empurrou de costas e se acomodou sobre mim. Segurou o meu pau, passou a cabeça dele pela entrada da buceta e desceu devagar.

O gemido dela entrou na minha boca. A Natália parou por um instante, sentindo meu pau abrir sua buceta apertada. Seus dedos se fecharam no meu peito enquanto ela terminava de sentar. Segurei sua cintura e esperei que começasse. A Natália subiu quase até deixar o meu pau escapar e desceu com mais força.

A bunda dela bateu contra minhas coxas. O som do choque dos nossos corpos se misturou ao gemido que ela tentou abafar mordendo o próprio lábio. A Natália repetiu o movimento. Seus seios balançavam acima de mim, com os bicos rosados duros. Os cabelos caíram para um lado enquanto ela aumentava o ritmo.

Passei as mãos pelas coxas grossas e apertei a sua bunda. Quando a Natália começou a perder força, plantei os pés no colchão e passei a fodê-la com mais intensidade. Ela perdeu o controle do ritmo. O meu pau entrava fundo em sua buceta enquanto eu puxava sua cintura para baixo. O colchão rangeu e a cabeceira começou a bater contra a parede.

A Natália se curvou para me beijar, mas cada estocada interrompia a sua boca com um gemido. Segurei a sua nuca e mantive os nossos rostos próximos.

— Olha pra mim.

Seus olhos castanhos encontraram os meus. A Natália continuou olhando enquanto eu metia nela, com os lábios abertos e o rosto cada vez mais vermelho. Sua buceta começou a apertar o meu pau. As coxas tremeram ao redor da minha cintura, e as unhas marcaram o meu peito.

Mantive o ritmo quando a Natália gozou. Ela soltou um gemido comprido e se curvou sobre mim, tremendo enquanto ainda tentava acompanhar os movimentos. Depois parou e ficou curvada, puxando ar com a boca aberta.

Passei a mão pelos cabelos que cobriam parte do rosto dela. A Natália encostou a boca no meu peito enquanto recuperava o ar. O carinho suave durou até meus dedos voltarem a apertar sua bunda.

— Minha vez.

A expressão satisfeita dela ganhou uma mistura de curiosidade e felicidade.

— Mais?

Segurei sua cintura e a virei sobre o colchão. A Natália ficou de costas, com os seios ainda subindo depressa. Sua buceta permanecia aberta e molhada depois de cavalgar meu pau.

Beijei sua boca e desci pelo pescoço. Chupei um dos bicos rosados enquanto apertava o outro. A Natália arqueou o corpo e segurou a minha cabeça contra os seios. Continuei pela barriga, beijando a pele quente. Quando cheguei entre as suas pernas, segurei as coxas e as abri até os joelhos encostarem no colchão.

Passei a língua pela entrada da buceta. A Natália soltou um gemido alto e empurrou a bunda contra a minha boca. Dessa vez, fui direto ao ponto que tinha deixado esperando. Chupei seu clitóris e introduzi os dedos, mantendo um ritmo firme. A buceta dela estava tão molhada que cada chupava produzia um som bem audível pra mim.

A Natália tentou fechar as pernas. Mantive suas coxas abertas e continuei. Seus dedos agarraram o lençol enquanto a cabeça se movia de um lado pro outro. Ela gemia meu nome sem conseguir controlar o volume. O som atravessava o quarto junto com a cabeceira que ainda batia de leve na parede a cada movimento do colchão.

Aproximei a Natália do orgasmo devagar. Quando as suas pernas começaram a tremer, aumentei o ritmo da língua e curvei os dedos dentro da buceta. Ela gozou de novo com as coxas apertando meus ombros. A bunda se levantou do colchão e a sua buceta pulsou ao redor dos meus dedos. Continuei chupando até a Natália empurrar a minha cabeça, sensível demais para aguentar mais.

Subi pelo corpo dela. Ela me puxou para um beijo e passou a língua pela minha boca, sentindo o próprio gosto sem qualquer hesitação. Seus olhos estavam úmidos e havia uma expressão carinhosa por baixo do tesão. Ela segurou o meu rosto entre as mãos e me beijou outra vez, com menos pressa.

O meu pau duro pressionava sua coxa. A Natália fechou os dedos ao redor dele e o guiou até a buceta.

Entrei devagar, observando os seus lábios se abrirem. Ela levantou as pernas e as prendeu ao redor da minha cintura, puxando meu corpo para mais perto. Comecei com movimentos longos. Meu pau saía quase inteiro antes de voltar pra dentro da buceta quente. A Natália acompanhava cada entrada com a bunda, buscando mais profundidade.

— Meu Deus... Meu Deus! — gemia alto. — Como a Sarah tem isso todos os dias e ainda pensa em outros homens?

Segurei os seus pulsos acima da cabeça e aumentei o ritmo. O som da minha cintura batendo contra suas coxas encheu o quarto. A Natália gemia perto do meu ouvido e prendia as pernas com mais força ao redor de mim.

A cama se deslocou alguns centímetros. A cabeceira bateu contra a parede em uma sequência irregular, acompanhando minhas estocadas. Natália tentou soltar as mãos para me abraçar. Mantive seus pulsos presos e beijei o seu pescoço enquanto o meu pau entrava fundo.

Ela gostava de ter meu peso sobre seu corpo. Percebi pelo jeito como abria mais as pernas e oferecia a buceta. Soltei os seus pulsos e segurei a sua perna atrás do joelho. Levantei-a contra o meu peito, mudando o ângulo. A Natália soltou um grito curto quando o meu pau chegou mais fundo.

Diminuí por um instante para beijá-la. Ela passou os braços pelo meu pescoço e manteve a minha boca presa à sua.

Havia meses acumulados naquele beijo. A Natália continuava faminta, mesmo depois de dois orgasmos. Seus dedos passavam pelo meu rosto com um cuidado que contrastava com a força usada para me puxar de volta sempre que eu diminuía.

Virei a Natália de bruços e a coloquei de quatro. Os cabelos ruivos cobriram suas costas. A bunda grande ficou empinada diante de mim, redonda e marcada pelos meus dedos. Aproximei meu pau da buceta e passei a cabeça pela sua entrada. A Natália recuou a bunda, tentando fazer com que eu entrasse logo. Segurei a sua cintura e mantive o seu corpo parado.

— Come logo a minha buceta!

Entrei de uma vez. A Natália enterrou o rosto no travesseiro pra abafar o gemido e as minhas coxas bateram contra sua bunda com força. Comecei a fodê-la segurando a sua cintura. A bunda balançava a cada estocada, e o som dos nossos corpos ficou ainda mais alto naquela posição.

Meu pau saía brilhando antes de voltar pra dentro da buceta apertada. A Natália tentou acompanhar o movimento, empurrando a bunda para trás. Segurei os seus cabelos perto da nuca e puxei o suficiente para fazê-la levantar o rosto do travesseiro. Os gemidos dela ficaram livres pelo quarto. A Natália apoiou uma mão na cabeceira da cama enquanto eu continuava metendo.

A outra mão se estendeu para trás e procurou a minha. Entrelacei nossos dedos sem diminuir a força. Ela apertava a minha mão sempre que o meu pau entrava até o fim. O corpo dela começou a perder firmeza. Os braços cederam, deixando o peito sobre o colchão e a bunda ainda levantada.

Passei uma mão por baixo do corpo e alcancei o seu clitóris. A combinação dos meus dedos com o pau entrando fundo fez Natália gritar meu nome. Seu terceiro orgasmo veio com a buceta apertando em ondas. A Natália tremeu debaixo de mim enquanto eu a mantinha pela cintura. Continuei devagar até sentir o seu corpo relaxar.

Deitei sobre suas costas e beijei a sua nuca. Ela virou o rosto pra me beijar, ofegante. Ficamos grudados por alguns instantes, com o meu pau ainda dentro dela e sua mão presa à minha.

A Natália recuperou forças rápido demais para alguém que tinha trabalhado o dia todo e jogado metade de uma partida com intensidade. Saiu debaixo de mim e ficou de pé, embora as pernas tremessem.

Ela me puxou pra perto da parede. Beijou a minha boca e levantou uma perna ao redor da minha cintura. Segurei a sua bunda e a ergui o suficiente para encaixar o meu pau outra vez. A Natália apoiou os braços nos meus ombros. Comecei a fodê-la contra a parede, usando a força das pernas para mantê-la presa ao meu corpo.

Os seios dela balançavam entre nós, apertados contra meu peito sempre que eu a puxava para mais perto. As pernas cansadas começaram a reclamar. A Natália percebeu pela mudança do meu ritmo e riu sem fôlego, ainda com os braços ao redor do meu pescoço.

Fui com ela até a poltrona e sentei. A Natália subiu no meu colo de frente e encaixou o pau na buceta sem esperar. Ela começou a cavalgar. Eu mantive as mãos em sua bunda e ajudei a levantar seu corpo. Seus seios ficaram pressionados contra mim enquanto nos beijávamos.

A Natália tentava controlar o ritmo, mas suas coxas já falhavam. Segurei a sua cintura e passei a erguer a sua bunda, metendo com vontade. A poltrona rangia sob nossos corpos. A respiração dela ficou presa entre gemidos curtos, bem perto do meu ouvido.

Mordi o seu ombro e a Natália apertou o meu pau com a buceta. Ela segurou o meu rosto e me beijou com força, arranhando de leve a minha nuca. Virei seu corpo o sobre meu colo. A Natália ficou de costas pra mim, com sua bunda grande ocupando toda a minha visão. Ela voltou a cavalgar, apoiando as mãos nos meus joelhos. Segurei os seus seios e apertei os bicos enquanto o meu pau entrava na buceta com tudo.

Quando as pernas dela perderam força, agarrei a sua cintura e assumi o movimento. Puxei a Natália pra baixo enquanto levantava o meu corpo contra a sua bunda. O som molhado da buceta recebendo meu pau se misturou às batidas da poltrona no chão. A Natália jogou a cabeça para trás e apoiou o rosto no meu ombro. Beijei a sua boca de lado. A minha mão desceu entre suas pernas e encontrou o clitóris.

Senti o seu próximo orgasmo começar com um tremor nas coxas. A Natália tentou continuar cavalgando, mas o corpo travou. Sua buceta apertou o meu pau enquanto ela soltava um gemido rouco e comprido. Segurei a Natália até os tremores passarem. Ela permaneceu sentada sobre mim, respirando pela boca e com os olhos fechados.

Quando conseguiu se levantar, levou a mão à cama e se apoiou. Fiquei observando a bunda marcada e a buceta molhada entre as suas pernas. A Natália se deitou de costas e abriu as pernas. A forma como me chamou com a mão deixou claro que ainda não tinha terminado.

— Não quer descansar? — sugeri.

— Só depois que você gozar.

— Você lembra da última vez? Eu posso aguentar isso a noite toda.

— VEM!

Voltei pra cima dela e entrei na sua buceta. Dessa vez, segurei as duas pernas e as levantei contra o meu peito. O meu pau entrou fundo. A Natália arregalou os olhos e soltou um gemido que terminou em meu nome.

Voltei a foder com movimentos fortes. O colchão afundava sob a sua bunda e a cama voltou a bater contra a parede. Os seios saltavam a cada estocada. A Natália tentou segurá-los, mas soltei uma das pernas e afastei a sua mão para ocupar o lugar dela.

Chupei um dos bicos enquanto continuava metendo. A buceta dela estava quente e sensível depois dos orgasmos. Cada contração ao redor do meu pau tornava mais difícil controlar o meu próprio corpo. A Natália percebeu que eu estava perto. Segurou meu braço e apertou os dedos.

— Você parou de se segurar pra eu descansar?

— Sim.

— Ainda não.

Diminuí o ritmo. Permaneci dentro dela enquanto beijava o seu rosto e esperava o meu corpo ceder um pouco. A Natália passou os dedos pelos meus cabelos e encostou a testa na minha. Quando recuperei o controle, voltei a me mover devagar. Ela manteve os olhos nos meus e acariciou a minha nuca.

Aumentei o ritmo aos poucos. Segurei a sua bunda e levantei o corpo dela do colchão, fazendo cada estocada alcançar o fundo da buceta. Os gemidos da Natália ficaram roucos. Suas pernas mal conseguiam permanecer abertas e eu precisava sustentá-las contra meu corpo.

Ela me puxou para um beijo. Continuei fodendo a sua buceta enquanto as nossas bocas permaneciam grudadas, interrompidas pelos sons que escapavam dela. Passei a mão entre nossos corpos e esfreguei o clitóris. A Natália rompeu o beijo com um gemido alto e enterrou as unhas nas minhas costas.

Mantive a força. O meu pau entrou fundo enquanto os dedos trabalhavam sobre a buceta encharcada.

O quinto orgasmo da Natália tomou o corpo dela inteiro. Ela arqueou as costas e me abraçou com força. A buceta apertou o meu pau em contrações rápidas e suas pernas começaram a tremer contra meus braços. Continuei metendo durante o orgasmo, prolongando os tremores. A Natália soltava o meu nome entre gemidos cada vez mais baixos.

Quando o corpo cedeu, ela prendeu o meu rosto contra o seu pescoço e me segurou. Fiquei abraçado a Natália enquanto as pernas relaxavam devagar sobre o colchão. Continuei até sentir que tinha chegado ao meu limite.

Meu corpo cedeu logo depois. Segurei a Natália com força enquanto gozava, preenchendo a buceta dela com alguns dias acumulados de esperma e enterrando o rosto no pescoço dela. O prazer veio misturado ao alívio.

Ficamos imóveis.

A minha respiração parecia igual à do final da primeiro tempo. A Natália mantinha os braços ao redor do meu pescoço. Saí de cima dela e caí ao seu lado.

Durante algum tempo, nenhum dos dois falou. A Natália se virou e apoiou a cabeça no meu peito. Passei a mão pelas costas dela. A pele estava marcada em alguns lugares pelos meus dedos.

— Cinco — murmurou ela.

— Eu fiquei com medo de não atender as suas expectativas.

— VOCÊ ESTÁ MALUCO?

Depois, ela se acalmou e fez um carinho distraído na minha barriga antes de continuar.

— Só você consegue me fazer sentir assim em cada orgasmo.

Olhei para ela. A Natália evitou os meus olhos por alguns instantes. Afastei uma mecha ruiva do rosto dela.

— A Sarah é a mulher mais sortuda do mundo.

— Eu...

— Não diz nada.

A Natália ficou deitada sobre o meu peito por alguns minutos, enquanto eu passava a mão pela sua bunda. O corpo dela começava a relaxar depois dos cinco orgasmos, embora a sua mão continuasse passeando pela minha barriga. Quando os dedos chegaram perto do meu pau, percebi que ela ainda tinha alguma coisa em mente.

Ela levantou o rosto e me beijou devagar. Os dedos envolveram o meu pau, que começava a endurecer outra vez apesar do estado das minhas pernas. A Natália passou a mão por ele enquanto me olhava.

— Eu quero mais uma vez.

— Mais?

— Agora quero que você coma o meu cuzinho.

Ouvir isso fez meu pau reagir imediatamente na mão dela. A Natália sorriu ao perceber e voltou a me beijar. Ela se levantou e ficou de joelhos sobre a cama. A bunda enorme ficou diante de mim, marcada pelas minhas mãos.

Os músculos das costas apareciam de leve sob a pele. As coxas grossas tremiam pelo esforço acumulado, embora a Natália continuasse empinando a bunda com disposição. Peguei um preservativo e o lubrificante na gaveta. Coloquei a camisinha sobre o pau enquanto a Natália me observava por cima do ombro.

Ela pediu que eu começasse devagar. A voz já rouca por causa dos gemidos. Passei o lubrificante com calma no pau e na entrada do cuzinho dela. Então, me aproximei. A Natália abriu mais as pernas e se apoiou nos antebraços.

Segurei a sua cintura e encostei a cabeça do meu cacete na entrada melada do cuzinho dela. Ela respirou fundo e manteve uma mão sobre a minha, controlando o primeiro avanço. Entrei aos poucos. O corpo dela ficou tenso enquanto a cabeça entrava. Quando entrou toda, parei até sentir os seus músculos relaxarem.

A Natália empurrou a bunda para trás quando estava pronta. Avancei mais um pouco, mantendo a mão firme em sua cintura. O gemido dela saiu abafado contra o colchão. Quando entrou o cacete todo, esperei outra vez, acariciando as suas costas enquanto ela se acostumava.

Ela virou o rosto e me olhou. Em seguida, soltou a minha mão e empinou mais a bunda.

Foi quando comecei o vai-e-vem com cuidado. O meu pau entrava devagar enquanto a Natália respirava fundo. Seus gemidos aumentaram conforme fui ganhando ritmo. Ela recuava a bunda pra receber o meu pau e soltava o ar quando eu entrava mais fundo.

Passei a mão pela lateral de sua coxa e alcancei a buceta. A Natália estava molhada outra vez. Esfreguei o clitóris enquanto continuava estocando seu cuzinho, devagar e ritmado. Ela enterrou o rosto no lençol e gemeu o meu nome. A bunda começou a se mover contra mim com mais confiança.

Segurei as suas nádegas e abri o suficiente pra acompanhar a entrada do meu pau. A visão daquela bunda redonda recebendo cada estocada quase acabou com o pouco controle que eu tinha. A Natália levantou o corpo e apoiou as mãos na cabeceira. Os cabelos ruivos caíram pelas costas enquanto ela empurrava a bunda para trás.

— Eu estava com saudades disso.

— Vou comer esse cuzinho mais vezes?

— Sempre que você quiser.

Silêncio.

— Mas só quando a Sarah permitir.

Agarrei sua cintura e aumentei a força. As minhas coxas bateram contra a bunda dela, produzindo um barulho que que acompanhava os gemidos.

— Eu vou é enrabar vocês duas ao mesmo tempo! — desafiei.

Ouvir isso empolgou ainda mais a Natália. A cama voltou a balançar. A cabeceira acertou a parede enquanto eu metia na Natália e mantinha os dedos na sua buceta. Ela começou a gemer alto, soltando palavrões e mandando eu arrombar o cu dela. Cada estocada fazia os seus seios balançarem sob o corpo curvado.

Puxei a Natália pelos cabelos até as suas costas encostarem no meu peito. Mantive uma mão na sua barriga e a outra entre suas pernas. Beijei o seu pescoço enquanto continuava fodendo seu cuinho. Ela virou o rosto e encontrou a minha boca, gemendo dentro do beijo.

A Natália segurou meu braço contra seu corpo. Seus dedos se fecharam sobre os meus quando voltei a esfregar o clitóris. O ritmo ficou mais pesado. O meu pau entrava fundo e a bunda dela batia contra a minha cintura. A Natália já não tentava abafar os sons.

As suas pernas começaram a falhar. Segurei ela e continuei com movimentos mais lentos, mantendo-a apoiada contra meu peito. Ela virou o rosto outra vez e me beijou de forma apaixonada. Eu sentia o corpo dela inteiro preso ao meu, desde as costas suadas até a bunda recebendo meu pau.

A Natália voltou a se inclinar sobre a cama e empinou a bunda. Segurei a sua cintura e retomei o ritmo forte que ela tinha pedido. Eu estava cansado, mas a visão dela de quatro mantinha o meu pau aceso e o meu corpo funcionando. A mão da Natália procurou a minha sobre o colchão. Entrelacei nossos dedos enquanto continuava.

Diminui o ritmo, tentando prolongar. A Natália empurrou a bunda contra mim. Seu corpo tremia e a voz já tinha virado uma sequência de gemidos baixos. Segurei a sua cintura com força e voltei a meter fundo. O som dos corpos se chocando ecoou pelo quarto até eu chegar no limitei.

Gozei enchendo a camisinha, enterrando o pau nela e segurando sua bunda contra mim. A Natália soltou o meu nome e apertou a minha mão. Fiquei parado até a respiração começar a voltar. Depois saí com cuidado e me deitei.

A Natália caiu ao meu lado. Virou-se e colocou uma perna sobre meu corpo, ainda ofegante. Passei o braço por suas costas e a puxei para cima de mim. Ela encostou a testa no meu peito e permaneceu ali, com o corpo grudado ao meu.

Nenhum dos dois tinha energia para falar. A Natália passou a mão pela minha barriga e fechou os olhos, satisfeita. Continuei acariciando suas costas até o suor esfriar. O desconforto nos obrigou a levantar.

A Natália saiu da cama primeiro. Caminhou nua até o banheiro, e meus olhos acompanharam o movimento da bunda dela. Mesmo exausto, eu ainda conseguia admirar aquela visão. Ela abriu o chuveiro e voltou para me buscar.

— Vem tomar banho.

Levantei e entramos juntos debaixo da água quente. A Natália apoiou a testa no meu ombro enquanto a água escorria pelos cabelos ruivos. Lavei suas costas e passei as mãos pela bunda, dessa vez com calma. Ela lavou o meu corpo e beijou o meu peito. Ficamos abraçados durante alguns minutos, aproveitando o silêncio.

Quando saímos, vesti uma cueca. A Natália pegou uma camisa mais larga que eu tinha no guarda-roupas e colocou junto com a calcinha. O tecido largo cobriu parte das coxas, deixando as pernas torneadas expostas.

Ela voltou pra nossa cama e se enfiou debaixo do lençol. Eu e a Sarah tínhamos escolhido uma cama king bem grandona pra quase quatro pessoas porque gostávamos de espaço. Mas até que tinha sido uma boa decisão para situações mais complicadas.

Nos deitamos e a Natália encostou o rosto no meu peito e permaneceu em silêncio por alguns instantes, passando os dedos pela minha barriga.

— Você é tão incrível quanto eu lembrava.

Olhei para ela, esperando algum complemento que transformasse aquilo numa provocação, mas a ruiva continuava séria. O meu primeiro impulso foi procurar uma explicação mais razoável, porque todo elogio vinha com uma crítica bem pesada em seguida.

— Incrível é uma palavra forte.

Ela ergueu o rosto e observou a minha expressão.

— Com você parece outra coisa.

— Outra coisa como?

A Natália pensou por alguns segundos.

— É... transcendental.

Olhei pra ela, esperando que surgisse algum sinal de brincadeira. Mas a Natália permanecia séria, com os olhos castanhos presos aos meus.

— Com você, eu esqueço tudo. Esqueço de pensar e só sinto. Nenhum outro homem conseguiu fazer isso comigo.

Ela apoiou a cabeça no meu peito e segurou a minha mão contra a barriga. A camisa larga cobria parte das coxas, enquanto as pernas fortes continuavam expostas. Beijei sua nuca e fechei os olhos, certo de que dormiria naquela posição até de manhã.

Ela caiu no sono, mas eu não. Porque descobri que a Natália era excepcionalmente espaçosa enquanto dormia.

Ela se virou de barriga para cima e ocupou quase metade da cama, com os braços abertos e a pernas jogadas de qualquer jeito. Depois abriu uma perna sobre a minha e tomou metade do meu travesseiro. Quando tentei recuperar espaço, a Natália se mexeu de novo e empurrou a bunda contra a minha barriga.

Eu tentei afastar ela alguns centímetros. Ela me seguiu dormindo.

Lembra que a cama comportava umas quatro pessoas? A Natália parecia determinada a testar se também comportava quatro versões dela espalhadas ao mesmo tempo. Em menos de 20 minutos, eu estava espremida numa parte da cama com a ruiva dormindo atravessada, se remexendo tranquila.

Pelo menos, ela não r...

Ela começou a roncar.

Puxei o lençol, mas ela inconsciente puxou com mais força e tomou ele. Ajeitei o braço sob sua cintura e aceitei que passaria a noite sendo perseguido por uma mulher inconsciente. A Natália segurou a minha mão contra a barriga e, dominando o lençol e 70% da cama, parou de se mexer por tempo suficiente para eu começar a adormecer.

Acordei quando ouvi a porta do quarto abrir. A Sarah entrou em silêncio, com uma expressão de cansada, provavelmente acabou de voltar do hospital junto com a Carolina. Ela parou na porta e observou a cama sem dizer nada.

A Natália dormia atravessada no canto direito, usando uma camisa minha e com uma perna jogada sobre mim. A bunda grande pressionava a minha coxa, enquanto os cabelos ruivos ocupavam boa parte do meu travesseiro. E eu de pijama porque a Natália colocou o ar-condicionado no máximo antes de dormir.

A Sarah olhou pra cama, pra nós dois, pras roupas espalhadas pelo chão, pro uniforme da Natália em cima da cadeira e pra Natália, que continuava dormindo profundamente.

Então, a minha esposa deu de ombros e entrou direto pro banheiro da suíte.

Voltou uns quinze minutos depois, já de banho tomado, com os cabelos escuros ainda úmidos e caindo pouco abaixo dos ombros. Usava uma camisa larga, de dormir, sem sutiã e um shortinho curto. O tecido fino marcava os seios grandes, com os mamilos escuros aparecendo discretamente sob a roupa. As pernas longas estavam nuas.

A Sarah levantou o lençol e deitou do lado direito da cama. Como a Natália tinha se apropriado de metade da cama, a Sarah se aproximou até encostar os seios no meu braço e apoiou a cabeça no meu ombro. Passei o braço livre ao redor da cintura dela. A Sarah fechou os olhos e encaixou uma das pernas compridas entre as minhas.

— Ela trouxe escova de dentes? — perguntou, sussurrando.

— Hein?

— Ela vai ter que usar aquela que você comprou pra ti domingo e ainda não estreou.

— Quê?

— Boa noite, querido.

Ela me deu um selinho e se virou pra dormir. Do outro lado, a Natália se virou de lado, empurrou a bunda contra mim e estendeu o braço por cima do meu peito. A mão caiu perto da cintura da Sarah, que pegou o braço e o ajeitou alguns centímetros sem sequer abrir os olhos.

E meio que dormimos assim. A Natália continuou espalhada e se remexendo a noite toda. A Sarah permaneceu encaixada do outro lado, com o corpo quente contra o meu, tomando o espaço cm a cm à medida que a noite passava. Eu continuei preso entre as duas.

Fechei os olhos e me permiti dormir feliz, enquanto a Natália puxava o meu corpo um pouco pro lado dela e a Sarah respondia inconscientemente puxando o meu corpo de volta.

Provavelmente, uma das iria me empurrar pra fora da cama. Mas eu ainda estava bastante feliz e no lucro.

Pois bem, leitor. No próximo capítulo, Érico, Sarah e Natália irão participar do arco crossover “Arco da Trilha”.

Coloquem nos comentários para o que vocês torcem que aconteçam nos próximos capítulos. Em breve, teremos a continuação.

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O Arco do Futebol é composto por sete partes que podem ser lidas independentes, mas cada uma prioriza as ações dos seus narradores e protagonistas. E, nem sempre o que os outros veem eles fazendo era necessariamente a intenção deles.

Ele vai compreender os seguintes capítulos:

* PARTE 1: Eu, minha esposa e nossos vizinhos – Parte 21

* PARTE 2: Passando a Vara nas Vizinhas. Ou Não. - Capítulo 18

* PARTE 3: Eu e Minha Esposa Pulamos a Cerca... E o Caos Explodiu - Parte 14

* PARTE 4: Eu, a esposa gostosa do meu chefe e os vizinhos deles - Parte 03

* PARTE 5: Quem Vai Comer a Advogada Evangélica? - Capítulo 16

* PARTE 6: Queria Ser Síndica, mas Porteiros e Zeladores Me Viram Pelada - Parte 03

* PARTE 7: Louco para enrabar a professora ruivinha, enrabei o volante contador primeiro (Série do Antônio - Parte 05)

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NOTA DO AUTOR:

@Jromao, eu não respondi aos seus comentários dos dois primeiros capítulos do arco do futebol na seção 46 de respostas porque eu tinha pegado os comentários ao meio-dia. Eu só vi os comentários quando fui publicar a resposta. Vou respondê-los na seção 47.

Quanto aos seus outros comentários recentes, eu respondi todos eles nas seções 44 e 45.

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NOTA DO AUTOR 2:

Admito que fiquei com um pouco de pena do Zé Maria enquanto escrevia o final deste capítulo...

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NOTA DO AUTOR 3:

Depois deste capítulo, eu definitivamente vou escrever um capítulo numa reunião de condomínio com os moradores (até agora anônimos) que moram nos apartamentos abaixo dos apartamentos de Érico/Sarah, Rogério/Jéssica, Carlos, Antônio e Carolina reclamam dos barulhos incessantes e da vibração que faz o teto deles parecer que está tremendo...

Só a história chegar numa parte mais calma que vai rolar.

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Foto de perfil genéricaAlberto RobertoContos: 158Seguidores: 323Seguindo: 0Mensagem Em um condomínio de classe média alta, a vida de diversos moradores e funcionários se entrelaça em uma teia de paixões, traições e segredos. Cada apartamento guarda sua história, no seu próprio estilo. Essa novela abrange todas as séries publicadas neste perfil. Os contos sempre são publicados na ordem cronológica e cada série pode ser de forma independente. Para ter uma visão dos personagens, leia: Guia de Personagens - "Eu, minha esposa e nossos vizinhos"

Comentários

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Acho que Érico, Sarah e Natália deveriam se assumir como um trisal publicamente. Fica flagrante os sentimentos da Natália para o Érico, a conexão que eles têm. Tb não acho legal, como disseram abaixo, ela ser estepe ou moeda de troca para a Sarah pular a cerca. Entendo que uma conversa franca entre elas faria a Sarah esquecer de pular a cerca e se manter focada no trisal.

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Excelente conto, espero que eles sejam um trisal e será um dos melhores.

Tive pena do Zé Maria, perdeu ate o sentido agora, o autor vai precisar ser muito criativo nisso ai. Ela ta muito na do Erico.

E espero muito do ARCO DA TRILHA, suruba, menage, troca de casal e sexo bi.

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Conto muito bom! Ficou muito interessante com as cenas de conflitos iniciais.

Ponto alto: Nosso querido nerd soca fofo se superou, 5 orgasmos. Descobri uma coisa, ele não é tão envolvente e intenso como Rogério e Jonas, nem tão safado e experiente como seu Geraldo e Carlos , nem performático como Miguel, mas ele é carinhoso numa intensidade romântica que deixa a transa deliciosa e envolve muito as mulheres. Gostei muito. Erico e Sarah é um casal que amo na série. Sõ incríveis do jeito que são com suas inseguranças, vulnerabilidades, descobertas. Estão crescendo. Mas, em contrapartida:

Ponto de reflexão: Natália é uma das protagonistas e já comentei contigo que a considero uma das mais relegadas afetivamente e sexualmente . Nesse conto em específico, confesso que fiquei com pena dela cara. Quando ela diz que sortuda é a Sarah confesso que achei mais triste que erótico. Ela é uma mulher linda, inteligente, altruísta, desejada, mas afetivamente carente e travada. Me incomoda perceber que sua satisfação sexual estará sempre a depender de um jogo do casal, em que se a Sarah liberar ela, transa e se satisfaz, se o Érico não se sentir culpado ele dara prazer a ela. É muito pouco. Não tem como não fazer comparação entre trisais, mas o princípio de um trisal é o equilíbrio e a igualdade, não apenas no campo sexual, mas afetiva. Érico tem uma história com Sarah, a ama. Natália sempre será aquela que terá que pedir autorização, nunca terá igualdade e pior de tudo é que pela personalidade altruísta e generosa dela, com Érico e Sarah , ela vai se resignar ela estará fadada a viver travada, sempre a espera de uma confirmação. Érico não é apresentado como um macho Alpha seguro, capaz de conduzir e equilibrar a relação entre as duas, falta voz ativa, Sarah também tem suas grandes inseguranças. Pelo perfil dos dois nem iriam se tocar das necessidades afetivas da Natália. Sexualmente é delicioso pensar o três, mas afetivamente será uma punição pra uma das personagens femininas mais complexas e interessantes da série. Ser o estepe de alguém a longo prazo destrói e é isso que hoje a Natália representa: a amiga carente gostosa do casal, que serve de moeda de troca pra Sarah ter suas aventuras sexuais e o desafogo erótico do Érico. Sempre a espera e mendigar afeto e sexo, mesmo que ela não perceba isso. Espero que ela tenha uma amiga verdadeira ou amigo que a alerte pra essa realidade.

Sim, Também fiquei com pena do Zé Maria. Ele merece uma bela compensação, no estilo Geraldo com Lizandra kkkk

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Uma coisa a pensar pro futuro iminente: quem sabe nesse Arco da Trilha a experiência sexual com Miguel não desperte ela pra essa realidade de maturidade afetiva e liberdade sexual. Ser escolhida, desejada e realizada sexualmente por outro tem grande potencial de despertar a autoestima. Paralelamente, fazer Érico a perceber para além da amiga carente e deslumbrada sempre a sua espera. Miguel indiretamente acabará fazendo um bem enorme ao trio. Dará um movimento aos sentimentos estagnados.

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meu super parabéns.... Meu Deus se o Erico se soltasse mais nos sentimentos com ela, sai debaixo... Mais um casal que gosto mais do que a original KKKK. Ela podia ser a fiel do trisal ahahahaha

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