Depois da noite inteira sendo fodida só por Marcelo, Adriane acordou no sofá com o corpo marcado, a buceta ainda sensível e o gozo dele seco nas coxas. Silvio só voltaria no dia seguinte. O celular já tinha mensagem do cunhado desde cedo:
“Hoje à noite. Os dois do vídeo. Eu chego primeiro. Depois eles. Deixa a porta destrancada e o robe pronto. Quero te ver de joelhos quando eu entrar.”
Adriane leu a mensagem várias vezes. A raiva ainda existia, mas a excitação era maior. Ela respondeu apenas:
“Estarei pronta.”
Passou o dia se preparando. Tomou banho, passou creme, escolheu o robe mais curto e ficou esperando, nua por baixo, exatamente como ele queria. Quando o sol começou a baixar, o coração dela já batia descompassado.
Marcelo chegou sozinho. Adriane abriu a porta já de robe curto, nua por baixo. Ele entrou, fechou a porta e puxou o tecido. O robe caiu no chão. O corpo magro dela ficou completamente exposto: seios pequenos com mamilos já duros, coxas definidas, bunda média e redondinha, buceta de lábios volumosos ainda um pouco inchados da noite anterior.
Marcelo tirou a camisa devagar, deixando o peito à mostra. Adriane ajoelhou na hora, as coxas abertas sobre o carpete. Abriu a calça dele com as duas mãos e puxou o pau grosso para fora. Estava quente, pesado, a veia grossa latejando na parte de baixo, a cabeça já brilhando.
— Porra, cunhado… que pau grosso do caralho — gemeu ela, passando a língua devagar pela base toda, subindo pela veia até a glande. — Quero engolir ele inteiro hoje. Quero sentir ele latejando no fundo da minha garganta.
Ela abriu a boca e engoliu até onde conseguiu de uma vez. A cabeça grossa bateu no fundo. Baba escorreu pelos cantos dos lábios e pingou direto nos seios pequenos. Marcelo segurou o cabelo dela com as duas mãos e começou a meter fundo, sem pressa. Adriane engasgou, os olhos marejando, mas não recuou. Chupava com fome, a língua rodando em volta da glande cada vez que subia, a mão esquerda massageando as bolas pesadas.
— Isso… chupa mais fundo… engole tudo — murmurou Marcelo.
A campainha tocou. Marcelo foi abrir sem tirar o pau da boca dela. Adriane continuou chupando mesmo com a porta se abrindo. Entraram Ricardo e Bruno.
Ricardo era o alto e forte, peito largo, braços grossos, pau grosso e veioso que já marcava a calça. Bruno era o magro tatuado até o pescoço, olhar safado, pau longo e duro, a cabeça rosada já úmida.
— Olha a puta já de joelhos chupando o cunhado — riu Ricardo, abrindo a calça e tirando o pau grosso.
— Cheira a sexo até daqui. A buceta dela deve estar pingando — completou Bruno, fazendo o mesmo.
Adriane tirou o pau de Marcelo da boca só o suficiente para falar, a voz rouca e molhada de saliva, um fio de baba ainda ligando a língua à glande:
— Entra, porra. Quero os três paus na minha cara agora. Me usa logo. Quero engasgar nos três.
Os três ficaram em pé na frente dela. Adriane pegou o pau de Marcelo com a mão direita, o de Ricardo com a esquerda e engoliu o de Bruno até o fundo. Alternava sem parar: chupava um fundo, punhetava os outros dois com força, babava em todos. A saliva escorria pelos seios pequenos, pela barriga magra e pingava no carpete. Ela olhava para cima o tempo todo, os olhos marejados de esforço e tesão.
— Chupa mais fundo, vadia — falou Ricardo, empurrando a cabeça dela contra o pau.
— Engole meu pau também, cunhada safada — disse Marcelo, passando a mão no cabelo dela.
Adriane tirou a boca só para gemer alto, a voz já destruída:
— Me fode a garganta, caralho. Quero engasgar nos três. Me enche de porra depois. Quero sair daqui com a cara e a buceta destruídas.
Eles a levantaram e levaram para o sofá. Adriane ficou de quatro, a bunda redondinha erguida, as coxas definidas abertas. Ricardo se posicionou na frente e enfiou o pau grosso na boca dela de uma vez. Marcelo ajoelhou atrás, abriu os lábios volumosos com os polegares e enterrou o pau grosso na buceta até o fundo. O barulho molhado ecoou. Bruno se ajoelhou do lado e fez ela masturbar o pau longo dele enquanto chupava o outro.
— Que buceta apertada e molhada, puta — gemeu Marcelo, metendo forte, a pélvis batendo na bunda redondinha a cada estocada. — Olha como ela engole meu pau.
Adriane gemia com a boca cheia de pau, a saliva escorrendo pelo queixo:
— Mais forte, cunhado… arrebenta essa buceta… quero sentir seu pau grosso latejando dentro de mim… me fode sem dó…
Bruno cuspiu na mão, passou no cu apertado dela e enfiou dois dedos de uma vez. Adriane tremeu inteira, o gemido abafado pelo pau de Ricardo.
— Enfia o pau no meu cu também, Bruno. Me fode os dois buracos. Quero sentir os dois paus me abrindo ao mesmo tempo.
Bruno tirou os dedos, posicionou a cabeça do pau no cu dela e empurrou devagar até entrar inteiro. Adriane gritou com o pau de Ricardo ainda enterrado na garganta:
— Isso… me arrebenta o cu… caralho que pau grosso… me fode os dois ao mesmo tempo, porra! Mais fundo!
Agora Marcelo na buceta e Bruno no cu. Ricardo fodendo a garganta com estocadas profundas. Os três metiam juntos, o ritmo sincronizado. Adriane balançava inteira, baba escorrendo em quantidade, os seios pequenos balançando para frente e para trás. O barulho de pele batendo em pele e de chupadas molhadas enchia a sala.
Eles trocaram de posição. Ricardo deitou no sofá. Adriane montou nele de frente, enfiando o pau grosso até o fundo e começando a rebolar com vontade. A bunda redondinha subia e descia, os lábios volumosos engolindo e soltando o pau. Marcelo se posicionou atrás, abriu as nádegas e enfiou no cu novamente, até o fundo. Bruno se ajoelhou na frente dela, no sofá, e enfiou o pau longo na boca.
— Rebola mais rápido, puta — mandou Ricardo, segurando a cintura dela com força e empurrando para cima.
Adriane obedeceu, gemendo alto entre engasgos:
— Me come… me come gostoso… quero gozar com os três paus dentro de mim… me usa… me arrebenta…
Bruno segurou o cabelo dela com as duas mãos e meteu fundo na garganta, as bolas batendo no queixo.
— Chupa, vadia. Engole tudo. Olha como sua garganta fica esticada.
Depois de longos minutos Marcelo puxou o pau do cu dela, ainda duro e brilhante de saliva, e falou:
— Agora a gente vai esticar essa buceta de verdade.
Ricardo continuou deitado. Adriane ainda montada nele, o pau enterrado até o fundo. Bruno se encaixou atrás, abriu bem os lábios volumosos já inchados e vermelhos com os polegares e, com esforço, enfiou o segundo pau na mesma buceta. Adriane gritou, o corpo inteiro tremendo, as unhas cravando no peito de Ricardo.
— Porraaaaa… dois paus na minha buceta… caralho que aperto… me fode… me fode os dois juntos! Sinto os dois latejando dentro…
Os dois homens começaram a meter no mesmo ritmo, um pouco descompassados. A buceta dela estava completamente esticada, os lábios grossos abertos ao máximo, brilhando de lubrificação e saliva. Marcelo se ajoelhou na frente, no sofá, segurou a cabeça dela e enfiou o pau grosso na boca.
— Agora sim. Dois na buceta e eu na garganta.
Mas Adriane puxou o rosto para trás só o suficiente para falar, a voz quebrada de prazer puro, saliva escorrendo pelo queixo:
— Não… quero os três dentro. Enfia no meu cu também, Marcelo. Me fode os três buracos. Dois na buceta e um no cu. Agora, porra! Me enche toda!
Marcelo não hesitou. Cuspiu generosamente no cu dela, já mais folgado, posicionou a cabeça grossa e empurrou até o fundo de uma vez. Adriane soltou um grito longo, rouco, quase um choro de prazer.
Agora era penetração tripla completa: Ricardo e Bruno na buceta, Marcelo no cu. Três paus grossos dentro dela ao mesmo tempo. Os três homens meteram juntos, o atrito absurdo, a buceta e o cu esticados ao limite absoluto. Adriane tremia violentamente, os olhos revirando, a boca aberta em gemidos contínuos.
— Isso… isso… me arrebenta… três paus… estou tão cheia… caralho… me fode sem dó… goza dentro de mim… enche essa puta de porra… quero sentir vocês jorrando…
Os três aceleraram. O barulho de pele batendo em pele era alto e molhado. Adriane gozou primeiro, o corpo se contorcendo com força, a buceta e o cu contraindo violentamente nos três paus. Ela gritou sem parar, a voz falhando:
— Estou gozando… porra… estou gozando com os três dentro… não para… me fode… me usa… mais forte!
Ricardo gozou em seguida, jatos quentes e grossos dentro da buceta. Bruno gozou logo depois, no mesmo buraco, os dois enchendo ela ao mesmo tempo. O gozo começou a vazar mesmo com os paus ainda enterrados, escorrendo pelos lábios volumosos. Marcelo meteu mais forte no cu, as mãos apertando a bunda redondinha, e gozou por último, enchendo o cu dela com jatos longos e quentes.
Quando os três tiraram os paus, um após o outro, o gozo escorreu em quantidade absurda: pela buceta dilatada e aberta, pelo cu, descendo pelas coxas definidas em fios brancos e viscosos, pingando no sofá. Os lábios volumosos estavam completamente abertos, vermelhos, brilhantes e cheios.
Adriane caiu de joelhos no chão logo na frente deles, ofegante, o rosto destruído de saliva, lágrimas de prazer e esforço. Olhou para os três paus ainda semi-duros, brilhando de gozo e lubrificação, e falou com a voz rouca e safada:
— Agora limpa. Quero chupar a porra de vocês três. Me dá esses paus na boca de novo. Quero engolir tudo.
Ela chupou primeiro o de Marcelo, limpando cada centímetro com a língua, sugando a cabeça até tirar as últimas gotas, engolindo o que ainda escorria. Depois o de Ricardo, chupando fundo, a língua rodando, limpando o gozo misturado com o dela. Por último o de Bruno, engolindo até a garganta, os olhos no dele o tempo todo. A língua trabalhava em cada um com fome, sugando até o último fio.
Ricardo passou a mão no cabelo bagunçado dela, ainda ofegante.
— Que puta gulosa do caralho.
Bruno riu, passando o polegar no queixo dela para limpar um fio de porra.
— Melhor buceta que já comi. Aperta gostoso pra caralho.
Marcelo olhou para ela, ainda de joelhos, coberta de saliva e gozo, as coxas brilhando, a buceta ainda latejando e escorrendo.
— Amanhã a gente volta. Os três.
Adriane sorriu, a boca suja, a voz baixa, rouca e completamente safada:
— Pode vir. Eu quero de novo. Quero os três paus me arrebentando outra vez. Quero sentir vocês três me enchendo até eu não aguentar mais.