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Ela Acordou Querendo...

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Um conto erótico de Sativo
Categoria: Heterossexual
Contém 1423 palavras
Data: 24/07/2026 05:41:40
Última revisão: 24/07/2026 05:53:09

Estava quase amanhecendo. Deveria ser umas quatro e meia da manhã daquele sábado. Ainda sonolento na cama, senti o volume da bunda dela – sob a seda do babydoll – roçar cuidadosamente um palmo abaixo do meu umbigo. Deitada de ladinho e de costas para mim, ela pressionava seu corpo em contra o meu, esfregando as carnes dos glúteos no meu pênis ainda flácido.

Fui despertando aos poucos, sentindo aqueles movimentos maliciosos e, quando menos percebi, estava excitado antes mesmo de abrir os olhos. Pensei: minha mulher é uma grande gostosa safada.

É sempre desse jeito... Quando ela acorda querendo, ela consegue o que quer. Fácil, fácil.

Meu pau foi endurecendo, pulsando e se alocando entre as nádegas dela – somente nossas roupas íntimas impediam o contato direto. Ela percebeu, sentiu meu volume por trás e passou a se esfregar cada vez com mais pressão contra mim.

Agarrei-a pela cintura, puxando-a ainda mais contra mim, fui deslizando minha mão pelo corpo dela sob a seda que a cobria.

A pele dela, cor de caramelo, contrastava com a minha, enquanto os primeiros fios de luz do sol começavam a surgir pelas frestas da janela. O corpo dela serpenteava, comprimia e pressionava contra o meu de um jeito coloroso e sensual.

Era nítido, a vontade dela só aumentava, o fogo dela queimava mais forte e, claro, meu corpo também era guiado por tudo aquilo também.

O corpo dela esquentou de vez quando comecei a beijar seu pescoço, nuca e orelha, variando entre leves mordidas e chupões bem molhados.

Os seios dela, médios e bem pontudos, estavam livres de sutiã. Passei a acaraciá-los também, primeiro os apanhando inteiros com as palmas das mãos e, depois, massageando os mamilos até senti-los durinhos.

Mantive essas carícias por alguns minutos, até que deslizei minha mão dos seios dela até o meio de suas pernas, explorando a testa da sua púbis, tocando-a sobre a renda branca da calcinha.

Vendo-a cada vez mais excitada, usei as pontas dos meus dedos do meio, em movimentos de sobe e desce, pela boceta dela. Em seguida, alterei para movimentos circulares. Não demorou para umedecer aquele tecido fino que escondia sua intimidade.

Ela não suportou mais aquilo... Ela mesma decidiu acabar com aquelas provocações e partir direto para o que desejava desde o primeiro momento que esfregou aquela delícia de raba em mim, enquanto eu ainda dormia.

Virando-se rapidamente, com um movimento preciso, ele me pressionou para trás e montou sobre mim. Inclinou-se, agarrando meus cabelos, beijando-me como um animal feroz enquanto, ainda de calcinha, rebolava e esfregava a boceta em mim.

Quando ela se reergueu, ofegante, enfiou a mão desesperada por baixo da minha bermuda e puxou meu pênis para fora, completamente rígido. Envolveu-me com as duas mãos e começou a masturbar o meu pau em ritmos e movimentos alternados.

Começou do jeito "tradicional", pra cima e pra baixo, bem devagar, com uma mão só enquanto a outra deslizava pela minha barriga. Depois acelerou um pouco, alternando para movimentos circulares momentâneos na minha glande rosada e inchada.

Quando meu pau começou a babar pré-gozo, ela passou a usar as duas mãos com toda a destreza que possuía – uma mão subindo e descendo com pressão na base, a outra rosqueando com rapidez e delicadeza na cabeça do meu membro, já toda melada com os fluídos.

Isso tava muito gostoso. Sem notar, eu me contorcia de tesão e deixava escapar gemidos graves. Mas ela soltou meu pau de repente, só que nem me deu tempo de protestar, pois ela o apanhou rapidamente com a boca.

Sugava minha glande, fazendo uma pressão deliciosa. Subia e descia com a boca quentinha e úmida, executando uma felação fora do comum. Ela tinha fome e parecia querer engolir meu membro centrímeto por centrímetro.

Meu pênis pulsava dentro da boca dela, eu a puxava sutilmente pela nuca e bombava com cuidado, sentido a cabeça do meu pau pressionar o céu da boquinha dela e deslizar até a garganta.

Nesse momento, foi a minha vez de interromper aquela ação, mas para iniciar outra prontamente...

— Vem cá... Esfrega essa boceta na minha cara! – falei enquanto a puxava pela cintura, tirando sua calcinha.

Era a minha vez de reteibuir. Naquele momento, já ouvíamos os primeiros sinais de pessoas pela rua, portões abrindo, vizinhos conversando, passos arrastando pelo chão, enfim... As movimentações iniciais daquele sábado. Mas nada que tirasse a nossa concentração, diante daquele extremo tesão matinal.

Com os joelhos sobre o travesseiro e em volta da minha cabeça, ela pousou os lábios da boceta bem nos lábios da minha boca, iniciando aquele beijo lascivo. Ela segurava na janela, com os dedos entre as frestas, ajudando a aumentar a pressão de seus movimentos contra a minha face.

Senti o clitores dela inchado e comecei a aplicar algumas sucções, alternando entre lambidas com ponta da língua.

O corpo dela começou a ter breves espasmos, vibrava repentinamente e logo parava. A cada espasmo ela pressionava ainda mais a boceta contra a minha boca e soltava gritinhos baixos e agudos, que pareciam uma mistura de gemido e choro.

— Continua assim. Eu tô gozando! – a voz dela, trêmula, saía com esforço.

Quando ela se comprimiu contra mim, puxando meus cabelos e o corpo parecendo receber uma carga elétrica, sabia que estava no seu ápice. O melzinho viscoso e agridoce que escorreu na minha boca, apenas confirmou que ela havia gozado.

Mas não era o fim... Ela só se daria por satisfeita depois que eu também atingisse aquele júbilo de prazer. Obviamente, eu também ansiava por aquilo. Sentia meu sangue ferver de tanto tesão.

Ela se deitou de bruços ao meu lado, deixando a perna esquerda estirada e o joelho direito flexionado até perto do peito, empinando aquela bunda deliciosa e expondo completamente a entrada da boceta, que brilhava de tão molhada.

— Eu sei que você ama assim... Mete gostoso! – ela sussurrou, quase implorando.

Realmente, essa é uma das minhas posições favoritas. Se não a mais. E se ela estava pedindo com todo aquele jeitinho safado e manhoso, era exatamente aquilo que eu iria fazer.

Encaixei nossas pernas, ficando de joelhos bem atrás dela. Fui colocando meu pênis pra dentro da sua boceta, bem devagar. Quando já estava com metade dentro, inclinei-me um pouco pra frente, apoiando a mão esquerda na cama e a direita segurando na cintura dela.

Dessa forma, consegui empurrar o pau inteiro pra dentro dela e comecei a socar em sua boceta. Em certos momentos, ela pressionava o rosto contra o travesseiro para abafar os gemidos mais alto. Mas, geralmente, a cada metida, ela me encarava com carinha de safada e, com a voz ofegante falhando, pedia por mais, mais e mais.

— Assim, cachorro. Que delícia!

Minha virilha se chocava com as carnes da bunda dela, que balançavam formando um movimento que eu, particularmente, acho lindo e só me dá ainda mais tesão.

Eu socava sem parar, cada vez mais forte e mais rápido. Ela gemia e me provocava falando algumas safadezas, me xingando e jogando o quadril contra mim, sendo cúmplice das minhas estocadas.

Assim que meu corpo começou a se mover, praticamente sozinho, ainda mais rápido e desesperado, com certeza ela notou que eu estava perto do ápice.

Eu ainda não havia colocado a camisinha e não iria conseguir parar aquilo há tempo de gozar fora, na boca dela ou em qualquer outro canto que ela me pedisse. Foi aí que ela usou sua cartada final:

— Não tira, não... Goza tudo dentro de mim, safado!

Caralho, eu só precisava ouvir aquilo. Meu pau obedeceu na mesma hora. Meu corpo ia esmorecendo a cada jato de porra que meu pau jorrava dentro dela. Foi, enfim, quando me perdi no júbilo daquele gozo intenso.

[ * * * ]

Alguns minutos se passaram com a gente ainda deitados na cama, agarrados, suados, exaustos e ainda conectados por nossos sexos melados que escorriam os fluidos do nosso prazer.

Quando, finalmente, rolei para o lado, ela esticou o braço e puxou do guarda roupa o nosso cinzeiro vermelho que estava com um baseado que havíamos fumado na noite anterior e estava pela metade.

Ela tocou no meu ombro e me entregou o beck para eu acender. Mas eu devolvi para ela...

— Regra do doende... A gostosa que acende – falei, dando tapinhas na bunda dela. — Faça as honras.

— Não era essa regra que eu conhecia – ela sorriu e acendeu.

Tragamos, conversamos e a fumaça densa enchia o quarto enquanto o dia se erguia.

Foi assim que começamos aquele sábado – assim como vários outros... Com muita safadeza, erva boa e mais um momento delicioso desfrutado.

[ F I M ! ]

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