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A Vereadora Traída - Capítulo 02

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Um conto erótico de O irrevogável
Categoria: Heterossexual
Contém 5181 palavras
Data: 23/07/2026 20:26:35

A VEREADORA TRAÍDA – CAP. 02

Fala Galera, primeiramente, quero agradecer as 18 estrelas recebidas.

Continuando nosso relato, percebi que a reunião na casa do Caio, seria naquela terça-feira à noite, porém como era dia de plenária na Câmara, provavelmente, seria depois.

Desta forma, após o almoço fui dar uma volta na cidade, e logo percebi um ambiente um pouco estranho, ao passar no supermercado ouvi um grupo de pessoas dizendo que a reunião da Câmara Municipal hoje prometia. Mas não consegui identificar o tema do suposto alvoroço.

Então quando cheguei ao Gabinete, por volta das 18:00hs, Adriana me chamou de lado e falou que hoje no expediente do dia estava previsto um pedido de cassação de mandato de vereador, por quebra de decoro parlamente. E a denúncia se baseava em reportagem e possível procedimento investigativo na promotoria.

De pronto, procurei Regina que me informou ser contra ela e que envolvia a construção do Centro Social Rural, exatamente a obra do temporal. Mas ainda não tinha ideia do teor da denúncia. Logo procurei meus contatos no Ministério Público e no gabinete do Juiz da Cidade, onde me informaram que se tratava se uma denúncia anônima, que estava em processo de análise.

Tão logo começou a ordem do dia o Presidente da Câmara informou que, com base na Lei Orgânica do Município estava apresentando uma denúncia contra o gabinete 07, exatamente o de Regina. Denúncia esta considerada muito grave, pois envolvia tráfego de influência no processo licitatório e na contratação de empresa ligada a assessora. Além de autopromoção com dinheiro público.

Destarte, procedeu com o sorteio dos vereadores que fariam parte da comissão de admissibilidade, que teria a missão de avaliar se a denúncia deveria o não prosseguir. Sendo Regina notificada naquele mesmo ato, tendo o prazo regimental de 7 dias para apresentar sua defesa.

Regina subiu à tribuna e informou que recebia aquela denúncia com preocupação, por se tratar de atos anteriores ao seu mandato, e embora ocupasse o gabinete 07 daquela casa legislativa, tinha ciência que tanto ela como sua assessoria não praticara nenhum ato ilícito e que com tranquilidade demonstraria sua inocência.

A reunião seguiu com discursos inflamados, ataques velados e o mais chocante era o fogo amigo, pois colegas de bancada da oposição duvidavam de sua inocência, inclusive trouxeram ao debate as notícias que chegara a rádio local que davam conta de desvio de verbas, além de mostrarem planilhas que continham assinaturas de Caio.

Ao término da reunião o clima era tenso, a fisionomia de Regina era abatida. Assim, seguimos para a casa de Caio. Chegando lá, era visível a tensão do momento. Foi então que Regina tomou a palavra e disse: marquei essa reunião aqui hoje porque sabia que os pais do Caio não estariam e também porque estamos todos nos envolvidos direto e indireto na cena do Motel.

Regina continuou: Caio estamos noivo a dois anos, namoramos por mais dois anos, nos conhecemos desde criança, e ainda você foi quem tirou minha virgindade, mesmo achando que não estava pronta para isso. Estou muito decepciona com você, jamais esperei isso. E a desculpa que você me deu para justificar seu erro foi ainda mais decepcionante, pois dizer que me traiu porque eu não chupo seu pau e nem dou o cu, não é desculpa. Acredito que Dany faça tudo isso e muito mais.

Dany, quanto a você estou igualmente decepcionada, pois sempre lhe tratei com muito carinho, e você me apunhalou. Desde já Caio, quero dizer que se você pretende continuar com esse relacionamento, deve pensar bem, pois se você teve o direito de ir para cama com outra mulher, saiba que eu terei o mesmo direito de ir para cama com outro homem, e você não poderá questionar.

Já com relação a você Antônio, deve estar se perguntando o porquê de sua participação, como falei apenas nos quatro sabe o que ocorreu, e não quero que isso saia dessa sala. Contudo, devido o que ocorreu hoje na Câmara, vamos adiar essa conversa até sábado, quando novamente nos reuniremos aqui para colocarmos um ponto final nessa história e você Caio, tem até lá para pensar.

Passando para o assunto de minha cassação, quero dizer que fiquei muito preocupada, pois o foco dessa denúncia é exatamente a construção do bendito Centro Social, o qual Caio, você e Dany eram responsáveis por fiscalizar. Outro ponto que está me inquietando é com relação a essas planilhas com suposto desvio de dinheiro.

Foi quando eu perguntei se poderia falar.

E aí eu disse: Vereadora, com relação a essa reunião com a ausência de Adriana, pensei que seria para tratar de certos documentos que estavam sendo enviados para a rádio local e para a sede municipal do partido. Quando Regina falou que não estava sabendo de nada.

Prossegui dizendo que na última sexta-feira ao entregar as correspondências de rotina tinha ficado curioso com o volume, e ao folhear fiquei espantado, chegando inclusive a fotografar certos documentos e suprimir eles da entrega, além de devolver a Adriana, que ao vê-los mudou de fisionomia e pediu que não tratasse disso com ninguém, que logo conversaria comigo.

Entretanto, devido a toda situação não tive o espaço para conversar com a senhora e estou fazendo agora. Ademais, quando cheguei na Câmara hoje, a própria Adriana me informou sobre o pedido de perda de mandato da senhora, então fui em busca de meus contatos, e fui informado que o Ministério Público recebeu uma denúncia contra o gabinete 07 da Câmara, sobre influência na contratação da empresa de construção que é de propriedade de um antigo namorado de Dany.

Já na sede do partido fui informado que todas as planilhas partiram do gabinete, e apontam para um suposto desvio. Como era o Caio que ficava com essa parte, fui buscar as validações digitais, e observei que realmente partiram do gabinete, mas acredito que o Caio não esteja envolvido, pois a forma como ele organiza o material é divergente do que observei, mostrando que existe uma possibilidade de alteração falsa.

Eu também descobri que desde o início do seu mandato a rádio local tem recebido informações privilegiadas, chegado inclusive a criar uma espécie de investigação paralela. Mas o que me deixou mais abismado, é que o projeto de lei foi proposto pelo vereador anterior, e não pela senhora, então por que disso tudo. Foi quando descobri que realmente a construtora contratada era do pai de um namorado de Dany, mas que intermediou o velho Barreto, presidente do partido, que tem interesse de afastar a senhora do mandato, já que o filho dele é o primeiro suplente.

Ao ouvir toda a minha narrativa, Regina ficou ainda mais pálida, virou-se para Dany e perguntou se ela sabia daquilo, que a vontade dela era demiti-la imediatamente, mesmo que tenha prometido a seus pais ajudar você pagar a faculdade. E você Caio, está de alguma forma envolvido nisso? – Foi quando Caio falou que não sabia de nada.

Então eu disse: vereadora, acredito que o momento é delicado, e não seja ideal tomar atitudes precipitadas. Primeiro, acho que tem gente grande envolvida, segundo acredito que a Dany tem errado muito com a senhora, mais daí participar de um esquema desse, é muito pouco provável. E o Caio, é tão narcisista que nem deve ter percebido o que estava acontecendo.

Penso, que diante de todo esse problema, o melhor seria se deslocar até a capital e pedir uma reunião com a executiva do partido e seu jurídico. Pois, contratar um advogado aqui, acredito não ser a melhor saída.

Regina ficou um tempo em silêncio e depois perguntou a Dany se a visita ao instituto dos Cegos na capital estava agendada. Dany logo informou que estava sim e inclusive era na próxima quinta-feira as 15:00. E toda a logística já estava organizada para dois dias na capital.

Sendo assim, falou Regina, vamos aproveitar essa viagem e fazer tudo isso. Porém, devido aquela situação, Caio você não vai, passe o cartão corporativo para Dany e o carro para Antônio, informe tudo sobre o veículo. Foi quando falei que como seria uma viagem longa, iria fazer uma revisão pela manhã e viajaríamos a tarde.

Então fica assim, amanhã Antônio você pega a Dany e abastece o carro e por volta das 15:00 vocês passam na minha casa para me buscar. Lembrando que no próximo sábado as 16:00 os quatro aqui para conversarmos sobre aquela situação e ajustar essa de hoje. Assim, saímos casa de Caio e fui deixar Regina em casa e depois segui para casa de Dany, durante todo o trajeto ficamos os três em completo silêncio.

Na manhã de quarta-feira fui logo a oficina para alinhar e balancear os pneus e revisar todo o carro. Além disso, procurei saber mais sobre o filho do velho Barreto, quem era ele e qual era o motivo de assumir a vereança se ele já era secretário de obras do município. Foi quando descobri que o real motivo era o medo da vereadora atrapalhar os planos da família com relação a certas obras.

Após o almoço, fui até o lava-jato e pedir para higienizar o veículo, e em seguida me dirigi a casa de Dany, que já estava me aguardando, pegou sua mala e seguimos para o posto objetivando abastecer. Por volta das 15:00 chegamos a casa de Regina e esperamos cerca de vinte minutos, quando ela chegou com sua bagagem e informou que já tinha agendado para a manhã de quinta-feira a reunião no partido.

Tudo pronto seguimos viagem até a capital. No trajeto inicial a vereadora ia relatando sobre o contato com a presidente do partido a Dra. Erondina, que foi muito solicita, além de relatar que já vinha de olho do velho Barreto, inclusive ocorreram algumas coisas envolvendo ele que prejudicaram o partido.

Então, falei que isso daria muita força na sua argumentação. Além disso, levantei que todos os atos mencionados na denúncia são anteriores a sua posse. Já com relação a construtora, ela já vinha realizando uma série de obras para a atual gestão, algumas até com dispensa de licitação, e todos os contratos vigentes tiveram início antes de janeiro do corrente ano.

Regina ouvi tudo com atenção e ponderou que as peças estavam se encaixando, mas ainda não tinha ficado claro como sugiram as planilhas com assinatura do Caio. Foi quando informei, que havia solicitado os meta-dados da assinatura e o IP da máquina onde teriam ocorrido a assinatura, mas que era necessário ao menos 48hs para liberar.

Então a vereadora percebeu que seu celular estava descarregando, e me perguntou se não teria um carregador disponível, pois o seu estava na bolsa na mala. Pedi para abrir o porta-luvas e pegar. Nesse momento, ela virou para Dany e começou a perguntar sobre a visita no Instituto dos Cegos, pois pretendia apresentar alguns projetos como: o Laboratório de Inovação Rural Inclusiva, para ser implementado no Centro Social e Criar o Selo “Comércio Amigo da Inclusão”.

Apesar de inexperiente no âmbito político, quero mostrar para os munícipes que o Gabinete 07, na minha gestão, não existe para criar dependências ou apadrinhar falcatruas, pelo contrário, existe para garantir que eles conheçam seus direitos e tenham autonomia para pleitear mudanças e garantir o bem-estar.

Então Dany falou: que estava tudo agendado, inclusive tinha contatado a secretaria e me informou que nesse horário estará ocorrendo um workshop de novas tecnologias inclusivas, tanto para a comunidade cega como para o povo surdo. E será uma grande oportunidade para parcerias.

E nesse ritmo a viagem seguia tranquilamente, já passavam das 18hs e o clima era descontraído e leve. Mas, em dado momento Regina virou-se para Dany, e disse: Ainda não consegui digerir que você foi para cama com o Caio, tenho muita raiva, em saber disso. O que mais me estressa é que ele só foi com você porque eu não queria chupar o pau dele e nem dar meu cu, coisa que, pelo visto, você faz muito bem.

Foi quando Dany tomou um susto com a afirmação e disparou, Regina, eu lhe respeito muito, sei que errei com você, e se quiser me demitir vou entender. Mas, você precisa saber de algumas coisas, primeiro eu nunca dei meu cu para ninguém, e como homem eu tive Pedro, que é filho do dono da Construtora e Caio, a quem só chupei uma vez. Que foi exatamente para comemorar minha vaga de assessora sua.

Segundo, da forma que você está falando pareço que sou uma puta. Mas, saiba que não sou, assumo meu erro com você, e quero dizer que mantenho relações com o Caio a pelo menos dez meses, mesmo período que acabei o namoro, porque mesmo tendo perdido a virgindade com o Pedro, eu não fui suficiente, e ele acabou engravidando a menina da farmácia.

Regina, para e analisa comigo, nos duas fomos enganadas pelo Caio, eu estava fragilizada e ele se mostrou como ombro amigo, onde acabei indo para cama com ele para tentar esquecer minha decepção; e você quando vez tudo por ele e mesmo assim acabou sendo traída. Além disso, quero dizer que transar com o Caio não é legal, não consigo gozar, sempre fico na mão. Não sei se com você é diferente.

Nesse momento, Regina estava pálida com aquela enxurrada de informação, mas disse, Dany, eu só tive o Caio como homem e também não consigo gozar com ele. Foi, quando eu, temendo pelo rumo da conversa, e acabar sendo envolvido ou mesmo Regina revelar nossa história no dia da tempestade, falei vou parar para abastecer e evitar fazer isso na Capital.

Após parar no posto e abastecer, já eram 19h e teríamos mais ou menos uma hora de estrada até a Capital. Foi quando a vereadora chegou no carro e disse é melhor jantarmos logo, pois estou tão cansada que ao chegar quero dormir. Então seguimos para jantar.

O clima na mesa não era pesado, mas a conversa anterior tinha sido desgastante. Regina, movida por certa raiva, começou a provocar a Dany, dizendo que se ele era tão ruim porque ela continuava, então a resposta foi ainda mais desgastante, porque simplesmente ele fica dizendo se eu não estiver com ele não fico no trabalho e nem conseguirei ficar com ninguém.

Vendo mais uma vez que isso não acabaria bem, disse que essa conversa já tinha passado dos limites, mesmo eu tendo o respeito e a confiança de ambas, ainda era um estranho no assunto tão delicado. Além disso, registrei que entendia a raiva e a decepção da vereadora, mas também via que a Dany era uma grande vítima, que foi pega em um momento de vulnerabilidade e acreditava que ela seria uma grande parceira sua nessa jornada política e ficar nesse clima não ajudaria ninguém.

Logo retornamos ao carro e seguimos viagem, a partir desse momento nenhuma mais falou nada. Por volta das 20:30 chegamos ao hotel que estava reservado. Na recepção, Regina chegou para o atendente e pediu a chave do quarto e informou que Dany iria proceder com todo o registro, pois ela estava com uma enorme dor de cabeça e iria subir e na manhã seguinte deveríamos estar os dois prontos no saguão do hotel pontualmente as 08:00hs.

Dessa maneira a vereadora nos deixou na recepção e seguiu para o quarto. Quando o atendente trouxe a ficha cadastral informou que como tinham reservado apenas dois quartos ambos eram de cama de casal. Nesse momento, Dany perguntou se não teria outro apartamento disponível ou mesmo um com duas camas, mas foi informada que não, pois estava tendo uma série de congressos e tudo estava ocupado.

Vendo aquela situação, falei que ela se registrasse e fosse descansar que eu daria meu jeito. Peguei minha bagagem e retornei ao carro para procurar um hotel para mim, mas como não conhecia a região fui cada vez mais me distanciando do hotel onde elas estavam e acabei ficando em um Motel de beira de estrada e para acabar de acertar meu celular descarregou e a vereadora tinha ficado com meu carregador.

Naquele ambiente, o movimento era intenso, e não consegui descansar. Logo o dia estava amanhecendo e tinha conseguido apenas cochilar, por volta das 07:00 pulei da cama, tomei um banho rápido e corri para o hotel delas. Contudo, como tinha me afastado muito, peguei um trânsito terrível.

Já no hotel, quando deu 08:00hs, Regina chegou ao saguão e logo encontrou apenas Dany. Foi quando ela questionou onde eu estava, e porque Dany não tinha ido me acordar. Então Dany disse: como inicialmente quem viria era o Caio, só tinha reservado dois apartamentos um para ela e o outro para Regina e ele, mas como teve a mudança para Antônio, ela não tinha atentado a esse detalhe, e na hora do check in foi informada que não teria outro apartamento.

Regina, ficou furiosa, e disparou: Dany isso é uma irresponsabilidade sem tamanho, porque não me chamaram, e onde o Antônio foi se hospedar? Pelo menos você passou o cartão corporativo para ele né?

Dany, nesse momento, não sabia onde enfiar a casa, e assumiu seu erro falando, eu não passei o cartão, na verdade nem lembre, como ele falou que se virava e não dei importância. Regina então esbravejou, Dany em menos de uma semana essa é sua segunda falta gravíssima comigo, não sei mais o que fazer com você.

Ao menos tentou ligar para ele, já mais só dar desligado ou fora de área. E agora o que vamos fazer, será que aconteceu algo com ele. A aflição de ambas era crescente. Quando por volta das 08:20 cheguei ao saguão do hotel e Regina foi logo perguntando se eu estava bem e onde tinha ficado, pois, minha aparência estava um desastre.

Então falei que não conhecia a região e acabei me distanciando muito do hotel e acabei tendo que dormir em um motel de beira de estrada, mas o movimento era tamanho que não consegui dormir direito. E para completar meu celular descarregou e como a senhora tinha ficado com meu carregador fiquei sem. Por fim perdi a hora e ainda me deparei com um trânsito terrível.

Regina, enquanto caminhávamos para o carro falou: Antônio você não tem culpa, afinal eu que deveria ter aguardado concluir o check in antes de ter subido, isso foi uma tremenda falha. Além disso, Dany você foi muito irresponsável permitindo que o Antônio saísse do Hotel, o mínimo que você deveria ter feito era ter dividido o quarto com ele, afinal ninguém ficaria sabendo.

Vamos logo, falou a vereadora, já estamos atrasados, e quanto a você Dany, espero que compense o Antônio muito bem, e sem envolver o dinheiro do gabinete. Antônio você ao menos pegou o recibo, perguntou Regina, então falei que até tentei, mas depois fiquei preocupado com nome do local aparecer em uma prestação de contas e ser mal interpretado, preferi arcar com o prejuízo.

Estar vendo Dany, o problema que você criou, ainda bem que ele foi sensato e não trouxe uma nota desse lugar. Espero que você o compense muito bem. Dito isto, seguimos até a sede do partido, onde já estavam nos aguardando.

Após a vereadora relatar todo o ocorrido, a Dra. Erondina, se solidarizou com a mesma e colocou o jurídico do partido para proceder com a defesa da vereadora, ficando acertado para na manhã seguinte pegamos a peça de defesa pronta. Ao saímos da sede do partido já eram quase 14:30 e acabamos indo direto para o Instituto dos Cegos. Nesse momento, Regina, preocupada pelo fato de eu não ter comido nada o dia todo, voltou a responsabilizar Dany.

Ao chegar no Instituto fomos apresentados a estrutura e encaminhados ao workshop, onde Regina ficou encantada com as novas tecnologias inclusiva, adquiriu um Totem de Atendimento Inclusivo Universal para ser implementado em seu gabinete e melhorar o atendimento da população, principalmente as comunidades surdas e cegas.

Quando terminamos a visita já passavam das 20h, o ambiente era tão acolhedor que nem vimos a hora passar. Seguimos em direção ao hotel, e Regina logo perguntou se Dany já tinha resolvido o problema de minha hospedagem, e ela falou que estava tudo organizado, eu iria ficar no mesmo hotel.

Assim, ao chegamos no hotel fomos direto ao restaurante, pois estávamos o dia todo sem nos alimentar. Regina logo pediu um vinho, enquanto Dany foi até a recepção. Ao retornar me entregou um cartão de acesso. Nisso, os pratos foram chegando, regados a frutos do mar e vinhos. Naquele instante, o clima voltava a ser leve e descontraído.

Após o jantar, ambas seguiram para seus quartos e eu me dirigi ao carro para pegar minha bagagem, Passados, aproximadamente, trinta minutos cheguei ao quarto indicado na chave e para minha surpresa, ao entrar, tomo um tremendo susto, pois dou de cara com Dany apenas de lingerie e uma taça de vinho na mão.

Aqui, cabe descrever fisicamente Dany, uma jovem de 21 anos, morena clara, com uma boca bem desenhada, com seios pequenos e uma bundinha média bem empinada, usando um conjunto de renda preta. Foi quando falei: o que é isso Dany, já ia pegando minhas coisas para sair, quando ela pegou meu braço e me puxou ao seu encontro, calando-me com um tremendo beijo. Sempre ouvi que os mais velhos são os mais experientes e hoje quero viver isso. Serei sua completamente.

Nesse momento, não mais me opus, tomei-lhe a taça de vinho e tomei quase em um único gole, e comecei a beijar sua linda boca com muito tesão, mordendo seus lábios e com as mãos explorando todo seu corpo. Logo comecei a beijar seu pescoço, onde ela se entregava e correspondia. Pouco a pouco fui descendo pelo seu pescoço até chegar aos seios, quando tirei seu sutiã me deparei com lindos seis de auréolas rosadas, que cabiam completamente em minha boca.

Assim, fui tirando minha camisa e calça, ficando apenas de cueca, e ela apenas de calcinha, gemendo em meu ouvido, hoje que pela primeira vez gozar fudendo. Nisso joguei ela na cama e comecei nova sequência de beijos e mordidas em sua boca e fui descendo pelos seios, e barriga, passava a língua na cavidade de seu umbigo e voltava aos peitos, mordia os biquinhos e puxava, levando ela a loucura.

Quando com os dentes comecei a puxar sua calcinha via uma bucetinha pequena e toda depilada, tão molhada quanto possível, ao reflexo da luz era possível ver quase que a decomposição prismática das cores, tamanho era um brilho de sua lubrificação. Então, cai de língua naquela fenda mágica, alternando linguadas em seu introíto e chupadas em seu clitóris, depois introduzi um dedo em garra até atingir a aspereza do seu ponto G, levando-a a se contorcer.

Ela estava louca de tesão, e dizia o tempo todo, me come, quero rola, me faz gozar. E eu ia cadencialmente aumentando a intensidade da chupada e da dedada, chegando a leva-la a um intenso orgasmo. Tão intenso que ela desfaleceu em meus braços por alguns segundos, ao tornar perguntou o que tinha sido aquilo, e porque a cama estava tão molhada. Falei que tinha sido seu primeiro orgasmo da noite.

Em seguida fomos para o banho, onde pude admirar ainda mais sua beleza jovial, e ela, ao retirar minha cueca, deu de cara com meu pau duro, e passou a ensaboa-lo com muito ritmo e carinho, ao passo que eu ia lavando sua bucetinha e sua bundinha. Era nítido a excitação mutua, logo ela ajoelhou e começou a chupar meu pau, no principio com certa inexperiência, depois bem orientada foi pegando o ritmo.

Logo voltamos a cama, onde me deitei e ela tornou a chupar meu pau, agora com mais desenvoltura, quando ele estava bem molhado, ela sentou sobre ele, mas sem penetrar, e começou o vai e vem frenético. Porém, tive que parar para não queimar a largada e virei ela sobre a cama, deixando de bruços e afastei suas pernas e me encaixei entre elas, jogando meu peso sobre seu corpo.

Dois perguntei se queria que pusesse o preservativo, e ela logo negou, pois queria senti-me no pelo, afinal ao ter defendido ela no carro diante daquele discursão, tinha garantido ser um homem confiável. Então comecei lentamente a penetrar sua bucetinha, onde colocava a cabeça e retirava, e voltava a fazer o mesmo movimento, levando ela a gritar: me come logo, não estou aguetando mais.

Foi ai que comecei a introduzir mais o meu pau até os ovos baterem nela. Enquanto isso, ela gemia cada vez mais, pedido para ser fudida, e eu ia aumentando a pressão das estocada, logo a pus de quatro, e segurando sua cintura empurrava cada vez mais forte, e assim, ela começou a gritar que ia gozar e pedia para não parar.

Pouco tempo depois teve mais um orgasmo e dessa vez ela se jogo a cama, onde a puxei contra meu corpo e passe a pressionar sua garganta simulando um estrangulamento com uma mão e a outra pinça seu peito direito, com isso ela mais uma vez entrou em êxtase e dessa vez teve em esguicho vaginal. Por fim, anunciei que iria gozar, foi quando ela se pois de frente para mim a abocanhou meu pau, pedindo que eu gozasse em sua boca, e assim o fiz.

Após ter gozado deitei ao seu lado por um instante, quando ela passou a me agradecer por tudo, e principalmente me pediu desculpas por conta da noite anterior, mais pediu para manter o sigilo sobre essa relação para Regina, para não passar a ser chamada de fácil ou de puta por ela.

Tranquilizei seu coração, e passei a beijá-la novamente, quando ela disse olhando nos meus olhos, por tudo que você fez por mim hoje e a forma como tem me tratado, você merece um presente. Quero que coma meu cuzinho, quero ficar bem arrombadinha hoje, pois não sei se terei outra oportunidade.

Com isso, meu pau que estava meia bomba, começou a querer ganha vida novamennte, e percebendo a sinalização, ela se pós a me chupar, com muita intensidade, chegando a sufocar. Quando estava bem molhado, ela foi até sua bolsa e trouxe um potinho de creme para as mãos e pediu para lubrificar, pois embora tivesse excitada e querendo muito, tinha receio de incomodar e não conseguir.

Com muito carinho coloquei ela de quatro e comecei a chupar seu lindo e rosado cuzinho, e ao mesmo tempo introduzir um dedo, ato que consegui com muita dificuldade, tanto que era apertado. Assim, ao passo que ela relaxava mais, eu ampliava a penetração do dedo, até chegar a colocar o segundo, depois disso, passei muito creme no seu cuzinho e a posicionei de ladinho para facilitar a penetração.

Assim, fui tentando penetrar aquele orifício apertadinho, quando a cabeça passou ela deu um grito, que cheguei a assustar, mas parei e esperei ela se acostumar com a invasão. Quando ela estava mais tranquila, comecei a ir penetrando mais, centímetro a centímetro, até concluir a penetração.

Ao percebe que ela já não reclamava, comecei a massagear seu clitóris e beijar seu pescoço, deixando ela cada vez mais entregue, ao ponto que comecei a fazer o vai e vem lentamente. Assim, que ela começou a apresentar mais tesão, intensifiquei o ritmo das estocada e da estimulação clitoriana. Logo ela teve o primeiro orgasmo anal.

Após o orgasmo dela, sem tirar de dentro, a posicionei de quatro que comecei a macetar aquele cuzinho que outrora era tão apertado, mas já não oferecia resistência, pelo contrário, tornava-se cada vez mais guloso, faminto por pica. Nesse momento, ela já gritava e pedia para bater em sua bundinha, coisa que comecei a fazer e a estocar mais forte. Foi quando disse que iria gozar e ela pediu que eu gozasse em seu cuzinho e enchesse ele de leitinho quente.

Depois dessa gozada fantástica, seguimos ao banheiro, onde tomamos mais um banho e realizamos uma sequência de chupadas e mamadas que levou ela a mais uma gozada, dessa vez em minha boca no box do banheiro. Por fim, retornamos a cama e terminamos de tomar o vinho que a essas alturas já estava quente.

Agora que ambos estávamos relaxados, ela olhou para mim e disse, essa foi a minha melhor e mais intensa foda, quero poder repetir. Além disso, espero que essa compensação tenha sido a altura dos perrengues que você passou. Foi quando falei, que como a primeira parcela do crediário tinha sido a altura, então ela riu e se aninhou em meu peito e dormiu.

Na manhã seguinte, ao acordar e vê-la dormindo completamente pelada ao meu lado, me senti em um sonho que já não queria acordar. Mas, tínhamos horário, e Regina não iria perdoar atraso. Então a acordei com um beijo intenso e falei que precisávamos levantar.

Em seguida fomos para mais um banho conjunto, onde ganhei um delicioso boquete matinal com direito a gozar em sua boquinha, em que ela engoliu tudinho. Depois trocamos de roupa de descemos para tomar café, mas ao sair do quarto combinamos de dizer que dormimos em quartos distintos, e que nos encontramos no corredor, e assim foi feito.

Ao chegamos no restaurante, pouco tempo também chegou Regina, que nos cumprimentou e perguntou se a Dany tinha me compensado, então falei que ainda não, certamente iria esperar o salário para isso. Todos ficamos rindo como nada tivesse acontecido. Mas quando Dany se levantou para ir repetir o prato, Regina olhou para mim, e disse, eu sei que você comeu ela, só espero que não tenha esquecido de mim, tão pouco falado de mim para ela. Eu apenas sorri, e disse vereadora, fica tranquila.

Após o café, fizemos o check out e seguimos a sede do partido, logo pegamos toda a documentação da defesa e seguimos para o shopping para dar uma volta e almoçar. E depois do almoço iriamos seguir viagem de retorno. Com isso, o clima entre as duas, estava mais leve, quase uma cumplicidade. Inclusive, escolheram juntas um presente – uma linda camisa do meu time do coração, que Dany me deu.

Assim, seguimos com o almoço, e logo pegamos a estrada, de tão cansadas que estavam, passaram a maior parte do tempo dormindo. Quando chegamos na nossa cidade já era noite e primeiro fui deixar a Dany e depois fui deixar a Regina na casa do Caio, para poder devolver o carro e pegar a velha fiat strada. Mas ao sair, Regina lembrou que no dia seguinte teríamos aquela reunião as 16:00.

Nesse momento, confirmei minha presença e olhei para o Caio, que tinha uma expressão de alguém que sabia que não tinha mais o comando da situação. Ao mesmo tempo, curioso, eu pensava qual seria a decisão que ele teria tomado. Mas isso é história para o próximo capítulo. Assim como a situação da Adriana, que ainda não tinha sido analisada por Regina.

CONTINUA...

ESSE TEXTO SE TRATA DE UMA FICÇÃO, QUALQUER SEMELHANÇA COM NOMES, SITUAÇÕES OU LOCAIS É MERAMENTE COINCIDÊNCIA,

FICA DE PRONTO, PROIBIDA A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL DESSE MATERIAL, EM QUALQUER MEIO, SEM A DEVIDA E EXPRESSA AUTORIZAÇÃO DO AUTOR.

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