Me chamo Cláudia, tenho 32 anos e sou escrivã na Polícia Civil. Sabe aquela mulher que os caras chamam de gordinha gostosa? Sou eu. Tenho um quadril largo que chama atenção de longe, coxas grossas e peitos naturais bem fartos. Naquela sexta-feira, eu estava exausta. Usava uma calça jeans que apertava minha bunda e marcava bem a minha buceta, além de uma blusa social branca onde os botões quase estouravam por causa do tamanho dos meus peitos. Por baixo de tudo, uma calcinha de renda preta velha que já estava úmida só de pensar no estresse daquele dia.
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Eu estava investigando um caso de roubo de carga e a minha única pista era um mecânico de bairro chamado Beto. Ele tinha visto o carro da quadrilha escapar, mas na delegacia se fez de desentendido e não quis assinar o depoimento. Eu precisava daquela placa para garantir minha promoção e não deixar o caso arquivar. Então, depois do expediente, fui sozinha até a oficina dele, num bairro de periferia, disposta a arrancar essa informação de qualquer jeito.
Cheguei lá quando ele já estava abaixando as portas de ferro. Beto era um cara rústico, na faixa dos quarenta anos, vestindo um macacão sujo de graxa. O cheiro dele era uma mistura forte de suor de macho com óleo de motor, e, não vou mentir, aquilo ativou algo muito sujo na minha cabeça. Quando comecei a pressionar sobre o carro, ele deu um sorriso malicioso, encostou na bancada de ferramentas e olhou direto pros meus peitos.
Doutora, minha memória é fraca... mas de repente, um incentivo certo me faz lembrar até a cor do olho do motorista, ele disse, com uma voz grossa. O volume no macacão dele era absurdo, uma tora enorme marcando o tecido sujo.
A raiva misturou com um tesão incontrolável. Eu fui até a porta de ferro e passei o cadeado por dentro.
Beto não esperou eu falar mais nada. Veio para cima de mim, com aquelas mãos pesadas e ásperas, e agarrou minha cintura. Ele me prensou contra a parede de tijolos fria e enfiou a cara no meu pescoço. O cheiro de homem suado me deixou tonta de tesão. Em segundos, ele arrebentou os botões da minha blusa social, puxou meu sutiã apertado pro lado e jogou meus peitos fartos pra fora. Ele abocanhou meu bico com uma fome de animal, sugando forte, enquanto a outra mão descia e apertava minha calça jeans bem no meio da minha xota molhada.
Você tá pingando, doutora, ele sussurrou, esfregando o dedo por cima da costura do jeans.
Não aguentei. Ajoelhei no chão sujo da oficina, abri o zíper do macacão dele e puxei aquele cacete pra fora. Era uma pica grossa, venuda, com a cabeça bem escura e já soltando uma gotinha de pré-gozo. Chupei com vontade. Enfiei a rola toda na boca, sentindo o gosto salgado de suor e pele, raspando a língua na cabeça do pau enquanto ele agarrava meu cabelo preso num coque, puxando minha cabeça e me forçando a engolir até o talo. Eu babava nos ovos dele, escutando os gemidos roucos que ele soltava, louco com a minha boca trabalhando.
Mas ele não queria ficar só naquilo. Beto me puxou pelo braço, me virou de costas e me jogou de bruços por cima da bancada de metal cheia de ferramentas. Ele puxou minha calça jeans e a calcinha de renda preta de uma vez só, descendo tudo até os meus joelhos. O ar frio da oficina bateu na minha bunda grande. Eu estava ali, de quatro, com o rabo empinado e a buceta totalmente exposta, encharcada de tesão.
Ele cuspiu na mão, passou na rola e, sem me dar tempo de respirar, socou a pica inteira na minha xoxota.
Dei um grito alto, mordendo o próprio lábio pra não fazer tanto escândalo. A rola dele era grossa demais, abriu minha buceta com muita força. No começo deu aquela ardida gostosa, esgarçando tudo, mas logo a minha lubrificação tomou conta e o pau começou a deslizar liso. Ele metia pesado, segurando com violência nos meus quadris. Cada estocada era um barulho alto de carne batendo, a pele suada dele estalando contra a minha bunda.
Isso, fode a testemunha, doutora! Arromba essa buceta de polícia!, ele falava essas putarias no meu ouvido, socando cada vez mais rápido e fundo.
A fricção estava me enlouquecendo. A cabeça da pica dele raspava rasgando bem no meu ponto G, me deixando cega. O metal gelado da bancada contra a minha barriga só aumentava o contraste com o fogo que estava no meu baixo ventre. Minhas pernas começaram a tremer de um jeito incontrolável e eu senti as paredes da minha xota apertarem sozinhas em volta do cacete dele.
Vou gozar, Beto... fode, fode com força que eu vou gozar!, eu berrei, sem ligar para quem pudesse ouvir do lado de fora.
Gozei esguichando, revirando os olhos e apertando o pau dele com toda a força da minha buceta. Ele sentiu meu orgasmo pulsar nela, rosnou igual um cachorro no cio e deu as últimas metidas, enterrando o cacete até o osso. Senti a jorrada de leite fervendo inundando o fundo da minha xoxota. Ele gozou muito, pulsando dentro de mim, enchendo minha buceta de porra que começou a vazar e escorrer pelas minhas coxas assim que ele tirou a rola.
Fiquei ali, deitada sobre a bancada gelada, com as pernas completamente bambas e a calça ainda no joelho, respirando fundo enquanto o sêmen dele pingava no chão sujo. Beto guardou o pau, fechou o zíper do macacão, me olhou com um sorriso safado e disse: A placa do carro era HXP-4921, doutora. Qualquer outra dúvida no inquérito, a senhora já sabe onde eu trabalho.
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