O meu despertador tinha tocado às seis da manhã num sábado, o que já era um saco completo acordar esta hora. Mas o pior não era acordar cedo – era saber que eu ia passar as próximas quatro horas da minha vida preso dentro daquela caminhonete nova do meu pai, indo para uma confirmação religiosa idiota de um primo distante que eu mal conhecia. Minha mãe tinha insistido que toda a família deveria ir. "É importante", ela disse. "É da família."
Eu tinha acabado de fazer dezoito anos, duas semanas atrás, e ainda morava sob o teto dos meus pais em Ribeirão Preto. Enquanto eu arrastava meu corpo para fora da cama, já ouvia o barulho da F250 Zero KM ligando na garagem. Meu pai, Carlos, adorava aquela caminhonete preta – impecável, cheirando a couro novo, com plásticos ainda nos bancos. Ele a tratava como se fosse um filho.
Quando desci as escadas, ainda de mau humor, encontrei minha mãe Angela na cozinha. Ela estava linda demais para uma viagem de carro. Aos quarenta e cinco anos, minha mãe era uma mulher impressionante – alta, com seus 1,80m de altura, cabelos castanhos na altura dos ombros, e um corpo que não parecia ter tido filhos. Ela usava uma saia azul-clara justa, tubo, que marcava cada curva de suas pernas longas, e um suéter coral de duas peças. A parte de cima com botões já estava tirada, deixando apenas a blusa sem mangas justa por baixo, colada ao corpo, mostrando a textura do sutiã por baixo do tecido fino.
— Vai se arrumar, Maycon – ela disse, sem olhar para mim. — Não quero atraso.
Subi as escadas e quando desci, já estava de calça social e camisa. Minha irmã Sabrina estava na porta, esperando. Ela tinha vinte e dois anos, loira natural, olhos azuis claros, e uma pele tão pálida que parecia de porcelana. Ela usava um vestido fino de algodão sem mangas, curto o suficiente para mostrar as coxas quando se movia, e eu sabia – porque eu tinha reparado – que por baixo havia uma calcinha rosa de algodão e um sutiã cor de vinho.
— Anda logo, pervertido – ela disse, notando meu olhar. — Para de olhar assim.
Eu não respondi. Era complicado explicar que, nos últimos meses, eu tinha começado a ver minha irmã de uma forma diferente. Não como irmã, mas como uma mulher. Uma loira gata que dividia a mesma casa que eu. Eu batia muita punheta pensando nela, imaginando como seria ver aqueles seios firmes, tocar aquela bunda redonda que ela escondia sob as roupas.
Saímos de casa cedo. O sol já rachava em Ribeirão Preto quando entramos na F250. Meu pai no volante, minha mãe no banco do passageiro da frente, e eu e Sabrina no banco de trás. A caminhonete era enorme, espaçosa, mas de alguma forma Sabrina conseguiu ficar perto o suficiente para que nossos braços se tocassem.
A viagem começou monótona. Quatro horas pela Rodovia Marechal Rondon, saindo de Ribeirão em direção ao interior de Minas. O rádio não pegava direito, tocando músicas ruins que ninguém gostava. Eu tentava passar o tempo olhando pela janela, mas meus olhos voltavam sempre para as pernas de Sabrina, cruzadas, o vestido subindo levemente. Ela tinha pernas longas, definidas, e eu imaginava como seria tocá-las.
— Para de me olhar – ela sussurrou, sem virar o rosto.
— Eu não estou olhando – menti.
— Está sim. Você é um pervertido safado, Maycon.
Eu apenas ignorei ela e cruzei os braços. Ela sempre me chamava assim desde que me pegou tentando espiar por baixo da camisola dela há alguns meses. Mas eu não conseguia evitar. Sabrina era linda demais – seios médios-grandes, firmes, bunda perfeita, redonda e lisa. E agora, sentada ali, com o ar-condicionado da F250 gelando o ar, eu conseguia ver os contornos de seus mamilos endurecidos sob o tecido fino do vestido.
Minha mãe, na frente, estava virada para a janela, conversando com meu pai sobre coisas sem importância. De vez em quando ela se movia no assento, e eu via o suéter coral se esticar sobre seus seios grandes. Ela usava um sutiã robusto, daqueles que seguram bem o peso, mas mesmo assim eu conseguia ver . Às vezes, quando ela se inclinava para a frente para pegar algo, eu vislumbra um pouco do decote. Meus pais discutiam bastante, mas à noite, sozinho na cama, eu pensava nela como uma mulher – uma MILF alta, com seios enormes e pernas intermináveis.
As horas passaram lentamente. Ribeirão Preto ficou bem para trás, e a paisagem foi ficando mais rural, com fazendas de cana aos poucos dominando o horizonte. Eu estava entediado, desconfortável na roupa social, e com uma tensão crescente no corpo por estar tão perto de Sabrina sem poder tocá-la.
Foi quando, após quatro longas horas de estrada, meu pai desacelerou.
— Vou parar para abastecer – ele disse, dirigindo-se a um posto de gasolina à beira da Marechal Rondon.
O lugar não parecia seguro. Era uma área de transição entre o urbano e o rural, um bairro periférico que já sentia a decadência. O posto era antigo, sem câmeras visíveis, com bombas de gasolina manchadas de óleo e uma loja de conveniência suja de vidro embaciado. Não havia outros carros por perto. Apenas nós naquela F250 impecável, contrastando com a pobreza ao redor.
Meu pai estacionou ao lado da bomba e desceu para abastecer. Minha mãe e Sabrina disseram que iam ao banheiro. Eu fiquei no banco de trás, cansado demais para me mexer. Ainda estávamos em Ribeirão Preto? Não, já tínhamos saído da cidade há muito tempo. Estávamos em algum ponto isolado da Marechal, onde o asfalto encontra a terra vermelha do interior.
Foi quando eu os vi.
Dois homens encostados na parede externa do posto, fumando cigarros. Ambos negros. Um mais velho, alto, atlético, com uma barba por fazer de dois dias e uma camisa de trabalho verde suja. O outro era um verdadeiro grandalhão – alto, corpulento, braços musculosos cobertos de tatuagens, usando uma camiseta branca suja que esticava sobre a barriga e o peito largo.
Eles observaram Sabrina descer da caminhonete. Seus olhos acompanharam cada movimento da minha irmã – o vestido subindo levemente quando ela desceu do assento alto, as pernas pálidas aparecendo, o cabelo loiro balançando. Eu os vi trocar olhares, e o grandalhão fez um gesto com as mãos na frente do peito, imitando seios balançando, enquanto sorria para o mais velho.
O mais velho – que eu mais tarde soube ser César – tinha uma aparência assustadora. Olhos escuros, penetrantes, e um sorriso que não alcançava os olhos. O grandalhão – Roberto – parecia um muro de músculos e gordura, com tatuagens de presidiário nos braços grossos.
Quando minha mãe desceu, a situação piorou. Angela saiu da caminhonete com elegância, seus saltos altos clicando no concreto. O suéter coral sem mangas grudava em seu torso, mostrando cada curva, cada costura do sutiã por baixo. Seus seios grandes e pesados balançaram quando ela caminhou, e eu vi os dois homens pararem de respirar por um segundo.
— Caralho – ouvi César dizer, baixo, mas o som entrou pela janela entreaberta da F250.
Eles a observaram andar até o posto. Roberto fez aquele mesmo gesto de seios balançando, mas desta vez mais exagerado, imitando o movimento pesado dos seios da minha mãe. Ambos riram, baixaram os cigarros no chão, e começaram a se mover.
Eu deveria ter sentido medo. Deveria ter gritado. Mas uma estranha excitação tomou conta de mim. Ver aqueles dois homens, negros, fortes, imundos, desejando minha mãe e minha irmã... me excitou de uma forma que eu não esperava. Meu pau começou a endurecer na calça social, e eu o ajustei discretamente, pensando no que seria ver aquelas mulheres da minha família sendo possuídas por aqueles brutamontes.
Sabrina voltou primeiro, entrando pelo lado esquerdo do banco de trás. Depois, minha mãe saiu do posto, vindo em direção à porta do passageiro da frente. Foi quando César fez seu movimento.
Ele se aproximou de meu pai, que estava de costas, abastecendo.
— Ei, chefe – César disse, com um sotaque mineiro carregado. — Empresta um trocado aí?
Meu pai virou-se, irritado, tentando se esquivar. — Não tenho dinheiro trocado, amigão.
— Só um real – César insistiu, se aproximando.
— Eu disse que não...
Foi rápido. César pegou um pedaço de pau grosso que estava encostado na bomba e acertou meu pai na cabeça com força. O som foi seco, como uma melancia sendo batida. Meu pai caiu para dentro da F250, seus óculos voando e caindo no chão de concreto. Ele desabou no banco do motorista, inconsciente ou semi-inconsciente, gemendo baixo.
Ao mesmo tempo, Roberto se moveu. Ele sacou uma pistola de dentro da cintura e agarrou minha mãe pelo suéter coral, puxando-a violentamente.
— Entra no banco de trás, puta! – ele rugiu, abrindo a porta traseira do lado do passageiro.
Ele empurrou Angela para dentro, e ela caiu praticamente em cima de mim, seu corpo pesado e macio aterrissando no meu colo. Antes que eu pudesse reagir, Roberto pulou para o banco da frente, ao lado do meu pai caído, e fechou a porta.
César correu para o lado do motorista, empurrou meu pai para o lado do passageiro – onde Roberto o segurou – e entrou no volante. Ele destravou as portas sem querer no processo, depois as travou novamente.
— Cala a boca! – Roberto gritou, apontando a arma para meu pai. — Ou eu bato nele de novo!
A F250 disparou, saindo em borrachada do posto. O motor V8 rugiu enquanto César acelerava, pegando a estrada de terra ao lado da Marechal Rondon, afastando-se da rodovia principal.
Eu estava petrificado, sentado entre Sabrina e minha mãe no banco de trás. Angela estava tremendo, seus olhos azuis arregalados de terror. Sabrina segurava o apoio de braço, o rosto pálido como um lençol.
— Por favor – minha mãe sussurrou, a voz trêmula. — Deixem meu marido em paz. Ele precisa ir pro hospital.
— Cala essa boca, mamãezinha – Roberto disse, virando-se no assento, ainda segurando a pistola. — Ou eu atiro no seu filho aqui atrás. Entendeu?
Ele apontou a arma na minha direção, e eu senti meu coração parar. Minha mãe engoliu em seco e assentiu, silenciando-se.
— Isso mesmo – Roberto continuou, sorrindo. — Agora, me dê as bolsas. Todas.
Minha mãe e Sabrina entregaram suas bolsas. Roberto as pegou e encontrou a carteira do meu pai no bolso da F250.
— E você, garoto – ele disse, olhando para mim. — Sua carteira.
Eu entreguei, a mão tremendo. Ele abriu e viu que eu tinha pouco dinheiro.
— Agora – Roberto disse, acomodando-se no assento, a arma apontada para nós três no banco de trás. — Vamos nos divertir um pouco. Loirinha...
Ele olhou para Sabrina, seus olhos escorrendo pelo corpo dela.
— Levanta essa saia. Quero ver essas pernas.
Sabrina engasgou, suas mãos agarrando a barra do vestido.
— Não – ela sussurrou.
— Levanta, ou eu bato no seu pai de novo – Roberto ameaçou, apontando a arma para meu pai. — Ou pior, atiro nesse seu irmãozinho aqui.
— Faça o que ele diz, Sabrina – minha mãe disse, a voz quebrando. — Por favor.
Sabrina estava chorando silenciosamente, as lágrimas escorrendo pelo rosto pálido. Suas mãos trêmulas agarraram a barra do vestido e começaram a puxar. O tecido fino subiu lentamente, revelando suas coxas pálidas, lisas, perfeitas. Quando parou na virilha, Roberto ordenou:
— Tudo. Quero ver a calcinha.
Sabrina gemeu, um som de puro desespero, mas puxou o vestido até os quadris. A calcinha rosa de algodão apareceu, apertada sobre seu capo de fudca. Eu podia ver o contorno dos lábios por baixo do tecido, e senti meu pau endurecer instantaneamente na calça, apesar do terror.
— Abre as pernas – Roberto ordenou.
Sabrina abriu as pernas lentamente, e eu vi o tecido da calcinha esticar, revelando mais. Roberto gemeu de aprovação, seus olhos fixos na virilha da minha irmã.
— Olha isso, César – ele disse, sem tirar os olhos. — Loirinha natural.
César olhou pelo retrovisor e deu um sorriso largo, mostrando dentes amarelos e alguns faltando.
— Agora a mamãezinha – Roberto disse, virando-se para Angela. — Sua vez. Levanta essa saia.
Minha mãe estava congelada, o rosto pálido de choque. Ela olhou para mim, depois para Roberto, e vi o momento em que ela percebeu que não havia escolha. A saia azul-clara justa estava amassada onde ela caíra. Ela hesitou, mas quando Roberto ergueu a arma novamente, ela se moveu.
A saia era apertada, e ela teve que puxar com esforço, levantando o quadril do assento de couro da F250. Um lado de cada vez, ela puxou o tecido até as coxas, depois até a virilha. A meia-calça fina apareceu primeiro, e por baixo, a calcinha branca. Mas diferente de Sabrina, minha mãe usava meia-calça, então seus pelos pubianos não eram visíveis ainda – apenas o triângulo branco por baixo do tecido transparente da meia.
— Tira a meia-calça e a calcinha – Roberto mandou, sua voz grossa de excitação assuatava ela. — Quero ver essa buceta de coroa.
Minha mãe soluçou uma vez, alto, mas obedeceu. Ela levantou o quadril novamente, suas mãos trêmulas puxando o elástico da meia-calça e da calcinha juntas. Ela as desceu até os joelhos, depois até as panturrilhas, tirando os sapatos de salto alto para remover completamente.
Quando ela se sentou novamente, suas pernas estavam juntas, protegendo sua buceta.
— Abre as pernas, mamãezinha – Roberto sussurrou, quase carinhosamente, mas com a arma ainda apontada. — Abre bem. Quero ver tudo que tem ai.
Minha mãe fechou os olhos, as lágrimas escorrendo por baixo das pálpebras. Ela levantou o joelho esquerdo e o colocou sobre o meu joelho direito, abrindo as pernas. Depois, levou o direito para o outro lado, abrindo-se completamente.
Eu vi então. Seus pelos pubianos castanhos, aparados em um triângulo amplo, não selvagens, mas bem cuidados. A pele pálida da virilha, e entre os pelos, os lábios rosados brilhantes de sua vagina. Ela estava exposta, nua da cintura para baixo, enquanto a F250 avançava por estradas de terra, longe da Marechal Rondon, em direção ao nada.
— Puta merda – César disse pelo retrovisor. — Olha o tamanho desses peitões, Roberto.
— É, vamos ver – Roberto concordou. — Mamãezinha, tira esse suéter. Quero ver esses peitos grandes.
Angela abriu os olhos, o desespero claro em seu olhar azul. Ela cruzou os braços lentamente, agarrou a barra do suéter coral, e começou a puxar. O tecido fino subiu, revelando sua barriga lisa, depois o sutiã coral grande, robusto, projetado para segurar seios grandes. Ela puxou o suéter pela cabeça, passando pelos cabelos castanhos, e o deixou cair no chão da caminhonete.
Os seios dela transbordavam o sutiã. Aréolas grandes e escuras eram visíveis por cima das taças, e os mamilos já estavam endurecidos, apontando para frente.
— Desabotoa isso – Roberto ordenou, olhando para mim. — Você, garoto. Desabotoa o sutiã da sua mãe.
Eu estava paralisado, mas obedeci. Minhas mãos tremiam quando me inclinei para a direita, e minha mãe virou as costas para mim, recusando-se a olhar em meus olhos. O sutiã tinha três fechos nas costas largas. Eu os abri um por um, cada estalo parecendo estrondoso no silêncio da cabine.
— Tira – Roberto ordenou.
Eu puxei as alças para baixo, e os seios da minha mãe saltaram livres. Eram enormes, naturais, firmes apesar do peso, com aréolas escuras do tamanho de moedas e mamilos grossos e longos. Eles balançaram quando ela se recostou no assento, e eu não conseguia tirar os olhos.
— Agora a loirinha – Roberto disse, virando-se para Sabrina. — Tira esse vestido. Todo.
— Tira esse vestido, loirinha — Roberto repetiu, com a voz grossa e autoridade. — Quero ver tudo.
Sabrina estava encolhida no canto do assento, os ombros tremendo. Ela olhou para mim, seus olhos azuis marejados de lágrimas, depois para nossa mãe, que estava nua da cintura para cima, os seios grandes expostos, as pernas ainda abertas sobre meus joelhos.
— Por favor — Sabrina sussurrou.
— Agora! — Roberto gritou, fazendo todos pularem.
Sabrina engoliu em seco. Suas mãos trêmulas foram para a barra do vestido. Ela puxou o tecido fino por cima da cabeça, deslizando-o pelos braços, e o jogou no chão da caminhonete. Agora ela estava apenas de sutiã cor de vinho e calcinha rosa, sua pele pálida brilhando sob a luz que entrava pelas janelas.
— O sutiã também — Roberto ordenou. — E a calcinha. Tudo.tudinho
— Não — Sabrina choramingou.
— Quer que eu atire no seu irmão? — Roberto perguntou calmamente, apontando a arma para minha cabeça.
— Não! — minha mãe gritou. — Por favor, não! Ela vai tirar!
Sabrina desabotoou o sutiã na frente, suas mãos tremendo tanto que demorou três tentativas. As taças se abriram, e ela deixou o sutiã cair. Seus seios apareceram — redondos, firmes, pele pálida contrastando com aréolas rosadas do tamanho de moedas pequenas, mamilos duros e eretos apontando para frente. Eles eram perfeitos, melhores do que eu imaginava em minhas fantasias noturnas de punheta.
— Porra — César disse pelo retrovisor. — Olha esses peitinhos firmes da peste, Roberto.
— É, vamos ver o resto — Roberto concordou. — A calcinha, loirinha. Tira.
Sabrina enfiou os polegares nas laterais da calcinha rosa e a puxou para baixo, levantando o quadril do assento de couro. Quando ela a removeu completamente, eu vi. Seus pelos da buceta loiros, um pouco mais escuros que o cabelo da cabeça, aparados em um desenho de asa delta — um triângulo estreito apontando para baixo, os lados raspados, deixando a pele lisa. O tufo central tinha cerca de dois centímetros e meio, bem cuidado, e por baixo, os lábios rosados e brilhantes de sua vagina.
— Abre as pernas — Roberto ordenou. — Igual a mamãe.
Sabrina abriu as pernas, jogando o joelho direito sobre meu joelho esquerdo, espelhando a posição de nossa mãe. Agora eu tinha os joelhos de Angela e Sabrina sobre os meus, ambas nua da cintura para baixo, suas vaginas expostas. O cheiro feminino — suor, medo, e algo mais profundo.
— Agora vocês duas — Roberto disse, um sorriso perverso no rosto. — Se beijem. Como namoradinhas.
— O quê? — minha mãe disse, chocada.
— Vocês ouviram. Beija sua filha, Angela. Mostra língua. Ou eu bato nesse seu marido de novo.
Angela olhou para Sabrina, o terror em seus olhos azuis. Sabrina estava paralisada, o rosto vermelho de vergonha. Lentamente, minha mãe se inclinou para a frente, e Sabrina fez o mesmo. Seus rostos se encontraram a centímetros de distância.
— Com língua — Roberto insistiu. — Quero ver língua.
Angela fechou os olhos e pressionou os lábios contra os de Sabrina. Eu vi as bocas se abrirem, e então as línguas apareceram — a da minha mãe rosada e grossa, a de Sabrina mais fina e pálida — entrelaçando-se, se tocando, se movendo em uma dança obscena. O som úmido dos beijos encheu o carro, misturado aos gemidos abafados de vergonha.
— Isso, isso — Roberto riu. — Agora sintam-se. Toca nos peitos uma da outra.
As mãos de minha mãe foram para os seios de Sabrina, e as de Sabrina para os de Angela. Elas se acariciaram, apertaram, os dedos afundando na carne macia. Os mamilos de ambas estavam duros como pedras.
— Aperte os mamilos — Roberto ordenou. — Puxa a pontinha.
Angela puxou os mamilos rosados de Sabrina, e Sabrina fez o mesmo com os mamilos grandes e escuros de sua mãe. Ambas gemeram no beijo, suas línguas ainda se movendo.
— Agora vocês, garoto — Roberto disse, virando-se para mim. — Toca nelas. Sinta essas bucetas.
Eu estava duro. Meu pau, que eu sabia ter vinte e um centímetros quando ereto — algo que eu media sozinho em casa, sentindo-me sempre um monstro — pulsava na calça, dolorido. Eu queria tocar nelas, apesar do terror, apesar da vergonha. Eu queria.
Minha mão esquerda foi para a coxa de Sabrina. Ela estremeceu, mas não me impediu. Eu deslizei a palma para cima, sentindo a pele macia, até chegar ao capo de fusca dela. Os pelos loiros da asa delta eram macios, e por baixo, senti o calor emanando. Eu passei os dedos pela fenda, sentindo a umidade crescente, apesar de tudo.
— Enfia o dedo — Roberto ordenou. — Quero ver você fodendo sua irmã com o dedo.
Eu deslizei o dedo médio para dentro de Sabrina. Ela era apertada, molhada, quente. Ela soltou um gemido alto, sua boca se separando da de minha mãe.
— Uhhh! — ela gemeu, enquanto eu enfiava e tirava o dedo, fazendo o som úmido de "shika shika" que preenchia o carro.
— Agora a mamãe — Roberto disse. — As duas ao mesmo tempo.
Minha mão direita foi para Angela. Ela estremeceu quando meus dedos passaram por seus pelos castanhos aparados, mas não me impediu. Eu encontrei sua fenda, mais espaçosa que a de Sabrina, mas igualmente molhada, e enfiei o dedo médio. Ela gemeu, um som grave, gutural, que eu nunca tinha ouvido dela.
— Isso, garoto — César disse pelo retrovisor, rindo. — Fode as duas com os dedos. Vai rápido.
Eu movi ambas as mãos simultaneamente, dedos entrando e saindo das vaginas de minha mãe e minha irmã. Elas abriram mais as pernas, arquejando os quadris. Os seios de ambas balançavam com o movimento da caminhonete na estrada de terra.
— Estimula o clitóris — Roberto instruiu. — Aquele botãozinho. Faz elas gozarem.
Eu encontrei os clitóris — o de Sabrina pequeno e rosado, o de Angela maior, escuro, pulsante. Eu esfreguei em círculos rápidos, e ambas começaram a tremer.
— Ahh! Ahh! — Sabrina gemia, seus olhos revirando.
— Meu Deus! — Angela gritou, enterrando o rosto no meu ombro.
Elas gozaram quase simultaneamente. Sabrina apertou minha mão com as coxas, tremendo violentamente, enquanto Angela fazia o mesmo do outro lado, sua vagina pulsando em contrações ao redor do meu dedo. O cheiro de sexo encheu o carro — intenso, animal.
— Hahaha! — Roberto riu. — Elas gozaram! Olha isso, César!
— É, garoto — César disse. — Aposto que você tá com um pau duro agora. Vamos ver.
Roberto se virou totalmente no assento, a arma ainda na mão, mas apontada para baixo. — Tira a roupa, garoto. Quero ver esse pau.
Eu hesitei, mas a ameaça implícita me fez obedecer. Eu tirei a camisa, depois abri a calça. Meu pau saltou para fora — vermelho, pulsante, enorme. Vinte e um centímetros de comprimento, grosso, com a cabeça roxa e brilhante de tão duro.
— Caralho! — Roberto exclamou, seus olhos arregalados. — Olha o tamanho desse pau, César! O garoto é um cavalo!
— Porra — César disse, olhando pelo retrovisor. — Isso é grande demais para um garoto de dezoito anos, e ainda pode crescer mais.
— É, vamos ver se ele sabe usar — Roberto riu. — Mamãezinha, prepare seu filho. Chupa ele.
Angela olhou para meu pau, seus olhos azuis arregalados. — Por favor... não...
— Chupa! — Roberto gritou, apontando a arma para ela. — Ou eu atiro nos 3.
Minha mãe se ajoelhou no chão da caminhonete — o que era difícil no espaço apertado — e colocou a mão direita na base do meu pau. Ela gemeu quando sentiu o tamanho, o peso. Depois, lentamente, colocou os lábios na cabeça.
A sensação foi elétrica. Quente, molhada, apertada. Ela desceu uns cinco centímetros, depois recuou, engasgando.
— Mais fundo — Roberto ordenou. — Desce tudo.
Angela tentou novamente, desta vez levando mais. Eu senti a entrada da garganta, e ela engasgou de novo, saliva escorrendo pelo meu pau.
— Agora a loirinha — Roberto disse. — Alternem.
Sabrina se ajoelhou do outro lado. Ela olhou para meu pau, assustada. — É... é muito grande — ela sussurrou.
— Chupa! — Roberto ordenou.
Sabrina colocou a boca na cabeça, seus lábios rosados se abrindo. Ela desceu mais fácil que minha mãe, levando quase metade, sua língua girando. Eu gemi alto, minha cabeça jogada para trás contra o encosto do banco.
Elas se alternaram — minha mãe chupando a cabeça enquanto Sabrina lambia as bolas, depois trocando. A visão das duas — minha mãe de seios grandes balançando, Sabrina de seios firmes pendentes — me levou à beira do orgasmo.
— Para — Roberto disse de repente. — Não quero que goze ainda. Loirinha, sobe no colo do seu irmão. Vamos ver você sentando nesse pau monstro.
Sabrina olhou para ele, aterrorizada. — Por favor... é muito grande... vai doer...
— Sobe! — Roberto gritou.
Sabrina se levantou, nua, seus seios balançando. Ela colocou uma perna sobre meus joelhos, de costas para mim, e começou a descer. Eu segurei meu pau na base perto das bolas, apontando para cima.
— Não... por favor... — ela chorou, enquanto a cabeça tocava sua entrada.
Ela desceu lentamente. A cabeça entrou, e ela gritou — um som agudo de dor.
— Ahh! Está doendo! É muito grosso! — ela chorou, tentando levantar.
— Desce! — Roberto ordenou. — Vai até o fim!
Eu segurei seus quadris e puxi para baixo, enquanto ela descia. Eu entrei em sua vagina apertada, centímetro por centímetro, sentindo suas paredes se apertarem em volta de mim. Ela era virgem? Não, mas era incrivelmente apertada.
— Ahh! Maycon! Está doendo! Para! — ela gritou, já sentada completamente no meu colo, meu pau inteiro dentro dela.
— Agora sobe e desce — Roberto ordenou. — Fode seu irmão.
Sabrina começou a se mover, levantando e descendo lentamente. A fricção era incrível — quente, molhada, apertada. Ela gemia a cada descida, misturando dor e prazer.
— Mais rápido — Roberto ordenou.
Eu comecei a empurrar para cima, encontrando seus movimentos. Ela gemia alto agora, seus seios balançando violentamente. Minhas mãos foram para eles, apertando, puxando os mamilos.
— Isso, fode ela — Roberto gemia, observando. — Fode essa loirinha gostosa da porra.
Eu acelerei, penetrando Sabrina com força, sentindo suas nádegas batendo nas minhas coxas. Ela estava molhada agora, muito molhada, e os gemidos de dor tinham se transformado em gemidos de prazer.
— Ahh! Ahh! Meu Deus! — ela gritava, enquanto eu a penetrava.
— Goza, loirinha — Roberto ordenou. — Goza no pau do seu irmão sua puta.
Sabrina se contorceu, sua vagina apertando meu pau em espasmos violentos. Ela gritou, um som estridente, e eu senti o orgasmo tomar conta de mim também.
— Vou gozar! — eu gritei.
— Dentro! Goza dentro dela! — Roberto ordenou.
Eu empurrei para cima, fundo, e ejaculei. Jorro após jorro de esperma quente enchendo a vagina da minha irmã. Ela gritou novamente, sentindo o calor, e desabou para trás contra mim, ofegante, suada, meu pau ainda pulsando dentro dela.
— Porra — César disse. — O garoto encheu ela de porra.
— É, agora é a vez da mamãe — Roberto riu. — Angela, sobe aí. Quero ver você sentando nesse pau grande também. E quero que você confirme se é grande mesmo.
Angela olhou para mim, para meu pau ainda duro e vermelho, coberto dos fluidos de Sabrina. Ela estava tremendo, mas se moveu. Ela montou em mim de frente, suas pernas abertas ao redor do meu corpo, seus seios grandes pendendo na minha frente.
— Desce, mamãezinha — Roberto ordenou.
Ela segurou meu pau e guiou para sua buceta. Ela era mais molhada que Sabrina, mais espaçosa, mas ainda assim apertada. Ela desceu, e eu entrei em sua vagina, sentindo seus músculos internos me apertarem.
— Meu Deus — ela gemeu, seus olhos arregalados. — Filho... você é... é grande demais! Não puxou pro seu pai nao.
— Vai até o fim — Roberto ordenou. — Senta tudo.
Angela desceu mais, seus seios pressionando contra meu rosto. Ela começou a se mover, rebolando os quadris, subindo e descendo. A sensação era diferente — ela sabia o que fazia, contraindo os músculos vaginais, girando os quadris.
— Isso, mamãe — eu gemi, sem conseguir me conter, segurando suas nádegas grandes.
— Fode sua mãe, garoto — Roberto incentivava. — Fode essa coroa gostosa.
Eu empurrei para cima, encontrando seus movimentos. O som de nossos corpos batendo encheu o carro — "slap, slap, slap" — misturado aos gemidos de Angela.
— Mais forte! — ela gritou de repente, perdendo o controle. — Me fode mais forte, filho!
Eu acelerei, penetrando-a com força, sentindo seus seios balançando no meu rosto. Ela estava completamente entregue agora, gemendo alto, sem vergonha.
— Vou gozar! — ela gritou. — Meu Deus, vou gozar no pau do meu filho!
Ela se contorceu, seus olhos revirando, e eu senti seu orgasmo — uma série de contrações violentas em volta do meu pau. Isso me levou à beira novamente.
— Vou gozar de novo! — eu gritei.
— Dentro! Goza dentro da sua mãe! — Roberto ordenou.
Eu empurrei fundo, minhas mãos apertando as nádegas de Angela, e ejaculei pela segunda vez. Jorros quentes enchendo a vagina da minha mãe, misturando-se aos fluidos dela. Ela gritou, um som de animal ferido, e desabou contra mim, suada, ofegante, seus seios esmagados contra meu peito.
A F250 continuava avançando, agora entrando em uma trilha de terra particular, canaviais altos dos dois lados. Estávamos a cerca de cinco quilômetros dentro da plantação, isolados, sem chance de ser ouvidos.
— Chegamos — César disse, parando o carro no meio do nada, cercado por hectares de cana. — Agora a diversão continua lá fora.
Eu estava ofegante, meu pau ainda dentro da minha mãe, enquanto Sabrina se encolhia no canto do assento, vazando minha porra.