Opa lobo mau, blz? Leio sempre seus contos e estou aqui para contar a respeito de uma experiência que eu tive quando eu me formei na faculdade.
Quando me formei na faculdade de Direito meu pai me disse que pagaria uma viagem de presente, que eu poderia escolher para onde gostaria de viajar que ele bancaria tudo, minha família é muito bem de situação e meu pai disse que como não teve que gastar com faculdade, já que eu estudei numa universidade pública, me daria essa viagem de presente.
Bom, como sempre gostei muito de praia, escolhi um destino que tivesse praias muito bonitas, no caso, Arraial do Cabo, comecei a olhar acomodações no Airbnb, até que encontrei um quarto para alugar com um preço bastante em conta e como a viagem seria sozinho eu não precisaria de uma casa inteira.
Conversei com os donos da casa previamente e descobri que se tratava de um casal de idosos aposentados que moravam ali e como tinham um quarto vago resolveram anunciar para fazer uma graninha extra.
A senhora do casal se chamava Cleuza tinha 65 anos e o senhor se chamava Valdir tinha 67, eram um casal muito simpático. Acertei com eles pra ficar uma semana e eles me receberam muito bem, sempre foram muito acolhedores e me deixaram muito a vontade na casa deles.
A rotina nos dias em que eu fiquei hospedado na casa deles se deu de maneira bem previsível: eu acordava e Cleuza já tinha preparado uma mesa farta de café da manhã, tomávamos café os três juntos batendo um papo, depois eu saía para turistar e curtir uma praia e seu Valdir saía junto comigo para bater papo com seus amigos numa praça que havia por perto.
No terceiro dia em que eu estava lá eu cheguei em casa pelo fim da tarde e Cleuza estava fazendo faxina na casa, vestido um daqueles shorts molinhos e curtinhos de pijama. Aquele shorts me fez reparar que ela tinha uma bunda bem gostosa, fiquei pensando que ela devia ser bem bonita quando mais nova e não consegui parar de secar ela, principalmente sua bunda.
O problema maior foi que ela percebeu meus olhares libidinosos, começou a olhar de volta pra mim com um sorriso de canto enquanto fazia faxina, eu estava lutando para parar de olhar pra ela, mas não conseguia. Entramos então, numa troca de olhares lancinantes em uma espécie troca de flertes não dita.
Seu Valdir chegou em casa enquanto estávamos nesse clima, entrou e não percebeu nada. O sorriso de canto de Cleuza se desmanchou e eu subi para o meu quarto, pois não conseguiria parar de secar a Cleuza, estava completamente hipnotizado por aquela bunda suculenta.
No dia seguinte, Cleuza quis me acompanhar até a praia, me perguntou se poderia me acompanhar, que estava afim de curtir uma praia naquele dia, eu disse que sim logicamente e ela disse que ia colocar um biquíni. Ela apareceu então com um biquíni e se eu já havia secado ela com shorts agora com aquele biquíni meu Deus, estava completamente enlouquecido. Ela chamou seu Valdir para ir junto conosco, mas ele recusou.
Fomos até a praia e eu secando ela o tempo todo, ela de novo com o sorriso de canto, dava pra ver que ela estava gostando da ideia de ser desejada por um rapaz de vinte e poucos anos. Em um dado momento, ela me pediu para acompanhá-la até o mar e eu fui, segurando ela e entrando aos poucos, puxei ela mais pra perto de mim, coloquei minha mão na sua cintura e fiquei segurando, ela estava gostando.
Falei no ouvido dela que nós podiamos achar um local mais reservado, pra dar vazão ao que estavamos sentindo, comecei a dar leves beijos no seu pescoço e ela estava completamente entregue ao meu papinho, só que nesse momento o movimento da maré nos balançou e juntou nossos corpos, o que fez com que sua bunda colasse na minha virilha e ela sentisse o meu pau duro.
Aquilo ter acontecido, foi ótimo pra mim na hora, mas parece que naquele momento o transe em que ela estava se quebrou e ela só se desvencilhou de mim e saiu da água. Fui atrás dela, mas ela disse que tinha que voltar pra casa, que aquilo estava indo longe demais, me ofereci para ir vom ela, mas ela disse que era para eu ficar.
Curti meu fim de praia pensando que eu fiquei a poucos minutos de comer aquela linda mulher e no que havia dado errado. Fui embora e não a encontrei, quando cheguei vi seu Valdir sentado sozinho na mesa da cozinha tomando um copo de leite, perguntei por Cleuza e ele me disse que ela havia dito que não estava se sentindo bem e foi se deitar.
Como o tesão estava muito grande, resolvi sair pra ver se conseguia descontar todo aquele tesão em alguém. Penei para achar alguma coisa, quem conhece Arraial sabe que a vida noturna da cidade não é lá grandes coisas. Mas encontrei um barzinho que tinha uma música bacana e gente bonita.
Me aproximei de um pessoal que parecia ser gente boa, me apresentei e expliquei que estava sozinho e se podia ficar ali com eles para curtir a noite, todos foram muito bacanas comigo e ali eu comecei a pequerar uma das meninas do grupo, até chegamos a dar alguns beijos, mas quando eu tentei algo a mais ela me deixou na mão.
Cheguei em casa de madrugada, por volta das duas da manhã, com mais tensão do que quando havia saído. Quando cheguei encontrei Cleuza tomando um copo d'água na cozinha, perguntei se ela estava bem e ela disse que estava e já foi saindo. Segurei o braço dela e disse que ela não precisava me evitar, que já havia entendido que ela não queria nada comigo e que estava tudo bem, ela sorriu e saiu me dando boa noite.
Sentei em uma das cadeiras da mesa e estava tão possuído pelo tesão que comecei a me masturbar ali mesmo. Comecei a me imaginar comendo Cleuza em todas as posições possíveis, entrei tão de cabeça naquela fantasia que fechei os olhos e me entreguei a aquele delírio.
Quando abri os olhos novamente, vi Cleusa no alto da escada olhando para mim enquanto eu me masturbava. Na hora meu instinto foi cobrir minhas partes e pedir desculpas, Cleuza saiu correndo dali de volta ao seu quarto, pensei que seu Valdir me colocaria dali pra fora naquele momento, fiquei muito nervoso, mas como o tempo foi passando e nada aconteceu fui dormir.
No dia seguinte tudo normal, Cleiza nem tocou no assunto e fingimos que nada havia acontecido, saí pra praia e voltei como de costume todos os dias. Tomei um banho para me renovar depois de um dia de praia, me deitei pra dormir por volta de umas dez da noite. De madrugada, eu acordo e percebo uma grata surpresa: minha calça está arriada e Cleuza está com a boca no meu pau me chupando.
Olhei pra ela e disse que sabia que ela não resistiria, coloquei minha mão sobre sua cabeça e fui controlando e ditando o ritmo da sua chupada, logo eu esporrei em sua boca e ela veio em minha direção para me beijar. Ficamos minutos e mais minutos em um beijo delicioso, quando eu interrompi o beijo e disse a ela para irmos para outro lugar, que o seu Valdir podia nos pegar no flagra ali, ela então me tranquilizou dizendo que ele tomava remédios que o faziam dormir a noite toda e se acordaria amanhã de manhã.
Nesse momento eu coloquei ela deitada na cama e comecei a chupar aquela bucetinha que já estava bem molhadinha, ela começou a gemer cada vez mais alto, agora eu estava bem mais tranquilo ao saber que o seu Valdir não acordaria por nada. Depois coloquei ela deitada na cama, com as pernas pro lado de fora e comecei a colar ela em pé, metendo bem gostosinho enquanto prensava ela contra o colchão. Quando fui começar a meter, primeiro pincelei sua buceta com o meu pau e depois vomevei a meter lentamente e aos poucos aumentei o ritmo.
Quando estava quase gozando falei pra ela que ia gozar dentro dela, mas ela disse para eu gozar na sua cara, então retirei meu pau de dentro dela e comecei a bater uma punheta na frente da sua cara, enquanto ela estava com a boca aberta, pronta para receber a minha porra, então eu gozei na sua cara e ela limpou o que caiu no seu rosto e colocou na sua boca.
Então ela se vestiu e voltou para o seu quarto, tentei ir atrás dela para continuar a transa, mas ela disse que era para eu voltar a dormir e ficar tranquilo pois amanhã teria mais. No dia seguinte, acordei mais cedo do que de costume e Cleuza estava na cozinha passando café sozinha, a abracei por trás e comecei a beijar seu pescoço, perguntando se minha safadinha havia dormido bem, ela me correspondeu e virou de frente para me beijar, ficamos ali trocando carícias por algum tempo.
Interrompi o beijo para perguntar do seu Valdir e ela disse para eu ficar tranquilo que ele só levantava por volta das oito e meia da manhã, então recomeçamos a trocar carícias. A ergui e a coloquei sentada sobre a mesa da cozinha, me abaixei, retirei sua calcinha e comecei a chupá-la, ela começou a gemer e seus gemidos foram me deixando louco.
Depois de chupar bastante aquela safada, a deixando molhadinha, eu me posicionei atrás dela e arriei minha bermuda e comecei a meter nela, ela segurava a mesa com e eu ia metendo por trás e comecei a chupar seu pescoço, ela dizia que nunca havia sido tão bem comida na vida e que estava vivendo um sonho, falei pra ela que ela era uma gostosa e merecia levar rola todo dia.
Assim que eu gozei dentro dela naquela posição nos recompomos e nos sentamos a mesa que nem dois anjinhos, quando seu Valdir desceu, ele nem desconfiou de nada. Em um breve momento que seu Valdir nos deixou a sós no café da manhã para ir ao banheiro, eu corri até ela e cochichei no seu pescoço perguntando se ela não queria ir à praia comigo naquele dia, ela balançou a cabeça dizendo que sim.
Fomos até uma das praias famosas de Arraial, ela colocou um biquíni azul bem provocante, chegando na praia ficamos lá curtindo um dia de praia normal, até que eu convidei ela para vir comigo em direção a uma trilha em um cantinho da praia, fomos andando até chegar em uma pequena prainha deserta onde estávamos só nós dois, a puxei pra mim e comecei a beijar ela ali e ficamos como um casal de namorados ali.
Nos beijamos como loucos, na areia, dentro d'água, a sensação é de que éramos um jovem casal de namorados apaixonados na praia mesmo. Em um dado momento eu pedi para a gente transar ali, ela me perguntou se eu estava ficando maluco e eu respondi que estava maluco de tesão por ela. Estendemos uma canga dela no chão, me sentei nela e arriei meu short de banho, já estava duro esperando sua bucetinha, ela retirou a parte de baixo do seu biquíni e sentou sobre o meu pai e cavalgou de costas pra mim e de frente pro mar, ela disse durante a foda que estava vivendo o auge da vida dela, que eu tinha a presenteado com dias incríveis.
Depois daquela transa ficamos deitados abraçados sobre a canga, ela deitada sobre meu ombro enquanto trocávamos carinho, depois fomos embora e continuamos transando até o fim de minha estadia em sua casa, essa foi com certeza uma das melhores viagens da minha vida.
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