🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

Daniel, o tio e Jeremias:destruindo um viado

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Thiago P.
Categoria: Gay
Contém 3538 palavras
Data: 25/07/2026 09:41:51

​A névoa matinal ainda cobria a pastagem da fazenda e o cheiro forte de terra molhada entrava pelas frestas da janela quando as botas do tio ecoaram pelo corredor de madeira. O corpo de Daniel estava dolorido de um jeito denso — uma sensibilidade aguda no cu, inchado e sensível depois da foda com Jeremias na noite anterior, lá no estrado do estábulo.

​Na cozinha da casa principal, o vapor do café coado se misturava ao cheiro de gordura frita. A tia, meio surda, mexia as panelas de costas, compenetrada no fogão. O tio já estava sentado à mesa de madeira rústica, a caneca fumegante entre as mãos grossas. Daniel desceu a escada tentando disfarçar o passo travado e puxou uma cadeira devagar.

​— Bom dia, Daniel — disse o homem, a voz grave carregada daquela provocação cínica. — Dormiu bem depois do rodeio?

​O rapaz baixou o rosto no ato, fingindo procurar o pedaço de pão para esconder o rubor subindo pelo pescoço.

​— Mais ou menos... — murmurou.

—tome café, meu fio, que melhora—disse a tia pondo uma cabeça grande na frente dele e voltando ao fogão pra cuidar de várias gulosoimas que preparava para o bingo de mais tarde.

​O tio inclinou o corpo para a frente, o riso preso na garganta, falando baixo só para o sobrinho ouvir:

​— E aí? Jeremias deu conta do recado? — Os olhos do homem brilhavam de pura malícia. — Ou o garoto ainda tá com fogo, precisando de mais rola pra apagar?

​Daniel quase engasgou. Lançou um olhar rápido para a tia, que continuava distraída com as panelas, e tentou se encolher.

​— Tio... para com isso — pediu, a voz saindo sumida de vergonha. — Foi só o rodeio. Não aconteceu nada.

​O velho soltou um riso rouco.

​— Nada, né? Tá com a cara de quem levou uma surra de pau a noite inteira. Eu vi o jeito que aquele peão tava te olhando. Toma teu banho e se arruma. Depois a gente vai lá pro riacho. Quero ver se você ainda tem pique pra aguentar mais.

​Ele deu um tapa pesado na coxa de Daniel por baixo da mesa, levantou-se e saiu pisando forte rumo ao quintal.

Daniel ficou abismado com a audácia do homem, a esposa ali na cozinha.

Ele contou algumas coisas da cidade para a tia e terminou seu café, as mãos trêmulas, se desculpou e disse que precisava se arrumar.

​No banheiro do segundo andar, sob a água quente do chuveiro, Daniel tentava se recompor. Apoiou a mão na parede de azulejo, lembrando das estocadas brutais de Jeremias contra o fardo de capim. Seu pau subiu na hora, duro e pesado de pré-gozo, mas ele se segurou. Precisava se vestir logo.

​Ao descer, encontrou o tio ao lado do cavalo baio — o maior e mais alto da propriedade —, ajustando as rédeas perto do mourão.

​— Sobe na frente — ordenou o homem. — Vamos checar a cerca dos fundos. Sua tia vai passar o dia todo no bingo da igreja.

​Daniel obedeceu, montando na sela de couro. Em seguida, o tio subiu logo atrás, colando o corpo sem deixar um centímetro de espaço. O braço grosso do velho envolveu a cintura do rapaz, puxando-o com força para trás até a bunda dele travar no meio das pernas do homem. O volume duro na calça do tio já pressionava firme contra a fenda do jeans de Daniel.

​— Assim... bem coladinho — rosnou o velho, os lábios roçando na orelha do rapaz enquanto estalava o chicote para o animal andar.

​A marcha do cavalo impunha um ritmo pesado. A cada passada do baio, o quadril do tio dava um tranco para a frente, esfregando o pau duro contra a bunda de Daniel por cima da roupa. Não era um encosto passivo: o velho usava o balanço do bicho para dar investidas deliberadas, arrastando a cabeça grossa da rola de cima para baixo na fenda, sentindo a carne sensível do sobrinho responder ao atrito.

​— Tio... assim não... alguém pode ver — Daniel tentou impedir, a voz tremendo de tesão e medo, a pele toda arrepiada com o bafo quente no pescoço.

​— Ninguém vem pra esses lados essa hora, moleque — respondeu o tio, a voz baixa, suja e arfada. — Sente só como minha rola tá dura contra tua bunda... É de imaginar aquele peão te arrombando ontem no estábulo. Deixou teu cu ardendo, né? Mas hoje tu é meu de novo. Olha como tu fica quietinho enquanto eu te encoxo... o rabinho até pisca de vontade.

​O velho deu uma estocada mais funda com o quadril, travando o rapaz contra o arção da sela enquanto o cavalo avançava a passo lento pela vegetação alta. A fricção do jeans contra o jeans era contínua, uma massagem gostosa e ritmada que ia deixando Daniel completamente tonto. O pau do rapaz estava estourando dentro da calça, roçando na madeira da sela a cada passo do animal.

​— E pode ir se preparando — sussurrou o tio, dando mais um empurrão de quadril, bem no meio das nádegas do sobrinho. — Porque eu tenho uma surpresa pra você quando a gente chegar no riacho... Mandei o Jeremias ir encontrar a gente lá. Hoje você vai tomar de mim e dele ao mesmo tempo.

Ainda no cavalo, Daniel avistou Jeremias primeiro, encostado no tronco do salgueiro sem camisa, o peito largo brilhando ao sol. O peão ergueu o queixo num cumprimento silencioso, o canto da boca curvado num sorriso lento.

O tio desmontou e puxou Daniel para o chão com força. Mal os joelhos do jovem tocaram a grama úmida, ele já abria a braguilha e segurava a rola grossa, batendo-a duas vezes contra o rosto dele antes de enfiar tudo de uma vez, fundo e sem aviso. As mãos calejadas agarraram os cabelos de Daniel com brutalidade, puxando a cabeça para frente enquanto o quadril socava.

— Engole, porra! — rosnou, metendo com estocadas pesadas e rápidas, batendo o pau até o fundo da garganta. — Abre essa boca, sua putinha. Isso… assim mesmo. Chupa a rola do tio como o safado que você é.

Cada investida era violenta. O saco pesado estalava contra o queixo de Daniel. Saliva escorria pelos cantos da boca, lágrimas desciam pelos olhos, o corpo do jovem balançando para frente a cada golpe. O tio não dava trégua, fodendo a garganta dele com fúria, os dedos cravados no couro cabeludo.

Depois de uma sequência especialmente bruta, ele puxou o pau para fora, deixando Daniel tossindo e ofegante, fios grossos de saliva pendurados nos lábios inchados.

Jeremias se aproximou devagar. Ajoelhou-se na frente dele, segurou seu rosto com as duas mãos grandes e quentes, os polegares passando suavemente pelas bochechas molhadas de lágrimas, limpando-as com cuidado. Olhou nos olhos de Daniel por um instante, depois, ficou em pé abriu a braguilha, o pau meia bomba já de tamanho monstruoso, puxou a cabeça de Daniel de encontro à sua virilha e encostou a cabeça larga do pau nos lábios entreabertos.

Entrou devagar, centímetro por centímetro, preenchendo a boca quente e apertada. Quando chegou ao fundo, em vez de recuar, segurou a nuca de Daniel com firmeza e pressionou mais, enterrando até o talo. Ficou ali, imóvel, sentindo a garganta convulsionar desesperadamente ao redor dele. Daniel engasgava, o peito queimando, os olhos arregalados, sem ar.

Jeremias só soltou um pouco quando sentiu o corpo do jovem tremer, permitindo uma respiração curta e trêmula pelo nariz. Depois voltou a deslizar devagar até o fundo, segurando-o lá novamente, os dedos massageando a nuca com suavidade enquanto o mantinha preso.

O contraste era avassalador. O tio agarrava os cabelos com força, socando a boca com violência, rosnando putaria pesada. Jeremias segurava o rosto com firmeza, mas os polegares continuavam acariciando as bochechas molhadas, os movimentos lentos e profundos, mantendo Daniel engasgado por longos segundos antes de permitir que respirasse, sempre com aquele olhar intenso fixo nele.

Daniel tremia entre os dois, de joelhos na grama, a boca completamente usada, o corpo entregue ao ritmo brutal de um e à profundidade controlada do outro.

O tio voltou a socar na sua boca, Daniel mal conseguia abrir os olhos de tão melada que estava a sua cara.

O tio puxou o pau da boca de Daniel e o virou bruscamente de quatro sobre a grama. O jovem mal conseguiu se apoiar nas mãos e joelhos antes de sentir o tio se posicionar atrás dele. Sem aviso, sem cuspe, sem preparo, o tio segurou seus quadris com força e meteu a rola grossa de uma vez só, até o talo.

Daniel gritou. O som saiu abafado e rouco porque, no mesmo instante, Jeremias segurou sua cabeça com as duas mãos e enfiou o pau grande e pesado de volta em sua boca, silenciando o grito contra a carne latejante. O grito vibrou ao redor da rola de Jeremias, transformando-se num gemido sufocado e desesperado.

A dor da penetração seca foi lancinante. Daniel sentiu o cu se esticar violentamente, ardendo, o músculo queimando enquanto o tio começava a socar fundo e sem piedade. Cada estocada fazia seu corpo inteiro balançar para frente, engolindo ainda mais o pau de Jeremias. Lágrimas escorriam sem parar, o nariz escorrendo, a respiração entrecortada e difícil.

— Isso, toma no cu, seu putinho safado! — rosnava o tio, metendo com força bruta, o quadril batendo contra a bunda de Daniel. — Tá apertado pra caralho mesmo depois de ontem. Abre esse rabo pro tio!

Ele ergueu a mão e deu um tapa forte na nádega direita, depois outro na esquerda, o som estalando alto. A pele de Daniel avermelhava a cada golpe, ardendo. O tio não parava de xingar enquanto socava:

— Toma, porra! Leva essa rola fundo. Você adora ser arrombado, né, moleque? Gritando com a boca cheia de pau… que puta!

Na frente, Jeremias dominava a cabeça de Daniel com firmeza. Segurava os cabelos dele com uma mão enquanto a outra descia pelo peito suado, os dedos encontrando os mamilos duros. Beliscou um deles com precisão, girando devagar, depois o outro, apertando com força suficiente para fazer o corpo de Daniel se contorcer. Cada beliscão enviava choques elétricos direto para o pau dele, que babava pré-gozo na grama.

— Calma… respira pelo nariz — murmurou Jeremias, a voz baixa e grave, enquanto empurrava o pau devagar até o fundo da garganta, segurando Daniel ali até os espasmos ficarem mais violentos. Depois recuava apenas o suficiente para ele sugar o ar desesperadamente antes de voltar a foder sua boca com estocadas profundas e controladas.

Daniel estava preso entre os dois. Atrás, o tio o destruía com socadas brutais e tapas que faziam sua bunda queimar. Na frente, Jeremias mantinha sua cabeça presa, dominando o ritmo da chupada, beliscando e torcendo os mamilos sensíveis, fazendo o corpo dele tremer sem controle. O cu ardia, a garganta doía, os mamilos latejavam, e ainda assim seu pau permanecia duríssimo, balançando entre as pernas a cada estocada, pingando sem parar.

Ele mal conseguia pensar. Só existia o fogo no rabo, a rola enchendo sua boca, os tapas estalando na pele, os dedos fortes beliscando seus mamilos e o prazer avassalador que misturava dor e tesão até ele não saber mais onde uma terminava e o outro começava.

O tio deitou de costas na grama e puxou Daniel para cima com força, fazendo-o sentar em seu pau de uma só vez. Daniel sentiu a rola grossa invadir fundo, mas ainda era suportável comparado ao que viria. Mal começou a rebolar, choramingando, e o tio já rosnava:

— vem juntobJeremias— O tio gritou—Hoje você vai levar as duas.

— Tio… não… eu nunca fiz isso… por favor… — Daniel começou a chorar, a voz falhando. — Vai rasgar… eu não vou aguentar…

O tapa estalou forte no rosto dele, virando sua cabeça com violência. A bochecha queimou imediatamente.

Jeremias se posicionou atrás. Cuspiu na rola monstruosa e começou a forçar a cabeça larga contra a entrada já completamente ocupada.

A dor foi imediata e devastadora.

Daniel gritou quando sentiu o músculo do cu sendo forçado a se abrir ainda mais. Era como se estivessem rasgando sua carne. O anel ardia, queimava, esticava além de qualquer limite natural. Cada milímetro que Jeremias empurrava criava uma pressão insuportável, uma sensação de rasgo interno, como se o cu estivesse sendo literalmente partido ao meio. As duas cabeças grossas se esfregavam uma contra a outra dentro dele, comprimindo suas paredes internas com brutalidade.

— Aaaahhh! Tira! Tá rasgando! Tá rasgando muito! — ele gritava entre soluços altos, o corpo inteiro sacudindo violentamente.

A dor era lancinante. Um fogo vivo queimava no interior do seu reto, os tecidos sendo esticados ao extremo, uma queimação profunda e constante que subia pela coluna. Cada pequena movimentação das duas rolas provocava novas ondas de agonia — uma dor aguda, dilacerante, misturada a uma sensação de plenitude insana que fazia seu abdômen se contrair em espasmos. O cu latejava como uma ferida aberta, pulsando ao redor das duas grossuras, cada veia e cada saliência das rolas sendo sentida com clareza dolorosa.

Jeremias continuou empurrando devagar, implacável, até enterrar tudo. Quando as duas rolas estavam completamente dentro, Daniel sentiu uma pressão esmagadora, como se seu interior estivesse sendo rearranjado à força. Lágrimas escorriam em profusão pelo rosto, o nariz escorrendo, a respiração curta e entrecortada. Seu cu ardia como se estivesse em chamas, o músculo tremendo incontrolavelmente ao redor da dupla invasão.

O tio começou a socar por baixo com força. Jeremias puxou o cabelo de Daniel com violência, arqueando suas costas, e deu uma sequência de tapas pesados na bunda já sensível — estalos altos que faziam a carne vermelha arder ainda mais.

Cada tapa enviava choques de dor pela pele quente, enquanto as duas rolas continuavam metendo fundo. Daniel soluçava e gritava sem parar, o corpo tremendo, mais parecendo uma boneca de pano, de tão mole. A dor no cu era tão intensa que chegava a latejar no estômago, uma queimação profunda e constante que o fazia sentir cada centímetro das duas rolas como lâminas. Os tapas na bunda aumentavam o tormento, a pele queimando como se tivesse levado ferro quente. O couro cabeludo doía pelo puxão forte de Jeremias, que mantinha sua cabeça puxada para trás.

— Por favor… dói demais… — choramingava Daniel entre gritos roucos, o corpo inteiro tremendo, suor frio misturado às lágrimas.

Mas os dois continuavam: o tio socando com brutalidade por baixo, xingando, e Jeremias puxando o cabelo, dando tapas fortes na bunda e metendo devagar, mas fundo, prolongando cada segundo daquela dor dilacerante.

Daniel estava destruído. O cu em chamas, esticado ao limite máximo, pulsando de agonia ao redor das duas rolas grossas que o invadiam sem misericórdia.

Os dois tiraram as rolas ao mesmo tempo. Daniel soltou um gemido longo e fraco, o corpo destruído. Seu cu ficou piscando, vermelho e aberto, latejando visivelmente. Antes que pudesse se recuperar, o tio o empurrou de costas no chão.

— Deita. Agora vai aprender de verdade.

Jeremias se ajoelhou atrás da cabeça dele e prendeu seus braços com as pernas fortes, segurando os ombros contra o chão. Daniel sentiu o pânico subir pela garganta.

— Tio… espera… — murmurou, a voz já falhando.

O tio cuspiu várias vezes na mão, espalhando saliva grossa entre os dedos. Daniel observava cada movimento, o coração martelando no peito como se fosse explodir. Isso não pode estar acontecendo, pensou, o pânico crescendo como uma onda sufocante.

— Aguentou duas rolas… agora vai aguentar o punho — disse o tio, a voz calma e fria.

Daniel sentiu um frio na espinha. Seus olhos se encheram de lágrimas antes mesmo do toque.

— Tio… por favor… não faz isso comigo… — implorou, a voz falhando. — Eu vou quebrar… eu não vou ser mais o mesmo depois disso…

O tio encostou a mão em ponta na entrada ainda aberta e começou a empurrar. Daniel sentiu os dedos invadindo, forçando o anel dilatado. A queimação veio forte, mas foi o pensamento que doeu mais: Ele vai me destruir de verdade. Meu cu nunca mais vai voltar ao normal.

— Ahh… tá doendo… tá doendo muito… — gemeu, a respiração curta e rápida.

O tio girou a mão e forçou mais fundo. Daniel sentiu a junta passando, depois o pulso. A pressão interna era esmagadora. Ele sentiu cada centímetro da mão do tio deslizando para dentro do seu corpo, abrindo-o de um jeito que ia além da dor física. Uma onda de humilhação profunda o invadiu. Estou sendo usado como um objeto… como um buraco. Meu próprio tio está enfiando a mão inteira em mim.

— Tá… tá dentro… eu sinto sua mão toda… — sussurrou rouco, a voz quebrada de vergonha. Lágrimas grossas escorriam pelos cantos dos olhos. — Por favor… eu não sou isso… eu não quero ser isso…

Jeremias, prendendo os braços dele com força, inclinou-se para olhar. Seus olhos brilharam ao ver o antebraço do tio desaparecendo lentamente no cu de Daniel.

— Caralho… tá engolindo quase até o meio… — murmurou, impressionado.

Daniel sentiu o tio girar a mão lá dentro, os dedos se abrindo devagar. A sensação era devastadora: uma plenitude insuportável, órgãos sendo pressionados, o intestino sendo revirado. Ele soluçou alto, o corpo tremendo. A humilhação mental era pior que a dor: Estou deitado no chão, sendo fistado pelo seu tio. Isso é o que eu sou agora.

Jeremias ergueu o quadril e sentou o cu suado e peludo diretamente no rosto dele, abafando seus soluços.

— Lambe.

Daniel obedeceu, a língua trêmula passando pelo buraco enrugado, sentindo o gosto forte e almiscarado. Entre lambidas desesperadas, ele chorava baixinho, o corpo convulsionando a cada movimento da mão dentro dele. Cada vez que o tio girava o punho, Daniel sentia uma nova onda de pânico: E se ele não conseguir tirar? E se eu ficar largo assim pra sempre?

— meu cu tá aberto, arrombado… sinto cada dedo… — murmurou contra o cu de Jeremias, a voz abafada e cheia de vergonha. — Tá me destruindo por dentro… meu rabo nunca mais vai ser normal…

O tio continuou movendo a mão lentamente, explorando, enquanto Daniel lambia entre soluços silenciosos.

O tio girou o punho uma última vez dentro de Daniel, forçando-o a soltar um gemido longo e quebrado. Depois, com calma cruel, começou a puxar a mão para fora. O anel do cu se fechou devagar ao redor do antebraço que saía. Quando a mão finalmente saiu, Daniel ficou ofegante, o cu piscando aberto e vermelho, completamente dilatado, um buraco escuro e brilhante que se contraía em espasmos.

O tio se levantou rápido, limpou a mão na grama e puxou a rola dura e latejante. Jeremias saiu de cima do rosto de Daniel e se posicionou ao lado.

— Agora a gente goza — rosnou o tio.

Jeremias segurou a cabeça de Daniel, enfiou o pau grosso na boca dele e começou a socar fundo. O tio se ajoelhou entre as pernas abertas e meteu a rola de uma vez no cu destruído, deslizando fácil no buraco ainda aberto pelo punho.

Daniel engasgou imediatamente. O pau de Jeremias batia no fundo da garganta enquanto o tio socava o cu com estocadas rápidas e pesadas. Os dois aceleraram juntos, o corpo de Daniel balançando entre eles.

Jeremias soltou um ronco gutural, agarrou os cabelos de Daniel com as duas mãos e enterrou a rola até o talo. Gozou com força. Jatos grossos e quentes explodiram direto na garganta de Daniel. Ele engasgou, o peito se contraindo, a porra escorrendo pelos cantos da boca, mas Jeremias manteve a cabeça presa, obrigando-o a engolir o máximo possível. Daniel tossiu, soluçou, a porra vazando pelo queixo e pingando no peito enquanto tentava engolir entre engasgos desesperados.

Ao mesmo tempo, o tio deu as últimas estocadas brutais no cu já arrombado. Enterrou tudo, o quadril colado, e gozou fundo. Daniel sentiu os jatos quentes e espessos batendo nas paredes internas, enchendo-o. O cu dele se contraiu em espasmos involuntários ao redor da rola do tio, ordenhando cada gota.

Quando Jeremias finalmente puxou o pau da boca, fios grossos de porra e saliva escorriam pelos lábios inchados de Daniel. O tio saiu devagar, e um rastro branco e espesso começou a vazar imediatamente do cu aberto, escorrendo pelas nádegas.

O tio se levantou, guardou a rola e limpou as mãos na calça.

— Vou voltar pra casa antes da sua tia. Você fica aí com ele.

Sem mais nenhuma palavra, virou as costas e sumiu pelo caminho, deixando os dois sozinhos sob o salgueiro.

O silêncio caiu pesado. Daniel ficou deitado, o corpo mole e tremendo, o rosto sujo de porra, o cu latejando e vazando. Soluçava baixinho, ainda engasgando residualmente, o gosto salgado e amargo impregnado na boca, a sensação quente e pesada da porra do tio ainda dentro dele.

Jeremias se deitou ao lado dele. Com um gesto lento, puxou Daniel contra o peito largo e quente, envolvendo-o com os braços fortes. Uma das mãos grandes subiu e acariciou os cabelos suados do jovem, com uma gentileza que contrastava com tudo o que acabara de acontecer.

Daniel, ainda soluçando, se encolheu contra o corpo de Jeremias, o rosto escondido no peito suado do peão. Jeremias apertou o abraço, o queixo apoiado no topo da cabeça dele, e ficou ali em silêncio, só segurando.

O vento leve balançava as folhas do salgueiro. O riacho murmurava ao fundo.

—Pronto pra gozar, Danizinho? —Jeremias murmurou no seu ouvido levando a mão ao seu pau.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Thiago P. a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →