Olá a todos.
Mais uma vez quero agradecer as mensagens de carinho, elogios e incentivo que recebi.
Recebi uma notificação que estamos na lista dos 100 contos mais lidos. Obrigado a todos vocês que proporcionaram esse acontecimento.
Esse será por enquanto o conto mais longo da série. Espero que apreciem. Foi escrito com muito carinho relembrando cada detalhe do dia.
Gostaria de deixar claro algumas dúvidas que recebo:
Sim pessoal, aquela nas fotos sou eu! Não posso divulgar minha rede social por motivos óbvios. Então encontrei um site, o imgbb, que posso publicar sem me expor e expor minha família. Lá tem fotos antigas quando eu era mais nova, tanto com minha mãe, irmão, marido... um pouco antigas e fotos atuais. Apenas divulgo para que possam ter a experiência de saber como sou e não terem que imaginar uma pessoa aleatória. Mas sintam-se à vontade para imaginar quem quiserem.
Na minha percepção, quando você lê um livro, a descrição do personagem faz você o idealizar em sua mente. Quando lançam um filme sobre esse livro, o ator que interpreta o personagem fica gravado em sua memória, assim toda vez que lerem novamente o livro ou falarem a respeito, automaticamente, na sua mente virá a imagem do ator no papel, não mais o que imaginou.
Alguns leitores daqui do CDC se tornaram confidentes e “amigos” durante essa semana. É bom saber que mesmo estando nessa sociedade que abomina o incesto, existe pessoas que não julgam, criticam ou condenam. Desejo uma boa leitura a todos. E quem quiser meu contato, tem meu e-mail e link de fotos nos contos anteriores. Quem não está acompanhando e chegou agora, entre no meu perfil e veja os contos anteriores.
Beijos a todos.
Iza
- Preciso me limpar e sumir com essa sujeirada toda aqui do chão. A mãe não pode nem sonhar que isso aconteceu, entendeu?
Ele apenas assentiu com a cabeça.
Ajeitei minha calcinha no lugar, peguei meu short e sai para meu quarto. Olhei para trás e Marcos estava lá, parado, com o pau na mão e olhando eu sair rebolando. Apenas dei um sorrisinho safado e uma piscadinha...
Continuação...
Cheguei no quarto e fechei a porta indo direto para o banho. Precisava urgentemente me limpar e terminar de arrumar a casa.
Entrei no banheiro tirando a roupa e a calcinha que estava completamente ensopada pelo meu mel misturado com a porra do meu irmão. Uma completa bagunça.
Num misto de curiosidade, passei o dedo em uma gota que estava na minha coxa e levei a boca para sentir o gosto. O gosto do meu irmãozinho... O gosto não era dos melhores, mas eu gostei de sentir, meio salgado. Mas o fato de saber de onde veio que fez ser mais saboroso.
Vejo muitas vezes relatos aqui sobre arrependimentos, culpas, choro depois que acabam cometendo algum tipo de incesto. Por incrível que pareça, hoje, nesse exato momento que escrevo, lembrando daquele dia, não senti nada disso. Pelo contrário: Eu senti satisfação!
Satisfação por ser desejada. Satisfação por ter gozado gostoso. Satisfação por saber que meu irmão me desejava e não uma qualquer da rua. Não fiquei com aquele sentimento ruim e estranho quando sonhei com ele. Eu me sentia poderosa e feliz.
Durante o banho fiquei lembrando de cada momento, ação, beijos, pegada... novamente estava ficando molhada.
Quando estava me secando, ouvi o barulho da porta da sala fechando, seguido depois pelo do portão frontal. Sai do banheiro enrolada na toalha e a casa estava em um silêncio total.
- Marcos? – Gritei em direção a sala. E nada de resposta. Ele havia saído.
- Então tá bom... – Sai cantarolando para meu quarto. Como eu disse, estava me sentindo leve e tranquila.
Passei pela minha cama e fui até meu guarda-roupa procurar algo confortável para usar. Coloquei uma blusinha e um short soltinho de malha fina. Não quis colocar nada por baixo, queria ficar à vontade.
Voltei para sala e continuei fazendo as coisas e me perguntando onde meu irmão teria ido. Será que aconteceu alguma coisa?
Terminei as coisas e decidi sentar um pouco no sofá e dar um descanso. Fiquei no meu celular olhando as coisas. Fiquei passando vídeos aleatórios sem nem prestar atenção. Queria mesmo saber onde Marcos tinha se enfiado.
Ouço o barulho do portão e logo depois da porta da sala. Marcos entrou com umas sacolinhas do mercado que tinha próximo de casa.
- Voltei!!! – disse todo animado.
- Onde você estava guri?
- Fui ao mercado pegar umas coisas que a mãe tinha pedido ontem. Aproveitei que você foi tomar banho e fui lá pegar. – Foi colocando as sacolas em cima da mesa.
Colocou a mão dentro de uma sacola, tirou um sonho de valsa e levou para mim no sofá.
- Trouxe um doce pra você... – olhou para o chão. – Um pedido de desculpas pelo que eu fiz agora pouco. Me desculpe...
- Desculpas? Como assim? O que você fez que tá pedindo isso? – respondi sorrindo para ele.
Ele me olhou novamente em choque sem entender.
- Iza, o que eu fiz com você ali na cozinha, eu não deveria ter feito. Eu fui errado com você. Por favor, não conte pra mãe que fiz isso ou ela vai me matar ou mandar eu morar com o pai, ou vai...
- Ei, ei ei!!! Pode para Marcos!! – Exclamei. – Primeiro: não tem por que pedir desculpas. Segundo: eu não irei contar nada pra mãe e terceiro: eu quis tanto quanto você.
Mais uma vez um choque em seu rosto. Ele não acreditava no que eu estava falando.
- Vem cá, vamos conversar
A sala de casa é bem ampla com acesso a cozinha sem paredes. Estilo Americana sem divisória. Tem um sofá de canto de couro, e uma mesa de centro. Eu não gosto de como a televisão foi colocada, por que mamãe queria ela na parede para poder assistir as coisas sentada à mesa ou da cozinha, mas não sentado no sofá. Na visão dela iria estragar o sofá com comida, sentado muito tempo, deitados, etc. Por isso fixou a tv na parede atrás do sofá.
Peguei na mão do Marcos e levei até o sofá. Sentamos lado a lado.
- Olha, é o seguinte: eu estou tranquila com o ocorrido mais cedo. Não tenho o que reclamar, muito menos o que criticar. Então pode parar com essa paranoia de que irei falar pra mãe. Você não será expulso de casa. Ok?
Ele assentiu com a cabeça.
- Não sei o que aconteceu comigo Iza. Eu simplesmente perdi a cabeça. Quando percebi já estava acontecendo tudo aquilo.
- Deixa eu te perguntar: Desde quando você pensa em fazer isso comigo? – Perguntei.
- Desde o dia em que te vi na piscina ano passado.
Fiquei de boca aberta com essa revelação. Então ele estava me olhando praticamente há 4 meses?
Tivemos uma festa em casa com familiares e primos meses atrás. Um dia de muito calor. Fizemos um churrasco e aproveitamos o dia na piscina. Todos se divertiam, conversas, bebidas. Um clima muito bom que há anos não tínhamos desde a morte da vovó.
Me recordando daquele dia, não estava usando nada demais. Parte de cima de um biquíni azul, e um short apertado de banho. Tá certo que aquele short estava bem apertado em mim marcando tudo, mas minha mãe jamais deixaria eu usar um biquíni que eu tinha guardado no meu quarto. ( Num próximo conto falarei sobre esse biquini e quando usei ele com meu irmão).
- Desde aquele dia eu não tirei você da cabeça. Três coisas aconteceram para que isso piorasse: Quando o Lucas falou pra mim que tinha transado com você e quando peguei aquela revista emprestada quando estávamos reunidos.
- O Lucas é um idiota!! Me arrependo até hoje em ter acreditado nele e em suas historinhas. Eu era uma boba apaixonada!
- É...eu me lembro como você estava cega por ele.
- Mas voltando ao assunto e esquece aquele bosta. Você disse 3 coisas, mas só disse 2. Qual foi a terceira coisa?
Ele ficou em silêncio por um instante quando falou:
- Quando fui procurar a revista que tinha escondido e não achei ela. Achei que a mamãe tinha encontrado. Achei que ela me mataria por trazer essas coisas pra casa. Mas como ela nunca falou nada e a revista misteriosamente voltou para o esconderijo, soube que foi você!
Agora eu que estava morrendo de vergonha por ter sido descoberta! Nunca imaginei que ele daria falta daquela revista por uma noite apenas.
- Foi você que pegou não foi? – perguntou com um pequeno sorriso no rosto.
Escondi meu rosto nas mãos dando risada e confessando o meu crime:
- Sim, fui eu que peguei kkkkk. – Queria te sacanear e deixar você em choque achando que a mamãe achou a revista....
- Para de mentir Iza! – ele estava sério. - Depois do que aconteceu hoje ali, sei que não é verdade! – Ele disse apontando na direção da pia.
Olhei para o mesmo lugar que ele apontou, e não tinha como não lembrar do ocorrido.
Decidi abrir o jogo com ele, desde quando vi pela primeira vez a revista, de quando peguei escondido, do sentimento de culpa no início e o sentimento de aceitação depois do ocorrido. Ele ouviu tudo atentamente.
Não pude deixar de notar o volume no seu short com minha confissão. Parecia ter vida, com os saltos que o pau dele dava lá dentro. Relembrar tudo isso também me trouxe muito tesão.
- Você gostou mesmo do que aconteceu Iza? Não está mentindo pra zoar com minha cara né?
Olhei bem nos fundos daqueles olhos castanhos, fui em sua direção e dei um selinho nele que demorou uns segundos.
- Isso responde sua pergunta? – perguntei virando a cabeça sorrindo pra ele.
Ele abriu um sorrisão confirmando. Como meu maninho estava lindo. Aqueles olhos, sorriso, boca carnuda, aquele corpo desenvolvido, aquele pau.... Balancei a cabeça saindo do transe.
- Bom, o papo está bom, mas precisamos guardar aquelas coisas lá e esperar a mãe chegar. – Apontei para mesa mostrando as coisas que ele trouxe do mercado.
-Tá bom, vamos lá.
O restante da tarde transcorreu tranquilamente. Evitava ficar perto do Marcos, pois iriamos perder o controle como foi mais cedo. E não sabíamos a hora que minha mãe chegaria, não dava para arriscar.
Quando você acha que as coisas estão sob controle, sempre vem algo para provar que nem sempre é assim.
Perto das 18:00, meu celular começa a tocar. peguei para atender.
- Oi mãe, tudo bem?
- Oi filha, tudo bem sim. E aí em casa? Seu irmão está em casa?
- Está tudo bem mãe. Marcos está aqui do lado jogando. Eu estava lendo meu livro. O que aconteceu? A senhora não chegou ainda.
- Não aconteceu nada filha. Só liguei pra avisar que vou demorar hoje. Vou sair com o pessoal da empresa. Jantem alguma coisa e não vão dormir tarde viu!
- Tá bom mãe. Se cuida!
- Vocês também. Beijos!!
Desliguei o celular. Marcos me olhou perguntando o que tinha acontecido.
- Nada. Mamãe falou que vai demorar hoje. Ela vai sair com o pessoal do trabalho. Falou pra nós se virar com a comida.
Pode parecer coisa da minha cabeça, mas juro que vi os olhos daquele moleque brilharem. O que será que ele estava pensando?
Após 1 hora da ligação da mamãe, continuei lendo meu livro, que na época era o “ A culpa é das Estrelas”. Marcos estava no seu celular, perto de mim. Mas estava concentrado em alguma coisa na tela. Poderia ser um vídeo, alguma leitura que estava fazendo. Tempos depois levantou-se dizendo que iria tomar um banho para podermos jantar.
- Tá bom. Vê se lava esse saco direito! Kkkkkk.
- Pode deixar, vou fazer melhor ainda! – saindo dando risada.
- Como assim? Não entendi! Volta aqui menino! - E saiu para seu quarto rindo e me deixando na sala.
Parei minha leitura e coloquei a comida para esquentar. Fiquei parada na pia pensando na vida, em como as coisas tomam rumos inesperados...essas coisas aleatórias.
Marcos demorou uns 30 minutos para sair do banho. Começou a me dar ansiedade esperando ele. Estava quase indo ao banheiro perguntar se estava tudo bem por lá, quando ele aponta na porta entrando na sala.
Estava apenas de shorts que ele usa para dormir, sem camisa e os cabelos molhados. O cheiro do seu shampoo, misturado com o seu perfume Coffee Man incendiou a sala. Ele estava uma delícia. Tive que me segurar para não avançar em cima dele.
- Nossa... mas como meu maninho está cheiroso! – disse mordendo meu lábio.
- Gostou? Tenho que ficar cheiroso. Nunca se sabe quando uma gata poderá aparecer e querer cheirar nosso pescoço, né?
- Sorte dessa gata quando ela cheirar... Acho que vou aproveitar que tomou seu banho e ir tomar o meu também.
Coloquei meu livro na mesa de centro e saí em direção ao meu quarto. No caminho parei ao seu lado e dei um cheiro no seu pescoço, sentindo aquele perfume maravilhoso. Puxei o ar com força e antes de sair de perto, dei um beijinho de leve no seu pescoço.
- Deliciosooo... – falei baixinho e perto do seu ouvido e dei uma apertada no pau dele que estava meia bomba no short. – Vou tomar meu banho e já volto.
Já no meu quarto, peguei meus produtos e fui tomar banho. Caprichei em cada detalhe, lavando, passando creme. Hoje eu iria matar meu irmãozinho de tanto tesão. Só tinha que ter muita força de vontade para não transar com ele. Não tínhamos proteção. E como eu disse antes, não podia arriscar uma gravidez indesejada.
Saí do banho e procurei algo para vestir e achei o que eu queria. Já que ele estava cheiroso, passei meu melhor perfume também. Para quem conhece, eu uso Lily Essence do boticário. Um ótimo perfume, recomendo a vocês como forma de presente.
Quando entrei na sala, estava deitado no sofá. Ao meu ver, arregalou os olhos e mudou sua posição, agora se sentando no sofá:
- Fiu fiu... que gata!!!!
Eu estava com os cabelos presos em um coque, com mechas soltas na lateral do meu rosto, deixando-o bem modelado. Estava vestindo um baby dolls azul de desenho animado do pokémon ( Gente, eu amo o Pikachu!!kkkkkkk). A blusinha de alcinha sem sutiã e um short bem soltinho.
- Gostou?? Tô parecendo uma menina mimada... – fiz um biquinho e uma carinha de triste só pra zoar com ele
- Você está perfeita Iza! – Seus olhos brilhavam me olhando da cabeça aos pés.
- Já que disse que passou o perfume porque poderia aparecer uma gata, fiz o mesmo. Vai que aparece um gato, né?
Ele se levantou e veio até mim. Colocou suas mãos em minha cintura e parou perto dos meus lábios:
- A gata acabou de aparecer!
Mais uma vez o inevitável aconteceu, nossos lábios se tocaram num beijo carinhoso e cheio de amor. O encaixe das nossas bocas era perfeito, desenhado um para o outro. Nossas línguas se enroscavam em perfeita harmonia.
Abracei seu pescoço ficando nas pontas dos pés. O cheiro dele, aquele corpo colado ao meu...o momento era perfeito de um casal de namorados apaixonados.
- Acho melhor fechar aquelas cortinas ali. – Afastei ele, voltando a realidade que aquilo que estamos fazendo poderia ser problemas visto por outras pessoas de fora.
- Acho melhor mesmo!
Fui até as janelas e fechei as cortinas. Apaguei algumas luzes.
Marcos foi até o controle da tv e colocou uma música tranquila para tocar, deixando o clima leve e gostoso. A única iluminação presente na sala era a luz da tv e luzes de led do painel que deixava o ambiente nem escuro e nem muito iluminado.
Quando voltei para sala, Marcos estava sentado no sofá bem à vontade. Parei em pé na frente dele.
- Você gostou mesmo do meu pijama? – coloquei as mãos na cintura balançando de um lado para o outro sorrindo.
- Eu amei! Tudo em você ficará perfeito.
- Estou achando que ele tá muito curto! – Virei ficando de costas para ele.
Realmente, aquele pijama tinha ficado curto para mim. A polpa da minha bunda aparecia abaixo da linha final do short.
Marcos colocou as mãos em minha cintura e com um puxão forte me fez sentar em suas pernas. Dei um gritinho seguido de uma gargalhada.
- Aiiiii seu doido. Kkkkk
Fiquei sentada e parada por um momento sentindo apenas seu pau duro cutucar minha bunda e suas mãos apertando minha cintura. E assim como foi mais cedo comecei a rebolar.
Joguei meu corpo para trás encostando minhas costas no seu peito. Joguei a cabeça para trás deixando meu pescoço à mostra que logo ele entendeu e começou a beijar, lamber, dar pequenas mordidas.
Eu apenas gemia e rebolava intensamente meu corpo.
- Ahhhhhhhh.... que delícia maninho!!
Suas mãos apertavam minha cintura forçando meu corpo a rebolar mais e me forçando para baixo. Uma de suas mãos percorreu minha barriga e invadiu minha blusinha apertando meu peito. Isso foi uma fagulha em meio à gasolina. Comecei a gemer muito mais, bem manhosa e fogosa, mostrando que estava amando aquilo.
- Espera um pouco... – Levantei do seu colo ficando em pé. – Esse short está atrapalhando.
O short estava completamente atolado na minha bunda. Ainda de costas para ele, puxei as laterais descendo bem devagar, proporcionando um showzinho para ele. O que se revelou por baixo do short deve ter deixado meu irmão ainda mais louco de tesão.
Eu usava uma calcinha minúscula, vermelha fio dental. As laterais têm duas pequenas tiras finas de cada lado com detalhes dourados. Estava completamente atolada na minha bunda. Na frente um pequeno “V” desenhava a minha bucetinha que estava marcando a divisão dela.
- Agora sim... onde paramos mesmo? Kkkkk
- Você estava rebolando esse rabo gostoso na minha pica sua gostosa!
- Credo!!! Que linguajar mais feio garoto!! Kkkkk- Tirei com a cara dele.
Voltamos à mesma posição de antes. Mas agora estava melhor. A sensação de liberdade era maravilhosa. Conseguia sentir melhor seu pau tentando invadir minha bunda, a malha do seu short que não permitia tal coisa.
Agora sua mão estava no meu peito e a outra acariciando minha bucetinha que estava muito molhada. Ele esfregava ela e forçava seu dedo no meu grelinho e na entrada. Tudo isso apertando meu peito e beijando meu pescoço.
Com habilidade ele puxou a lateral da calcinha deixando ela exposta. O barulho da minha buceta molhada com seus dedos entrando e saindo dela só perdia para meu gemido que a essa altura era músicas para seus ouvidos.
Ficamos um tempo nessa esfregação, beijos, gemidos, os dedos hora me fudendo hora me acariciando...
- Preciso tirar esse short maninha. Está me matando! Preciso sentir meu pau no meio da sua bunda como hoje cedo...
Me levantei num pulo ficando, virando e ficando de frente. Minha bucetinha estava aparecendo e toda molhada, a calcinha estava de lado. Marcos ficou olhando para ela... lisinha, rosada, toda molhada com os lábios à mostra... Sua boca salivou querendo chupar ela, tenho certeza.
Comecei a acariciar ela com movimento circular e enfiando um dedo sentindo meu próprio mel escorrer. Eu estava ensopada vendo aquele macho me devorando com os olhos.
Sem tirar os olhos de mim começou a puxar seu short para baixo. Seu pau saltou de dentro, duro como uma rocha batendo em sua barriga. Ele estava depilado em comparação a mais cedo. Por isso a demora no banheiro.
- Puta que pariu...que visão maravilhosa maninho. – Agora eu que salivava olhando aquele mastro duro só pra mim.
Ele começou uma simulação de punheta, subindo e descendo a mão e dando chocalhadas pra frente e para trás como que me convidando para o banquete.
- Ele é todo seu maninha... cada centímetro dele é todo seu!
Arrumei minha calcinha na posição certa sem tirar os olhos dele, afastei a mesa de centro para trás e fiquei de quatro engatinhando até ele. Tirei sua mão e fechei minha mãozinha em volta da sua pica, admirando cada detalhe: a grossura, a cabeça inchada e vermelha, as veias... Comecei a alisar ele, subindo e descendo. Ele gemeu gostoso jogando a cabeça para trás.
- Lembra do que prometi mais cedo? Se me chupasse gostoso iria te chupar antes de me fuder?
Ele voltou a me olhar e balançou a cabeça afirmando.
- Então...eu cumpro com minhas promessas...
Desci minha cabeça sem tirar os olhos dele e passei a língua na cabeça sentindo o pré gozo que saia dele. Lambi descendo até a base e voltei lambendo cada centímetro. Ele gemia e abria a boca como se estivesse com falta de ar. Ver ele entregue daquele jeito me fez abocanhar a cabeça e começar a chupar.
Comecei chupando devagar e fui aumentando aos poucos, tentando engolir sempre um pouco mais. Lá estava ele sentado com as pernas abertas, cabeça jogada para trás gemendo. Eu de quarto com as pernas abertas, bunda arrebitada deixando apenas o fio dental aparecendo entrando no meu rabo, um braço apoiado no sofá e o outro apoiado em sua perna, com a mão batendo uma punheta pra ele e chupando seu pau bem gostoso, deixando todo babado.
Parei um pouco de chupar, continuei com os movimentos da mão:
- Tá gostoso maninho? O que tá achando da sua irmãzinha chupado esse pauzão?
- Tá uma delícia Iza. Sua boca é maravilhosa...
- Só não goza na minha boca viu! Me avisa se for gozar. – Eu já tinha experimentado a porra dele mais cedo, mas não queria que ele gozasse ainda. Queria aproveitar ao máximo aquele momento.
- Se continuar desse jeito eu vou gozar rapidinho! – Sua respiração já estava no limite. Estava ofegante. - O que eu quero mesmo é gozar em você, não na sua boca... Quero te comer!
- Já disse que não meu amor... sem camisinha não rola. Eu não tomo remédio! Não podemos ultrapassar essa barreira.
- Então se é assim... – Ele arrumou sua postura me fazendo sentar sobre minha perna e esticou a mão para pegar algo debaixo de uma das almofadas. O safado arrancou um pacote de camisinha que estava escondido lá esse tempo todo!!
- Mas como assim? – perguntei colocando a mão na boca com surpresa.
- Quando fui no mercado e estava no caixa vi esse pacote lá. Lembrei do que disse e comprei. Espero que não se importe, só tinha sabor morango. Kkk
- Não acredito, kkkkkk. Não me importo não. Você sabe que minha fruta preferida é o morango. Então está perfeito!
Ele abriu a embalagem tirando 3 pacotes de dentro. Separou uma e abriu tirando a camisinha de dentro e ajeitando no seu pau e desenrolando bem lentamente tomando todo cuidado para não estragar.
Eu fiquei apenas olhando e gravando cada momento na cabeça. Meu coração estava disparado. Eu iria transar com meu irmão. Meu irmãozinho que vi crescer e se tornar esse homem, que em pouco tempo estaria dentro de mim. Que situação mais emocionante!
Quando ele terminou de colocar, nossos olhares se encontraram.
- Você tem certeza, Iza? – Perguntou com uma voz de preocupação se eu iria aceitar ou não.
Não falei nada. Eu iria responder com ações.
Puxei minha blusinha para cima tirando pela cabeça e joguei no chão. Caminhei até ele, coloquei um pé em cima do sofá ao lado de sua perna. Puxei minha calcinha para o lado, deixando ela novamente exposta e comecei a me tocar na sua frente sem tirar os olhos dele. Eu fazia questão de fazer cara de prazer e safadeza. Agora eu seria uma puta. A puta do meu irmãozinho.
Juntei suas pernas e subi no seu colo. Peguei seu e direcionei para minha bucetinha que está latejando de tesão. Comecei a pincelar esfregando meu melzinho e deixando a camisinha molhada e fui soltando meu peso aos poucos sentindo aquele mastro me rasgar.
Tudo isso sem tirar os olhos um do outro. Aos poucos ele estava com a metade do pau dentro de mim. A sensação sem dúvidas nenhuma era indescritível. Só quem já transou com muito tesão e fazendo algo proibido para descrever ou não a sensação.
Esperei um pouco sentindo minha buceta se acostumar com seu pau. Lá dentro sentia seu pau pulsando dentro de mim.
Comecei a beijar sua boca enfiando a língua com desejo, agarrando sua cabeça e puxando seus cabelos. Comecei a cavalgar lentamente, subindo e descendo sentindo o seu pau sair e entrar novamente.
Os gemidos tomaram conta da sala. Nós dois gememos sem pudor nenhum. A barreira havia sido ultrapassada!
Entre as cavalgadas eu parava um pouco, forçava a entrada total do seu pau e começava a me esfregar para frente e para trás, esfregando meu grelinho na sua pélvis, me fazendo ver estrelas.
Ele agarrou minha bunda com força com ambas as mãos, apertando com força e forçando ainda mais para baixo e levantando o quadril fazendo suas bolas encostarem em mim. Seu pau estava completamente dentro de mim.
Beijei sua orelha, gemendo baixinho e falando:
- Fode sua maninha, fode seu gostoso!
- Sua gostosa... nem acredito que estou te comendo!
- Ahhhh, acredite! Você está sim!
Ele abria minha bunda, apenas o fio dental protegia meu cuzinho onde ela passava o dedo subindo e descendo.
- Cuidado aí mocinho... mal começou a me comer e já está mexendo em local proibido. – falei enquanto mordia seus lábios. Falei num tom de reprovação, mas a sensação era diferente e muito boa.
- Desculpa Iza... Não resisto a sua bunda! Kkkk
Dei um tapa no braço dele.
- Seu tarado! Kkkkkk
Ele começou a beijar meu pescoço, depois desceu para meus seios onde começou a chupar eles bem gostoso. Me fazendo aumentar o ritmo da transa
- Chupa meu bebê, chupa bem gostosinho. – ahhhhhhh, que delícia.
Perdi a noção do tempo de quantos minutos ficamos nessa posição. Quando ele do nada agarra minhas pernas me erguendo pra cima e levantando seu corpo do sofá.
- Onde você vai seu doido? Kkkkk
Ele caminhou comigo no colo, atravessou a sala e foi até a cozinha parando em frente a pia. Com todo cuidado me colocou em cima da bancada e tirou seu pau de dentro.
- kkkkkkk tá gelado!!!! Gritei em desespero.
- Vamos terminar aqui o que começamos hoje mais cedo...
Ele estava sério, focado e determinado em me comer ali em cima pia.
Não disse mais nada. Apenas abrir minhas pernas deixando minha bucetinha à mostra. Já estava vermelha de tanto levar pau. Coloquei meus dois braços para trás, jogando o corpo também para trás. Fiz uma cara bem safada cerrando os olhos e falei num tom de desafio:
- Então me fode caralho! Goza na minha buceta!
Ele enfiou numa estocada só, arrancando um grito!
- Ahhhhnnnnn... isso meu amorzinho. Fode sua irmãzinha, fode!
Eu estava possuída naquela hora. O que começou mais cedo agora está sendo finalizado. E da melhor forma possível.
Ele continuou metendo sem parar, com força, nossos corpos fazendo barulho de batidas. Comecei a mexer no meu grelinho estimulando cada vez mais e dando uma cena maravilhosa para ele, igual ele viu na revista: A irmã submissa, gemendo e agindo como puta. Comecei a tremer gozando com ele metendo
-ahhhhh to gozando! Continua....
Agarrei em seu pescoço me firmando para ele meter mais forte. Suas mãos agarraram minha cintura e bunda.
- Iza, vou gozar!
- Pode gozar... Goza bem no fundo.
Puxei ele para um beijo enquanto sentia seu pau pulsar dentro de mim enchendo a camisinha de porra. Uma sensação maravilhosa.
Ficamos ali parados, tentando recuperar o fôlego. Seu pau aos poucos foi saindo de mim. A camisinha estava cheia. Com todo cuidado ele a retirou e foi dar um fim na maior prova do nosso incesto.
Desci da bancada, ajeitando minha calcinha de volta. Eu estava muito molhada. Minha calcinha dava pra torcer com tanto líquido. Eu trocaria ela depois. Agora precisávamos arrumar as coisas e acabar com qualquer prova que pudesse ser usada contra nós.
Eu estava nas nuvens. Me sentindo realizada e feliz. Como pode um ato que é julgado pela sociedade ser uma coisa tão gostosa de se fazer? Talvez o ato de incriminarem isso, faz com que quando acontece, seja mais especial e forte do que uma simples transa com uma pessoa qualquer sem vínculos.
Terminamos de arrumar tudo, trocamos de roupa para tirar qualquer cheiro de sexo.
Eu e ele estávamos morrendo de fome e decidimos jantar.
Comemos sem falar nada, sem conversa alguma. Apenas olhares e risadas de cumplicidade na mesa.
Deixamos tudo certo e organizado em casa. Nenhum vestígio do que tinha acontecido, nenhuma marca, nenhum cheiro... apenas dois criminosos que esconderam o crime perfeito, kkkk.
Marcos ficou sentado no sofá e eu me deitei em seu colo. Ficou fazendo um cafuné em mim, bem carinhoso e com ternura.
- E agora Iza, como vai ser?
- Não sei ainda. Estou processando tudo isso.
- Está arrependida? – me olhou de forma carinhosa
Puxei ele pelo rosto e dei um beijo na sua boca
- Não estou. Estou me sentindo muito feliz.
Demos risadas de cumplicidade.
- Só precisamos tomar cuidado com a mamãe e com as pessoas de fora. Não podemos dar bandeira. Se descobrirem estamos mortos e enterrados!
- Não se preocupe maninha. Juro de dedinho que não falarei nada, nem sobre tortura.
Caímos na gargalhada.
- Melhor irmos dormir antes que a mãe chegue. Vai ser difícil explicar porque ainda estamos acordados e você deitada no meu colo.
- Vamos!
Apagamos tudo e fomos na direção dos quartos
- Quer dormir comigo? Kkkkk – Ele perguntou em meio a penumbra da casa.
Dei um murro em seu braço dando risada.
- Não né!!!!!!! Tá ficando louco? Kkkkkk
Ele me encostou no batente da porta e trocamos um beijo apaixonado. Um beijo não safado e nem desesperado como há pouco. Mas apaixonado, lento e carinhoso.
- Boa noite maninho. Sonhe comigo!
- Boa noite maninha. Com certeza!
E cada um foi para seu quarto dormir.
Continua...
Muito obrigado a você que chegou até aqui. Espero que tenham gostado do publicado de hoje.
Corri bastante para poder entregar esse capítulo hoje para que possam passar o final de semana pensando em mim, kkkkkk.
Deixarei um presentinho no link abaixo de uma caminhada no parque alguns meses atrás
Bom final de semana a todos. Deixe sua nota se gostou.
Beijos da Iza
https://ibb.co/Zzch6pwD