Adriane estava sozinha em casa naquela noite quando o celular vibrou. A mensagem era de Marcelo.
“Tenho o vídeo inteiro. Ainda bem guardado. Quero ser convidado pra próxima vez que você for se divertir. Quero te foder junto com mais dois.”
Ela leu e releu a mensagem, o coração acelerando. Uma mistura de raiva e medo subiu pela garganta. Digitou rápido:
“Você é um filho da puta. Como ousa me pedir uma coisa dessas?”
A resposta veio em segundos.
“Posso ser. Mas o vídeo continua comigo. Ou você me convida, ou o Silvio e a Lívia veem tudo amanhã de manhã.”
Adriane apertou o celular com força. A raiva queimava, mas ao mesmo tempo uma fisgada quente desceu pela barriga. A ideia de ser usada por Marcelo e mais dois homens ao mesmo tempo a excitou mais do que ela queria admitir. Ficou alguns minutos parada, respirando fundo, antes de responder:
“Você é nojento… mas a ideia não é tão ruim quanto deveria ser.”
Marcelo demorou um pouco para responder.
“Sabia que você ia gostar. Fala a verdade. Ficou molhada só de ler?”
Ela hesitou, depois digitou:
“Sim. Fiquei. Odeio admitir isso.”
A conversa fluía agora, mais solta.
“Me conta o que você sentiu quando os dois te comeram. Quero detalhes.”
Adriane se acomodou no sofá, as pernas cruzadas, e começou a digitar com mais vontade.
“Eu estava com tanta tesão acumulada que quase gozei só de abrir a porta pra eles. Quando o primeiro me enfiou, eu senti falta daquilo. De ser usada de verdade. Os dois ao mesmo tempo foi intenso demais. A buceta esticou, doeu um pouco, mas eu queria mais. Quando gozaram dentro, eu me senti completa de um jeito que o Silvio nunca me fez sentir.”
Marcelo respondeu logo:
“E eu? Você pensou em mim enquanto eles te fodiam?”
Ela demorou um pouco. Depois escreveu a verdade:
“Pensei. Mais de uma vez. Na verdade… eu me sinto atraída por você há anos. Desde antes de você casar com a Lívia. Nunca falei nada. Achava que era só uma fantasia proibida. Mas depois daquele dia, ficou pior.”
Do outro lado, Marcelo demorou quase um minuto para responder.
“Então a gente vai resolver isso. Quero te foder. Só eu e você primeiro. Sem os outros. Quero sentir essa buceta só no meu pau.”
Adriane sentiu o corpo esquentar de novo.
“Quando?”
“Amanhã. Silvio ainda vai estar fora, certo? Eu passo aí no fim da tarde. Você vai estar só de robe. Sem calcinha. E vai me receber de joelhos, igual da última vez.”
Ela respondeu sem pensar demais:
“Está bem. Mas depois a gente combina a foda com você e mais dois. Eu quero os três ao mesmo tempo.”
Marcelo mandou a última mensagem da noite:
“Combinado. Amanhã você é só minha. Depois a gente te come junto com mais dois. Agora dorme, puta. Vai precisar de energia.”
Adriane deixou o celular de lado, ainda com o coração batendo forte. A raiva não tinha sumido por completo, mas a excitação era maior. Ela já sabia que no dia seguinte abriria a porta para o cunhado e deixaria ele fazer o que quisesse.
No dia seguinte, Adriane passou a tarde inteira inquieta. Tomou banho duas vezes, passou creme no corpo, escolheu o robe mais curto que tinha e ficou esperando. Sem calcinha, exatamente como ele tinha pedido.
Quando a campainha tocou, ela já estava molhada.
Abriu a porta. Marcelo entrou sem dizer uma palavra, trancou atrás de si e a empurrou contra a parede. O beijo foi bruto, possessivo. As mãos dele desceram direto para a bunda redondinha, apertando forte enquanto a língua invadia a boca dela.
— Ajoelha — ordenou, afastando o rosto só o suficiente para falar.
Adriane obedeceu. O robe se abriu sozinho quando ela desceu. Os seios pequenos ficaram à mostra, os mamilos já duros. Marcelo abriu a calça e tirou o pau grosso, já semi-duro. Ela não precisou de ordem nenhuma. Segurou com as duas mãos e engoliu até onde conseguiu, chupando com fome, fazendo o barulho molhado que ele gostava.
— Porra, cunhado… que pau grosso… quero engolir inteiro — gemeu ela com a boca cheia, a voz abafada. — Me usa a boca… fode minha garganta… me faz engasgar no seu caralho…
Marcelo segurou o cabelo dela e fodeu a boca com estocadas profundas, sem pressa. Baba escorria pelo queixo de Adriane e pingava nos seios. Ela olhava para cima o tempo todo, os olhos marejados, aceitando cada centímetro.
— Isso… mais fundo… enfia tudo… quero sentir suas bolas batendo no meu queixo — pediu ela entre engasgos, puxando o pau para fora só o suficiente para falar antes de engolir de novo. — Me trata como puta… cuspe na minha cara se quiser… só não para de meter na minha boca…
Depois de alguns minutos ele a puxou para cima, tirou o robe de uma vez e a carregou até o sofá. Deitou ela de costas, abriu as coxas definidas e ficou olhando a buceta. Os lábios volumosos estavam inchados e brilhantes de excitação.
— Essa buceta é minha hoje — murmurou.
— Então toma ela… enfia esse pau grosso de uma vez… me arrebenta — implorou Adriane, abrindo ainda mais as pernas e puxando os próprios lábios volumosos com os dedos para mostrar a entrada molhada. — Quero sentir você me abrindo… me fode sem dó…
Enfiou o pau de uma vez só, até o fundo. Adriane arqueou as costas e soltou um gemido alto. Ele era mais grosso do que os dois do outro dia juntos em alguns momentos. Marcelo começou a meter com força, segurando as coxas dela abertas, olhando o pau sumir e aparecer entre os lábios grossos.
— Mais forte… porra… me fode… mete até o fundo… quero sentir suas bolas batendo na minha bunda — pediu ela, a voz rouca, as unhas cravando nas costas dele. — Me come como se eu fosse sua puta particular… goza dentro se quiser… enche essa buceta…
Ele obedeceu. As estocadas ficaram mais profundas e rápidas. O sofá rangeu. Os seios pequenos balançavam a cada embalo. Adriane gozou primeiro, a buceta contraindo forte ao redor do pau dele, escorrendo ainda mais.
— Porra… tô gozando… não para… continua me fodendo enquanto eu gozo… assim… isso… — gritou ela, o corpo inteiro tremendo.
Marcelo não parou. Virou ela de quatro no sofá, segurou a cintura e voltou a enfiar. A bunda redondinha batia contra a pélvis dele a cada estocada. Ele deu alguns tapas fortes, deixando a pele vermelha, e continuou metendo sem piedade.
— Fala que gosta do pau do cunhado — exigiu.
— Gosto… adoro o pau do cunhado… me come inteira… me dá tapa na bunda… me xinga… me usa — respondeu ela entre gemidos, rebolando para trás para encontrar as estocadas. — Mete mais fundo… quero sentir você no meu útero… me fode até eu não aguentar mais…
Ele a puxou pelo cabelo, obrigando-a a arquear mais as costas, e acelerou. O barulho de pele contra pele enchia a sala. Adriane gozou de novo, as pernas tremendo.
— Outra… tô gozando de novo… porra… o seu pau é viciante… não tira… continua — implorou ela, a voz falhando.
Marcelo tirou o pau, virou ela de frente outra vez e a fez montar nele. Adriane encaixou o pau grosso na buceta e começou a rebolar, subindo e descendo com vontade. Ele segurou os seios pequenos, apertando os mamilos enquanto ela cavalgava.
— Mais rápido — ordenou.
— Assim? Quer que eu rebole mais forte? Quer que eu senta até o fundo e esfregue minha buceta nas suas bolas? — perguntou ela, a voz safada, aumentando o ritmo. — Me fala o que quer… eu faço qualquer coisa… só não para de me foder…
Ela obedeceu, rebolando com força, a bunda batendo nas coxas dele. Marcelo segurou a cintura e começou a empurrar para cima ao mesmo tempo, fodendo-a por baixo. O ritmo ficou violento. Adriane gritou quando gozou pela terceira vez, o corpo inteiro tremendo.
— Porra… mais uma… tô gozando de novo no seu pau… enche… goza dentro de mim… quero sentir sua porra escorrendo depois… me marca… — pediu ela, quase chorando de prazer, segurando o rosto dele com as duas mãos.
Só então Marcelo a segurou firme e gozou fundo, jorrando dentro dela em jatos quentes e grossos. Adriane sentiu cada pulsação, a buceta se enchendo. Quando ele parou, o gozo já começava a escorrer pelos lábios volumosos e descer pelas coxas definidas.
Os dois ficaram ofegantes por um momento. Marcelo ainda dentro dela, as mãos apertando a bunda redondinha.
— Ainda não terminei com você — disse ele, a voz baixa. — A noite é longa. E amanhã a gente conversa sobre a foda comigo e mais dois.
Adriane, ainda sentada no pau dele, com o gozo escorrendo, apenas assentiu, sorrindo de forma safada.
— Pode me foder quantas vezes quiser essa noite… eu aguento… e depois você vai me comer junto com mais dois… vai ser ainda melhor — murmurou ela, beijando o pescoço dele. — Agora me fode de novo… quero mais do seu pau.