Eu morava sozinha num apartamento aconchegante no Batel, aqui em Curitiba. O aluguel não era barato, e eu precisava de companhia pra dividir as contas e, principalmente, pra não ficar naquela solidão chata de fim de noite. Foi quando minha melhor amiga, a Camila, me ligou dizendo que precisava passar uns meses na cidade por causa de um projeto de arquitetura que ela estava tocando. Não pensei duas vezes: “Vem pra cá, Cami! Tem quarto de sobra, a gente divide tudo e ainda vai ser divertido pra caralho.”
A Camila é simplesmente perfeita. Tem 28 anos, dois a mais que eu, corpo escultural de quem malha religiosamente: seios enormes, naturais, daqueles que balançam gostoso quando ela anda, cintura fininha, quadril largo mas empinado, coxas grossas e tonificadas, bunda redonda que parece ter sido esculpida pra ser agarrada com força. Cabelo castanho escuro, liso e comprido até a metade das costas, olhos verdes penetrantes e um sorriso safado que desarma qualquer um. Ela tem namorado também, o Lucas, um cara alto e forte que vem visitá-la de vez em quando. Pelas paredes finas do apartamento, eu escutava tudo: os gemidos roucos dela, os tapas estalando na pele, o barulho molhado da cama rangendo. “Puta que pariu, ele fode bem pra caralho”, eu pensava, rindo sozinha no meu quarto.
A gente se conhecia desde a faculdade, compartilhava tudo: segredos, bebidas, roupas, e até algumas confissões bem íntimas. Nunca tivemos vergonha uma da outra. Tomávamos banho com a porta aberta, trocávamos de roupa na frente uma da outra, e ríamos das nossas histórias de sexo sem filtro. Mas nunca tinha passado pela minha cabeça que a gente pudesse cruzar essa linha... até aquela sexta-feira.
Cheguei do trabalho por volta das quatro da tarde, cansada mas animada. O dia tinha sido quente, daqueles de Curitiba que o sol bate forte mesmo no inverno. Entrei em casa e encontrei a Camila de shortinho jeans curto e cropped, deitada no sofá mexendo no celular.
— Ei, gata! Vamos ao mercado? Tá faltando um monte de coisa — chamei, já tirando os sapatos.
Ela sorriu daquele jeito malicioso e se levantou, esticando o corpo de um jeito que fez os seios dela quase saltarem do cropped.
— Bora! Tô precisando de umas coisinhas pra gente fazer uma noite boa.
Fomos ao mercado do bairro, rindo e conversando sobre bobagens. No setor de bebidas, ela parou na frente dos espumantes, pegou uma garrafa de Moscateu bem geladinha e balançou na minha frente.
— Esse aqui é divino, Adriane. Doce, desce fácil e deixa a gente bem alegrinha. Vamos levar pra hoje?
— Claro! Meu namorado disse que vem mais tarde, mas se ele atrasar, a gente se vira.
Voltamos pra casa carregadas de sacolas. Eu fui direto pro banho. Queria estar perfeita pro meu namorado. Tomei um banho demorado, me depilei completamente — deixei a bucetinha lisinha, macia, do jeitinho que ele gosta —, passei meu creme corporal cheiroso de baunilha e vesti uma camisola fina, sem nada por baixo. Meu corpo ainda estava quente do banho quando ele me ligou.
— Amor, merda... a moto deu problema na estrada. Vou demorar pra caralho pra resolver isso aqui. Desculpa.
Suspirei, mas tudo bem. A Camila e eu preparamos uma jantinha rápida: salada, frango grelhado e arroz. Comemos rindo, bebendo um pouco de cerveja gelada. Depois fomos pro meu quarto, o maior e mais confortável. Acendemos umas velas aromáticas, colocamos uma playlist de R&B bem sensual e abrimos aquela garrafa de Moscateu.
Copo vai, copo vem. A conversa fluiu solta. Falamos de trabalho, de viagens, de homens... e aí ela soltou a bomba.
— Sabe aquele seu cunhado, o Marcelo? — perguntou ela, com os olhos brilhando de álcool e malícia.
Meu coração deu um salto. O Marcelo era o irmão mais velho do meu namorado. Alto, tatuado, voz grave, e sim... eu já tinha transado com ele algumas vezes escondido. Mas nunca contei pra ela.
— O que tem ele? — perguntei, fingindo naturalidade.
— Ele foi o melhor homem que eu já fodi na vida, Adriane. Na faculdade a gente ficava escondido. Aquele cara sabe como tratar uma mulher. Me comia de um jeito que eu gozava três, quatro vezes seguidas. Mão grande, pau grosso, sabia meter fundo e ainda chupava como ninguém. Me deixava toda destruída e pedindo mais.
Ela contou tudo com detalhes minuciosos: como ele a pegava por trás no banheiro da república, como puxava o cabelo dela enquanto metia, os tapas na bunda, os gemidos roucos dele chamando ela de “vadia gostosa”. Eu ouvia, sentindo um calor subir pela barriga. Sabia exatamente do que ela estava falando. Mas guardei meu segredo.
— Caralho, Cami... e você nunca me contou isso? — ri, bebendo mais um gole.
— Pois é. E olha que ele nem foi o único homem incrível... — ela fez uma pausa dramática, os olhos fixos nos meus. — Certa vez eu transei com uma mulher.
— Sério?! — quase engasguei com o espumante. — Conta tudo agora!
Ela se aproximou mais na cama, as pernas cruzadas, a camisola curta subindo e mostrando boa parte das coxas grossas. Contou a história toda: uma amiga da academia, uma noite regada a vinho, toques inocentes que viraram beijos famintos, línguas explorando corpos, dedos e bocas em lugares molhados e proibidos. Descreveu o gosto da buceta da outra, o jeito como ela gozou na boca dela, os seios macios roçando nos dela. Quanto mais ela falava, mais eu sentia minha bucetinha latejar. Estava ficando molhada só de ouvir. Um tesão diferente, quente, proibido.
Secamos a garrafa inteira. Estávamos bem altinhas, rindo alto, tocando uma na outra sem maldade aparente — um braço no ombro, uma mão na coxa. Fui até a cozinha e peguei uma garrafa de vinho tinto que eu guardava pra ocasiões especiais. Quando voltei, ela sorriu.
— Calma, safada. Primeiro vou tomar um banho. O chuveiro do meu banheiro tá queimado de novo. Posso usar o seu?
— Claro, vai lá.
Ela entrou no meu banheiro e, como sempre, deixou a porta aberta. Começou a tirar a roupa devagar, conversando comigo que estava sentada na cama. O cropped saiu primeiro, revelando aqueles seios enormes, pesados, com bicos rosados e arrepiados pelo ar fresco. Depois o shortinho e a calcinha. O corpo dela era uma obra de arte: pele morena clara, sem marcas, a bucetinha depilada com um filetinho fino de pelos, os lábios carnudos já brilhando um pouco. Ela entrou no box e abriu o chuveiro.
A água quente escorria pelo corpo dela como uma carícia. Eu não conseguia tirar os olhos. Os seios balançavam pesados enquanto ela passava o sabonete, a espuma descendo pela barriga, pela curva da bunda empinada, sumindo entre as coxas. Meu clitóris pulsava. Eu me lembrava de cada palavra da história que ela tinha contado. Queria chupar aquela buceta. Queria sentir o gosto dela.
Ela percebeu. Virou o rosto e me viu olhando, mordendo o lábio. Saiu do box sem pressa, o corpo molhado brilhando, pegou a toalha mas não se enrolou. Veio andando devagar até mim, pingando água no chão, com aquele sorriso safado.
— Tá gostando do que vê, né? — murmurou, parando bem na minha frente. Os seios enormes quase encostando no meu rosto. — Não tirou os olhos de mim o banho inteiro, Adriane...
Fiquei sem palavras. O coração batendo forte. O cheiro do sabonete misturado com o cheiro natural dela me deixava tonta.
— Cami... eu...
Ela não esperou. Chegou mais perto, segurou meu rosto com as duas mãos molhadas e me deu um beijo. Devagar no começo, lábios macios, quentes. Depois a língua dela invadiu minha boca, buscando a minha com fome. Foi um beijo molhado, profundo, delicioso. Senti meus mamilos endurecendo na hora.
Ela me empurrou de leve na cama e subiu em cima de mim, ainda nua e molhada. Beijou meu pescoço, mordendo de leve, desceu pra clavícula. Tirou minha camisola com facilidade, expondo meus seios médios, firmes, bicos castanhos duros de tesão. Lambeu um, depois o outro, chupando com vontade, sugando forte enquanto a mão dela descia pela minha barriga até chegar na minha bucetinha lisinha.
— Caralho, você já tá encharcada... — sussurrou ela, passando os dedos pelos meus lábios molhados.
Tirou minha calcinha devagar, abriu minhas pernas e desceu o rosto. O primeiro contato da língua quente dela no meu clitóris me fez arquear as costas e gemer alto. Ela chupava como quem sabia exatamente o que estava fazendo. Língua plana, circulando devagar, depois rápida e firme. Enfiou dois dedos grossos dentro de mim, curvando eles no ponto G enquanto sugava meu clitóris com força. Eu estava pingando, o barulho molhado ecoando no quarto. Segurava a cabeça dela, apertando contra mim, rebolando na boca dela.
— Isso, Camila... chupa minha buceta... ai, porra, que delícia...
Não demorou nem cinco minutos. Gozei forte, tremendo inteira, jorrando na boca dela. Ela continuou chupando, lambendo cada gota, gemendo de prazer. Subiu beijando meu corpo todo, os seios dela roçando nos meus, os bicos duros se esfregando. Me beijou na boca, e eu senti meu próprio gosto misturado com o dela. Foi surreal. Gozei de novo só com o beijo, as bucetas molhadas se esfregando uma na outra.
Eu estava completamente entregue. Virei ela de lado, assumindo o controle. Peguei aqueles seios maravilhosos nas mãos, apertando, sentindo o peso. Lambi os bicos, mordi de leve, chupei com fome enquanto meus dedos desciam até a bucetinha dela. Estava encharcada, quente, os lábios inchados e escorregadios.
Desci beijando a barriga dela, cheirando o perfume da pele. Quando cheguei lá, abri as pernas dela bem abertas. A bucetinha era linda: lábios carnudos, clitóris inchado aparecendo, tudo brilhando de tesão. Dei beijinhos suaves primeiro, depois passei a língua devagar do cuzinho até o clitóris. Ela se contorceu.
— Porra, Adriane... isso... chupa minha xana...
Caí de boca. Chupei tudo: os lábios, o clitóris, enfiando a língua o mais fundo que conseguia dentro dela. O gosto era doce-salgado, viciante. O cheiro de buceta molhada me deixava louca. Enquanto lambia o clitóris rápido, meti dois dedos nela, depois três, fodendo forte. Ela apertava os próprios seios, puxava os bicos, gemendo alto, rebolando na minha cara. Lambi o cuzinho dela também, circulando com a língua enquanto os dedos trabalhavam na buceta. Ela tremia inteira.
— Não para... vou gozar... ai, caralho!
Ela apertou minha cabeça entre as coxas grossas e gozou forte, jorrando na minha boca. Lambi tudo, sujando meu rosto inteiro com o gozo dela. Subi e a beijei, dividindo o gosto. Ficamos um tempão assim, línguas dançando, corpos suados colados, bucetas roçando devagar.
Depois fomos tomar banho juntas. Debaixo da água quente, rolou mais amassos: dedos entrando em bucetas, seios sendo chupados, beijos molhados. Ela me virou de costas, apertou minha bunda e enfiou dois dedos em mim enquanto mordia meu ombro. Gozei de novo, gemendo o nome dela.
Saímos do banho exaustas, mas felizes. Dormimos juntinhas na minha cama, peladas, abraçadas. O corpo dela colado no meu era uma delícia.
Acordamos no dia seguinte com fome uma da outra de novo. E repetimos. Várias vezes ao longo daqueles meses. Às vezes de manhã, antes do trabalho. Às vezes à noite, depois de beber. Teve até uma vez que o namorado dela veio e quase pegou a gente, mas conseguimos disfarçar.
Foi uma experiência incrível, libertadora. Adorei cada segundo, cada gemido, cada lambida. Mas, no fundo, continuo preferindo uma boa pica dura, grossa, que me foda com força, me bata, me chame de vadia e me encha de porra. Nada substitui isso. Mas ter descoberto esse lado com a Camila foi um presente.