Olá, leitores(as). Júnior passando para contar mais uma aventura. Nem tudo são flores, e nem sempre se ganha na vida.
O leitor deve ter em mente que nomes de pessoas e empresas são meros figurantes, não refletindo a realidade. Mas o leitor poderá observar, como já deve ter observado, que o autor sempre fala de si mesmo. Os textos refletem os pensamentos do autor.
Boa leitura, e deixe sua avaliação, que é importante para eu compreender os temas que vocês preferem.
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Eu morava em Minas Gerais, trabalhava na companhia aérea no aeroporto, realizando manutenção das aeronaves. Morava sozinho em um apartamento pequeno em Vespasiano, região metropolitana. Cidade pacata, cara de interior, a meia hora de BH.
Não tinha muita coisa na cidade, às vezes eu ia pra Lagoa Santa, na orla, nos barzinhos, mas não costumava chegar em ninguém, devido à minha timidez.
Resolvi baixar o Tinder. Criei minha conta, adicionei uma foto de meio corpo e outra de corpo inteiro, coloquei na descrição "Apaixonado por aviação, procurando aventura sexual com mulher". Agressivo demais. Reescrevi: "Apaixonado por aviação, procura mulher para criar conexões. Aventure-se. Podemos nos divertir na cozinha". Melhor, né. Nas tags coloquei aviação, apaixonado, aventura, sexo a dois, romance, cozinhar. Spotify: rockConfigurei a distância para 40 km, assim abrangeria BH. Faixa etária de 30 a 40 anos (tenho 39).
Após configurar o APP, passei a rolar as fotos. Até que uma ruivinha de olhos azuis me chamou a atenção. Deslizei para a direita. Deu match! Entrei no perfil dela. Jéssica, 35 anos. "Amante da aviação, comissária, apaixonada por viagem. Tenta ser feliz na cozinha". OPA!!! Foto de maiô na praia, corpão. Outra foto de comissária na entrada de uma aeronave comercial. Mandei mensagem:
"Oi. Demos match! Que tal trocarmos ideia?"
Demorou algumas horas, ela respondeu.
"Oi. Qual a sua ideia?"
Logo depois eu entrei no aplicativo:
"Trocar ideia com você em algum lugar que tenha uma cozinha e possamos falar de aviação".
"WPP: 31 9xxxx-xxxx".
Adicionei e mandei mensagem:
"Oi, Jéssica. Júnior. Que tal combinarmos de sair pra algum lugar? Você mora aqui por perto de Vespasiano?"
"Oi Junior, moro na mesma cidade. Podemos combinar no meu apê, me sinto mais segura".
"Quando você pode?"
"Sábado à noite, a partir das 19:00".
"Combinado, Jéssica"
"Até lá".
A semana passou, mandei uma ou outra mensagem para manter o contato. Sábado chegou. Tomei meu banho, me arrumei, não passei perfume porque sou alérgico, tenho rinite. Eu me vestia com uma calça esporte, tênis, camisa da Adidas e um casaco de lã fino. Era um dia de primavera, friozinho de noite. Peguei o carro e fui até o endereço, um conjunto de 4 ou 5 prédios de apartamentos. Mandei mensagem:
"Oi, tô aqui na portaria".
"Vou abrir o portão pra você, entra e coloca o carro na vaga do 303 do prédio 3. Depois só subir".
Entrei, procurei a vaga e estacionei atrás de um Honda City 2022 que estava na vaga. Subi as escadas e dei um toque na campainha.
— Oi! Entra! - disse Jéssica, me dando um beijo no rosto.
— Oi, até que enfim nos encontramos... - respondi, entrando.
Ela fechou a porta. Eu observei uma mulher com perfil ampulheta, ou seja, quadril largo, e levemente acima do peso. Além disso ela tinha o cabelo preto e os olhos castanhos. Restava saber se ela trabalhava na aviação... já perdi o tesão, pois me senti enganado. Nada a ver com as fotos.
— Senta aí, menino - apontou o sofá.
Eu me sentei e olhei pra ela.
— Antes que você pergunte, sim, sou a Jéssica do perfil, mas aquela era eu de um tempo atrás, gostava de trocar a cor do cabelo, usava lente de contato colorida. Agora tô mais comportada. Depois que eu comecei na carreira de comissária preciso manter a aparência mais coerente e constante. Ainda não atualizei meu perfil no Tinder, não tava nem entrando mais, entrei esses dias pra ver. Aí demos match.
Ela se vestia com uma calça solta azul, camiseta preta com a frase "Remove before flight" em vermelho, que me chamou a atenção, e um par de Havaianas.
— Ah, sim, entendi - disse eu, dando um sorriso amarelo.
— Você gosta de cozinhar?
— Ah, gosto de me divertir na cozinha... cozinhar já é outra coisa - eu ri.
— Como assim?
— Cozinhar é pra quem tem técnica, eu me aventuro de vez em quando, e é comum dar tudo errado... queima, fica ruim... mas eu tento... - respondi. Era verdade.
— Uhn, então a gente pode se aventurar juntos. Vamos?
Levantei do sofá, tirei o casaco e coloquei na cadeira da mesa da sala.
— Primeiro passo é não se sujar - eu disse, rindo.
Entramos no espaço exíguo. A cozinha era planejada, porcelanato no chão, azulejos industriais na área da pia e fogão. O fogão era um cooktop e o forno embutido.
— Vamos arriscar uma lasanha? - perguntou Jéssica.
— Adoro! Estou pronto para me aventurar com você.
A panela e os utensílios estavam organizados em cima da pia. Parecia a organização do Master Chef. Ela pegou a carne na geladeira. Os temperos estavam em potes alinhados numa prateleira que se destinava a eles.
— Você é bem organizada, pelo jeito.
— Quem trabalha com aviação tem que ser, né! Você também é?
— Sou. E sou meio metódico, bem observador.
— Trabalha onde?
— No centro de manutenção da Gol - respondi.
— Eu trabalho na Azul.
Ela colocou a carne na panela e me entregou a colher.
— Vamos ver se a aventura vai ser tranquila com você aqui. O comando da panela é teu. - disse ela, séria.
— Ok. Ladies and gentleman, this is the captain. Senhoras e senhores, aqui é o comandante! I have the control. Eu tenho o comando! - falei, sério.
— Hahahaha.
— Nossa aventura de preparar uma lasanha terá duração aproximada de uma hora e meia. O tempo em rota é bom, porém poderemos passar por algumas áreas de instabilidade. Por isso solicitamos que vocês atem os cintos de segurança e sigam as instruções da tripulação. A nossa chefe de cabine é Jéssica. Bom voo e até breve.
— Está com o speech na ponta da língua, hein! Pelo menos você é engraçado.
— Tento levar a vida de maneira leve. Nem sempre consigo, mas é melhor assim.
A panela começou a esquentar e a carne começou a grudar.
— Capitão, área de instabilidade à frente. A carne tá grudando!
Rimos os dois e eu abaixei o fogo.
Ficamos ali, conversando sobre trabalho. Por fim a carne ficou pronta.
— Sua vez, Jéssica.
— Ai, me chama de Jé, mais fácil.
Ela colocou a travessa de vidro em cima de um descansa panelas. Colocou a carne em molho no fundo, massa, queijo, presunto, carne, massa, queijo, presunto. Repetiu até que acabou a massa e a travessa ficou cheia.
— Comandante, forno a 180°, uma hora.
— Afirmativo, forno a 180°, uma hora, comandante ciente.
Fomos para a sala. Ela trouxe uma toalha, colocou sobre a mesa, trouxe um apoio de madeira para a travessa, colocou talheres, pratos e trouxe duas taças.
— O senhor bebe, capitão?
— Não quando estou em serviço - respondi, sério.
— Ok. Aguardaremos o término do envolvimento com as atividades - falou Jé.
— Hahaha. Estamos levando muito a sério isso... chega de falar de trabalho, né - falei.
— Tá, Júnior. Então abre logo essa garrafa.
Peguei o abridor de vinhos da mão dela. Removi a proteção, enfiei a rosca, e logo removi a rolha. Servi o vinho, um Cabernet Sauvignon de 2 anos de guarda.
— Um brinde à nós.
— Cheers - respondeu ela, batendo a taça na minha e fazendo o "tim-tim" do vidro.
Tomamos um gole. Nossa, maravilhoso!
— A lasanha! - gritei, sentindo um cheiro de queimado.
Corremos para a cozinha. Acendi a luz do forno, a lasanha estava intacta. Mas tinha vasado um pouco do molho, que caiu no fundo do forno. Era isso que estava cheirando. Faltavam 10 minutos.
Por fim desligamos o forno, ela colocou a lasanha na mesa. Eu peguei a espátula e servi uma porção para ela e outra para mim.
— Hora de conferir se todos os passos foram executados conforme as instruções - eu disse.
Ela provou e me olhou.
— Aprovado! Muito boa!
— Tá boa mesmo! Trabalho em equipe! - eu disse, estendendo a mão e batendo na dela.
Comemos, conversamos sobre aviação, tomamos todo o vinho. Já deveria ser umas 22 e pouco.
— Vamos lavar a louça. Daí eu já vou indo.
— Tá, deixa que eu lavo. Sou chata com as minhas coisas. Você pode secar.
Fomos para a cozinha. Ela começou a lavar os talheres. Eu não resisti. A abracei de lado.
— Você é bem legal. Gostei da sua companhia hoje - e dei um beijo no rosto dela.
— Gostei de você também - me retribuindo o beijo. Só que virei o rosto de propósito, e ela acertou minha boca.
— A diversão começa na cozinha... - disse ela.
— Pode ser - respondi.
— Vamos lavar essa louça, depois a gente continua...
Ela lavou, eu sequei. Ela terminou, foi escovar os dentes. Eu enxaguei a boca com pasta, não tinha trazido escova.
Eu saí do banheiro, ela pegou minha mão e abriu a porta em frente, revelando um quarto com uma cama de casal, luz ambiente azul em baixa intensidade, que mal iluminava o quarto. Ela fechou a porta atrás de si e me jogou na cama. Senti seu peso em cima de mim. Ela me beijou intensamente. Correspondi, mas meu pau não.
— Tira sua roupa pra mim - pedi.
Ela fez um lento striptease, tirando peça por peça. Quando tirou a camiseta, revelou um par de seios grandes, mas a barriga era avantajada. Não gorda, mas cheinha, um pouco acima do peso. Não era o que parecia na foto de maiô. Baixou as calças, revelando uma buceta raspada, carnuda, com um clitóris avantajado. Apesar de tudo, o corpo dela era firme.
— Gostou, meu anjo? - perguntou Jé. Fiquei até sem graça de responder — Estou indo na academia. Comecei os treinos intensos recentemente.
— Não era o que eu esperava... - respondi. — Queria a ruiva de olhos azuis do Tinder - sorri.
— Então te decepcionei. Não vai estragar a noite por isso né? - falou, decepcionada.
— Não vai. Vou tirar minha roupa.
Eu tirei a camiseta, revelando meu peito magro. Tenho porte atlético (magro) por natureza, mas não músculos salientes. Quando tirei a cueca meu pau tava mole.
— Você vai ter que animar ele pra gente se divertir... - eu disse.
— Nossa, decepcionei tanto assim?
— Acho que é efeito do vinho - disse eu, tentando remediar.
Ela me empurrou sobre a cama. Deitou-se sobre mim e beijou carinhosamente. Depois desceu, esfregando seus peitos em mim, até atingir meu pau murcho. Ela pegou, analisou, puxou a pele para baixo, apertou delicadamente.
— É com ele que que eu vou me divertir hoje?
— Você não, nós dois, Jé - disse eu, sem graça.
Ela colocou ele na boca quente, lábios aveludados. Começou a fazer um leve vai e vem, sugando meu instrumento flácido. Ele começou a ficar entumecido.
— Pelo jeito tem salvação - disse Jé.
Ela continuou. Apertava agora o membro meio duro, meio mole, tentava uma masturbação.
— Espera aí, vou pegar uma coisa.
— Tá bom - disse eu, temeroso e curioso ao mesmo tempo.
Ela levantou, pegou um tubo de lubrificante e trouxe um vibrador.
— Isso vai funcionar - disse ela, encostando o vibrador no meu períneo.
Senti uma vibração forte e meu pau começou a ficar duro. Em instantes eu senti que iria gozar.
— Vou gozar! Tira isso de mim!
Ela tirou. Meu pau tava duro. Ela se sentou em cima de mim, buceta pingando. Colocou o meu pau dentro dela.
— Caralho! Que buceta apertada!
— E você ia perder, por causa de uma decepção visual! - disse ela, começando a cavalgar.
Ela era bonita, gostosa, mas realmente, a decepção visual desativou meu tesão. Agora o pau estava duro o suficiente para uma transa meia boca.
— Deita na beira da cama, de quatro. Quero meter nessa bunda aí - disse eu.
A estratégia era para eu não perder a ereção. Ela ficou de quatro e eu chupei a buceta quente dela. Ela estava muito excitada. Coloquei 3 dedos de uma vez e ela arfou!
— Coloca esse pau logo!
Enterrei meu pau e meti gostoso, vendo aquela bunda avantajada, que realmente estava dura da academia. As coxas firmes dela eram bem desenhadas. O tesão voltou. Minha pélvis batia na bunda dela, fazendo barulho: "fap fap fap".
— Gozei, caralho! - disse Jé, arriando na cama. Sua buceta se contraiu em torno do meu pau.
— Deita de barriga pra cima, quero te comer no frango assado, olhar essas delícia nos olhos! - falei.
Ela se deitou. Peguei os peitos dela com a mão e coloquei meu pau na buceta dela. Iniciei o vai e vem lento, que tanto gosto, acariciando os peitos dela. Comecei a sentir vontade de gozar. Tirei o pau de dentro e abaixei, chupando o grelo avantajado dela. Parecia um micropênis.
— Puta que pariu! Caralho!!! - gritou Jé, estremecendo num orgasmo forte.
Recoloquei meu pau, já querendo amolecer, naquela buceta carnuda. Ela apertou involuntariamente e eu acelerei. Ela se levantou e tentava me puxar para um beijo. Eu abaixei, beijei-a intensamente, enquanto continuava a transar.
— Vou gozar!!! - anunciei, pronto pra tirar de dentro. Ela me prendeu numa chave de perna. Eu gozei forte, umas 5 ou 6 jatadas dentro dela. Ela gozou junto, estremecendo.
— Pra quem tava mole, foi uma baita transa - falou ela — Mesmo sem seu pau você sabe fazer uma mulher gozar!
— Desculpa, Jé - disse eu, deitando do lado dela — eu imaginei uma mulher magra, definida, era o que parecia na foto. Sou muito do visual...
— Desculpado. Você é um bom comedor. Podia ter me comido na cozinha...
— Meu pau de 14 cm não iria dar conta de uma bunda dessas... só se fosse direto no cu...
— Ah, primeiro encontro e você quer logo no cu... - disse, me olhando torto.
— Não disse que quero, apontei aspectos técnicos - eu ri.
— Mas se quiser vai ter que ficar duro de novo...
Levantei e fui ao banheiro urinar. Voltei pra cama e deitei sobre ela. Meu pau roçou aquela xana carnuda. Eu a beijei. Após ter falado a verdade parece que o tesão veio com força! Meu pau ficou meia bomba.
— Uau... parece que alguém se animou quando falei de comer um cu...
— Tá aí pronto pra tentar...
— Então deita na cama - disse Jé.
Eu desci de cima dela e me deitei de barriga pra cima. Ela se levantou da cama e abriu a gaveta do guarda-roupa. Virou-se com um pau de borracha de uns 18cm, grosso igual ao meu. Assustei!
— Que é isso!!!
— Calma, garoto. Isso é o que eu enfio no meu cu. É só pra te mostrar. Mas se quiser pode chupar, enfiar no seu cu. Ele é vibrador, você iria gozar horrores tendo sua próstata massageada por isso aqui.
— Tá doido, Jé. Não sou gay não.
— Gay não deve ser mesmo, porque veio aqui me comer... se fosse nem teria aparecido.
— Pois é... - eu falei, tenso.
— Então vem logo, come esse cuzinho gostoso que tá pronto pra você.
Meu pau, que tinha amolecido, reacendeu. Ela ficou de quatro. Chupei o cu dela, tava meio suado... desci pra buceta, que tava melada. Essa sim, tinha sabor gostoso de mulher. Suguei seus líquidos, deixei ela de perna bamba gozando na minha boca.
— Caralho! Desse jeito vou querer na buceta de novo!
Não respondi. Enterrei o pau na buceta dela e soquei com força! Ela gemeu. Tirei e enterrei no cu dela, que já tava lubrificado. Ela gritou!
— Ai meu cu! Vai devagar, seu doido! - reclamou ela.
— Você não disse que colocava aquela trosoba no seu cu? - disse eu, continuando a empurrar nela.
— Era só pra te provocar. Nunca usei isso não.
— Sei... - disse eu, aumentando o ritmo e empurrando até as bolas.
— Tá, já usei na buceta... caralho!!!!! - gritou ela! O gozo veio forte. Ela tremeu e jorrou mel da buceta dela, molhando o colchão e o chão.
— Puta que pariu! Gozei!!! - gritei, enchendo o rabo dela de porra.
Saí de dentro dela, chupei aquele mel todo da buceta dela. Virei-a para mim, beijei-a gostoso, soltando mel dela em sua boca. Depois eu coloquei meu pau na boca da Jé:
— Limpa essa porra aqui.
Jé chupou com intensidade. Eu não aguentei a intensidade do prazer devido ao gozo recente e puxei meu pau da boca dela.
— Puta que pariu, muita coisa! - e desabei na cama.
Ela se deitou ao meu lado.
— Caralho. Que aventura! Não esperava isso hoje.
— Nem eu, Jé.
Nos beijamos gostoso. Deitamos na cama, exaustos. Cochilei ao lado dela.
Senti um negócio no meu cu e acordei sobressaltado!
— Que é isso, Jé?! - gritei eu, sentando na cama e olhando pra mão dela.
— Meu vibrador. Vou fazer você gozar pela próstata.
— Mas você nem pediu se eu queria isso! - reclamei.
— Cala a boca e vou te fazer gozar como você nunca gozou... - e colocou a mão na boca, fazendo "shhh". Ela me empurrou pra cama, suavemente, com a ponta do dedo no meu peito. Eu deitei, coloquei dois travesseiros sob a cabeça e fiquei observando.
Jé pegou o vibrador e massageou meu períneo. Isso fez com que meu pau ficasse meia bomba, apesar de ter gozado duas vezes seguidas, o que pra mim é extremamente raro.
— Uhn, olha que tá ficando animado. Cara, você é excepcional! Nunca vi nenhum homem ficar assim na terceira vez.
— Qual é, você faz isso com todo mundo é?
— Não, só com quem me pede.
— Mas eu não pedi...
— Estou te dando de presente. Mais raro ainda. Então relaxa aí que você vai gozar muito.
— Nossa, que excepcional!
— Você é um cara legal. Nos divertimos muito na cozinha. Você quis cozinhar comigo. Não foi só um encontro. Quero retribuir. Mas também é uma espécie de punição por ter brochado, por ter me falado que eu estou acima do peso e que isso te brochou.
— Tá, desculpa, Jé. Isso não se faz. Você é um mulherão, não é por estar um pouco acima do peso que deixou de ser.
— Olha lá, falando de novo - riu.
— Você é um mulherão. - repeti.
Ela não respondeu. Encostou o bilau de silicone no meu rabo e empurrou suavemente. Ele estava muito lubrificado, e entrou de primeira, apesar de eu nem ter feito esforço. Eu retesei meu cu, na tentativa de conter o invasor. Não adiantou, e entrou mais fundo.
— Pra quem tá com isso no cu pela primeira vez entrou muito fácil.
— Nem sei o que dizer - respondi — Mas já que tá aí, continua.
Ela pegou meu pau meia bomba, colocou na boca e sugou. Eu fui à loucura de prazer. Com a outra mão Jé colocava e tirava aquela calabresa de borracha do meu cu. Com o tempo eu me acostumei, e com as chupadas dela eu me concentrava no meu pau.
— Para, pára!!! Vou gozar!!!
Ela parou de me chupar, mas continuou enterrando o vibrador no meu cu. A vibração estava desligada, mas eu estava começando a ter prazer.
— Tenta sentir isso massagear sua próstata - disse ela, colocando e tirando o pau de silicone.
— Eu sinto, parece que encosta em um ressalto.
— Então é aqui, né? - disse ela, parando com o pau de silicone em uma posição.
— É - respondi.
Ela ligou a vibração. Senti um choque da nuca aos pés! Ela continuou a colocar e tirar, numa velocidade como se estivesse me penetrando. Meu pau escorreu pré-gozo num volume que eu nunca tinha visto!
— Caraaaalhooo!!! - gritei. Meu pau explodiu num jato de porra que acho que deve ter voado um metro! Meu corpo chacoalhou inteiro, eu perdi o controle sobre mim!
Ela tirou o vibrador de dentro do meu cu. Eu desabei na cama e adormeci.
Acordei sobressaltado, tentando entender onde estava. Jéssica dormia, ressonando, pelada ao meu lado. Acordei de pau duro. Lembrei do que tinha acontecido. Montei sobre ela e enterrei meu pau na buceta dela. Ela acordou, surpresa.
— Fica quietinha aí, sua puta.
Ela se soltou na cama. Meti meu pau nela, sentia o prazer vir em ondas no meu corpo. Ela estava passiva. Meu pau amoleceu. Desci de cima dela, coloquei meu pau em sua boca e comecei a chupá-la, em um 69. Ela começou a reagir, chupando lentamente meu pau, em uma massagem erótica, massageando minhas bolas com uma das mãos. Gozei sem aviso e ela engasgou com a porra, que não foi quase nada.
— Agora tô satisfeito - eu disse.
— Vingança? Pelo quê?
— Não é vingança. Eu acordei com tesão. Obrigado por tudo isso, gostosa! Puta foi só pra te atiçar mesmo.
— Ah, vem cá, seu putinho... amanhã tem mais. Você vai ficar viciado em dar o seu cu pro meu vibrador... - e beijou meu pau.
Dormi até o outro dia.
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