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Adriene ensinando matemática ao filho do presidente de sua empresa

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Um conto erótico de Corno da esposa
Categoria: Grupal
Contém 2478 palavras
Data: 03/07/2026 13:38:22

O presidente da empresa em que Adriene trabalha, conhecedor de suas competências, pediu-lhe que ajudasse o filho, que estava com dificuldade em matemática, e teria prova na semana seguinte. Era sua conclusão de curso, e já tinha um emprego certo, faltava apenas concluir seu curso, por isso a situação era extremamente urgente, e ele queria uma professora em quem pudesse confiar.

O casal precisava ir para o interior, no próximo final de semana, era inevitável porque tinham um casamento ao qual não poderiam faltar, mas Adriene poderia passar o final de semana na casa deles, preparando o rapaz para o exame final. Ficaria confortável na suíte de hóspedes, e tudo que precisasse estaria garantido pela presença de uma das empregadas da casa, que só sairia a noite, mas ficaria todo o final de semana, para atendê-los.

Adriene aceitou o pedido, primeiro, porque gostava muito do pai do rapaz, e segundo porque havia visto o rapaz uma vez, em uma festa da empresa, havia ficado interessada nele, e perceptivelmente, ele nela.

Havia me avisado que iria passar o final de semana preparando o rapaz, e passou a semana a se preparar – cabeleireiro, depilador, manicure, etc.

Arrumou sua bagagem, com umas poucas roupas discretas, e a maioria do que estava levando, roupas, lingeries e sapatos extremamente provocantes. Como estávamos no verão, pegou uns dois biquínis decentes, e outros que eram apenas rodelinhas de pano que só cobriam os bicos dos seios, e tangas que mal cobriam a rachinha dela, passando atrás por dentro do rabão, e presos apenas por fios.

Na 6ª. feira a noite, o carro do pai do rapaz veio com o motorista para levá-la. Eram 20 horas quando chegou à casa da família, elegantemente trajada. Tailleur orange, saia apenas alguns dedos acima do joelho, embora bem justa, e conjunto de sapatos de saltos e bolsa da mesma cor para combinar, embora em um tom mais suave. A empregada recebeu-a, conduziu-a à suíte de hóspedes, para que se acomodasse, ajudou-a a pendurar suas roupas, e finalmente conduziu-a a um escritório, aonde o seu “aluno” já estava trabalhando. Beijaram-se discretamente, na frente da empregada, e começaram a conversar, combinando como iam trabalhar, enquanto a empregada foi servir o jantar.

Ela já havia tirado o casaco do tailleur, e com a blusa que era fina e levemente transparente, era possível observar que ela estava usando um soutien de ¼ de copa, aquele que tem apenas o suporte abaixo do seio, deixando os seios completamente expostos, o que permitia ver que os bicos dos seios já estavam duros de excitação, bem como um par de belas coxas, já que a saia, por ser justa, subiu bastante assim que ela se sentou. A decorrência disso era o imenso volume que ela conseguia enxergar , na bermuda dele, depois que ele a viu, o que a animou muito, porque não era só matemática que ela pretendia praticar com ele.

Logo a empregada bateu a porta do escritório, informando que o jantar já ia ser servido, Adriene vestiu seu casaco e abotoou-o novamente, e foram os dois para a sala, para o jantar.

Descansaram os dois alguns minutos, depois do jantar, em uma sala íntima, enquanto a empregada lhes servia café e licor, e em seguida voltaram para o escritório, novamente ela tirou o casaco, e começaram por esclarecer dúvidas que ele havia identificado que tinha – aliás, havia previamente elaborado uma lista delas.

Por volta de meia noite, a empregada voltou ao escritório, avisando que ia embora, mas que havia deixado na mesa da copa e na geladeira, uma porção de coisas, se eles tivessem fome durante a noite, e retirou-se.

Trabalharam firme até duas horas da manhã, quando se despediram e foram para as respectivas suítes.

Não mais de meia hora depois, Adriene ouviu baterem na porta, e foi atender. Estava com um chinelo de quarto elegantíssimo, feito sob encomenda, com saltos 10, um conjunto de baby doll e tanga brancas, discretas, e um robe curto, branco também, mas completamente transparente.

Obviamente era seu “aluno”, de sunga e com um volume imenso dentro, dizendo que estava muito calor (e realmente estava, mas todas as suítes eram climatizadas), que ele ia a piscina, e perguntando se ela não gostaria de ir também.

Ele havia feito a parte dele, com o convite, restava a ela agora permitir que as coisas acontecessem. Perguntou a ele aonde ficava a piscina, e disse a ele que fosse, que ela só ia se trocar e já iria.

Pegou um de seus biquínis que eram apenas duas rodelinhas de pano que só cobriam os bicos dos seios, e uma tanga bem baixa na frente, que começava na rachinha, e mal a cobria, passando atrás por dentro do rabão, e presos apenas por fios, um tamanco de madeira de saltos, combinando, maquiou-se, e foi encontrá-lo.

Quando chegou, ele a mediu de cima a baixo, e confidenciou a ela duas coisas que o pai lhe havia revelado:

“Ele disse que você era a melhor fêmea que ele conheceu – o que, pelo que vejo, é verdade, e ele disse que você adora champanhe e um cigarrinho, deixei os dois na mesinha ao lado, a sua disposição.”

“Obrigada, você é muito cavalheiro, como seu pai”, e sentou-se bem próxima dele, numa espreguiçadeira para duas pessoas, com a taça de champanhe na mão, e o cigarrinho já aceso.

Aproveitando a oportunidade, ele se aproximou dela e passou o braço por seus ombros, enquanto ela deitava a cabeça no ombro dele, e logo ele inclinou-se e começou a beijá-la, o que obviamente ela correspondeu.

Contou a ela em seguida que estavam sendo filmados pelas câmeras da casa, se ela se incomodava com isso. Ela sorriu, levantou-se, arrancou a sunga dele e começou a mamá-lo com voracidade, de forma profissional, exibindo seu corpo quase nú a quem quisesse vê-la. Excitado demais, o rapaz logo gozou na boquinha de Adriene, agora mais excitado ainda por ver ela beber toda sua porra, e depois limpar seu pau com a linguinha, deixando-o brilhante.

Ele a pos em seguida sentada em seu colo, começou a beijá-la, impressionado com a intensidade com que ela correspondia, e logo havia arrancado o top do biquíni dela, começando a ter prazer com as mamas dela, grandes, firmes e com lactação, de tanto ser chupada todos os dias.

Em seguida, acabou de arrancar o biquíni e meteu fundo na bocetinha, com ela começando a cavalga-lo, excitando-o ainda mais, até que, sem camisinha, encheu-a de gozo.

Ouviram em seguida um carro chegando na casa, ela estranhou, mas ele disse que ela não se preocupasse, eram amigos que ele tinha convidado para virem conhecê-la, já que seu pai lhe havia dito também que ela adorava sexo com mais de um homem ao mesmo tempo, e disse a ela que podia ir abrir a porta para eles, que ele ficaria ali na piscina mesmo. Ela se limpou com uma das toalhas que estava ali disponível, e só de tamancos, rebolando feito a puta que é, foi abrir a porta, voltando com os dois amigos dele, de mãos dadas, toda charmosa e rebolante.

Todo se cumprimentaram, e perguntaram o que os dois estavam fazendo ali na piscina, e ela contou a eles: “Ele estava comendo a putinha do pai dele, e quando vocês chegaram, eu ia oferecer meu cú para ele, vocês querem ver?”

“Desde que depois seja nossa vez, queremos ver sim…”

Ela se sentou no colo do seu “aluno”, beijou-o por alguns momentos, e em seguida ficou de quatro na espreguiçadeira, oferecendo: “Vem, garanhão, sua menininha quer que você coma o cú dela … “ e não foi necessário um segundo convite, lubrificou o cú dela e empalou-a, enquanto ela gemia e rebolava, e um dos que havia acabado de chegar enfiou o pau na boca dela, e o outro deitou por baixo, mamando as tetonas dela, enquanto ela o punhetava.

Logo, os rapazes gozaram, e ela ficou inteira melada de porra, indo para a ducha a beira da piscina, para se higienizar, enquanto eles assistiam e faziam comentários obscenos a respeito do corpo dela, que ela ouvia, sorria, respondia a eles e os estimulava.

Saiu da ducha, descalça e toda molhada, aproveitando o calor da noite, e foi para o colo de um dos rapazes que havia chegado, e de quem ainda nem sabia o nome, sentou-se em seu colo, sentindo o pau dele duro de novo, e começou a beijá-lo e a se arreganhar para ele, que começou a invadir sua bocetinha com a mão e a masturbá-la, enquanto chupava suas deliciosas mamas.

Logo Adriene o estava chamando para dentro de sua bocetinha enquanto atendia também os outros dois, um com a boca, e o outro com a mãozinha. A qualidade de filmagem da câmera era esplêndida, era possível observar todos os detalhes, inclusive a captação de som, que era perfeita – ela se oferecendo a eles, ela desafiando-os a meterem mais fundo, e assim por diante.

Num dos momentos, Adriene percebeu que estava só com os dois visitantes, e seu “aluno” havia sumido, mas não deu maior atenção a isso, estava excitadíssima porque os dois estavam gozando dentro de sua boceta, sem camisinha, com a possibilidade de engravidá-la, o que ela sempre curtiu, gravidez de outros homens com os quais se prostituía.

Quando pararam para descansar e ela estava novamente na ducha, reaparece seu aluno, acompanhado da empregada, só que sem uniforme – na verdade, de saltos, microssaia e um top onde aparecia um belo par de seios, e já sendo beijada e acariciada pelos dois visitantes, enquanto seu “aluno” ia para a espreguiçadeira e a chamava para o seu colo.

Voltou nua e descalça para o colo de seu “aluno”, sentando-se já de frente para ele, que rapidamente enfiou o pau sem camisinha na bocetinha dela, que começou a cavalgá-lo.

Mas as surpresas da noite não haviam terminado. O casal estava gozando quando entraram o dono da casa, mais dois dos diretores da empresa que obviamente Adriene conhecia, mas que não sabiam que ela se divertia com outros homens que não o marido, e três mocinhas, muito bem vestidas, mas visivelmente de programa.

Todos se cumprimentaram, e o dono da casa a chamou de lado, pedindo-lhe que daquele momento em diante, ficasse com os três, e foram para dentro de casa. Adriene rapidamente foi se higienizar e se arrumar, enquanto os três homens teciam toda espécie de comentários a respeito da deliciosa aparência dela.

Quando voltou para a sala, estava com uma de suas muitas sandálias de saltos de amarrar até o meio das coxas, dourada, uma micro saia rodada branca, que mal escondia sua bundona, e uma blusa também dourada, apenas de fios horizontais, que deixavam suas lindas mamas aparecendo quase inteiramente.

Os três homens esperavam por ela nús. Já os conhecia de vista em reuniões, mas nunca tivera qualquer intimidade com eles, o que tinha certeza que agora aconteceria. Ia para o colo de seu anfitrião, mas ele sugeriu a ela que fosse se apresentar e cumprimentar os outros dois homens, o que ela fez com um ar falsamente tímido de menininha. Aproximou-se do primeiro, sentou-se no colo dele, que beijou de língua, logo abocanhou seus seios, e chupou suas mamas até perceber espantado que ela estava em estado de lactação. Comentou com os outros dois, e o anfitrião lhe explicou que a lactação havia sido estimulado porque suas mamas eram chupadas a semana inteira, pelos sobrinhos e amigos deles, resultando neste estado delicioso em que ela estava. E, rindo, acrescentou: “Devo admitir que também sou culpado, porque quando a chamo na minha sala, ela sempre tira a blusa e oferece essas mamas deliciosas, e não resisto … E sempre que ela entra e começo a mamá-la, d. Regina, minha secretária, entra atrás, e também se aproveita dela, enquanto me aproveito dos seios dela, d. Regina a coloca deitada em minha mesa e chupa a bocetinha dela, fazendo-a gozar, e depois invertemos as posições…”

Enquanto ouvia tudo isso, o primeiro dos homens enfiou a rola sem camisinha naquela bocetinha jovem, porém experiente e muito usada, e ela o cavalgou, enquanto ele continuava mamando suas tetonas, até que a leitou e deixou que se levantasse, para se higienizar.

Voltou para o segundo, agora só de sandálias, ele mandou que ela se sentasse em seu colo de costas para ele, e mal ela sentou, sentiu seu cuzinho sendo invadido pela rola do homem, que a beijou, apertou-lhe os seios e mordeu-a enquanto a enrabava com fúria, e ela o desafiava e estimulava. Logo a leitou, e deixou que se levantasse para novamente se higienizar. Assim que foi para dentro, seu anfitrião a seguiu, e deu-lhe instruções de como queria que se apresentasse na volta, e retornou para a sala.

Minutos depois ela chegou, com um babydoll vermelho e transparente, que deixava seu corpo todo a mostra, sem tanga, expondo a boceta de vadia, deu as mãozinhas aos dois convidados, e foram os quatro para um quarto da casa, que tinha uma cama king size, aonde fizeram com ela um grande gangbang, usando-a de todas as formas, inclusive com violência, que ela curte durante o sexo.

Enquanto descansavam, depois, assistiram a filmagem e tornaram a ficar excitados. Perguntaram se ela mostrava ao corno, o que ela confirmou. Cochicharam entre eles, e disseram que iam fazer uma homenagem especial ao corno. Mandaram que ela ficasse de quatro, e cada um deles comeu o cuzinho dela, enquanto ela rebolava e os provocava feito a puta que é, e agradeceu ao corno por emprestar a eles uma putinha tão gostosa como ela, e que passariam a frequentar a bocetinha e, principalmente, o cuzinho dela, sempre.

E um deles disse que já sairia com ela em seguida, pois era divorciado e não tinha ninguém esperando por ele em casa, mas que antes iriam a um shopping, para que ela comprasse o que quisesse, porque ela iria passar uma semana na casa dele, sairiam todas as noites, e ela sempre andaria vestida feito uma puta de luxo.

Ele filmou Adriene durante as compras, sandálias de salto de amarrar no meio das coxas, sainha de cotton super justa e curta, e blusa tomara que caia bem decotada, deixando aparecer uma parte grande das mamas dela, enquanto os homens ao redor olhavam e cobiçavam. E realmente, ela só voltou para casa 10 dias depois, com os filmes de todos esses dias. Adriene fodendo com o amante, com cada um dos filhos dele e com os dois ao mesmo tempo, Adriene como única mulher em uma orgia no apartamento dele com sete homens, Adriene sendo a menininha de uma e de várias amigas lésbicas do anfitrião, e assim por diante.

Adriene ficou viciada na vida desregrada que levava em sua casa, e começou a passar com frequência os finais de semana com ele, quando fazia tudo o que ele queria, com quem ele quisesse, voltando com tudo filmado para casa …

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