Olá, pessoal! Tudo bem com vocês?
Sou o André, tenho 42 anos, sou moreno, tenho 1,75 m de altura, peso 90 kg, cabelo curto e geralmente estou sem barba. Sou leitor da CDC há muitos anos e a pouco tempo decidi compartilhar um pouco das minhas experiências, espero que gostem!
Hoje darei continuidade ao conto publicado anteriormente
Observo que o conto não foi vivido por mim, mas através da leitura dele minha perspectiva sobre o sexo começou a ser expandida o que me levou a muitas experiências futuras....
Boa leitura a todos!
Ela me olhou nos olhos e respondeu com toda a calma:
— Se você me disser que me ama e que vai continuar ao meu lado, independentemente do que eu contar hoje, eu respondo tudo o que você quiser saber. Não quero me abrir com alguém que esteja apenas curioso.
Naquele instante, respondi sem a menor hesitação:
— Eu te amo. E não quero te perder. Pode me contar tudo.
Zuleica abriu aquele típico sorriso de canto de boca, me encarou com firmeza, mas sem perder a doçura, e perguntou novamente:
— Você tem certeza?
Respirei fundo, firmei a voz, coloquei minha mão sobre a dela, que descansava em minha coxa, e respondi:
— Sim. Eu tenho certeza. Desde o primeiro dia em que nos vimos, me apaixonei por você. E, a cada dia que passamos juntos, esse sentimento só cresce. Quero entender... aliás, preciso entender o que fez você se afastar de mim. Só assim poderei corrigir qualquer erro e ter você para sempre ao meu lado.
Fiz uma breve pausa, apertei delicadamente sua mão e completei:
— Não importa o que seja. Se você me ama e eu amo você, vamos superar isso juntos.
Ao ouvir aquelas palavras, Zuleica voltou a me beijar.
Entre um beijo e outro, fez promessas de amor eterno, dizendo que eu era o homem da vida dela. Foi um momento intenso, cheio de emoção. Eu sabia que uma revelação difícil estava prestes a acontecer, mas, naquele instante, nada mais importava. Ela era a mulher da minha vida, e eu tinha certeza de que nada mudaria esse sentimento.
Quando nossos olhares voltaram a se encontrar, falei com serenidade:
— Pode me contar tudo. Quero conhecer cada parte da sua história. Daqui para a frente, não guarde mais nada de mim. Vamos conversar sempre, e enfrentar qualquer dificuldade juntos.
Ela sorriu, respirou fundo e respondeu:
— Está bem, meu amor. É justo.
Ficou alguns segundos em silêncio, como quem busca palavras leves para algo que não pode ser atenuado. Então, finalmente começou:
— Amor... apesar de ter crescido na igreja, eu nunca fui exatamente uma menina comportada. Desde muito nova, eu já sentia desejos que não tinha coragem de contar para ninguém, porque, no fundo, sabia que aquilo era considerado errado...
Minha primeira experiencia com o prazer foi até inocente, durante o banho eu gostava de passar sabão no corpo todo era legal aquela sensação, sem maldade alguma era o prazer do banho em si, até que um dia ao tirar o sabão que estava na parte intima , decidi usar o chuveirinho, na minha cabeça imaginei que seria mais fácil de limpar, mas , qual não foi a minha surpresa quando a agua morna tocou a minha bucetinha de uma maneira mais forte, uma sensação gostosa me invadiu, foi algo involuntário, porem muito prazeroso Apartir desse momento , busquei novas formas de sentir aquilo, descobri que o meu urso de pelúcia também podia me dar essa sensação, a escova de dente também!
Apesar de nunca ter tido contato com meninos, eu vivia buscando formas de sentir aquilo novamente. Essa descoberta me proporcionou muitos momentos de prazer. Hoje sei que era sexo, mas, na época, eu não fazia ideia. Nunca contei essas coisas para ninguém. Você é o primeiro homem da minha vida com quem estou dividindo essa parte da minha história.
Enquanto ela relatava tudo aquilo, eu sentia um misto de alegria pela confiança que depositava em mim, por estar se abrindo daquela forma. Ao mesmo tempo, era inevitável imaginar tudo o aquilo e não sentir tesão. Eu apenas a ouvia. No máximo, soltava um "hum-hum" ou dizia: "Eu entendo", para que ela não perdesse o fio da narrativa.
Zuleica prosseguiu:
— Tive uma infância normal. Meus pais sempre me deram muito amor. Minha família é grande, mas nunca passamos fome. Sempre fomos muito presentes na igreja, tanto eu quanto minhas irmãs e meus irmãos. Brincávamos, corríamos e brigávamos, como acontece em qualquer família... kkkkk.
Conforme eu crescia, ia buscando novas formas de ter prazer.
Com o tempo, apesar de ouvir na igreja que sexo era pecado, eu simplesmente não conseguia deixar de pensar naquilo. Às vezes, era até sufocante.
Eu ia aos cultos e, apesar de os pastores já serem mais velhos, sempre havia algum irmão que chamava a minha atenção, geralmente os casados.
— Nunca me senti atraída por homens mais jovens. Você foi a exceção. Nunca me imaginei ao lado de alguém da minha idade ou mais novo. Quando nos conhecemos, até estranhei... rsrsrs. Você é muito diferente. Acho que foi justamente por isso que me apaixonei por você.
Naquele momento, confesso que me senti privilegiado. Meu ego foi lá em cima... kkkk. Mas eu sabia que ainda havia muito caroço debaixo daquele angu, então permaneci em silêncio e deixei que ela continuasse.
Ela respirou fundo, como se reunisse coragem para revelar mais um pedaço da sua história, e disse:
— Não quero que você me ache uma pessoa ruim, mas eu olhava, desejava e, muitas vezes, imaginava como aqueles homens seriam na cama!
Muitas vezes eu ia ao banheiro na própria igreja, sentava na tampa da privada, sempre estávamos de vestidos soltinhos mesmo porque não podíamos ficar marcando o corpo e fazer alguém pecar rsrsrs
Eu só levantava o vestido até o ponto de poder alcançar a calcinha que nunca tirava para não ser pega de surpresa ou colocava a mão por dentro ela ou puxava de lado, ai eu fechava os olhos imaginava aquele homem ali me tocando beijando , seu corpo sobre o meu, o suor da sua pele, o peso sobre o meu corpo, me tocava suavemente de início , até que o calor ia subindo e meus dedos aceleravam, ela toda meladinha imaginando ele me usando até meu corpo tremer e gozar enquanto eu tampava a boca com a outra mão pra ninguém ouvir, depois me limpava, me arrumava e estava pronta a voltar para o culto como se nada tivesse acontecido.
Ela falava e suspirava como se estivesse revivendo tudo novamente, eu não a interrompia, não sei se pela cerveja que havia tomado ou pelo clima dentro do carro, ouvir ela falando sobre suas intimidades me deixavam com tesão, jamais pensei que uma mulher falaria sobre essas coisas com seu marido ou namorado, e Zuleica estava ali, comigo falando coisas que eu jamais imaginaria perguntar.
Ela parecia saber bem o que fazia sua mão agora já estava em cima do meu pau e o apertava meio que inconscientemente ou consciente rsrsrs nem sei mais, só sei que conforme ela falava, parecia que eu estava junto com ela vendo tudo em tempo real, cada cena acontecendo e isso me deixava de pau.
Sua mão que antes só repousava sob o meu colo agora apertava meu pau que demostrava estar atento a história narrada por ela! Não me recordo em momento ela o tirou da calça, mas ele já estava na mão dela quando ela me perguntou:
Quer que eu pare amor?
Eu respondi de forma monossilábica quase gemendo que: Não! Continue!
Ela Diz tem certeza, não quero que você se entristeça!
Voltei a dizer continue amor!
Nesse momento ela disse se é o que quer vou contar tudo!
Os vidros estavam embaçados, já era tarde, ruas vazias e ela retomou a narrativa enquanto me palhetava bem devagar, era algo que eu nunca havia vivido e não queria que acabasse nunca!
Zuleica diz: Amor até os 17 eu não tinha experimentado nada com outro homem, mas já sabia como as coisas aconteciam devido as conversas com outras meninas tanto na escola como na própria igreja, foi nessa época que mudou uma família pra perto de casa, um casal, na faixa dos 30 anos ela era uma mulher comum, tinham dois filhos cerca de 6 e 8 anos cada, o marido Daniel era moreno, forte, sorriso que chamava atenção e realmente chamou a minha atenção ,, muita aliás, ele era gostoso que homem!! E suspirou!!!
Nessa hora tive ciúmes pensei em interromper ela , mas , aquela mão no meu pau não me deixava pensar direito.
Ela continuou, ai amor eu gozava muito pensando nele. Daniel era muito gostoso. Sempre me cumprimentava com um sorriso, dizia "oi", "bom dia"... Até que o destino resolveu armar uma situação inesperada para nós, amor.
Em um fim de semana, vi a esposa dele indo com as crianças para o ponto de ônibus. Eu estava voltando da padaria e a ajudei com as bolsas. Ela agradeceu e comentou que estava indo para a casa da mãe, em outra cidade, e que só voltaria na segunda-feira.
Até aí, tudo bem.
Ela seguiu viagem, eu voltei para casa e o dia continuou normalmente. Mais tarde, saí para ir à casa de uma amiga e vi o Daniel parado no portão. Ele me cumprimentou, eu respondi e acabei passando pela mesma calçada onde ele estava.
Ele abriu um sorriso e brincou:
— E aí, só batendo perna à toa?
Achei que era apenas simpatia e respondi que estava indo à casa de uma amiga buscar umas coisas.
Foi então que um pensamento surgiu na minha cabeça.
"Ué... ele vai passar o fim de semana sozinho?"
Na hora, tentei afastar a ideia. Apesar de nunca ter me envolvido com um homem, eu já conhecia aqueles sentimentos, e não vou mentir... ele despertava algo muito forte em mim.
Em vez de seguir meu caminho, olhei para ele e perguntei:
— Nossa... então você vai ficar sozinho o fim de semana inteiro?
Ele me encarou, enquanto eu sentia um frio enorme na barriga, imaginando qual seria a resposta.
Então respondeu:
— Pois é... A Verônica foi para a casa da mãe dela e eu fiquei abandonado aqui, sem ninguém para conversar.
Até aquele momento, eu nem sabia que a esposa dele se chamava Verônica... kkkkk.
Sem pensar muito, retruquei em tom de brincadeira:
— Oxê! E eu não sou ninguém?
Fiz até uma cara de indignada.
Ele caiu na risada.
Logo depois respondeu:
— Você não pode entrar, sentar e conversar comigo... acho que deve ter muita coisa para fazer. Além disso, sua amiga deve estar esperando.
Olhei para ele e disse:
— Posso, sim. Na verdade, eu só ia até a casa dela porque não tinha nada para fazer. Ela nem sabe que estou indo.
Ele sorriu mais uma vez. O sorriso dele era lindo, e eu não conseguia desviar o olhar. No fundo, eu já percebia que aquela conversa estava indo além de uma simples troca de gentilezas.
Foi então que ele perguntou:
— Você está com sede? Tenho uma tubaína bem gelada. Quer um copo?
Respondi, toda sem jeito, que sim.
Ele se virou para entrar na casa. Eu ainda estava na calçada. Como a vila era pequena, certamente alguém poderia me ver ali, conversando com um homem casado na porta da casa dele, e aquilo poderia dar margem a comentários.
Foi então que tomei uma decisão.
Entrei logo atrás dele.
Quando percebeu que eu havia entrado, ele ficou visivelmente surpreso. Acho que a intenção dele era apenas trazer o refrigerante até o portão. Minha atitude pareceu deixá-lo sem reação.
Apesar do frio na barriga, tomei coragem e disse:
— Nossa... como a sua casa é bonita. Parabéns.
Ele respirou fundo, voltou a me olhar de cima a baixo e respondeu:
— Ficou muito mais bonita agora com você aqui.
Abri um sorriso.
Ele elogiou justamente o meu sorriso. Disse que sempre me via passando pela rua e que nunca tinha visto uma menina tão bonita.
Confesso... naquela hora eu já estava me achando.
Daniel caminhou até a geladeira, que era vermelha. Fiquei observando suas costas enquanto ele pegava a bebida. Parecia ainda mais bonito daquele ângulo: ombros largos, cabelo curto, braços fortes... Só de lembrar dessa cena, o tesão já sobe.
Enquanto Zuleica contava tudo aquilo, eu a ouvia em silêncio. Apesar do ciúme e de imaginar para onde aquela história estava caminhando, não quis interrompê-la. Apenas deixei que ela continuasse.
Era estranho ouvir a mulher que eu amava dizer que estava com tesão por outro homem, a mão dela intensificava o carinho no meu pau, sem entender o porque eu disse: fala amor!
Vi o sorriso no seu rosto !
Ela queria aquilo e continuou, ...
Quando ele voltou com o copo na mão, meu olhar acabou descendo para o calção que ele vestia. Eu nunca tinha visto um pau de verdade e, naquele momento, percebi claramente um volume marcado sob o shorts, que deixava evidente que não era pequeno... rsrsrs.
Ele me lançou um olhar cheio de malícia!
Amor, e aquilo despertou em mim uma sensação impossível de esconder. Minha buceta piscava parecia denunciar tudo o que eu estava sentindo. Eu queria viver aquele momento com aquele homem e queria que fosse ali, naquela hora. Não sabia se teria outra oportunidade como aquela.
Quando fui pegar o copo, ele segurou delicadamente a minha mão. Senti o calor da pele dele e um arrepio percorreu meu corpo.
Dei um gole na bebida e fiquei parada, olhando para ele.
Então perguntei:
— Você não vai beber?
Ele sorriu de um jeito provocador e respondeu:
— Só se for da sua boca.
Olhei para ele, entre tímida e ousada, sorri e respondi:
— Então toma, ué...
Ele não pensou duas vezes. Tirou o copo da minha mão colocou sobre a mesa e passou a me beijar!!
Era intenso, forte, profundo, com uma mão me segurava pela cintura com a outra segurava a minha nuca, sua língua invadiu a minha boca, eu já estava fora de mim!
Ele era muito forte amor!
Nem sabia mais o que pensar era só reação, pegava nos seus brações fortes minhas mãos passeavam por aquele corpo proibido, ele já estava sem camisa e eu de vestido como sempre, senti sua pele, percebia minha buceta ensopada.
Sua mão achou a minha calcinha e parece que ela nem estava lá por que em segundos eu já sentia seus dedos ensopados entre meus pelos!
Ele era forte e bruto mais sabia conduzir, ele foi o primeiro a chupar meus peitos amor!
Já estava sem o vestido só de calcinha e sutiã.
Quando ele soltou meu sutiã ainda estávamos em pé, sua boca tocou meios peitos, uma boca a quente, macia, molhada ele apertava um e chupava o outro .... parecia esfomeado,....
Dizia palavras desconexas ... Como você é gostosa... Crentinha safada.... Putinha .... que tesão esses peitinhos, me chamava de biscate de saia!!!
Parecia doido por mim.
O homem gentil e educado que sempre me cumprimentava, deu lugar a um animal cheio de volúpia e tesão, o que mais me choca e que aquilo em vez de me assustar me deixava mais doida!!!
Ele me pôs sobre a mesa, tirou a minha calcinha, fiquei toda exposta, eu nuca tinha ficado daquele jeito na frente de ninguém, nem minha mãe já havia me visto daquele jeito!!!
Foi quando ele se abaixou e eu senti o maior prazer da minha vida amo!
Quando aproximou a sua boca da minha buceta eu estava toda entregue, arrepiada, olhava pro rosto dele cheirando minha buceta e me sentia embriagada, quando ele a toca com a sua língua,
Meu Deus !!!! o que era aquilo minha cabeça foi pra traz, apoie as mãos pra traz pra segurar o corpo, ele puxava minha virilha pra ele e chupava amor.
Parecia querer entrar em mim com a língua, ora chupava ora lambia ora cheirava, ele não parava.
Ele dizia que ela era linda, eu era melada, cheirosa!!!
Parava de chupar e dava pequenos tapas nela!!
Ele dizia você é um tesão!
Sua puta crente, hoje vou apagar o fogo da sua buceta!!!
Eu estava louca ... não sei quanto tempo durou, era a tortura mais gostosa da vida.
Meu corpo começou a tremer e ele percebeu que eu iria gozar, ele dizia relaxa pode gozar sua biscate!
E eu gozei amor!
Segurava sua cabeça queria que a língua entrasse em mim, queria a cabeça dentro, ele todo dentro!
Minhas siriricas nunca foram tão intensas, não se comparavam aquela sensação... eu não sabia se respirava, se chorava, se gemia ou gritava, perdi a noção de tudo, ele não parava de chupar e eu senti um novo tremor .....
Outro orgasmo!!!
meu Deus o que era aquilo!!!!
O que estava acontecendo, ele chupava e chupava e chupava como se estivesse se alimentando do mel mais doce das abelhas.
Eu queria mais, foi quando ele se levantou, veio beijando minha barriga meus seios ate que chegou na minha boca eu respirando forte, ele olhou nos meus olhos!
Como ele era lindo e gostoso amor!
Ele me beijou sua boca estava toda melada do mel da minha buceta.
Me fez lamber o rosto dele eu obedeci, nem precisava mandar, eu estava ligada no prazer só queria mais ....
Enquanto nos beijávamos senti seu pau que mais parecia uma tora dura e grossa encostando na minha buceta, coloquei-a mão nele e apesar de nunca ter segurado um pau e sabia que era muito grande porque a minha mão não fechava.
Ele me xingava o tempo todo amor!
E eu não me ofendia só me dava mais tesão por aquele macho!
Nessa hora tomado por um tesão que eu nunca havia sentido na vida eu interrompi Zuleica e
DISSE: PARA AMOR!
Ela me olhou!
Como quem diz: Você se ofendeu ou tipo está bravo comigo??
Mais nenhuma palavra saiu da sua boca!
Antes que ela falasse eu disse: Para por favor eu vou gozar, assim!
Eu queria ouvir o resto.
Ela sorriu quando entendeu o porque pedi pra parar, em vez de parar ela desceu a boca e começou a me chupar e bater ao mesmo tempo.
Ela dizia: Goza amor! E batia e chupava.
Goza amor! Pode gozar! A seu biscate gosta de porra na boca!
Você vai gozar pra mim amor?
Pra sua mulher que gosta de putaria!
Eu dizia: Vou amor eu vou....
Em poucos instantes eu explodi na boca dela ... era muita porra, ela estava batendo a muito tempo pra mim,,, a porra saiu tudo ao mesmo tempo, eu estava fora de mim... Zuleica mamava segurou a rola dentro da boca e limpou até a última gota.
Quando percebeu que não tinha mais nada pra sair ela subiu rosto em direção ao meu .... Eu já sabia ela iria me beijar ela gostava disso...
Só que ela não sorriu, continuava com a boca fechada ... quando comecei a beijá-la senti a porra escorrer para dentro da minha boca, eu não queria aquilo, e ela percebeu minha repulsa, mais não recuou, meu pau ainda estava duro, ela o segurava com força .. se aproximou do meu ouvido e disse: gostou ne safado de saber que sua mulher é puta?
Fiquei quieto.
Ela repetiu: fala! Gostou não foi?
Eu balancei a cabeça afirmativamente.
Ela disse quero ouvir, fala!
Eu disse: Gostei amor! Nunca gozei tão forte na minha vida!
Ela sorriu disse que me amava que eu era o homem da vida dela!
Mas que tinha muito mais pra contar antes de darmos o próximo passo....
Continua.....
Espero que tenham gostado ate aqui, comentem se estão gostando pfv
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