Heron perambulava pelas ruas com a máscara segurando as meias cheias de chulé de seu mestre. Ele fungava, sentia o aroma e só conseguia respirar aquilo. Ficava excitado e precisava constantemente esconder o pau entre as cuecas. Absorvia aquele cheiro com intensidade enquanto caminhava pelas ruas com ar normal, tentando parecer o mais despreocupado possível. As pessoas ao seu redor o encaravam, pois a máscara estava um tanto estranha, e isso o deixava ainda mais nervoso. Mesmo assim, tentava ignorar e ia direto ao banco sacar o dinheiro para seu mestre. Ele ia precisar daquele dinheiro — ia fazer falta —, mas ao mesmo tempo pensava:
“Foda-se, eu preciso disso. Preciso servir aquele homem. Ele me domina. Ele é perfeito.”
Ao entrar no banco, virou-se o mais rápido possível para o caixa, quando foi interrompido por uma atendente:
— Senhor, você precisa de alguma ajuda?
Logo agora, naquele exato momento, uma atendente estava fazendo perguntas? Como assim? Que momento inoportuno, que situação embaraçosa. Heron apenas negou com a cabeça.
— Gostaria de conhecer os nossos plan…
Heron deu as costas. Não podia deixar que alguém percebesse que estava cheirando o chulé das meias de seu mestre enquanto ouvia aquilo. A situação o excitou e o deixou constrangido de novo, então teve de se “esconder” de frente para o caixa eletrônico. Um completo embaraço, uma situação gritante. Tudo por causa de macho, pensava Heron. Sacou os 500 reais e fez o caminho de volta para o apartamento o mais rápido possível. Ao bater na porta, encontrou seu mestre o observando e rindo:
— AHAHAHAHAHA! Não acredito que ainda tá com essa porra na tua cara! Deixa eu tirar essa meia… UGH, tá cheio de baba de verme de novo. Vai, chupa! Quero essa baba fora das minhas meias!
Heron sentia sua baba espessa nas meias, misturada com um forte cheiro salgado de suor e chulé. Chupava aquilo enquanto Diego o segurava com as mãos, forçando-o a engolir tudo.
— Isso, viadinho, engole tudo! Quero que não respingue nada no chão, hein? Tudo bem limpinho. Vamos rápido com isso!
Heron se esforçava ao máximo para deixar as meias o mais secas possível, sem resquícios de baba. Parecia uma máquina humana de lavar. Chupava com gosto, entregava-se completamente à dominação. Diego ria sem parar enquanto forçava as meias na boca de Heron.
— Acho que agora está bom. Coloque para lavar de novo, hahahaha! E já aproveita e lave todas as minhas roupas. Depois me entregue os 500 conto por isso, hahahaha. Muito otário você, pagando para servir macho.
Heron já ia se mexer para ir fazer os afazeres quando ouviu:
— Ei, volte aqui!
— Sim, mestre?
— Isso. Não esquece que quem manda aqui sou eu, hein? Agora…
Diego deu quatro tapas na cara de Heron.
— Isso é para você aprender a me agradecer sempre quando vai me pagar e fazer suas tarefas. Afinal, eu sou seu mestre, não é mesmo?
— Sim, mestre. Muito obrigado por me permitir servir o senhor.
— Isso. Agora vai fazer os afazeres e já me paga os 500 aqui mesmo.
Heron pagou o dinheiro ao mestre e foi lavar a roupa de Diego. Enquanto enchia a máquina, Diego apareceu:
— Eu vou sair para jogar um fut no sol agora, e tenho uma surpresinha pra você, hahahaha. Me aguarde. Mas você vai ficar aqui limpando o apê enquanto isso. Quero ele bem limpinho, hein?
— Sim, mestre, obrigado por tudo! Vou deixar sua casa brilhando!
— Hahahaha, assim que eu gosto.
Diego saiu porta afora e deixou Heron sozinho, limpando o apartamento. Ele varreu o chão, lavou a louça da pia, estendeu as roupas limpas, limpou o banheiro e tirou o pó dos móveis. Foi uma limpeza caprichosa. Ao final, ficou esperando sentado no chão, olhando para a porta do apartamento, apreensivo, aguardando seu mestre. Pensava a que ponto tinha chegado, a que ponto de humilhação estava passando por causa de macho. Tudo por causa dos pés de Diego: aqueles pés grandes, poderosos, de forte cheiro. Dominavam sua mente, seu espírito, seu ser. Estava completamente entregue aos vícios do prazer.
Passaram-se umas quatro horas. Já era fim de tarde e nada de Diego. Heron estava louco: uma mistura de tédio com ansiedade. Estava corroído por dentro. Precisava de seu mestre. Queria gritar, mas não tinha forças; queria espernear no chão, mas sentia vergonha. Precisava de Diego, precisava de seus pés, de seu cheiro, de sua virilidade.
De repente a porta fez barulho. Um susto tomou conta do coração de Heron.
Era Diego. Ele entrou calmamente, com a roupa de futebol. Estava suado, pingando, arfando e umedecido. Usava uma camiseta amarela toda ensebada e molhada de suor, um short preto e chuteiras amarelas com meias pretas. Heron ficou embasbacado, olhando surpreso para o mestre viril e másculo à sua frente. Diego olhou novamente para os lados, analisando o ambiente.
— Isso, putinha, muito bom, hein? Limpou tudo direitinho. E agora o que a putinha tem que fazer?
— Agradecer, mestre?
— Óbvio. É o seu dever como servo.
— Obrigado, mestre Diego! Obrigado por me dominar. Eu preciso do seu controle, dos seus pés perfeitos, do seu chulé, de tudo!
— Será que você tem o necessário para sentir o meu chulé hoje?
— Sim, mestre, eu preciso dele!
— Suplique, cadela. Implore pelo meu chulé.
— Eu imploro, mestre Diego. Preciso do seu chulé para sobreviver. É o ar que me move, é o cheiro que me motiva. Eu necessito de você na minha vida. Do seu cheiro! Por favor, eu imploro!
— Credo, cadela, que carência, hein? Hahahaha. Vou pensar no seu caso. Agora eu vou me sentar no sofá e quero que você seja meu descanso para os pés enquanto assisto TV. E ah, vê se me traz uma cerveja e algo para comer também.
— Sim, mestre! É pra já.
Diego se sentou, esperando o escravo trazer o que pedira. Heron já havia preparado um sanduíche para o mestre e trouxe duas cervejas geladas. Enquanto Diego assistia TV, Heron se posicionou de quatro debaixo dos pés dele, servindo apenas de apoio. Diego, de vez em quando, dava uns chutes em Heron e se balançava com força, sem se importar com o escravo que estava ali o servindo o tempo inteiro. Um exemplo de devoção. Às vezes passava um dos pés na frente do rosto de Heron só para provocar, deixando-o ali e ordenando que apenas olhasse e imaginasse o cheiro e a surpresa que ele tinha reservada. Heron ficava louco; já estava com o pau doendo de ficar tanto tempo excitado. Chegou a gozar nas calças só de olhar os pés de Diego por mais de trinta minutos seguidos. Estava fissurado.
De repente, Diego colocou o pé esquerdo na cara de Heron e disse:
— Desamarra esse cadarço aí, com a sua boquinha de puta.
Heron ficou mais de uma hora tentando desamarrar enquanto Diego se contorcia rindo e o xingava de viado patético e vários outros nomes sujos e horrendos. Era uma dinâmica intensa e desgastante para Heron. Depois de muito esforço, ele conseguiu desamarrar os cadarços.
— Empina bem esse teu nariz, cadela, que eu vou tirar minha chuteira nele, entendeu?
— Sim, mestre! Obrigado por me permitir sentir o seu chulé, mestre.
— Isso, cadela, tá bem treinada.
E assim Diego apoiou o pé esquerdo novamente no nariz de Heron e, fazendo um pouco de força, retirou o calçado, esfregando os pés úmidos e cheios de chulé na cara de Heron. Heron entrou em transe: era o cheiro mais forte que já havia sentido. Ardia demais suas narinas. Sentia a repulsa e virava a cara automaticamente, mas Diego pegava sua cara com o pé e o forçava a sentir mais chulé.
— Não era chulé que a vadiazinha queria? Vai ter chulé então, hahahaha!
E assim ficou esfregando o pé na cara de Heron por um bom tempo. Heron estava anestesiado com o cheiro; gorfava às vezes, era muito intenso. As meias estavam molhadas e gosmentas. Diego fazia questão de esfregar o pé por todo o rosto de Heron, pelos cabelos, como se estivesse fazendo uma lavagem. Heron ficava em êxtase com aquele cheiro intenso e chegou a gozar duas vezes seguidas nas calças de tanto tesão que sentia. E isso só aumentava a dinâmica.
— Agora abre bem a boquinha que você vai tirar a minha meia e ficar com ela na boca, entendeu, viadinho?
Heron fez que sim com a cabeça, já abrindo a boca, e Diego, sem nem esperar muito, enfiou o pezão em sua bocão. Assim eles ficaram por um tempo.
— Primeiro chupa um pouco o suor do seu mestre. Já tá bem acostumado, né, vadia?
E assim Heron ia chupando toda a gosma chulezenta dos pés de Diego, todo o suor, toda a inhaca. Diego ria muito com tudo, apontava e xingava. Heron ficava mais e mais excitado, quase como um leitão no cio. E assim, prendendo a meia de Diego com os dentes, Heron conseguiu tirá-la com a boca. Diego se levantou e enfiou a meia na boca de Heron, enfiou bem fundo e o tampou com fita adesiva. Ficou rindo da situação novamente enquanto forçava Heron a cheirar seu pé. Era só isso que Heron conseguia fazer agora.
— A cadela só pode latir e mugir agora, hahahahahaha! Bem adestradinha, assim que eu gosto.
— Hummmmm, hummmmm…
— Isso, cadela, sente o chulezão do mestre, bem no meio dos dedos. Isso, cheira bem isso. Essa podridão toda.
- Tá preparada pro outro pé cadelinha? Aqui que tem a surpresinha pra você !