Eu já sabia que aquela noite ia ser diferente desde o momento em que escolhi a roupa. Fiquei na frente do espelho quase meia hora só me olhando, girando o corpo, levantando a mini saia preta de couro e vendo a bunda redonda e empinada aparecer quase inteira. A calcinha fio dental branca já estava um pouco molhada só de imaginar. Blusinha branca transparente, sem sutiã nenhum, os peitinhos firmes com os bicos duros marcando o tecido. Salto alto preto de 12 cm que fazia minhas pernas parecerem longas demais e a bunda ficar ainda mais empinada, como se estivesse pedindo pra ser agarrada. Passei o batom vermelho bem forte, soltei o cabelo e me cheirei: perfume doce misturado com aquele cheiro de buceta já excitada que os machos adoram.
Roberto estava sentado no sofá, olhando pra mim com aquela cara de corno que eu adorava.
— Amor… você vai mesmo assim? Desse jeito?
Eu virei de costas, levantei a saia bem devagar e abri as pernas um pouco, mostrando a calcinha enfiada no meio da bunda.
— Vou. E você vai junto. Hoje eu quero que você veja de perto o que uma esposa de verdade precisa. Não é o seu pintinho ridículo. É pau de negão. Grosso, preto, veia saltada, cheio de leite. Você vai ficar do meu lado a noite inteira. Vai gravar quando eu mandar. E quando eu decidir que você pode limpar a buceta da sua putinha… você limpa. Engole tudo. Entendeu, corno?
Ele engoliu seco, a mão já indo pro volume na calça. Eu ri baixo.
— Já tá duro só de ouvir, né? Que patético. Vamos.
O baile era num galpão mais reservado na zona leste. Bass pesado fazendo o peito tremer, luz baixa, cheiro forte de maconha, suor, perfume barato e sexo no ar. A pista estava cheia, mas os negros dominavam o centro. Corpos grandes, braços grossos, jeans baixos mostrando a cueca e aquele volume pesado na frente. Eu entrei com Roberto atrás de mim e senti dezenas de olhares pretos caindo em cima de mim ao mesmo tempo. A mini saia, a blusinha transparente, o salto… eu era um convite andando.
Comecei a dançar sozinha no meio da pista. O funk batia fundo, a batida entrava direto entre as minhas pernas. Eu rebolava lento, a saia subindo a cada movimento, a bunda balançando pesada e sensual. Sentia o ar frio na pele da coxa e a calcinha já encharcada grudadinha. Dois caras se aproximaram quase ao mesmo tempo. Um alto, quase dois metros, pele bem escura, cabelo raspado, ombros largos de quem treina pesado. O outro mais baixo, mais gordo, barriga definida, sorriso safado e braço todo tatuado. Eles não pediram licença. Só chegaram.
O alto falou primeiro, voz grossa bem no meu ouvido, já encostando o corpo atrás de mim:
— Porra, branquinha… quem te soltou assim no baile?
Eu virei o rosto devagar, o corpo ainda rebolando, e encostei a bunda nele de propósito, sentindo o volume duro e grosso bater contra mim.
— Meu marido. Tá ali atrás. Ele gosta de ver. Ele gosta de ver a esposa virando putinha de negro.
O gordo riu alto e veio pela frente, colocando as mãos grandes na minha cintura e puxando meu corpo contra o dele. Agora eu estava no meio dos dois, o funk batendo, a luz piscando, o suor já escorrendo entre os meus peitos.
— Aí sim. Então a putinha veio pra brincar de verdade?
Eu não respondi com palavras. Empinei mais a bunda e esfreguei no pau do alto enquanto olhava pro gordo. Sentia os dois volumes duros me apertando. O alto apertou minha bunda com as duas mãos, subiu a saia e passou o dedo grosso por cima da calcinha molhada.
— Porra… molhada pra caralho. Tá pingando, vadia. Já veio preparada pra levar pau preto?
Eu gemí baixo e virei o rosto procurando Roberto. Ele estava a uns metros, parado, celular na mão, filmando. Eu sorri pra ele e falei alto, quase gritando por cima do funk:
— Tá vendo, amor? Já tá com a mão na minha buceta e eu ainda nem sei o nome. Isso é o que eu preciso. Homem de verdade. Negro. Negro de verdade. Rola preta, grossa, veia saltada… eu sou uma puta da negada, Roberto. Eu gosto de ficar no meio dos negros. Eu gosto de provocar negão até ele me usar como cadela. Olha pra mim. Olha como eu tô rebolando no pau dele. Isso é o que sua esposa é agora. Puta de negro. Cadela de negro.
O gordo puxou a blusinha pra baixo sem cerimônia e chupou um peito bem no meio da pista. A língua quente e grossa enrolando o bico, chupando forte. Eu joguei a cabeça pra trás e rebolei ainda mais pesado. O alto já tinha enfiado dois dedos por baixo da calcinha e estava abrindo meus lábios, sentindo o quanto eu estava encharcada, o barulho molhado quase sumindo no funk.
— Caralho, essa buceta é quente pra porra. Quer que a gente te leve pra um canto e te use direito?
Eu balancei a cabeça que sim, a voz já rouca de tesão:
— Leva. Leva essa putinha pra um canto e me enche de pau preto. Eu quero ficar no meio de vocês dois. Quero sentir o cheiro de negro, o suor de negro, o pau de negro. Eu sou viciada nisso. Roberto, vem junto. Vem ver de perto sua esposa virando cadela de negão. Vem filmar tudo.
Eles me puxaram sem delicadeza, cada um segurando um braço. Roberto veio atrás como um cachorro bem treinado. Saímos da pista principal e fomos pra um corredor mais escuro atrás das caixas de som. O bass ainda batia forte, mas o lugar era mais reservado. Tinha um sofá velho e sujo e algumas cadeiras. O alto me empurrou de frente pro sofá, ajoelhou atrás de mim e puxou a calcinha pro lado com força.
— Abre essa bunda, putinha. Mostra essa buceta molhada pra nós.
Eu abri. Ele cuspiu direto na minha buceta e meteu a língua inteira de uma vez. Avída, quente, lambendo fundo, chupando o clitóris com força, o nariz enfiado na minha bunda. Eu gemí alto, as mãos no sofá, a saia já na cintura, as pernas tremendo. O gordo se posicionou na minha frente, abriu o zíper e tirou o pau. Grosso, veias saltadas, a cabeça escura e já brilhante de pré-gozo. Eu abri a boca sem ele pedir.
— Isso… engole tudo, branquinha. Engole esse pau preto.
Ele enfiou fundo. O gosto de homem, de suor, de pau limpo mas já com gosto de porra. Eu chupava fundo, babando, a garganta engasgando, enquanto o outro me chupava por trás com vontade. Roberto estava no canto, filmando, o pauzinho marcado na calça. Eu tirei a boca do pau só o suficiente pra falar, olhando direto pra câmera, a saliva escorrendo pelo queixo:
— Tá filmando, corno? Olha como sua esposinha biscate saboreia pau preto. Olha o tamanho. O seu nem chega perto. Esse aqui engasga a garganta. Negro… negro… negro… eu adoro pau preto. Eu sou uma puta da negada. Eu gosto de rola preta grande, grossa, que estica a boca e a buceta. Eu gosto de ficar no meio dos negros, sendo usada, sendo fodida, sendo humilhada. Olha pra mim, Roberto. Olha sua esposa engasgando em pau de negão. Isso é o que eu sou. Puta de negro. Cadela de negro. Esposa de corno que só goza com rola preta.
O alto se levantou, tirou o pau pra fora. Ainda maior que o do gordo. Eu olhei pra trás e ri, a saliva escorrendo, a boca aberta:
— Meu Deus… dois. Dois pauzões pretos. Roberto, vem mais perto. Eu quero que você veja de perto quando eles me arrombarem. Quero que você ouça eu gritando “negro” enquanto eles me fodem. Quero que você veja a cara de puta que eu faço quando o pau preto entra fundo. Olha o tamanho disso. Olha como vai me destruir.
O gordo me puxou pelo cabelo e me deitou de lado no sofá. O alto abriu minhas pernas com força e enfiou de uma vez. Eu gritei. A cabeça grossa abriu tudo, o corpo inteiro me atravessando, o saco batendo na minha bunda. Ele metia fundo, forte, o barulho molhado da minha buceta misturado com o bass do funk. O gordo voltou pra minha boca. Agora eu estava sendo fodida dos dois lados, um pau preto na garganta e o outro na buceta.
— Porra, que buceta apertada… — o alto falou, batendo forte na minha bunda. — Mas vai ficar larga rapidinho. Essa putinha de marido branquinho precisa de pau preto pra aprender. Olha como ela aperta. Olha como ela goza só de sentir negro dentro.
Eu gemia com a boca cheia, a saliva escorrendo pelo queixo e pingando no sofá. Olhava pra Roberto entre uma estocada e outra, forçando as palavras mesmo com o pau na garganta:
— Tá vendo, amor? Ele tá me arrombando fundo. Tá batendo no útero. Seu pau nunca chegou aí. Nunca. Eu sou a putinha deles agora. Sua esposa é a vadia do baile. Negro… negro… negro… eu amo pau preto. Eu amo o cheiro de negro. Eu amo o gosto de negro. Eu gosto de provocar negão até ele me tratar como puta. Eu gosto de ficar no meio de dois, três, quantos quiserem. Eu sou viciada em rola preta grande e grossa. Olha como ele me abre. Olha como eu gozo só de sentir o pau preto me arrombando. Eu sou puta da negada, Roberto. Fala. Fala que sua esposa é puta de negro.
O alto me virou de quatro com força. O gordo se ajoelhou na minha frente de novo. Agora o ritmo era mais bruto. Palmadas fortes na bunda, o pau entrando até o saco bater, o cheiro de sexo misturado com o cheiro de suor dos dois. Eu sentia a buceta esticando, o clitóris latejando, o orgasmo subindo rápido demais. A cada estocada eu gritava:
— Negro! Negro! Negro! Me fode! Arromba a esposa do corno! Eu sou quenga de esquina! Eu gosto de ser fudida na frente do meu marido! Quero ficar toda melada de porra preta! Mais forte! Mais fundo!
— Vai gozar, puta? — o alto perguntou, puxando meu cabelo com força.
— Vou… vou gozar no pau preto… porra… Roberto, olha sua esposa gozando pra outro! Negro! Negro! Negro! Me enche de porra, me insemina, me alimenta com sêmen grosso ! Eu gosto leite quente, branquinho! Me bate, deixa essa bunda branca de vagabunda toda vermelha! Arromba a esposa do corno! Eu quero sentir esse pau de macho comedor de casada me esfolando, socando no meu fundo até eu chorar!
Eu gozei tremendo, a buceta apertando o pau dele com força, o líquido escorrendo pelas coxas e pingando no sofá. Eles não pararam. O alto tirou, o gordo entrou no seu lugar. Mais grosso ainda. Eu sentia a diferença no formato, na forma como ele me abria, o pau dele me esticando de um jeito diferente. O alto me fez chupar o pau molhado da minha própria gozada.
— Chupa o pau que acabou de te foder, putinha. Chupa o gosto da sua gozada misturado com o gosto de negro.
Eu chupava, olhando pro Roberto, a voz embargada, a saliva misturada com minha gozada escorrendo:
— Tá vendo, corno? Eu tô chupando o pau que acabou de me arrombar. Eu tô lambendo a minha própria porra misturada com o gosto de negão. Eu sou uma puta. Uma puta da negada. Eu gosto de rola preta grande, grossa, que me deixa larga. Eu gosto de provocar negão. Eu gosto de ficar no meio deles, sendo fodida, sendo cuspida, sendo usada. Seu pau nunca vai me deixar assim. Nunca. Negro… negro… negro… eu não canso disso.
Depois veio o segundo orgasmo. E o terceiro. Em algum momento eu já estava de costas de novo, as pernas abertas no ar, os dois se revezando. Um metia enquanto o outro enfiava os dedos na minha boca pra eu lamber. Roberto filmava tudo em silêncio, o rosto vermelho, a mão no próprio pau por cima da calça. Eu gritava entre as estocadas:
— Negro! Negro! Negro! Eu sou puta da negada! Eu gosto de pau preto! Eu gosto de ficar no meio de vocês! Me usem! Me arrombem! Encham essa buceta de leite preto! Roberto, olha! Olha sua esposa sendo destruída por pau preto! Olha como eu gozo! Olha como eu peço mais!
O alto falou, ainda metendo fundo:
— Hoje a gente vai encher essa buceta. Você vai embora do baile pingando leite preto. Seu marido vai limpar no caminho de casa. Certo, corno?
Roberto só balançou a cabeça. Eu ri, a voz rouca, quase delirando, enquanto o pau batia no meu fundo:
— Ele limpa tudo. Ele adora o gosto da porra de outro homem saindo da minha buceta. Não é, amor? Fala pra eles. Fala que sua esposa é puta de negro. Fala que ela gosta de rola preta. Fala que ela fica molhada só de pensar em ficar no meio de vários negros. Negro… negro… negro… eu quero mais. Eu quero que vocês me usem até eu não aguentar mais. Eu quero sair daqui com a buceta destruída, pingando leite preto, cheirando a negro. Eu sou a putinha da negada. Eu sou a esposa do corno que só goza com pau preto. Fala, Roberto. Fala que você gosta de ver.
O gordo gozou primeiro. Fundo, quente, jorrando tanto que eu senti o excesso escorrendo enquanto ele ainda pulsava dentro de mim, o saco batendo. O alto tirou o pau do gordo e enfiou o dele no mesmo buraco já cheio de porra. Metia em cima da porra do outro, o barulho molhado, nojento e delicioso, o creme branco saindo ao redor do pau preto. Quando ele gozou, eu senti o jato forte, mais quente ainda, misturando tudo lá dentro, enchendo ainda mais.
Eles se afastaram. Eu fiquei de pernas abertas no sofá, a saia na cintura, a buceta aberta e latejando, o creme branco e grosso escorrendo devagar pela bunda e pingando no sofá. O cheiro era forte. Cheiro de sexo, de porra, de baile, de suor de negro.
Olhei pra Roberto e abri mais as pernas, a voz ainda ofegante, mas cheia de maldade:
— Vem, corno. Agora é sua vez. Limpa a esposa. Chupa tudo. Quero ver você engolindo o leite dos dois. Quero ver você lambendo a buceta da putinha da negada. Olha o tanto de porra preta que tem aqui dentro. Olha como eles me encheram. Isso é o que eu gosto. Rola preta grande, grossa, cheia de leite. Eu gosto de ficar no meio dos negros. Eu gosto de provocar negão até ele me tratar como a puta que eu sou. Eu sou viciada nisso. Limpa tudo, corno. Engole o leite dos machos que acabaram de me foder. Sente o gosto. Sente o gosto de homem de verdade.
Ele se ajoelhou entre as minhas pernas sem hesitar. A língua dele entrou devagar, lambendo o excesso, chupando o creme que escorria. Eu segurei a cabeça dele com as duas mãos e empurrei contra a minha buceta, gemendo alto:
— Isso… mais fundo. Engole. Sente o gosto de homem de verdade. Sente o gosto de negro. Seu pau nunca produziu isso. Só água rala. Agora limpa direito, porque a noite ainda não acabou. Eu ainda quero mais. Eu ainda quero sentir pau preto. Eu ainda quero gritar “negro” enquanto eles me fodem. Eu sou a puta da negada. E você… você é o corno que limpa. Limpa tudo. Não deixa sobrar nada. Engole o leite dos negões que acabaram de me arrombar.
Os dois negros estavam fumando um baseado do lado, rindo baixo, olhando a cena. O alto falou, soprando a fumaça:
— Porra… o cara realmente limpa. Vocês são doidos. A putinha tá viciada em pau preto mesmo.
Eu sorri, acariciando o cabelo do Roberto enquanto ele lambia, a voz baixa e safada:
— A gente é. Eu sou a putinha. Ele é o corno. E hoje eu descobri que gosto ainda mais de ser fodida no baile, com o barulho do funk batendo e o cheiro de vários machos pretos em mim. Eu não canso disso. Eu quero mais. Quero três. Quero quatro. Quero que eles me usem até eu não conseguir mais andar. E você vai filmar tudo de novo. Vai filmar sua esposa gritando que é puta da negada. Vai filmar ela pedindo pau preto. Vai filmar ela gozando e depois vai limpar de novo. Porque é isso que a gente é agora.
No caminho de volta, dentro do carro, eu abri as pernas no banco do passageiro e fiz ele cheirar a buceta de novo, segurando a cabeça dele contra mim.
— Ainda tá cheirando a eles. Ainda tá com gosto de negro. Ainda tá pingando. Você gostou, não gostou, corno? Gostou de ver sua esposa virando cadela de negão? Gostou de ouvir ela gritando “negro, negro, negro” enquanto levava pau preto? Fala. Fala que gostou. Fala que sua esposa é puta da negada. Fala que ela só goza com rola preta grande e grossa. Fala.
Ele murmurou que sim, a voz fraca. Eu ri baixinho, passei o dedo na buceta e levei até a boca dele.
— Então lambe de novo. Porque amanhã a gente volta. E da próxima vez eu quero mais negros. Quero ficar no meio de vários. Quero gritar mais alto. Quero que você filme tudo enquanto eu falo pra câmera o quanto eu amo pau preto. Negro… negro… negro… eu sou a puta da negada. E você… você é o corno que limpa.Olhei pela janela a cidade passando, as coxas ainda coladas, a buceta latejando, o cheiro forte de porra e suor de negro impregnado em mim. Aquela noite eu não tinha só traído o Roberto de novo. Eu tinha me rendido de verdade. Completamente. E o melhor de tudo era saber que ele tinha assistido cada segundo… e que já estava ansioso pela próxima.
