Brandi caminhava pela trilha ao lado de Pete, completamente nua. Tentava cobrir os peitos grandes com os braços cruzados, o corpo arrepiado de vergonha a cada passo. [Não acredito que estou andando pelada com um estranho… e o pior é que não consigo parar de olhar pro membro dele balançando.]
Pete seguia com total naturalidade, o pau grosso balançando livremente enquanto conversava como se estivessem vestidos.
“Estamos quase na praia”, disse ele calmamente.
Quando chegaram à clareira, Brandi sentiu o coração parar.
Dylan estava encostado contra uma palmeira, o pau duro na mão de Gina — uma mulher morena, inteiramente nua, que o masturbava devagar com um sorriso malicioso.
Brandi ficou paralisada. Seus olhos desceram contra a própria vontade para o pau duro do filho sendo acariciado por outra mulher.
“Dylan…” falou ela, com a voz falhando de puro choque.
Era a primeira vez que Dylan via a mãe inteiramente pelada. Os peitos fartos, a cintura fina, a bunda redonda e a buceta totalmente depilada exposta ao ar livre. O pau dele deu um pulo violento na mão de Gina.
Gina soltou o membro do rapaz e olhou para eles sorrindo.
“Oi. Você deve ser a mãe dele. Sou Gina, administradora da ilha.”
Antes que Brandi pudesse reagir, Gina avançou, segurou o rosto dela com firmeza e puxou-a para um beijo bruto e molhado, enfiando a língua sem cerimônia. Quando se afastou segundos depois, Gina lambeu os lábios.
“Prazer em conhecê-la.”
Brandi recuou um passo, atordoada, sentindo o gosto da outra mulher ainda na boca. [O que foi isso? Não acredito que ela me beijou na boca!]
“Desculpe se te surpreendi”, falou Gina com total naturalidade. “Aqui na ilha é assim que a gente recebe quem chega. Um beijo na boca mostra que estamos felizes por você estar aqui.”
Pete observava tudo sem qualquer reação, como se aquilo fosse perfeitamente normal.
Gina deu um passo para trás e analisou o corpo de Brandi.
“Caralho, você é linda!”
Ela esticou a mão e tocou os peitos de Brandi, apertando com firmeza.
“Olha esse corpo… ninguém diria que você tem um filho dessa idade. E esses peitos… são reais?”
Brandi ficou tensa, sentindo os mamilos endurecerem de imediato sob o aperto da outra mulher. [Meu Deus… essa mulher é bem atirada.]
“Sim… são reais”, respondeu ela.
Ali perto, Dylan viu Gina apalpando os peitos da mãe sem cerimônias, o que deixou o pau dele ainda mais duro.
Pete interrompeu.
“Senhoras, vocês duas são lindas, mas se não se importam, eu gostaria de terminar de mostrar a ilha para eles. Meu turno já acabou.”
Gina riu, sabendo exatamente o motivo da pressa dele.
“Pode ir, Pete. Eu mesma mostro a cabana para eles.”
Após a saída de Pete, Brandi caminhava nua pela trilha ao lado de Gina, ainda tentando lidar com o calor do sol batendo em sua pele totalmente exposta e no peso do olhar de Gina percorrendo cada curva de seu corpo.
Dylan caminhava pelado bem no meio das duas, com o pau completamente duro balançando a cada passo. Ele tentava desviar os olhos, mas era impossível ignorar os peitos fartos da mãe e o corpo escultural de Gina.
Gina gesticulou para a cabana com teto de palha, cercada por vegetação e com vista direta para o mar.
“Essa é a cabana de vocês pelos próximos sete dias. Tem tudo o que precisam.”
Brandi olhou ao redor, impressionada com a paisagem, mas ao entrar e notar a única cama de casal no centro do quarto, o estômago revirou.
“Tem só uma cama?”
“A maioria das cabanas é assim.” Gina riu levemente, sem dar importância. “Muitas famílias que vêm aqui dormem juntas. Meu filho tem mais ou menos a idade do seu e a gente divide a cama o tempo todo. No começo é estranho, mas você se acostuma.”
Brandi arregalou os olhos.
“Sem chance. Não vou dormir pelada na mesma cama que o meu filho.”
“Você vai ver que aqui é normal.”
Brandi ficou sem palavras, completamente sem reação. Dylan permanecia em silêncio ao lado delas, com o pau completamente duro e exposto. A mãe apontou para a ereção do rapaz, nervosa.
“Especialmente com aquilo duro o tempo todo!”
Gina sorriu, olhando descaradamente para o pau de Dylan.
“Não se preocupe. Os jovens ficam assim o tempo todo por aqui. É normal.”
Dylan riu nervoso, querendo sumir dali.
“Bom… a conversa tá boa, mas eu vou conhecer a ilha. Mãe, a gente se vê depois.”
Ele saiu da cabana rapidamente, andando em direção à praia. Sozinhas, Gina riu e abraçou a Brandi. Os corpos nus se encostaram, peitos roçando uns nos outros.
“Relaxa, vai dar tudo certo.” A voz de Gina soava como um convite. “Eu vou te mostrar como as coisas funcionam por aqui.”
Enquanto isso, Dylan seguia pela trilha quando gemidos altos de mulher se espalharam entre as árvores. Curioso, ele saiu do caminho e escondeu-se atrás de uma palmeira grossa.
Pete, completamente pelado, metia com força por trás em uma ruiva jovem. Segurava os quadris dela com firmeza, enfiando o pau grosso até o fundo a cada estocada. A buceta dela escorria, molhada, e os peitos grandes balançavam para frente e para trás com o impacto.
“Oh, querida, sua buceta está muito molhada hoje, hein…”, Pete deu um tapa forte na bunda dela, fazendo a pele tremer.
A ruiva gemeu mais alto, os dedos cravados na casca da palmeira.
“Me fode mais forte… enfia tudo, porra!”
De repente, ela virou o rosto e viu Dylan escondido atrás da árvore, nu, com o pau duro na mão. Em vez de avisar Pete, abriu um sorriso malicioso, os olhos semicerrados de tesão, e gemeu ainda mais alto, rebolando, provocando o rapaz. Dylan apertou o próprio pau, hipnotizado.
De repente, Pete puxou o pau para fora, virou a ruiva de frente e a ergueu com facilidade. Segurando uma das coxas grossas dela, levantou a perna alta, abrindo bem a buceta. Com a outra mão na cintura, puxou-a para si e enfiou o pau novamente, agora em pé, cara a cara.
A ruiva soltou um gemido alto quando sentiu o membro entrar fundo na nova posição, o corpo dela quase suspenso pela perna erguida. Seus peitos pressionaram contra o peito suado de Pete, os mamilos duros roçando na pele dele a cada estocada.
O sol batia forte nos corpos suados. A ruiva segurava-se nos ombros dele, a perna erguida tremendo enquanto ele a fodia sem parar na clareira.
“Querida hoje você tá bem putinha!”, disse Pete, sorrindo sacana, o suor escorrendo pelo rosto.
A ruiva rebolava contra ele, os olhos cheios de desejo.
“Tô! Seu pau tá indo muito fundo… me fode com toda a força que você consegue!”
“Que delícia de buceta…” Pete riu, tentando recuperar o ar, o suor pingando do rosto. “Tá rebolando gostoso pra caralho.”
Dylan, ainda escondido atrás da árvore, observava tudo com o pau completamente duro na mão. Ele não conseguia parar de olhar para a garota sendo fodida pelo velho Pete.
“Ai, que delícia, filho da puta... esse pau tá me enchendo todinha!”, exclamou ela entre gemidos. “Não pare agora, estou quase lá! Quero sentir você gozando dentro de mim!”
O corpo dela tremeu. A ruiva jogou a cabeça para trás, a boca aberta num grito abafado. Sua buceta contraiu forte ao redor do pau de Pete, sugando-o enquanto o orgasmo a percorria em ondas.
“Estou gozando!!!”
Pete soltou um gemido, segurando a perna dela com mais força ainda.
“Ah, ah, eu… Eu também, putinha, estou gozando!”
Excitado ao extremo, Dylan sentiu que ia gozar ali mesmo, mas ouviu passos se aproximando pela trilha. Antes de ser visto, ele saiu discretamente de trás da palmeira, com o pau completamente duro e sem ter terminado a punheta. Ao virar a curva, parou de repente.
Sua mãe vinha na direção dele, completamente nua, segurando um frasco na mão. Os peitos grandes balançavam a cada passo.
“Nossa, tava te procurando”, disse Brandi, parando na frente dele. “Gina me avisou que o sol daqui queima pra caralho. Tem que passar essa loção especial.”
Eles escolheram um canto mais reservado da praia. Os dois completamente pelados sob o sol forte. Brandi já tinha passado a loção no próprio corpo na cabana.
“Vira de costas”, disse ela. Depois da conversa com Gina, ela tentava ver tudo com outros olhos, respirar fundo e aceitar o inevitável.
Dylan virou. Brandi derramou a loção nas mãos e começou a espalhar nas costas dele. Seus peitos grandes roçavam nas costas do filho a cada movimento, os mamilos endurecidos tocando de leve a pele quente. Dylan fechou as mãos, tentando se controlar, mas o pau estava completamente duro. Ele já estava quase gozando só com o toque dela.
As mãos dela deslizavam pela pele dele. [Meu Deus… o que eu tô fazendo?]
“Agora vira de frente”, falou ela.
Dylan virou. Seu pau duro ficou apontando para cima, a poucos centímetros dela. Brandi tentou desviar o olhar, mas não conseguiu. Ela passou a loção no peito e na barriga dele, os peitos roçando levemente no corpo do filho.
Os dois estavam muito próximos. Ela sentia o calor do pau dele quase tocando sua barriga.
De repente, a mão escorregadia deixou o frasco cair na areia.
Ao se abaixar rapidamente para pegar, o rosto de Brandi ficou a poucos centímetros do pau duro do filho. No movimento, o pau roçou de leve em seus lábios entreabertos.
Foi o suficiente.
Dylan soltou um gemido abafado. O pau contraiu forte e ele gozou intensamente. Jatos grossos e quentes de porra acertaram o rosto de Brandi — no queixo, na bochecha, parte na boca entreaberta e um pouco no nariz.
Brandi arregalou os olhos, paralisada.
O gozo quente escorreu pela pele e pelos lábios. O gosto salgado, amargo e viscoso invadiu sua boca. A língua se moveu sozinha, lambendo o que escorria. Sem pensar, ela limpou o lábio com o dedo e passou na língua.
[O que eu estou fazendo?]
“Caralho, Dylan!”, disse ela, ainda agachada.
Dylan respirava fundo, o pau ainda soltando as últimas gotas.
“Mãe… me desculpa. Eu juro que não queria… eu tava segurando há um tempão…”
Brandi ficou em silêncio. O sabor ainda estava na língua. Uma onda confusa de choque, vergonha e excitação proibida a deixou perdida.
O calor entre suas pernas aumentou. Seus mamilos endureceram visivelmente. Ela sentiu a buceta tremer, úmida e traidora.
Alguns segundos passaram. Ela engoliu o resto da porra que ainda tinha na boca.
“Não fala nada disso pra ninguém”, disse ela. “Você entendeu? Isso aqui… nunca aconteceu.”
Ela respirou fundo e tentou se acalmar. Depois olhou para o filho — pau dele ainda continuava meio duro — e sua buceta contraiu.
[Meu Deus… o que está acontecendo comigo?]
Ela se levantou devagar, as pernas ainda um pouco trêmulas.
“Gina nos convidou pra conhecer a família dela hoje à tarde”, disse ela, passando a mão pelo rosto. “Ela falou que vai ser bom pra gente se acostumar com o jeito daqui.”
Dylan ficou em pé, sem saber onde enfiar a cara.
“Agora? Logo agora?”
“É”, respondeu Brandi, limpando o último resquício do rosto. “Ela disse que a gente vai se divertir.”
Ela olhou de novo para baixo e sentiu a buceta molhar ainda mais.
“Vem, vamos entrar no mar. A gente precisa se limpar.” Ela encarou a ereção dele por mais um segundo. “E você precisa se acalmar antes de sair daqui.”
Depois de se limparem rapidamente, Brandi e Dylan caminharam pela areia em direção à cabana de Gina. O sol quente queimava a pele deles.
Gina estava no deck quando os viu se aproximando, ambos nus.
"Que ótimo que vocês vieram!", exclamou ela, acenando. "Venham, vou apresentar a minha família!"
Ela se aproximou de um homem alto, musculoso, de pele morena. O pau
grosso e pesado balançava entre as pernas — ainda mole, mas impressionante.
"Esse é o meu marido, Tom."
Tom sorriu, genuinamente amigável.
"Prazer em conhecê-los! É bom finalmente ver rostos novos na ilha!"
Brandi respirou fundo. Os olhos dela desceram sozinhos e se fixaram
no membro enorme de Tom, ainda flácido, mas impressionante demais.
"Sim… p… prazer."
[Meu Deus… que tamanho… e nem está duro ainda…]
Gina observou tudo com naturalidade, claramente sabendo o que se passava.
"Pode tocar, se quiser", ofereceu ela, ainda de forma natural. "Tom não se importa. Ninguém se importa aqui."
Brandi hesitou por um segundo. Lentamente, Brandi estendeu a mão. Tom não se moveu — apenas deixou. Seus dedos tocaram o membro quente e pesado de Tom.
"Já sentiu um assim?", perguntou Gina, curiosa.
"Não… nunca.", respondeu Brandi, apertando levemente.
Gina se aproximou do ouvido dela:
"É impressionante, né? Pesado."
"Sim… muito."
Brandi sentia a buceta pulsar. Não era apenas o pau — era tudo. O calor. A liberdade. A forma como todos agiam ali sem vergonha.
[Que merda eu estou fazendo?]
Tom então a puxou pela cintura. Seus corpos nus se colaram e ele a beijou.
O beijo foi intenso, molhado, profundo. Língua de Tom invadindo a boca de Brandi enquanto o pau pressionava contra a barriga macia dela.
Gina observava com interesse, o braço em volta de Dylan, que mantinha o pau semi-duro, sem desviar os olhos.
"Sua mãe está aproveitando bem a ilha", comentou Gina, sorrindo.
Dylan apenas resmungou, excitado demais pra falar. [Caralho… ela tá gostando mesmo.]
Quando se separaram, Brandi estava sem fôlego.
Gina se aproximou e abraçou a loira por trás.
"Bem-vinda à ilha, Brandi. Você vai se dar bem aqui."
"Eu… sim… isso foi…"
"Bom?", completou Gina, beijando o pescoço de Brandi de forma leve e sensual.
Brandi tremeu. Aquele beijo no pescoço era diferente — mais proposital.
"Venham, vou apresentar meus filhos. Eles estão curiosos pra conhecê-los."