Minhas férias já estavam na reta final e eu já estava mais que acostumado com a rotina temporária. Toda manhã, chupava o meu primo Denis e ordenhava seu belo pau, que já amanhecia duro. Ele sempre ejaculava quantidades fartas, então eu engolia tudo e já ficava de estômago forrado para o café. Após o café da manhã, ajudávamos algum dos meus tios com a lida da fazenda. Ora era tio Dener, ora tio Dante. Algumas vezes, também íamos até a oficina de tio Diogo oferecer ajuda, apesar de já ter o Joel com ele lá. Quando não nos ocupávamos assim, aproveitávamos para brincar com os meninos. Videogame, queimada e até mesmo futebol. Depois das últimas semanas, comecei a tomar gosto pelo jogo, que sempre terminava em algum tipo de foda. Eu já ficava na expectativa de degustar as picas dos meus primos e havia me descoberto um exímio boquinha de veludo. Eles faziam fila para serem chupados por mim, pois diziam que meu boquete era macio e molhado. Nesses momentos, também havia uma leve disputa, uma vez que algum deles sempre retrucava dizendo que nada se comparava à sensação de foder meu cu.
Em uma dessas, enquanto jogávamos videogame no quarto do meu primo Toninho, eu tive uma ideia e achei que meus primos iriam gostar.
— Ei, eu tive uma ideia! — Todos eles me olharam atentos. Então continuei:
— Que tal se a gente fizesse uma competição de quem tem a porra mais saborosa?
— Isso significa que... — Denis começou.
— Que a gente vai beber a porra um do outro?! — Samuca o interrompeu.
— Parece nojento, Theo! — Disse Toninho.
— Eu não acho apetitoso não! — Disse Joel.
— Calma, deixa eu explicar primeiro — falei.
— Então explica — terminou Denis. Fui à cozinha rapidamente e trouxe cinco copinhos de vidro que estavam no armário da minha tia. Provavelmente, eles eram usados pelo tio Dener para tomar pinga, pois mediam uma dose certinha e nossos tios tinham o costume de beber algumas vezes ao mês. Voltei ao quarto segurando-os com os dedos e entreguei um a cada um dos meninos, restando somente o meu.
— Cada um de nós vai encher um copinho desses de porra — falei levantando o meu.
— Rum, e depois? — Denis perguntou.
— Depois, quem quiser vai experimentar e dizer o que achou — concluí.
— Ah... — Disse Toninho — Então eu não vou querer não — encerrou.
— Eu também não! — Disse Denis.
— Pois eu vou — disse Joel.
— Vai?! — Perguntou Samuca.
— Vou, ué! Que é que tem demais? Eu já provei o gosto da minha porra mesmo! — Respondeu ele.
— Então se você já sabe como é, pra que participar? — Denis quis saber.
— Pela diversão e porque quero saber o sabor da de vocês, hahaha! — Finalizou Joel com uma risada. Então começamos. Joel estava de pé e continuou quando colocou o pau para fora da bermuda. Antes que ele mandasse, comecei a chupar. Todos os outros Antes que ele mandasse, comecei a chupar. Todos os outros lançaram mão de suas picas lindas e joviais para se estimular vendo a cena do boquete. Samuca e Toninho sentados e Denis de pé, pondo-se ao lado de Joel. Comecei a mamar Denis. Alguns segundos depois, fui para o membro de Samuca e, por último, foi a vez de Toninho com sua tora grossa. Enquanto eu ia chupando um, os outros iam punhetando. Denis e Joel faziam mão amiga no pau um do outro, até que Samuca começou a mamar o irmão.
Em instantes, Denis anuncia:
— Tô gozando, aaaahhhh... — E jorrou seu sêmen branquinho e espesso no copo que eu lhe dera anteriormente. Interrompi a mamada em Toninho para chupar seu pau e deixá-lo completamente limpo. Em meio aos gemidos de Denis, ainda inebriado pela gozada e com minha língua circulando sua glande, foi a vez de Toninho ejacular aos urros. Uma, duas, três, quatro, cinco, seis, sete. Sete jatadas de gozo saíram da pequena abertura no tipo da cabeça rosa da pica de Toninho. Todas direto para o copinho que segurava em suas mãos.
— Ai, caralho, ooohhh... — Samuca tirou o membro da boca de seu irmão e despejou doze jatos de esperma semitransparente dentro do pequeno copo, que tremia em suas mãos. Vendo aquilo, Joel também gozou no seu recipiente, soltando sêmen cinco vezes. Todos estavam suados naquele quarto. O cheiro dos corpos masculinos, das virilhas exalando hormônios e do esperma já nos copos aumentava cada vez mais. Eu chupava incansavelmente os membros dos meus primos para degustar aquele líquido dos deuses, quando, de joelhos e batendo punheta, gozei no meu copo.
— Pronto. Agora que todo mundo gozou, bora começar a degustação — disse eu animado.
— Ih, não sei não, hein Theo. Será que esse negócio presta mesmo? — Perguntou Toninho.
— Claro que presta! — Respondi. — O segredo é não demorar com ele na boca e já engolir logo. E se lembrem de não tomar tudo. Deixem um pouco pro outro. — Completei. — Quem começa?
— Você, ué! — Disse Samuca.
— Não, eu vou ficar por último. — Falei.
— E por quê? — Toninho quis saber.
— Porque quero ver a reação de vocês primeiro. — Retruquei.
— Me dá logo isso aqui! — Disse Denis tomando o copinho cheio do gozo de Samuca. Ele então aproximou-o da boca franzindo o cenho e foi virando lentamente. O líquido viscoso não demorou a tocar seus lábios. Quando o copo retomou a posição, se podia ver que estava faltando uma quantidade. Denis demorou alguns segundos até se manifestar deixando todos na expectativa.
— Hm... — Ele gemeu — O sabor não é tão ruim quanto o cheio. — Disse ele. — É adocicado, arde um pouquinho na língua e deixa a garganta com um travor. — Concluiu pigarreando.
— E então, aprovado? — Perguntou Samuca.
— Aprovado! — Finalizou ele. Em seguida, passou para o copo do Toninho e repetiu o processo.
— Esse é mais adocicado ainda. — Disse Denis. — O sabor é mais doce e menos ardido, eu achei mais gostoso. — E todos vibraram.
— E aí, vai querer tomar direto da fonte? — Perguntou Toninho pegando no pau e rindo.
— Vou querer testar. — Denis respondeu e todos riram juntos.
— Agora o do Joel. — Disse eu passando o recipiente para meu primo. Ele tomou um pequeno gole e fez uma careta de olhos fechados.
— Nossa, Joel, tu tá precisando comer abacaxi! — Todos caíram na risada.
— Vai se foder Denis! — Joel respondeu.
— A gala do Joel é amarga e travosa — E tossiu provocando mais risos.
— Tá, tá — falei. — Mas e aí? Aprovada? — Denis fez um sinal de joia com a mão.
— Agora a última. — Ele falou pegando meu copinho.
— A última? E a sua? — Joel quis saber.
— Ah, a minha eu já tô acostumado a tomar quase toda vez que bato uma. — Respondeu ele. Então tomou um gole do meu copinho e ficou alguns segundos em silêncio.
— Porra, Denis, fala logo! — Disse Toninho.
— Aprovado! — Falou ele por fim.
— Como assim? — Quisemos saber.
— Bom, o gozo do Theo é bem levinho. Doce, mas um doce fraquinho e muito saboroso. Só não gosto muito do cheiro mesmo, que é igual aos outros.
Então, todos provaram uns dos outros e deram suas opiniões. Toninho e Samuca não gostaram muito, mas disseram que não viam problema em manter a prática. Já Denis disse que curtiu e eu nem precisei falar nada. O fato de eu sempre limpar o pau deles com a boca já era explicativo. Então Joel surpreendeu dizendo que gostava daquilo e que tinha o costume de tomar o próprio gozo todas as vezes que batia uma, igual ao Denis. Mas que também tinha curiosidade de saber o sabor do esperma dos primos.
— E o do tio Dener, hein? — Perguntou o Toninho subitamente. — Deve ser dois litros cada gozada dele. — Nesse momento eu fiquei um pouco perdido em meus pensamentos, pois já provara o sabor e a sensação de receber uma gozada do meu tio.
— Ei, cara, tu tá falando do meu pai! Para com isso! — Respondeu Denis.
— Calma, Denis, a gente só tá falando nossas curiosidades. — Disse Joel, tentando amenizar a conversa.
— É, vai dizer que tu nunca pensou nisso? — Toninho indagou.
— Ué, já, mas...
— Mas o que? Conta. — Disse Samuca.
— Mas acho que nunca me imaginei bebendo a porra do meu pai, né Samuca! — Disse Denis por fim.
— Ué, e por que não? Ele é macho igual à gente. Deve ter até umas brincadeiras safadas como a gente tem. — Disse Joel.
— Quer dizer que tu nunca viu teu pai nu, Denis? — Toninho quis saber.
— Claro que já, Toninho. — Respondeu. — E acho que foi por isso que ele parou de tomar banho comigo.
— Como assim? — Perguntou ele.
— Porque um dia eu não consegui parar de encarar o pau dele no banho. E nesse dia ele acabou ficando duro, o que chamou mais ainda minha atenção. — Explicou Denis.
— Eita, e é grande assim? — Samuca perguntou.
— É assim, ó. — Disse meu primo demonstrando o tamanho com as mãos.
— Eita porra! Então é do tamanho do pau do papai. — Disse Samuca.
— E do tamanho do pau do meu pai também. — Completou Toninho.
— São irmãos, né? Tinha que ser pelo menos parecido em tamanho com os outros. — Falei.
— Então o do tio Dimas também é, Theo? — Denis perguntou.
— É sim. E ele parou de me tomar banho comigo pelo mesmo motivo. — Respondi.
— Foi? — Meus primos perguntaram.
— Só que... Eu fiz mais do que só olhar. — Completei.
— Eita! — Soltou Toninho — Como assim?
— Depois que vi meu pai de pau duro comigo no banho. Esperei ele dormir, tirei pela perna do short e chupei.
— Caralho, Theo, tu chupou o teu próprio pai?! — Meus primos perguntaram incrédulos.
— Chupei. Pelo menos até ele acordar assustado, o que me assustou também.
— E depois? — Denis quis saber.
— Ué, depois eu saí correndo pro meu quarto, né?
— E isso aconteceu aonde? — Perguntou Joel.
— Ele pegou no sono no sofá da sala enquanto via o jornal da meia-noite.
— Ah... — Todos disseram.
— Depois disso, meu pai nunca tocou no assunto. Mas...
— Mas o quê? — Samuca perguntou.
— Sei lá, acho que foi impressão minha, mas notei ele me dando umas olhadas estranhas.
— Hahaha. — Gargalhou Samuca — Ele deve ter é gostado, isso sim!
— Tá doido, Samuca, é o pai dele! — Disse Joel.
— E daí? — Perguntou Samuca — Boca é boca, pô. E além do mais, é melhor o pai dele do que um estranho. Tu não acha não, Denis?
— Melhor o pai dele o quê, Samuca? — Denis perguntou.
— Pra estourar o cuzinho dele na pica, ué. — Completou.
— Mas isso teria que ser um segredo só entre eles. Entre pai e filho. — Disse Joel.
— Quê isso, Joel?! — Disse Denis.
— Ah, Denis, vai dizer que se teu pai te pedisse pra mamar o pauzão dele, tu ia negar?! — Perguntou Toninho.
— É como dizem, uma mamada e um copo d’água não se nega a ninguém! — Respondeu Denis deixando todo mundo surpreso.
— Ah, parem, vocês sabem que nossos pais são homens grandes, altos, bacanas e que toda mulher acha eles gostosos! Que mal teria a gente ajudar eles a se aliviarem quando precisar? — Disse Samuca. — Eu mesmo, se papai chamasse, mamaria ele com gosto!
— Eu também — disse Joel. — Pai é sagrado, a gente tem que obedecer sempre.
— Além disso, acho que isso só fortaleceria o vínculo da gente com eles — completou Toninho.
— Então pra vocês tudo bem fazer sexo com os pais de vocês? — Perguntou Denis.
— Pra nós, sim. — Responderam Joel e Samuca.
— Pra mim também — disse Toninho.
— Então vamos fazer um pacto — disse Denis. — Caso aconteça qualquer coisa dessas, a gente vai contar uns pros outros, certo? Mesmo sendo um segredo nosso com os nossos pais, a gente conta. — E todos concordaram.
