Olá pessoal, Thiago aqui novamente. Depois daquela noite louca de verdade ou consequência no apartamento da Kelly, as coisas entre a gente e o grupo de amigos ficaram ainda mais interessantes. O namoro com a Kelly estava cada vez mais forte e sólido. A gente se amava, se apoiava no dia a dia — eu correndo entre o trabalho e ela dividindo faculdade e estágio —, mas também mantinha aquela chama safada bem acesa. Transávamos quase todos os dias, às vezes carinhoso, às vezes selvagem, e sempre com cumplicidade total.
Foi numa terça-feira à noite que tudo começou. Eu e a Kelly estávamos deitados no sofá do apartamento dela, assistindo uma série depois do jantar, quando o celular da Kelly tocou. Era a Beatriz ligando. Kelly atendeu no viva-voz pra eu ouvir também.
— Oi Bia! Tudo bem? — disse Kelly.
A voz da Beatriz saiu animada, um pouco nervosa e claramente excitada:
— Oi Kel! Tá tudo ótimo, mas preciso da ajuda de vocês dois. É uma coisa bem safada e quero que o Rafa não saiba de nada. Posso falar?
— Claro, pode falar — respondeu ela, e eu já sentindo o pau mexer de curiosidade.
Beatriz respirou fundo e explicou toda a fantasia dela com detalhes bem explícitos. Ela não conseguia parar de pensar naquela noite em que viu o Rafa comendo meu cu. Tinha ficado completamente viciada na imagem. Queria fazer uma surpresa pro noivo: vendar ele, dizer que era só ela chupando, mas na verdade chamar eu e a Kelly pra participar. O grande desejo dela era ver o Rafa comendo o cu da Kelly ao mesmo tempo que eu comia o cu dele. Uma cadeia perfeita: eu metendo no Rafa enquanto ele metia na Kelly, tudo na frente dela.
— Eu quero ver meu noivo sendo comido enquanto ele fode outra mulher… isso me deixa louca só de imaginar. Vocês topam me ajudar? Prometo que vai ser incrível e ele vai surtar de tesão — pediu ela, quase gemendo no telefone.
Eu e a Kelly nos olhamos com um sorriso safado e respondemos quase juntos:
— Topamos!
Combinamos todos os detalhes por telefone. Marcamos para o sábado à noite, no apartamento deles em Pinheiros, que era maior e mais privativo. Eu e Kelly chegaríamos mais cedo, nos esconderíamos no quarto, e Beatriz prepararia o Rafa. Ela ia dizer que tinha uma “surpresa especial” e que ele precisava estar vendado.
No sábado, chegamos pontualmente às 19h. Beatriz nos recebeu com um abraço apertado e um sorriso safado que mal conseguia esconder a excitação. Ela estava linda: vestidinho curto preto justo, sem sutiã, os bicos dos seios marcados no tecido, cabelo solto e um olhar brilhando de tesão. Nos atualizamos rapidinho na sala, bebemos uma taça de vinho para relaxar e fomos pro quarto arrumar o cenário. Colocamos uma venda preta confortável, bastante lubrificante, toalhas limpas e uma playlist sensual com volume baixo.
— Ele vai pirar quando descobrir — Beatriz ria baixinho, já com a mão entre as pernas. — Tô molhada desde que liguei pra vocês. Ver ele sendo fodido enquanto come a Kelly vai ser o paraíso pra mim.
Rafa chegou por volta das 20h do trabalho. Beatriz o recebeu com beijos molhados e já foi esquentando o clima, passando a mão na calça dele. Mandou ele tomar um banho rápido e depois ir pro quarto vendado, dizendo que tinha uma “surpresa especial” preparada. Ele topou na hora, rindo e já com a voz rouca de expectativa.
Eu e a Kelly ficamos escondidos no closet do quarto, coração acelerado e pau duro de ansiedade. Ouvimos quando Beatriz vendou ele, tirou a roupa dele devagar, beijou o corpo todo e o deixou sentado na beira da cama king size, pau já duro latejando.
— Relaxa, amor… hoje você só sente. Sem ver nada — ela murmurou, começando a chupar ele bem devagar, com gemidos provocantes.
Rafa gemeu alto, segurando a cabeça dela. Depois de uns bons minutos, Beatriz fez sinal pra gente. Saímos silenciosamente do closet e nos aproximamos.
Primeiro, Kelly se ajoelhou ao lado da Beatriz. As duas começaram a chupar o pau do Rafa juntas, línguas se encontrando na cabeça grossa, uma lambendo as bolas pesadas enquanto a outra engolia fundo. Rafa soltou um gemido surpreso e gostoso:
— Caralho, Bia… tem mais alguém aí? Que boca quente pra caralho…
Beatriz riu com o pau na boca e não respondeu. Eu me juntei, chupando junto com elas. Três bocas trabalhando naquele pau veioso. A gente revezava: eu engolia até o fundo, Kelly lambia as bolas e Beatriz chupava a cabeça com vontade. Rafa estava no paraíso, quadril se mexendo involuntariamente, gemendo sem parar. Ele tentou tirar a venda, mas Beatriz segurou as mãos dele com firmeza.
— Ainda não, amor. Só sente…
Depois de uns longos minutos de boquete coletivo, Beatriz tirou a venda dele devagar. O rosto do Rafa quando viu eu e a Kelly ali foi impagável — choque, tesão puro, boca aberta e um sorriso enorme de quem não acreditava na sorte.
— Porra… Thiago e Kelly? Que surpresa do caralho! Vocês são foda!
A gente riu e continuou chupando ele por mais um tempo, agora com ele vendo tudo. Kelly e eu revezávamos no pau dele enquanto Beatriz tirava a própria roupa e se masturbava olhando, os dedos brilhando de tesão.
Beatriz então revelou o resto da fantasia com a voz rouca:
— Amor, hoje você vai comer o cu da Kelly… enquanto o Thiago come o seu cu. Quero ver vocês dois encadeados na minha frente.
Rafa ficou sem palavras, o pau pulsando ainda mais duro. A gente arrumou a posição com cuidado e muito lubrificante. Kelly deitou de quatro no centro da cama, bundinha empinada e já preparada. Rafa se posicionou atrás dela, passando o pau na entrada apertada e empurrando devagar. Kelly gemeu alto e gostoso quando ele entrou fundo:
— Isso, Rafa… mete no meu cu… tá gostoso…
Ao mesmo tempo, eu me posicionei atrás do Rafa. Passei bastante lubrificante no cu dele e no meu pau, encostei na entrada dele e empurrei devagar, esfregando o resto de lubrificante no pau dele. Rafa soltou um gemido rouco e profundo quando eu entrei nele. A corrente estava formada: eu metendo no cu do Rafa, ele metendo no cu da Kelly.
— Caralho… que delícia… — Rafa gemia, preso entre nós dois.
Começamos a meter sincronizados. Eu dava estocadas fortes, empurrando o Rafa para frente, que por sua vez metia mais fundo na Kelly. O quarto virou uma sinfonia de gemidos, pele batendo contra pele e respirações ofegantes. Beatriz estava ajoelhada ao lado, assistindo tudo de perto, os olhos brilhando de tesão enquanto se dedava com força.
— Isso… fode meu noivo, Thi… e você, amor, arromba a Kelly pra mim — ela incentivava, voz tremendo de prazer.
Eu via tudo de perto: meu pau entrando e saindo do cu do Rafa, que por sua vez estocava a bundinha redonda da Kelly. As duas bundas empinadas, os gemidos misturados, era uma visão insana. Kelly rebolava contra o Rafa, apertando ele, enquanto eu metia mais forte, sentindo o cu dele apertar meu pau.
Mudamos de ritmo várias vezes. Às vezes eu metia devagar e fundo, fazendo o Rafa gemer e empurrar mais na Kelly. Outras vezes acelerava, transformando os três num vaivém gostoso. Beatriz se aproximou, beijou o Rafa, depois me beijou, e lambeu os seios da Kelly enquanto assistia o espetáculo.
— Nunca pensei que ia sentir isso… sendo comido enquanto como ela… porra, que tesão — Rafa gemia, quase sem voz.
Kelly gozou primeiro, tremendo inteira e apertando o pau do Rafa no cu dela. Isso fez ele gemer mais alto. Beatriz gozou logo depois, dedando-se enquanto via a cena. Eu aguentei mais um pouco, metendo fundo no Rafa até não aguentar e gozar dentro dele, enchendo seu cu de porra quente. Rafa, sentindo minha gozada, acelerou e gozou forte dentro da Kelly, o corpo todo tremendo entre nós.
As meninas estavam meladas e ofegantes. Mas não acabou aí. Depois de um descanso rápido com mais vinho e risadas, rolou segunda rodada. As meninas fizeram um 69 safado enquanto eu e Rafa recuperávamos. Depois eu comi a Kelly na frente deles e Rafa comeu a Beatriz. Por fim, mais uma cadeia: eu no cu da Beatriz, ela comendo o cu da Kelly com um strap-on que tinha, enquanto o Rafa assistia e batia punheta. Foi uma das noites mais intensas que tivemos.
Dormimos todos juntos na cama grande, pelados, suados e abraçados. No domingo de manhã rolou uma chupada coletiva no chuveiro, mais uma rodada lenta e carinhosa antes de cada um ir pra sua casa.
Beatriz nos agradeceu mil vezes depois. Disse que realizar aquela fantasia tinha sido ainda melhor do que imaginava e que o Rafa ficou completamente viciado. Eles queriam repetir com a gente em breve. Eu e a Kelly voltamos pro apartamento dela felizes, ainda mais conectados e excitados com a experiência. Essas aventuras só fortaleciam nosso namoro — a gente confiava um no outro completamente e curtia compartilhar prazer de forma segura e intensa.
Essa foi mais uma noite inesquecível.
