Meu nome é Juliana, tenho 35 anos e sou casada com Roberto há nove anos. Meu corpo é bem chamativo: pele morena clara e macia, cabelos castanhos escuros ondulados que caem até os ombros, olhos castanhos expressivos, seios pequenos mas com mamilos escuros que endurecem fácil, cintura fina, pernas grossas e firmes, e uma bunda grande, redonda, empinada e macia que balança a cada passo. Roberto é irmão mais novo de Adriane, e eu estava passando uns dias na casa deles em Florianópolis enquanto ele viajava a trabalho para São Paulo.
Adriane e Marcelo foram super receptivos. Eles têm uma casa ampla e confortável em Campeche. Cheguei na quarta-feira à tarde. Durante o dia tudo era normal e descontraído: almoçamos juntos, conversamos e rimos. Mas a tensão sexual estava no ar o tempo todo.
Marcelo, meu cunhado de 38 anos, é alto, forte, com corpo definido, peito largo e um pau grosso que eu sempre imaginava. Adriane é magra, pele clara, peitos médios com bicos rosados e uma bunda redondinha bem gostosa. Eu nunca tinha me imaginado com uma mulher, mas às vezes fantasiava vendo ela gemendo ou até lambendo sua buceta.
Durante aqueles dias, os olhares eram carregados. Marcelo me comia com os olhos quando eu usava shortinhos curtos. Adriane fazia piadas safadas. Eu retribuía, sentindo a buceta molhar só de imaginar.
Na sexta à noite, depois de um jantar leve com vinho, cada um foi para seu quarto. Acordei no meio da noite com sede. Levantei descalça, vestindo apenas uma camisola curta de seda preta que mal cobria minha bunda e fui em direção à cozinha.
Assim que virei o corredor, levei um susto imediato. A luz do abajur estava acesa e deparei-me com Marcelo sentado no sofá, completamente nu, e Adriane cavalgando ele com força, de costas para mim. A buceta inchada dela engolia o pau grosso e veioso do marido, subindo e descendo, deixando a rola brilhando de mel.
No mesmo segundo, Adriane virou o rosto e me viu. Nossos olhares se cruzaram.
— Juliana?! — exclamou ela, paralisada com o pau enterrado até o talo na sua buceta melada.
Marcelo virou a cabeça, surpreso, o pau latejando dentro da esposa.
Fiquei congelada. Meu coração quase saiu pela boca. Apesar da excitação ter me atingido como um soco — vendo aquele pauzão grosso abrindo a buceta da minha cunhada —, não tive tempo de reagir ou me tocar. Tudo foi rápido demais.
Adriane estava ofegante, a buceta pingando escorrendo pelo pau de Marcelo, completamente exposta.
O silêncio foi tenso. Adriane, ainda empalada no pau do marido, olhou para mim com vergonha e tesão misturados. Marcelo permanecia quieto, mas seu pau dava pequenos pulsos dentro dela.
Adriane, embriagada pelo vinho e pelo tesão, respirou fundo e falou com a voz rouca:
— Juliana… você viu tudo. Viu como ele me arromba essa buceta. Não quer experimentar como é ser fodida de verdade… do jeito que meu irmão nunca te comeu?
Marcelo olhou surpreso para a esposa, mas o pau dele latejou forte dentro dela.
Adriane continuou:
— E você, Marcelo? Não quer comer a buceta da cunhada junto comigo?
Eu já estava com a buceta encharcada, mel escorrendo pela coxa. Respondi sem pensar:
— Quero… quero os dois agora.
Adriane desceu do pau do marido, a buceta aberta e vermelha pingando. Pegou minha mão e me levou até o sofá. Ofereceu o pau grosso e melado:
— Chupa ele, Juliana.
Ajoelhei e enfiei o pau na boca, sentindo o gosto forte da buceta da Adriane misturado com o pré-gozo dele. Chupei com fome, babando tudo, engolindo fundo até engasgar. Adriane observava excitada, depois se ajoelhou do meu lado. Nossas línguas lambiam o pau ao mesmo tempo, se tocando, até virarmos um beijo safado com a cabeça grossa entre nossas bocas.
Fizemos double blowjob várias vezes: uma chupava a cabeça inchada enquanto a outra lambia as bolas pesadas e chupava a base. Babávamos tudo, saliva escorrendo pelo queixo, fazendo barulho molhado obsceno enquanto Marcelo gemia segurando nossas cabeças.
Ele nos fodeu alternadamente. Metia o pau grosso na minha buceta apertada, esticando as paredes, enquanto Adriane chupava meus mamilos duros. Depois tirava e socava na buceta da esposa enquanto eu lambia o clitóris dela. Beijamos com tesão, línguas se enrolando. Desci e chupei a buceta inchada de Adriane pela primeira vez, enfiando a língua fundo, sugando seu mel enquanto Marcelo me comia por trás com força.
Ele me colocou de quatro e me arrombou, socando fundo, as bolas batendo na minha buceta, dando tapas estalados na minha bunda grande que ficava vermelha. Puxava meu cabelo e metia sem piedade enquanto eu continuava chupando a buceta da Adriane. Depois Adriane cavalgou o pau dele, quicando forte, e eu sentei no rosto de Marcelo, esfregando minha buceta melada na boca dele.
O dirty talk entre nós três foi longo e cheio de safadezas:
— Porra, olha só isso… socando na da minha buceta com força.
— A cunhada safada chupando a buceta da minha mulher enquanto eu te arrombo! Vocês duas são umas putas do caralho!
Adriane, gemendo alto enquanto eu lambia sua xota, respondeu ofegante:
— Isso, Juliana… chupa minha bucetinha… lambe o mel todo que o Marcelo deixou… Ai, caralho, você é boa nisso!
Eu, com a boca cheia da buceta dela, consegui gemer:
— Vocês me deixaram louca… quero esse pauzão me rasgando… e quero essa buceta da minha cunhada todo dia!
Marcelo acelerou as estocadas, dando tapas fortes na minha bunda:
— Então toma, sua vadia! Leva esse pau bem fundo na buceta da cunhada! Adriane, olha como sua cunhada de criação tá gulosa… tá engolindo meu caralho todo! Vocês duas vão virar minhas putas particulares enquanto o Roberto não volta!
Adriane, rebolando no rosto dele, gemeu alto:
— Isso, Marcelo… fode ela bem forte! Mostra pra Juliana como a gente gosta de levar rola! Juliana, enfia a língua mais fundo na minha buceta… isso, assim… porra, vou gozar na sua boca!
Eu respondi, quase sem ar:
— Goza na minha cara depois… quero vocês dois me enchendo de porra… quero ser a puta dos dois!
Marcelo rosnou, metendo cada vez mais bruto:
— Vocês são minhas duas putas agora! Vou encher as duas de leitinho quente… uma na buceta, outra na cara… caralho, que delícia ter as duas safadas pra mim!
No final, ele nos colocou de joelhos lado a lado, bem juntinhas, rostos virados para cima com a boca aberta e língua para fora. Punhetou o pau grosso e inchado bem em cima de nós. Gozou com força: jatos potentes, grossos e quentes explodiram primeiro na minha língua e rosto, enchendo minha boca; depois acertaram o rosto e olhos de Adriane; mais jatos caíram nos nossos peitos, escorrendo pelos mamilos. O sêmen viscoso pingava do nosso queixo. Adriane e eu nos beijamos imediatamente, línguas sujas trocando o gozo quente e salgado de Marcelo, lambendo a cara uma da outra, engolindo porra e babando tudo.
Os três caímos exaustos no sofá, corpos suados, melados de porra, mel e saliva. O cheiro de sexo dominava a sala.
Adriane, com o rosto ainda sujo de gozo, confessou baixinho:
— Eu e Marcelo já fantasiávamos com algo assim… mas nunca imaginei que seria com você.
Marcelo acariciava minha bunda marcada:
— Ver você se juntando foi foda pra caralho.
Eu sorri, sentindo o gosto dele ainda na boca:
— Quero repetir o quanto for possível enquanto eu estiver aqui. Quero os dois me comendo antes do Roberto voltar.
Nós nos olhamos com cumplicidade safada. O que começou como um flagrante acidental tinha virado uma putaria sem limites.
No dia seguinte, enquanto Roberto ainda estava viajando, eu já sabia que aquela casa viraria um puteiro particular…