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A Pequena Ruiva, Minha Puta Particular

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Um conto erótico de Marcos
Categoria: Heterossexual
Contém 699 palavras
Data: 01/07/2026 05:22:00

Eu sei que minha esposa detesta ser acordada, mas eu vou no seu ponto fraco, e deixei sua madrugada magnífica, em que ela gozou na minha cara enquanto eu a chupava, adoro ver minha gatinha se contorcendo e gemendo baixinho, pedindo para não parar pq ela vai gozar e a minha língua no seu clitóris, e depois vem a recompensa, comi seu cuzinho com vontade, o dia começaria trazendo a realidade, o destino foi cruel: greve de ônibus. A população sempre paga o pato.

O plantão foi um mega agitado, como sempre. Mesmo com a lembrança do prazer de horas antes pulsando na memória, o estresse bateu forte. Para completar o pesadelo, a paralisação continuava e o retorno para casa foi uma guerra: quase três horas num transporte público lotado, sem um pingo de conforto, seguido por uma caminhada depois que desci do metro até em casa bem exaustiva. Chegar em casa com um sorriso era impossível, mas ela estava lá me esperando, com aquele beijo que traz a paz que o mundo me tira.

Saí do banheiro após uma ducha gelada, o primeiro alívio. Ela me recebeu com uma taça de vinho nas mãos. A safada estava nua, perfumada, os cabelos presos e uma maquiagem carregada que a deixava ainda mais periguete, eu olhei aquilo tudo embasbacado, uma linda ruiva de seios siliconados, altura de 1,47 cm, bunda media empinada , bucetinha depiladinha, e a safada colocou inclusive um salto alto, ela parecia uma verdadeira puta de rua, adoro isso. Meu pau deu sinal na hora. Enquanto eu segurava a taça, bebendo aquele blend encorpado de Syrah, Cabernet Franc e Malbec, ela me conduziu até a sala de nossa casa e se ajoelhou e começou a mamar meu pau com uma volúpia absoluta.

Eu tentava não perder nenhum detalhe. Ela me olhava fixamente, buscando minhas expressões, mas quando ela abocanhava minhas bolas e subia a boca pelo meu pau, era impossível não fechar os olhos e gemer, intercalando o prazer do vinho com o de sua boca pequena e quente . Ela estava incorporada, parecia uma estrela de filme adulto, falando putarias enquanto me masturbava com as mãos e a boca. Quando cheguei ao meu limite, gozei na cara dela e, sem hesitar, ela engoliu cada gota.

Ela não desperdiçou nada. Com uma avidez insaciável, pegou até o que caiu no chão, lambendo o dedo e jurando que estava doce e gostoso. Perguntou, inclusive, o que eu tinha comido para deixar meu leite com aquele gosto.

Ficamos de pé, nos beijando. Ainda tinha minha porra que sujava o canto da boca dela, e dividimos o restante inclusivs o vinho num beijo quente, ela não saiu de ilesa, a fiz de taça jogando vinho sobre seu corpo e lambendo a cada rastro que a bebida pelo seu corpo quente. Ela perguntou se eu ainda estava tenso — um jogo claro para ver se eu a comeria. Funcionou, pq eu disse que ainda estava muito agitado, apesar de ter gozado, o pau não baixava, ela também não permitia, afinal, estava masturbando e se esfregando em mim com palavras que ajudavam a excitar, fora a cara de vagabunda que ela fazia.

Ela se debruçou no sofá, em posição de quatro, implorando para que eu fosse devagar. É óbvio que ignorei. Os gritos, os gemidos e os xingamentos obscenos viraram a única música daquela casa. Gozei pela segunda vez com força no cu apertado da minha puta particular, e o banho que se seguiu só serviu para mais safadezas. No almoço, confessei que o boquete já tinha tirado todo o meu estresse, mas que eu não perderia a oportunidade de tê-la de novo. Ela sorriu, e disse que sabia, porque a pergunta dela foi proposital: e que na verdade ela queria dar o cu, acordou com vontade de ser penetrada por trás.

Enquanto o mundo lá fora se arrasta em greves e caos, o nosso refúgio permanece intacto. Ali, entre o sabor do vinho e o gosto da nossa safadeza, não existe cansaço que resista. Ela é minha paz e meu vício, e cada centímetro do seu corpo é a prova de que, para nós, o descanso é sempre um ato de prazer desenfreado.

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