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Acaso, um amor de família. Parte 3

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Um conto erótico de Madmax 99
Categoria: Heterossexual
Contém 3266 palavras
Data: 23/07/2026 17:24:50
Última revisão: 23/07/2026 20:16:02

E aí meus camaradas, espero que estejam todos bem e bem de boa de verdade. Mais uma vez quero agradecer pelos votos, visualizações e feedback. É sempre importante isso.

Quero falar também que se por aqui houver um escritor também e que queria, deixa o link do seu conto, seu relato, sua obra, ou até mesmo se não for, e tiver uma recomendação, deixa aqui pra gente compartilhar e ajudar o parceiro ou parceira escritora, mas agora bora para o terceiro relato.

Eu venho falando da minha família. De como somos unidos, trabalhadores e temos nossas particularidades, mas de longe tá pra ser como dizia minha mãe, uma família de margarina, uma família perfeita, porra longe disso.

Tinha muita briga, discussões. Problemas conjugais, escolhas dos irmãos, parentes chatos. Pqp era foda. Eu mesmo era muito chato com minhas coisas e detestava algumas coisas que minhas irmãs faziam.

Moleque chato do caralho, eu reconheço kkk mas nunca faltava a resolução de problemas. Era sentar e trocar ideias, mesmo que não se resolvesse na hora.

Porém naqueles dias apesar de algumas circunstâncias, o clima estava ameno. Amistoso. Principalmente comigo e com a Denise. Ela estava concluindo seu tcc. Era uma monografia, mas estava fazendo com outras colegas de graduação. Era um momento que geralmente cada um se virava, né, como o próprio nome já diz, mas elas resolveram ficar juntas naquele momento para se ajudarem de alguma forma, mas que pra uma acalmar a outra. Como era um momento complicado, até meus pais deram um tempo dos seus “ pegas “ pra que a casa ficassem com um ambiente totalmente voltado para ocasião. Eu mesmo estava estudando para as provas finais, mas como bem me lembrou Denise, “nem dava para comparar”.

Agora sobre nosso lance, quase não tivemos tempo e quem era eu na fila do pão pra cobrar alguma coisa. Depois do cinema, a gente havia transado pela primeira vez, e feito muitas outras, mas o que eu não sabia que a “última vez” estava prestes a chegar.

Quando as meninas haviam terminado seus trabalhos elas comemoraram de uma forma que chegaram chorar, também pudera, era a vida deles decidida por poucos papeis, pelo menos naquela vida de estudante.

— Vocês podem gritar mais baixo? Também tô estudando sabiam? — Reclamei, e a garotas caíram na gargalhada me deixando mais puto.

— Desculpa irmão da Denise. Só estamos empolgadas. — Riu Amanda, uma loira de cabelos curtos. Tinha um corpo mais destacado, ah como eu poderia dizer... era um pouco mais cheinha que as amigas dela, mas não menos linda e gostosa, principalmente aqueles grandes par de seios que soltavam na camisa.

— Foi mal Denner, mas já acabamos. Eu falei pra sua irmã chamar você pra comemorar com a gente. — Contou Rafaela, uma negra linda de olhos claros e um sorriso perfeito. A garota me olhou com olhar de fome, apesar que quando passou a língua lentamente sobre os lábios, eu soube que ela estava simplesmente brincando comigo. Ou não?

— Tá bom, tá bom pirralho. Pode ir pro seu quarto vai, o nerdizinho. A gente já terminou aqui. — Falou Minha irmã me dispensando com o dedo do meio.

Na hora só conseguir dar um sorriso de canto da boca e simplesmente minha irmã se desconcertou e voltou a falar com as amigas, por ela sabia muito bem o que eu poderia fazer com aquele dedo e aonde ela pediu para enfiar várias vezes.

Rindo comigo mesmo, me afastei do quarto da Denise, mas não pode deixar de ouvir algo que elas tentavam conversar baixinho.

— Aí menina... Seu irmão. Puta que pariu. — Ouviu a voz sedenta de Rafaela.

— Segura a periquita de vocês por favor. — Discutiu Denise com raiva.

— Deixa ele pra lá — pediu Amanda. — Miga e aí? Você vai responder ele?

— Shiii! — Ouvi Denise pedindo silencio.

Obvio que fiquei intrigado na hora. Responder ele? Quem caralhos ela ia responder? Senti na hora meu coração ficar pesado, minha perna bambear e o mente doer. Ela era minha irmã. Óbvio que eu sentiria um certo ciúme. E eu não podia esquecer, que também era uma das garotas mais gatas da faculdade. Era uma beldade. Como não chamaria atenção de qualquer macho sarado de lá? Eu estava puto, mas pior seria ficar frustrado, por isso fui pro meu quarto e ao invés de pegar os cadernos, fiz o que fiz de melhor... Jogar no meu pc.

Alguns dias se passaram e a gente não tinha se falado o suficiente e quando digo falado, era transado mesmo. Ela tinha a apresentação da monografia então queria estar preparada pronta, até tentei convencer ela que um bom sexo faria ela relaxar, e apesar dela rir e dizer que faria mesmo, ela permitiu alguns poucos minutos de amasso gostoso, chupadas e beijos.

— Depois de amanhã vou estar bem mais tranquila, então dá uma segurada tá seu 5 por 1. — Provocou Denise

— O que eu sei é que eu preciso só de um toda vez? É o que você diz. — Respondi e minha irmã me dispensou me jogando um chinelo que passou rente minha orelha.

Eu me mostrava tranquilo mas na verdade não era bem assim. Nossa irmã mais nova, Dayani estava pra voltar do EUA, de uma competição que ela estava participando. Fazia um ano praticamente que eu não a via, mas eu conhecia bem a Dayani. Uma menina tão reluzente quanto eu e com um humor de nenhum dos nossos pais.

Ela era uma menina troncuda, de boca suja, e parecia um moleque, no jeito de ser, vestir andar e agir. Chata. Se louco. A gente... bem quase nunca se bicou, mas eu amava ela mesmo assim, só que minha relação com ela não era tão boa quanto era com a Denise.

Sem contar um existir um fator dela preferir morar com nossos avós do que aqui em casa.

Ah! Um detalhe que vocês podem ter percebido ou não, é que todos os filhos tinham recebido nome de esportistas famosos por assim dizer. Pode dar um google e vocês vão ver rsrs.

Mas voltando ao assunto, com a nossa irmã em casa Denise e eu teríamos que ter muito mais cuidado. Sem fugas para um dos quartos a meia noite. Sem ficar escutando nossos pais transando e transar ao mesmo tempo. Sem banhos em conjunto, enfim, sem a sacanagem gostosa que está aconteceu no último mês, por isso a gente tinha decido fazer algo “fora da caixinha” antes da xaropiuda chegar.

Mas como dizem: Antes da tempestade vem... E nesse caso estava falando da Denise e eu.

A apresentação do tcc foi um sucesso. A tese dele quanto de Rafaela e Amanda foram aceitas pela bancada e toda foram comemorar num barzinho próximo a faculdade. A alegria da minha irmã era tanta que ela queria que meus pais e eu fossemos comemorar com ela, mas minha mãe queria passar longe da faculdade e meu pai estava prestes a viajar a trabalho então não ia conseguir ir até lá. Tudo isso era verdade e também uma desculpa pra transar feitos loucos em todo lugar da sala e não sozinhos.

Não querendo dar de cara com meu vizinho, um ano mais novo do que eu, decidi sair de carro para no tal barzinho, mas antes passei na casa dos meus amigos, Mauricio e Kenta Shinoda. Eles eram dois irmãos que vivam sozinhos. Seus pais tinham voltado pro Japão mas os dois insistiram em ficar no Brasil, por que o Brasil era muito mais legal. Eles eram muito gente boa. Muito mesmo, mas nem a amizade que eu tinha deles, me fez ficar quando no celular, chegou uma foto da Denise com o belo decote de sua camisa.

— Bem senhores. Esse moleque aqui, vai ali transar. — Ri da cara de inveja deles e parti para encontrar a garota mais gostosa que eu conheci na minha vida, ou até aquele momento da minha vida.

Eu encostei o carro no outro lado do bar, e vi Denise rodeado por amigos da faculdade, principalmente Amanda e Rafaela. Caralho, mesmo anos depois, lembrar da Denise usando aquele corpete destacando seus seios branquinhos, me dá água na boca.

Tentando não ficar excitado antes de encontrar toda aquela gente, corri pro bar e fui cumprimentando todos, mesmo quem eu não conhecia só que ninguém foi tão caloroso quanto a própria Denise, que me abraçou de um jeito que parecia que ia me beijar ali mesmo.

— hei garota! Segura sua onda! — Brinquei, tentando disfarçar para as amigas dela que riam e até olharam um tanto surpresa pra nós.

— Cumprimenta a única filha formada da nossa casa tá! — Falou minha irmã e eu percebi que já estava um tanto alterada.

— Duas garrafas e o mel já subiu pra cabeça. — Riu Rafaela que estava tão sóbria quanto a Denise.

— Não sei se você conhece a sua irmã mas acho melhor você levar ela embora logo –– Sugeriu Amanda.

— Caracas. Essa graduação chegou bem na hora hein. Imagina beber tanto assim pra comemorar. Eu vou ali no banheiro e já volto. — Falei para as meninas.

Eu não estava com vontade, mas eu tinha que achar uma forma de enrolar um pouco mais. Chegar cedo em casa seria um crime para meus pais. Talvez fosse melhor eu ligar pra avisar da situação da Denise pra que eles pudessem se preparar. Eu estava indo no banheiro, quando uma cabeleira ruiva passou por mim.

— Ei! Eu te conheço! — Apontei para garota que riu.

— Ah. O menino da ressaca.

— Menino?

Eu sou mais velha que você então... Olha dessa vez acertou o banheiro. (Evento do 1º Capitulo)

— Pois é. Sou eu que estou sóbrio hoje e minha irmã que tá de fogo (literalmente)

— Entendi. Bem melhor eu ir sabe, to apertada.

— É claro, demoro. — Disse e antes que eu pudesse falar qualquer outra coisa, a garota ruiva tinha entrado no banheiro. Não que eu estivesse esperando qualquer coisa, o que eu queria mesmo tava bem ali, quase vomitando as tripas.

Quando eu voltei pro meio do barzinho, Rafael apontou para meu carro, onde Denise conversava nada animada com um carinha. Esperei duros dez segundos para organizar meus pensamentos e não encontrar uma razão pra xingar aquele imbecil e dar um mata leão nele, mas violência não era meu estilo, infelizmente.

— E ai tá pronta pra ir? Se vomitar no carro da mãe ela te mata depois de me matar.

— Nem vomitei pirralho. Depois a gente conversa, Silas. — Denise mal deixou o rapaz se despedir e entrou no carro. Se fudeu, otário. Quem disse que estas coisas só acontecem comigo? Pensava sorrindo enquanto partia como carro.

Fiquei em silêncio até o primeiro farol, então me voltei pra Denise procurando ver se ela estava bem e o que eu ganhei foi um selinho que aos poucos foi se transformando num beijo tão longo quanto o sinal vermelho permitiu ser.

Mal vi como havia recomeçado a dirigir e nem sabia mais pra onde ir e Denise ria da minha cara logico.

— Quer ir numa farmácia? Comprar algum remédio?

— Eu não tô bêbada Denner, eu só fingi para ir embora logo.

— Aah. Pensei que queria comemorar.

—Eu quero comemorar. — Disse ela com a voz mais obscena que ela poderia produzir então sua mão apertou minha coxa. Apertou forte só pra depois ficar arranhando minha perna com suas unhas até chegar na virilha, onde ela usou todos seus dedos pra tirar 40 % do meu foco da direção.

— É tão fácil assim te desnortear? — Perguntou com voz manhosa.

— Mais fácil do que isso é capotar. Sua maluca. — Ri, enquanto dirigia, sem conseguir impedir meu pau começava a estufar na minha calça.

Sorrindo diabolicamente, Denise continuou seu carinho, passando levemente sua unha sobre minha perna, brincando comigo, me atentando, chegando a roçar meu pau e depois tirar os dedos dali.

— Do jeito que conheço aqueles putos lá de casa, a gente não pode voltar tão cedo né? — palpitou, Denise com sua voz cada vez mais lenta, baixa, chegando ao ápice da sua sensualidade.

— Você conhece bem seus pais. — Tentando conter minha tremedeira, mas, Denise sabia que minha na minha cabeça, as piores das putarias já estavam sendo calculadas

— O tanque de gasolina tá cheio.

— Então continua dirigindo meu amooor. — Falou De, passando a unha de leve pelo meu pescoço e me beijando ali, logo em seguida.

Eu não podia mais só me contentar com toque chocante da minha irmã sobre meu corpo, eu tinha que sentir a pele dele, seus cheiros e gosto. Tirei a mão direita do volante e procurei Denise da mesma forma que ela fez: Toquei suas pernas e deslizei minha mão até onde eu podia tocar.

A intensidade que só o sexo pode gerar, invadiu o carro, não tinha como escapar ou para onde ir tinha que ser resolvido naquele lugar, naquela hora.

Sem dizer uma palavra, Denise puxou o corpete pra baixo, revelado aquela bela pela branca então lambuzou o dedo em sua boca, e

depois passou pela aréola escura e se inclinou pra frente, puxando meu queixo até ela.

— Mama vai. Mama bem delicia meu amoor. — Pediu;

Olhei pra frente. Nenhum carro à vista mas nem por isso eu deixei de temer por nós. Dirigir era perigoso por si só, mas dividir tento a atenção voltada para toda aquela tentação... “Foda-se” Foi meu último momento de lucidez naquela noite.

— Isso me chupa vai. Isso chupa Denne. Aí que delicia vc mamando. Ai, que delicia de tesão. — Dizia Denise descontrolada alterando entre os seios na minha boca e a sua língua lambendo meus lábios.

Num átimo, desfivelei minha calça baixando ela o máximo que pude e Denise tirou sua calça por completo. Ainda dirigindo, mergulhei minha língua dentro de sua boca, lutando contra sua língua. Saliva contra saliva.

— Que tesão do caralho — Falou Denise quase miando.

Paramos em outro farol. Naquele momento eu mal sabia onde estávamos, mas os dois sabiam o que queria fazer. Denise ficou de joelhos no seu banco ganhando altura. A vadia puxou minha boca em direção da sua buceta e eu não ia desperdiçar o momento nem aquele néctar dos deuses;

Suguei todo aquele meu, lambia cada pedacinho daquela bucetinha linda e cremosa, com cheiro e gosto de morango. VAGABUNDA! Tava hiperpreparada par o abate. De repente um carro buzinou ao nosso lado, e ouvimos a gritaria e até parabéns vindo dele.

Eu queria voltar a dirigir, mas Denise puxou mais forte minha cabeça na nuca esfregando aquela xana suculenta em toda minha cara segundos depois ela se abaixou com a cara de tesão ainda maior.

— Eles já foram. Pena... Vai acha um lugar escuro vai que eu quero sentar. E nem quero ouviu lamentação hoje, só dirige e me come seu filho da puta — Emendou e sem pensar meti o pé no acelerador. Canto escuro nas ruas de SP é o que não faltava, e pelo que entendi se tivesse alguém olhando aquela vadia sendo fodida, mais tesão ela ia ter e mais gostoso ia ser pra mim.

Não tinha o que pensar, não queria pensar. Queria comer aquela puta para sempre! Todo dia toda hora! —Aqui puta do caralho vem sentar. — Gritei e a puxei assim que parei o carro.

—Fode filho da puta fode! Só vou levantar quando minha xereca estiver toda esfolada seu porra.

— Então toma puta, tomaaa!

Denise gemia e se expremia rebolando na rola. Sua buceta era perfeita. Feita completamente pra mim. Ela descia e subia rebolando enquanto nossas bocas travavam uma batalha mortal. Em certo momento ela se levantou completamente e veio lamber minha pica.

Minha rola estava encharcada com o suco de sua buceta e molhada com meu pré gozo. Ela segurou minha rola e lambeu meu saco nem se importando com os pelos. Subiu pela base do meu pau até a glande lambendo em volta.

—Chupa vagabunda. Chupa irmã tarada. Chupa tesuda que gosta de dar pro irmão. Vadia!

Ela afasou a boca do mau me instigando ainda mais —Eu chupo meu amor. Meu irmão. Que tesão fazer isso com você. Sou sua puta. Cadela no cio.

Aiiiin aaaaiiin. — Gemeu, e então puxou o couro da minha rola abrindo freio do meu pau enfiando a língua naquele buraquinho...

— Deeee, aaaah porraaaa caralho....

Denise voltou sentar. Puxou meu cabelo para trás. Encheu então a boca com, saliva com meu pré gozo e mel da sua buceta e derramou tudo dentro da minha boca e voltou a me beijar lentamente pra eu sentir todo gosto que havia ali só pra sentar mais uma vez.

—Aí que pica maravilhosa. Ai que rolaaaa vou gozaaa vou gozaaa.

—Goza porra goza caralho... Supliquei e então ela se levantou mais uma vez e simplesmente pressenti o que ia acontecer, e por isso ajustei o banco para ir mais para trás. Não consegui ver bem como ela havia se ajustado. Acho que estava se segurando no volante, e então jogou aquela bundinha redondinha para trás só pra eu meter a língua dentro dela.

—Lambe meu cuu, lambeee. Lambe Denner. Eu sou faço isso com você irmãããão. Lambe meu cuuuu — Implorou a depravada, e eu mais depravado ainda, suguei aquele cu até o fundo dele. Sentindo o gosto salgado em minha língua. Sentindo os cheiros maravilhosos e horripilantes e amei cada parte e amaria cada coisa que sairia dali, e então sentou novamente.

Sem conseguir me segurar mais eu gozei em sua buceta enquanto ela encharcava o carro com seu mel e seu esguicho de xixi. Virei ela lentamente pra mim, subi ela pela cintura e fiz questão de lamber sua buceta mais uma vez. Meu gozo, o xixi dela, sem importar com nada mais.

—Chupa o xixi chupa, direto da xaninha sensível da mana. —Falou como se ela precisasse pedir.

Foi o melhor sexo que tinha feito até então. Eu transaria mais vezes com ela ali no carro ou em qualquer lugar. Mas depois que alguns carros passaram, 1% de sensatez tocou nós dois e então, nos arrumamos o máximo que podíamos e então partimos para casa.

A uns dois quarteirões da nossa casa, Denise me beijou de novo. Mas agora foi um beijo mais leve, mais apaixonado. Puta merda... Eu tava apaixonado, mas pra não dar brecha ou simplesmente me declarar, arrumei outro assunto co-relacionado.

—Vou acordar de manhãzinha e levar o carro pra lavar. A mamãe pode até não falar nada sobre vômitos e comida no banco, mas acho que ela vai perguntar sobre esse cheiro de sexo. Ou ela se acostuma com o cheiro da próxima vez.

— Denner... Denner, eu tenho que te falar uma coisa.

— Oxi! Fala logo. — Eu disse distraído, estacionando o carro na nossa garagem

— Eu tô namorando. Essa foi nossa última vez. — Contou Denise e nos primeiros segundos eu não dei a total atenção e então saí do carro. — Você me escutou.

—Desde... Desde quando?

— Uma semana. E é o Silas. Eu devia ter te contato antes, mas...

—Eu não... Olha eu não esperava que a gente... Mas...

— Desculpa.

Foi a última palavra naquela noite. E então fiquei uma semana no meu quarto, enquanto recolhia os cacos da minha dignidade e dos meus sentimentos.

Meus pais acharam estranho essa nossa distancia, mas talvez fosse algo comum já que a Denise apresentou o novo namorado para eles e estavam bem. Depois de um tempo eu mesmo conheci o cara e ele era gente boa mesmo, mas isso não me impediu em me afundar numa magoa e tristeza. Naqueles dias nem tinha notado a presença da Dayani em casa, e como ela havia tentando falar comigo.

Bem amigos esse foi o terceiro ato dos meus relatos e desde já agradeço a cada um de vocês por lerem. Logo mais o quarto relato chegará aqui no site. Obrigado!

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