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O AMIGO ME COMEU

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Um conto erótico de Branquinho
Categoria: Homossexual
Contém 1970 palavras
Data: 03/07/2026 15:41:05
Assuntos: Gay, Homossexual

Sigo narrando os fatos acontecidos na minha adolescência. Conforme relatei no conto anterior sempre fui um jovem de traços físicos singulares. Tinha a pele muito clara, macia e praticamente sem pelos. Deixei de mencionar um fato, durante a adolescência, embora fosse extremamente magro, comecei a perceber um aumento discreto das glândulas mamárias. Meus mamilos tornaram-se mais proeminentes e, algum tempo depois, um médico confirmou que se tratava de ginecomastia. Não eram seios propriamente ditos, mas a aparência levemente feminina do meu tórax bastou para que eu me tornasse alvo constante de comentários e zombarias no ambiente escolar.

Evidentemente o Rafael era quem mais se destacava pelas provocações. Além das ofensas verbais, insistia em tentar tocar meu peito, sempre sob o pretexto de estar brincando. Minha reação era de profundo constrangimento: evitava confrontos, desviava-me e procurava escapar dessas situações. Essa postura, porém, parecia apenas incentivar seu comportamento, tornando as investidas cada vez mais frequentes.

Outras características do meu corpo também contribuíam para que eu fosse exposto a esse tipo de humilhação. Eu possuía quadris naturalmente mais largos e contornos mais arredondados na região dos glúteos, traços que destoavam do padrão físico esperado para um adolescente do sexo masculino. Rafael explorava essas particularidades de forma recorrente, dirigindo-me piadas de cunho depreciativo e promovendo contatos físicos indesejados, sempre tentando mascarar suas atitudes como simples brincadeiras. Para mim, contudo, tais episódios eram profundamente vexatórios e geravam intenso desconforto, marcando aquele período da minha adolescência.

Depois daquele dia, a postura de Rafael intensificou ainda mais. Ele passou a me cercar de todas as maneiras possíveis e, ironicamente, ganhei um protetor. Nenhum dos nossos amigos se atrevia a mexer comigo sem que ele interviesse imediatamente. Em contrapartida, os toques em meu corpo tornaram-se um privilégio exclusivo dele, um pacto silencioso e nunca verbalizado.

O desejo despertado em mim se prolongava na solidão. Durante o banho ou antes de dormir, eu me explorava, descobrindo sensações novas e intensas que antes pareciam distantes.

Certo dia, ele me chamou para uma área localizada atrás da escola, um lugar isolado e pouco frequentado. Eu já imaginava quais eram suas intenções. Quando chegamos ao local, paramos sob uma árvore. Ele se aproximou de mim por trás e me abraçou, demonstrando claramente o desejo que sentia, suas mãos agarraram meus peitinhos, sua boca feroz já mordiscava meu pescoço, estava completamente entregue. Depois de alguns minutos ele me virou e empurrou minha cabeça para baixo fazendo ajoelhar, ele tirou seu pênis para fora e eu engoli completamente, sabia o que fazer, chupava com intensidade, passa a língua por baixo, engolia tudo, voltava para a cabeça, punhetava, lambia, descia para o saco. Ele estava adorando e eu também estava nas nuvens.

Os minutos seguintes transcorreram em meio à intensidade daquele encontro. Embora houvesse reciprocidade entre nós, eu também estava apreensivo com a possibilidade de alguém aparecer. Continuei a chupeta, já estava com o maxilar doendo. Já tinha tomado alguns tapas no rosto. Ele anunciou que vinha o gozo e veio farto, intenso, feroz. Ele segurou minha cabeça, sufoquei, engasguei, babei. Olhei para cima pedindo um alivio, ele ria. Aliviou, tirei aquele mastro da minha boca, escorreu pelos meus lábios. Recebi ordem para não desperdiçar. Engoli o máximo que pude. Limpei seu pênis, suguei tudo, apertei, extraindo a última gota e passe a língua. Permaneci alguns instantes tentando recuperar o fôlego, enquanto ele demonstrava satisfação.

Logo depois, deixamos o local. Durante todo o caminho, ele puxava conversa, demonstrava um afeto e uma preocupação que eu jamais havia visto em alguém. Naquele momento, eu já estava completamente entregue a ele. Contudo, seu olhar libidinoso permanecia o mesmo. Em determinado instante, desferiu um tapa forte e afirmou que eu era dele. Disse que não permitiria que ninguém se aproximasse de mim.

Hoje, ao recordar aquela cena, percebo que aquele olhar e aquela aparente preocupação carregavam um significado muito diferente do que eu era capaz de compreender. Na época, porém, ainda muito inexperiente, interpretei tudo aquilo como cuidado, proteção e interesse genuíno. Foi justamente essa sensação que me cativou e, pouco a pouco, me prendeu a ele. Sem perceber, passei a confundir posse com afeto, controle com proteção, e essa dinâmica foi criando entre nós um vínculo psicológico do qual, naquele momento, eu já não conseguia me desvencilhar, embora sequer fosse capaz de reconhecê-lo.

Ao nos despedirmos, ele me disse para aparecer na casa dele no dia seguinte. Comentou, com aparente naturalidade, que a mãe estaria fora durante toda a tarde. Bastou aquela frase para que eu entendesse exatamente o que ele esperava de mim. Não houve necessidade de maiores explicações.

Naquele instante, tive a nítida sensação de que já não havia espaço para voltar atrás. Não porque alguém tivesse me obrigado de forma explícita, mas porque, aos meus olhos, todo o caminho percorrido até ali parecia conduzir inevitavelmente àquele encontro. Eu já estava emocionalmente envolvido, preso às demonstrações de afeto, aos gestos de cuidado e à necessidade de corresponder às expectativas que ele havia construído em torno de mim.

Fui para casa com um misto de ansiedade, medo e inquietação. Passei o restante do dia tentando organizar os próprios pensamentos, como se precisasse me preparar para algo que, no fundo, eu sabia que mudaria a forma como enxergava a mim mesmo e a relação que estava construindo com ele. Hoje percebo que, muito antes daquele encontro, o aspecto psicológico daquela relação já havia produzido em mim um efeito profundo, reduzindo minha capacidade de questionar, recuar ou simplesmente dizer que não.

No dia marcado, a ansiedade me consumia. Durante toda a manhã, na escola, bastava cruzar o olhar com Rafael para compreender, pelo sorriso discreto e cúmplice que ele exibia, que aquele encontro já estava definido muito antes de acontecer. Eu carregava a sensação inquietante de que já ocupava um lugar previamente estabelecido por ele, enquanto, por minha inexperiência, acreditava estar fazendo escolhas que, na realidade, já não me pareciam inteiramente minhas.

Ao voltar para casa, permaneci longos minutos sob o chuveiro, como se aquele ritual pudesse amenizar a tensão que me acompanhava desde cedo. Depois, vesti a calcinha vermelha que mantinha escondida, uma peça que, para mim, simbolizava um segredo que ninguém mais conhecia. Respirei fundo e segui até a casa dele.

Quando Rafael abriu a porta, vestindo apenas um short. Não houve espaço para hesitação, tampouco para qualquer conversa que alterasse o rumo das coisas. Tudo parecia previamente estabelecido.

Assim que atravessei a sala, fui surpreendido por um gesto brusco que rompeu qualquer expectativa de acolhimento. Em seguida, ele segurou meus cabelos com firmeza, inclinando minha cabeça para trás enquanto dirigia palavras duras e humilhantes ao meu ouvido. Ao perceber a calcinha que eu usava, sua reação reforçou a dinâmica que já vinha se formando entre nós: insultos, provocações e demonstrações de domínio passaram a se confundir em um mesmo comportamento.

Mais uma vez, eu estava diante dele usando apenas a calcinha. A essa altura, aquilo já não me causava o constrangimento inicial; parecia apenas mais um passo dentro de um roteiro que ele havia estabelecido para nós. Bastou um movimento brusco para que eu fosse lançado sobre o sofá. Ele mandou eu tirar a cueca dele, aquele mastro duro pulo para fora, abocanhei com vontade, com fervor. Ele gemia alto de prazer. Em determinado instante, atingiu meu rosto com um tapa, obrigando-me a erguer os olhos para ele. Encontrou meu olhar e sorriu, como se quisesse confirmar que havia conquistado algo muito maior do que minha obediência. Pediu para eu deixar bem babado que hoje ele iria comer meu cu. Continuei a mamada.

Após um bom tempo naquela mamada, ele sacou seu pau da minha boca, deu um tapa no meu rosto e mandou eu ficar de quatro no sofá, rapidamente estava de quatro com os joelhos apoiados. Ele colocou a calcinha para o lado, cuspiu e começou a passar seu pau no meu reguinho. Bateu a tensão naquele momento, travei. Levei um forte tapa na bunda, pediu para relaxar para não doer. Fui relaxando.

Ele abriu bem minhas nádegas e enfiou a cabeça, urrei de dor, aquilo não estava nem um pouco bom, ao contrário, tentei me desvencilhar. Ele me segurou com força. A dor não cedia. Ele não cedia. Pediu para eu ficar calmo. Eu abri o máximo que pude. Pior, sentia ele avançando, me rasgando. Pedi para parar. Ele devagar enfiou tudo e ficou parado me pedindo calma, que sensação horrível. Sentia minha carne sendo rasgada.

O tempo perdeu qualquer referência. Não saberia dizer quanto havia se passado. Ainda sentia o desconforto quando ele segurou minha cintura e passou a conduzir meus movimentos com firmeza. A dor persistia. Em alguns momentos, tentei interromper o que acontecia. Pedi que parasse, implorei que me ouvisse, mas minhas palavras pareciam não produzir qualquer efeito.

Foi então que olhei para trás. O que mais me marcou não foi o que estava acontecendo, mas a expressão em seu rosto. Havia uma satisfação intensa, quase triunfante. Ele passou a bombar mais rápido, me xingava, dava tapas. A penetração, por si só, não estava me dando prazer, mas o contexto de entrega, de passividade, estava sendo subjugado e vendo a cara de prazer em meu parceiro. Todas essas sensações causaram em mim uma resignação do meu papel ali.

Seu corpo batia no meu com força, sentia estralar, ele continuava usando a força. As vezes me segurada pelos ombros, mudava e segurava minha cintura e as estocadas não cessavam. Institivamente passei minha mão nos meus peitos, puxei o bico, comecei a buscar algum prazer, a penetração ainda doía, coloquei meu pinto para fora, estava mole, mas brotava ali um prazer, passei a mão nele, punhetei, voltei para meus peitos, continuei acariciando.

Ele ao perceber essas minhas reações intensificou suas estocadas, me chamava de putinha, dizia que aquele cu era só dele e continuava. Anunciou que vinha seu gozo, continuou e senti seu líquido percorrer meu reto. Ouvi o urro de prazer. Olhei para traz e vi seus músculos do rosto se contraíram por um instante, e seus olhos permaneceram cerrados, como se toda a atenção estivesse concentrada naquele único momento. Ainda continuou me penetrando, agora de forma mais cadenciada. Senti seu pau amolecendo dentro de mim, ele puxou. Senti um vazio estranho em mim. Olhei para seu pau tinha um pouco de sangue. Sentia dor, escorria porra de dentro de mim. Levantei, estava sem forças nas pernas, ele me segurou firme.

Fiquei em pé, com seu gozo escorrendo pelas minhas pernas. Ele saiu para se limpar, não me chamou. Fiquei ali só. Naquele instante me senti frágil, indefeso e com medo. Ele surgiu e indicou o banheiro para eu me limpar.

Voltei. Ainda estava apenas de calcinha. Ele permanecia sentado no sofá, jogando videogame. Sentei-me ao seu lado e ficamos ali, mergulhados em um silêncio atávico, pesado, quase inexplicável.

De repente, ouvimos o barulho do portão. Imediatamente procurei meu short e minha camisa. Sua mãe entrou na casa, parou por um instante e permaneceu nos observando. Havia em seu olhar uma expressão de reprovação, como se soubesse exatamente o que havia acontecido ali. Senti meu rosto queimar de vergonha. Sem dizer uma palavra, ela seguiu para a cozinha.

Pouco depois, ele me pediu um copo d'água. Fui até a cozinha e encontrei sua mãe. Ela olhou para mim e, com um sorriso malicioso, comentou que aquela calcinha havia ficado muito bonita em mim. Em seguida, passou a elogiar meu corpo, dizendo que meu bumbum ficava bonito naquela peça e que, se eu quisesse, poderia pegar outras calcinhas dela.

Enquanto ela falava, eu permanecia completamente petrificado, incapaz de reagir ou encontrar qualquer resposta. Tão absorto estava que o copo transbordou. Ela então deu um leve tapa em meu ombro, fechou a torneira do filtro e disse, em tom de deboche, para que eu levasse a água "para o machinho dela".

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Comentários

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QUE DROGA DE RELAÇÃO TÓXICA É ESSA. RAFAEL BABACA DEMAIS. MAS MUITO MAIS BABACA FOI VOCÊ QUE SE DEIXOU LEVAR POR ELE.

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