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O Único que Ficou de Fora (2°TEMPORADA) - Segundo Capítulo: O Mangue de Pandora

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Um conto erótico de Astrogildo Kabeça
Categoria: Grupal
Contém 2010 palavras
Data: 26/07/2026 09:06:59

A escuna já navegava havia pouco mais de uma hora. O mar permanecia relativamente calmo, e a conversa fluía entre pequenos grupos espalhados pela embarcação.Começaram a rolar fotos,o som estava baixo, havia um balcão com frutas e sucos. Ninguém consumia álcool ainda.

Jemerson apontava para alguns trechos da costa, conversando com Íris.

- Se esse roteiro funcionar, penso em fazer uma parada naquela enseada. Parece um bom lugar para banho quando o mar estiver calmo.Também acho interessante verificar se há um ponto seguro para desembarque.

Íris olhava um mapa e Diego verificava se as bebidas estavam bem geladas.Enquanto isso, Jamile e Scheila conversavam na proa.

Scheila:Confesso que imaginei um ambiente muito mais barulhento. Está tudo bem tranquilo,ainda bem.

Jamile:.Eu também. Achei que me sentiria completamente deslocada.Mas todos estão bem comportados. Bom,ainda é o começo da viagem,né?Mas não me parece que a coisa vai complicar, rs...

Scheila: Não, parece que vai haver algum respeito,rs...

Mais atrás, Bianca conversava com Tony.

- Então você conhece o Genildo há muito tempo?

- Desde que me entendo como gente. Crescemos aprontando juntos.

- Coitado…foi perder esse passeio justamente quando ele tentou juntar tantas pessoas.

- Ele deve estar sentido,conheço ele. Não dá nem pra cair na gandaia aqui,não parece ter clima pra isso. E sem ele aqui…sei lá…parece que todos ficam mais isolados.

- Já pensou acabar rolando a maior festança e ele não estar?ahahahahaha,sacanagem

- Não é isso que está indicando ao nosso redor.

- Não mesmo, ahahahaha… só tô zoando

Breno,Cauê,Naiara e Beatriz conversavam. Foi Jemerson quem chamou atenção de Íris.

- Olha ali...Aquelas nuvens… não tinha visto...

Lá longe, uma faixa escura começava a cobrir o azul do céu.Diego também percebeu.

- Estranho...A previsão indicava tempo firme o dia inteiro.

O vento começou a soprar um pouco mais forte..

Naiara: Nossa, está esfriando… de repente.

Uma ventania ainda maior quase leva o chapelão de Scheila.Em menos de meia hora, o cenário havia mudado completamente.As nuvens cinzentas avançavam depressa, engolindo o céu anteriormente azul celeste.O mar, antes tranquilo, passou a apresentar pequenas ondulações.Então veio o primeiro trovão.Um ronco longo e profundo.

Breno: Caralho,velho,que porra é essa?Vai chover?Do nada??

Outro trovão.Dessa vez mais próximo.Já não havia azul no céu. Era um cinza escuro,tenebroso

Jemserson: Pessoal,peço que permaneçam sentados e calmos. E pensou “isso não é nada bom…”

Ninguém discutiu,pois já havia uma certa tensão no ar. Foi então que os primeiros pingos caíram, grossos,inesperados

Jamile: Minha nossa, vai chover muito.Meu Deus,como nublou rápido, tá tudo fechado!

Foi como se um enorme reservatório tivesse sido despejado sobre a embarcação.A água castigava o convés.A visibilidade diminuiu drasticamente.Relâmpagos passaram a acontecer. Trovões brabos

BRUMMMMMMMMMMMMM...

Clarões violentos rasgavam o céu escuro.Os estrondos pareciam saídos dentro da própria escuna.Bianca levou as mãos aos ouvidos,assustada.Tony a abraçou

- Fica aqui comigo, tenta não ficar muito nervosa.

Beatriz fechava os olhos; Naiara respirava depressa,Jamile a abraçou quase por instinto; Scheila mantinha o olhar fixo na água revolta.Diego tinha dificuldades de cobrir a escuna,a lona era pesada. Cauê e Breno o ajudavam.

As ondas começaram a levantar a embarcação.A cada balanço, todos precisavam se segurar com força.Jemerson mantinha as duas mãos firmes no leme.Seu rosto demonstrava concentração absoluta.

Jemerson:Segurem firme!

A escuna subiu uma onda maior e desceu com força,um novo relâmpago iluminou tudo ao redor.Por um instante, o céu pareceu branco.O trovão veio imediatamente depois.Ensurdecedor! Inacreditavelmente,o dia,que parecia um paraíso,virava um verdadeiro inferno temporal.

O medo agora era visível.Ninguém tentava esconder.A gritaria ecoava junto com o barulho da água violenta no casco da pequena embarcação.Por sorte, a escuna se aproximou de um manguezal. Jemerson observou rapidamente o entorno.Havia uma área protegida por vegetação, a sorte de todos.

Movimentou lentamente a embarcação.O manguezal oferecia alguma proteção contra as ondas mais fortes.A escuna entrou devagar pelo canal estreito. Enquanto isso, uma raio estourava na água há algumas centenas de metros. Com a escuna na área do manguezal, o balanço diminuiu um pouco.Ainda assim, a tempestade continuava intensa, a chuva escorria pelas roupas de todos. As rezas se intensificaram.

Com a chuva açoitando, todos tenderam a se abraçarem,ficarem juntos e unidos.Os tecidos encharcados começaram a pesar sobre o corpo.Alguns já estavam com pouca roupa, mas quando começou a ventania, vestiram as camisetas, algumas longas e abotoadas.Mas à medida que iam molhando, iam ficando pesadas e pinicando o corpo. Com lapsos de raciocínio, agoniados, e estressados ao máximo, tiraram as vestes, para aliviar a pressão sobre o corpo e não incomodar os demais. As peças iam sendo retiradas e,assim,todos foram ficando desnudos...Sem que ninguém precisasse combinar, o grupo permaneceu unido.

Os onze ocupantes se aproximaram no centro da embarcação, procurando transmitir uns aos outros uma sensação de segurança.Alguns mantinham os olhos fechados.

Outros observavam em silêncio os relâmpagos que continuavam iluminando o manguezal.Os choros e gemidos eram a sinfonia ali.

Nesse ínterim,as mãos começaram a passear pelos corpos.Era uma tentativa de acalmar os que tremiam,de medo e de frio,braços envolviam ombros.As respirações foram ficando aceleradas. Não havia espaço para maiores consciências. Parecia que ninguém estava ligando que todo mundo ali tava totalmente pelado. Muitos de olhos fechados e absolutamente grudados uns nos outros,nem viam isso,na verdade.Ninguém parecia preocupado com pudores naquele momento.

O único pensamento comum era esperar que a tempestade passasse. O vento continuava assoviando entre as árvores do mangue, enquanto a chuva castigava sem trégua a lona e as folhas das pequenas árvores.Todos ali, de maneira torpe,compreenderam o quanto a força da natureza podia transformar, em poucos minutos, um passeio tranquilo em uma verdadeira luta para manter a calma.

Aí que a coisa começou a ficar esquisita.Aquelas mãos que passeavam pelos corpos,afim de transmitir alívio,começavam a atiçar prazeres…buscando reduzir a sensação de terror das mentes,os toques viraram carícias,e de repente,o grupo foi tomado por sensações satisfatórias.Tudo aquilo acabou gerando conforto e estava tudo evoluindo tão positivamente que começaram beijos curtos nos corpos uns dos outros. Os relâmpagos já começavam a cessar,os trovões ficaram esparsos,mas dentro daquele barco,se iniciava outro turbilhão.

Já entretidos naquele enlaço,o sentimento era de contentamento,emoções despertadas.Os beijos ficaram mais ousados,as mãos procuravam zonas erógenas,todos envolvidos na mesma vibração. As bocas se encontraram. Uma sucessão de gemidos,sussurros,e línguas se enrolando passou a fazer parte daquele enrosco.Dai pra frente,o prazer tomou conta.Já tava todo mundo inebriado de desejo.

Naiara já estava no maior chupão com Breno,beijo lascivo,quente;Diego já mamava os peitos de Beatriz;Bianca avançou sobre Jemerson,mordendo o pescoço e descendo pro tórax,abdômen,até encontrar o pau do condutor que já estava em ponto de bala. Ela abocanhou e começou uma mamada sedenta,segurando aquela pica grandinha,cerca de 18 cm,lambendo aquele músculo,sugando e caindo de boca,sua lingua serpenteando aquele falo; Cauê arreganhou Iris e caiu de boca naquela buça carnuda, ela arrepiava ante as investidas daquela língua sedenta, que invadia sua gruta e raspava seu grelo durinho;Tony agarrava Scheila,que se contorcia com os avanços do jovem, enquanto Jamile abraçava ele,chupava seu pescoço por trás,enquanto ele virava a cabeça pra beija-la,Scheila também o beijando,por vezes as linguas dos três dançando e sibilando no ar.

Naiara já mamava o pau de Breno,faminta,tentando engolir inteiro; Diego metia em Beatriz,seu enorme cacete arrombando aquela cabo verde,que gemia alucinadamente;Bianca estava montada em Jemerson,cavalgando com força seu cacete,Jemerson apertando seus peitos médios; Cauê bombava Íris,segurava suas pernas,que estavam apoiadas no pescoço dele, os quadris bombeando impiedosamente aquela ex-pagodeira; O pau de Tony disputado por Scheila e Jamile,as duas coroas lambendo e apreciando aquele pau grande, disputavam com fervura. A orgia estava apenas começando. A chuva já havia parado.O tempo havia virado dentro da escuna.

Íris já estava cavalgando Cauê de costas,enquanto Jamile estava agachada tentando lamber o pau dele que entrava e saia da dançarina; enquanto estava agachada, Breno veio por trás e passou a comer sua buça. A coroa passou a gemer,Breno metia, ela lambia a xota de Íris e o pau de Cauê,tudo na maior intensidade;Sheila se apoiou na lona e ficou em pé oferecendo sua buça pra Breno,que fodia Jamile e lambia a xerecona da professora; próximo deles,Diego estava deitado socando Bianca de ladinho,essa tendo espasmos ao receber aquele tarugo gigante; Naiara subia e descia com fúria no pau de Tony,amigo do seu namorado,seios sacolejando,ele segurando os quadris dela,ajudando a mesma a acelerar a montada; Jemerson era chupado por Beatriz,mas a cabo verde se deitou e condutor montou em cima pra meter bala,pesando o corpo sobre o dela e fazendo-a gemer alto.

As trocas rolavam,os corpos escorregadios,pareciam nadar entre os outros para procurar novos parceiros. Jamile estava quase deitada no corpo de Diego, sua bucetona cabeluda fazendo esforço pra engolir aquele colosso negro; Scheila de quatro,recebia Jemerson,que bombava com velocidade aquela buceta asiática; Bianca e Naiara mamavam juntas o pau de Cauê,enquanto Íris rebolava na boca dele; Beatriz fodia com Tony, sentando nele,enquanto as bocas se engoliam; Breno passou a comer Bianca,enquanto ela continuava a chupança junto com Naiara.Uma putaria só.

Os minutos rolavam e a foda crescia.Montadas precisas,socadas violentas,chupadas que pareciam uma tentativa de fusão corporal.Em dado momento,os onze conseguiram algo quase impossível: Breno metia em Íris,que estava mamando Tony,que chupava Scheila,que mamava Jemerson junto com Naiara,que estava de ladinho recebendo a pica de Cauê,que estava chupando a buça de Bianca,que se curvava pra beijar Jemerson,enquanto Diego metia nela e Beatriz rebolava a buça nele enquanto estava sentada na lona, agarrada com Jamile, que dava os peitões pra cabo verde mamar Nessa hora,muitos gemidos,gritos,gozos altos,uma gemedeira que não tinha mais fim!E outros enlaços desses ocorriam. E os minutos passavam. Já estavam a 40 minutos,50,1 hora! Já durava 1 hora tudo aquilo. Jemerson metendo em Naiara que estava deitada de costas em cima das costas de Diego,que metia em Íris,e apoiada nas costas dele,Scheila de quatro,que recebia Tony e em cima das costas dela,Bianca,que era chupada por Tony,e segurando nas pernas de Tony,Jamile,que estava de quatro sendo bombada por Breno, ao lado deles,Beatriz que se esfregava nas costas de Breno enquanto recebia pica de Cauê.Uma balbúrdia!. E tome gemidos e sons de corpos se chocando!

Após uma hora e quinze minutos, não aguentaram. Começaram a fraquejar, as pernas já estavam bambas e um a um,os homens ejacularam fartamente. Diego explodiu nos peitaços de Jamile, e essa recebeu uma senhora esporrada de Jemerson,que na verdade estava gozando na cara de Bianca, mas os rostos das duas estavam muito próximos; Scheila também recebeu dois fortes jatos na cara,um pegou bem no olho,dado por Cauê; Beatriz e Naiara receberam leitinho de Tony,e ao lado delas,Breno descarregava nos peitos de Íris,encerrando aquela fodaça inesperada. Com respirações pesadas,muitos ofegando ruidosamente,passaram a deitar uns em cima dos outros,tal foi a entrega, todos exauridos,ninguem aguentava nem mexer um dedinho. E assim,adormeceram,absurdamente exaustos,os onze amontoados,molhados de suor,água de chuva,e porra. No céu,as nuvens já tinham rasgos que mostravam partes do céu e o sol teimava em dar as caras.

Não demorou muito,e podia se ouvir roncos.Aquela turma merecia um longo descanso. O mito de Pandora parecia ter se instalado ali. Era a origem de consequências imprevisíveis.

(continua...)

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Comentários

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Pensei q ia ter mais interação entre as fodas da Naiara e Jamile, podia ser mais longo e melhor detalhado.

Vai parar aí ou terá uma segunda rodada no próximo conto?

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Poxa vida! Que fudelança!

Me perdi totalmente em quem estava com quem!

Tadinho do Genildo e sorte da Jamile hein!

Excelente Astrogildo!

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