Voltamos para casa do motel já de madrugada, os corpos leves e satisfeitos depois de tudo que vivemos naquela suíte. O carro deslizava silencioso pelas ruas vazias, com Aline no banco do passageiro e Giovana no banco de trás, a cabeça dela apoiada no meu ombro de vez em quando. Ninguém falava muito — não precisava. O ar ainda estava carregado daquele cheiro de sexo, perfume e pele quente. Quando chegamos, entramos direto no meu quarto. A cama king size parecia perfeita para nós três. Tiramos as roupas devagar, sem pressa, e nos deitamos juntos.
Giovana no meio, aninhada contra meu peito, Aline por trás dela, abraçando nós dois. O sono veio rápido, profundo e tranquilo, com as pernas entrelaçadas e respirações sincronizadas.
Acordei cedo no dia seguinte, pouco depois das sete da manhã. O sol entrava suave pelas cortinas, iluminando os corpos nus das duas mulheres da minha vida. Fiquei alguns minutos admirando: o cabelo ondulado de Aline espalhado no travesseiro, a pele branca contrastando com o tom dourado de Giovana, os seios dela subindo e descendo calmamente. Senti uma onda de carinho misturada com desejo, mas não quis acordá-las. Levantei com cuidado, vesti uma bermuda e uma camiseta e saí do quarto na ponta dos pés.
Fui até a padaria favorita perto de casa, aquela de esquina que abre cedo e tem tudo fresquinho. Comprei pães franceses crocantes, croissants de manteiga, queijo minas frescal, presunto Parma, requeijão cremoso, frutas variadas — morangos, uvas, kiwi —, suco de laranja natural, iogurte grego, ovos, bacon e até um bolo de fubá quentinho. Voltei para casa carregado de sacolas e fui direto para a cozinha. Preparei tudo com calma e carinho: arrumei a mesa da sala de jantar com capricho, coloquei flores do jardim em um vaso pequeno, fiz café forte e suco gelado. Quando tudo estava quase pronto, escrevi um bilhete à mão em um papel perfumado que Aline gostava de usar:
“Bom dia, dorminhocas da minha vida. Tomem um bom banho juntas e se arrumem para descer, que eu preparei um ótimo café da manhã para vocês.
Com amor, Guilherme.”
Deixei o bilhete na cômoda ao lado da cama, ao alcance delas, e voltei para a cozinha para finalizar os ovos mexidos e o bacon crocante.
Lá em cima, Aline e Giovana acordaram. Aline foi a primeira a ver o bilhete. Leu em voz alta, com a voz ainda rouca de sono, e as duas caíram na gargalhada, felizes e cúmplices, foi o que consegui escutar da cozinha. Eu subi para encontrá-las no quarto. cheguei lá com Aline levando Giovana para o banho. Ela sorriu pra mim, mas eu não quis atrapalhar o momento delas.
— Seu pai é um romântico safado — disse Aline, puxando Giovana pela mão. — Vem, vamos tomar aquele banho juntas como ele mandou.
Elas entraram no banheiro suíte do meu quarto, rindo e se tocando o tempo todo. Eu entrei no banheiro e observei um pouco, ficando de pau duro. A água quente caiu sobre os corpos nus, criando uma névoa gostosa. Aline ensaboou os seios de Giovana com calma, deslizando as mãos pelos mamilos que endureciam ao toque. Giovana retribuiu, passando as mãos pela bunda redonda de Aline, descendo os dedos entre as coxas dela. O banho demorou mais que o necessário — beijos molhados, dedos explorando, gemidos baixos ecoando no box.
Eu desci novamente para a cozinha e elas saíram do banho rosadas, animadas e já molhadas de excitação novamente.
Vestiram roupas leves e confortáveis: Aline um shortinho de malha e uma regata fina que marcava os seios fartos, Giovana um baby-doll curto que mal cobria a parte de cima das coxas. Desceram as escadas de mãos dadas, rindo baixinho, os cabelos ainda úmidos.
— Bom dia, pai! — exclamou Giovana ao entrar na sala de jantar, os olhos brilhando ao ver a mesa posta.
— Você acordou cedo só pra fazer isso pra gente? — perguntou Aline, aproximando-se e me dando um beijo demorado na boca.
Eu sorri, puxando as duas para um abraço coletivo.
— Vocês merecem. Sentem-se e comam antes que esfrie.
Elas se sentaram, uma de cada lado meu, e o café da manhã correu em um clima leve e carinhoso. Pães quentes, frutas suculentas, ovos perfeitos. Mas o desejo não demorou a aparecer. Giovana, sem pudor, colocou a mão na minha coxa por baixo da mesa, subindo devagar até acariciar meu pau por cima da bermuda. Aline notou e sorriu, mordendo um morango enquanto deslizava o pé descalço pela minha perna.
— Estamos loucas pra usar esse pau de novo — sussurrou Giovana, sem rodeios, apertando levemente o volume que já começava a crescer.
Aline riu baixinho, concordando com a cabeça.
— Depois do café, a gente pode subir de novo… ou quem sabe fazer algo aqui mesmo na mesa?
O ar ficou carregado de novo. Eu olhava para as duas — minha namorada e minha filha, agora completamente entregues ao prazer que compartilhávamos — e sentia o coração acelerado. A culpa ainda existia em algum canto, mas o amor e o desejo eram muito maiores. O café da manhã continuou, com carícias discretas, olhares safados e promessas silenciosas do que viria a seguir.
Giovana terminou o último pedaço de bolo de fubá, limpou os cantos da boca com o guardanapo e me lançou um olhar safado. Sem dizer uma palavra, ela deslizou da cadeira e desapareceu por baixo da mesa de jantar. Senti suas mãos subindo pelas minhas pernas, puxando a bermuda e a cueca para baixo com habilidade. Meu pau já semi-duro saltou livre e, no instante seguinte, a boca quente e molhada da minha filha envolveu metade da extensão — o máximo que conseguia engolir. Ela começou a chupar com muita vontade, a cabeça subindo e descendo ritmadamente, a língua pressionando a parte de baixo enquanto as mãos massageavam as bolas. Tentei continuar tomando meu café, mas não consegui segurar os gemidos baixos que escapavam da minha garganta a cada vez que ela descia mais fundo, sugando com fome.
Aline, sentada ao meu lado, observava tudo com um sorriso divertido e excitado. Ela não se juntou à ação de imediato — apenas deslizava a mão pela minha coxa, apertando de leve a pele, sentindo os músculos tensionarem a cada estocada da boca de Giovana. — Continua tomando seu café, amor — sussurrou ela, rindo baixinho ao ver meu rosto corado e a mão tremendo ao segurar a xícara. Giovana acelerava o ritmo por baixo da mesa, os sons molhados abafados, mas inconfundíveis. Meu pau latejava entre os lábios dela, a saliva escorrendo pelo queixo enquanto ela se esforçava para me agradar.
Não demorou muito. Com um gemido rouco, segurei a borda da mesa e gozei forte na boca de Giovana. Jatos quentes e abundantes encheram sua garganta e ela engoliu tudo, sem deixar uma única gota cair no chão. Lambeu calmamente a cabeça sensível, limpando cada resquício, antes de subir de volta com os lábios avermelhados e um sorriso satisfeito. Aline aplaudiu baixinho, rindo. Sem perder tempo, as duas me puxaram para o sofá da sala. Ali, nós três fodemos bastante.
No sofá da sala, o clima esquentou rapidamente. Tirei o resto da roupa e puxei as duas para cima de mim. Comecei fodendo Aline primeiro, sentada no meu colo, o vestido levantado e sem calcinha. Meu pau entrava fundo na buceta molhada dela enquanto ela rebolava gostoso, os seios fartos balançando na minha frente. Giovana se ajoelhou ao lado, beijando Aline e chupando seus mamilos, depois desceu para lamber onde nossos corpos se encontravam. Troquei de posição e penetrei Giovana de quatro no sofá, estocando devagar enquanto ela gemia contra as almofadas. Aline se masturbava olhando para nós, os dedos brilhando de tesão.
Em determinado momento, Giovana assumiu o controle com um brilho safado nos olhos. Ela fez Aline deitar de costas no sofá, abriu bem as pernas da minha namorada e começou a chupar o clitóris inchado com vontade. Ao mesmo tempo, olhou para mim e pediu:
— Pai, come o cu da Aline enquanto eu cuido da buceta dela.
Aline ficou de quatro no sofá e eu me posicionei atrás, levantei a bunda dela e passei a língua devagar pelo cuzinho apertado, lambendo em círculos e penetrando com a ponta da língua. Eu levantei e comecei a enfiar o pau no cu de Aline. Ela gemeu alto e Giovana se colocou em baixo de Aline, Para começar a chupar o clitóris de minha namorada. Aline acariciava e pressionava a cabeça de Giovana contra sua Buceta. Minha filha enfiou dois dedos na buceta de Aline, fodendo com ritmo alternado ao que eu fazia enfiando o Pau no cu, isso enquanto chupava o clitóris com fome. O gosto e o cheiro de Aline me deixavam louco. Eu alternava entre enfiar no cu e dar tapas na bunda de Aline, sentindo os dedos de Giovana trabalhando ali pertinho.
Aline gozou intensamente, o corpo tremendo, apertando os dedos de Giovana e gemendo nossos nomes. O orgasmo foi longo e molhado. Quando ela se recuperou, as duas me puxaram de volta para o centro do sofá. Continuei fodendo as duas alternadamente — buceta da Aline, buceta da Giovana —, trocando de posição várias vezes até gozar novamente, dessa vez espalhando por cima dos seios e barrigas delas. Caímos os três exaustos e rindo, suados e completamente satisfeitos no sofá da sala.
A vida em casa nunca mais seria a mesma. E eu, para minha surpresa, estava completamente rendido a isso.
