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Marco, o corno se vingando

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Um conto erótico de Thiago P.
Categoria: Heterossexual
Contém 2331 palavras
Data: 27/07/2026 08:30:46

No dia seguinte Gerson voltou.

Marco estava na sala quando ouviu a chave na porta. Não se levantou. Apenas esperou. Vanessa desceu as escadas já sem calcinha, o vestido curto, os olhos brilhando de expectativa e de um resto de vergonha da noite anterior. Gerson entrou como se a casa fosse dele, tirou a camisa no meio da sala e olhou para o enteado com aquele sorriso torto.

— Ainda doendo, viado? Hoje eu acabo o serviço.

Marco não respondeu. Apenas se levantou, foi até o quarto e voltou com o frasco de lubrificante. Antes, escondido misturou superbonder com o gel. Ele caminhou, sem pressa, e deixou o tubo pronto sobre a mesa. Gerson riu, achando graça da cara do corno, e já estava puxando Vanessa pelo cabelo, empurrando-a de quatro no sofá. Ela gemeu alto quando ele enfiou o pau de uma vez no cu ainda sensível da noite passada.

Marco se aproximou de vagar, interpretando o corno submisso que o padrasto esperava. Enquanto Gerson metia com força, o corpo grande cobrindo o de Vanessa, Marco segurou o tubo e, no momento em que ele puxou quase todo o pau para fora, Marco espremeu o gel batizado diretamente sobre a base e o comprimento do membro. O líquido viscoso escorreu pelo pau grosso, misturando-se ao lubrificante natural e à saliva. Gerson sentiu só uma umidade a mais e continuou metendo, enfiando tudo de novo até o saco bater. Marco espremeu mais um pouco na entrada do cu de Vanessa, o líquido escorrendo para dentro junto com o pau.

Gerson meteu mais algumas vezes, gemendo grosso, xingando o corno. Depois tentou tirar para mudar de buraco.

Não saiu.

O superbonder já tinha começado a agir. O pau grosso estava colado dentro do cu de Vanessa. Gerson puxou com força. Vanessa gritou, a pele esticando de forma dolorosa. Ele puxou de novo, o rosto vermelho de esforço e pânico crescente. Nada. Estavam presos. Colados. O membro travado dentro dela.

— Que porra é essa, Marco?! — Gerson berrou, tentando se mexer. — Não sai, caralho!

Vanessa, ainda de quatro, olhou por cima do ombro com os olhos arregalados. Qualquer movimento puxava a pele sensível do ânus, causando dor aguda e uma vergonha que queimava mais que a dor. Ela tentou se afastar e soltou um grito abafado. Gerson tentou empurrar para dentro e depois puxar, mas a cola já tinha firmado. Estavam unidos de forma grotesca.

Marco se levantou, tirou a roupa com calma absurda, o pau duro de uma excitação fria. Empurrou o corpo grande de Gerson para frente, forçando-o ainda mais sobre Vanessa, e posicionou a cabeça do próprio pau no cu do padrasto. Gerson tentou se contorcer, mas cada movimento só puxava o pau colado dentro da nora, fazendo os dois gritarem de dor e humilhação.

— Para, seu filho da puta!—ele gritou, enfim se dando conta da armadilha que caira.

Marco não parou. Cuspiu no cu de Gerson e empurrou até entrar. O padrasto uivou. Estava colado dentro da mulher do enteado e agora sendo arrombado por ele. Marco meteu com força, segurando os quadris largos, cada estocada fazendo o corpo de Gerson se mover e, consequentemente, o pau preso se mexer dentro de Vanessa. Ela gritava, o rosto enterrado no sofá, as lágrimas escorrendo misturadas com a vergonha de estar presa daquele jeito, o cu dilatado e colado ao homem que a fodia sempre, enquanto o marido torrava o cu do padrasto por cima.

A vergonha era absoluta. Vanessa sentia o pau de Gerson latejar dentro dela, preso, incapaz de sair, e ao mesmo tempo ouvia os gemidos de dor do homem que minutos antes a fodia com arrogância. Gerson, o padrasto de cinquenta e oito anos, peito largo e voz de quem sempre mandou, agora estava curvado sobre a nora, o cu sendo destruído, o pau colado de forma humilhante e permanente naquele momento. Cada empurrão de Marco fazia os dois se moverem juntos, presos, suados, gritando.

Marco gozou fundo no cu de Gerson, enchendo-o enquanto ainda metia. Depois tirou, olhou os dois colados — Vanessa de quatro, Gerson sobre ela, o pau preso, a porra escorrendo do cu do padrasto — e só então pegou o telefone.

— Agora eu chamo a ambulância.

Os paramédicos demoraram quase meia hora. O tempo foi suficiente para Vanessa e Gerson tentarem se separar de todas as formas possíveis. Cada tentativa só aumentava a dor e a vergonha. Quando a equipe entrou na sala, veio acompanhada um canal de notícias que Marco também chamara, com repórteres e câmera. A cena era indescritível: a mulher casada e o padrasto do marido colados pelo sexo, nus, suados, o cu dela ainda dilatado ao redor do pau dele, o cu de Gerson aberto e sujo da porra do enteado. A vergonha nos rostos dos dois era total. Vanessa cobria o rosto com as mãos, soluçando, incapaz de olhar para os socorristas e muito menos para o repórter. Gerson, o homem que chamava o enteado de viado, agora não conseguia erguer a cabeça.

Marco observou tudo em silêncio. Quando levaram os dois na maca — ainda presos, cobertos por um lençol branco — ele foi tomar um banho, se vestiu, pegou a carteira e saiu.

Foi direto para um bar no centro. Pediu uísque. Bebeu dois, depois três. O álcool queimava, mas não apagava a imagem dos dois colados, gritando, a vergonha nos olhos deles. Estava no quarto copo quando uma figura se aproximou do banco ao lado.

Bianca. Travesti novinha, uns vinte e quatro anos, cabelo longo e liso caindo pelos ombros, rosto delicado com maquiagem leve, lábios carnudos, peitos pequenos e firmes sob o top justo que marcava os mamilos, e uma calça preta colada. Ela sorriu, pediu um drink e puxou conversa com naturalidade. Marco, bêbado e destroçado por dentro, acabou contando tudo. Contou da traição, do padrasto, da noite em que foi arrombado, da cola, da ambulância, da vergonha nos rostos dos dois enquanto eram carregados presos um ao outro, da equipe de reportagem acompanhando o caso. Bianca ouviu sem interromper, os olhos brilhando de curiosidade e excitação.

— Porra… — ela murmurou no final, a voz rouca e doce. — Você é doente. Eu gostei, faz meu tipo.

Eles saíram juntos. No hotel, no quarto pequeno e mal iluminado, Bianca fechou a porta com o pé e se virou para ele. Tirou o top devagar, revelando os peitos pequenos, redondos, os mamilos escuros e duros. Depois desceu o zíper da calça e puxou para baixo junto com a calcinha, deixando o pau já semi-duro balançar para fora — veioso, a cabeça rosada, tamanho médio, limpo. Marco a empurrou contra a parede e beijou a boca dela com fome, a língua invadindo, enquanto a mão descia e envolvia o pau quente. Bianca gemeu no beijo, empurrando o quadril contra a mão dele, o pau endurecendo completamente entre os dedos.

Ele a virou de frente para a cama e a empurrou de quatro. A bunda dela era redonda, lisa, o cu apertado entre as nádegas. Marco se ajoelhou atrás, abriu as nádegas com as mãos e lambeu o cu dela, a língua girando no anel fechado, cuspindo, enfiando a ponta. Bianca rebolava contra o rosto dele, gemendo alto, pedindo mais. Ele se levantou, cuspiu na mão, passou no próprio pau e posicionou a cabeça no cu apertado. Empurrou devagar. O anel resistiu, depois cedeu. Bianca gritou de prazer e dor misturados quando ele enterrou tudo de uma vez.

Marco segurou os quadris finos e começou a meter com força, a virilha batendo na bunda macia num ritmo seco e constante. Cada estocada fazia os peitos pequenos balançarem e o pau dela balançar para frente e para trás, duro, latejando, batendo contra a própria barriga. Ele puxou o cabelo longo, forçou a cabeça para trás e meteu mais fundo, sentindo o cu apertar e se abrir ao redor do pau. O barulho era molhado, obsceno. Bianca gemia sem parar, empurrando a bunda para trás, pedindo que arrombasse aquele cu.

Depois de longos minutos fodendo o cu dela com violência, Marco tirou o pau, virou Bianca de barriga para cima e ajoelhou entre as pernas abertas. O pau dela estava completamente duro, veioso, a cabeça brilhando de pré-gozo. Ele engoliu o membro de uma vez, a cabeça subindo e descendo rápido, a mão masturbando a base, a língua girando. Bianca gemeu alto, segurou a cabeça dele com as duas mãos e fodeu a boca, empurrando o quadril para cima, metendo fundo na garganta. Marco engasgava, saliva escorrendo pelo queixo, os olhos marejados, mas não parava. Chupava com fome, sentindo o gosto salgado, o cheiro dela.

Ela gozou primeiro. O pau latejou na garganta dele e jorrou porra quente e espessa. Marco engoliu tudo, a goela trabalhando, sem deixar escapar quase nada, o gosto forte descendo. Continuou chupando até ela estremecer de hipersensibilidade, o corpo tremeu. Depois se levantou, virou Bianca de novo de quatro, enfiou o pau no cu já dilatado e meteu até gozar fundo, gemendo baixo, enchendo o interior enquanto ela apertava o anel ao redor dele em espasmos.

Quando terminou, os dois ficaram ofegantes na cama bagunçada. Bianca passou a mão no cabelo suado de Marco e riu baixo, a voz ainda rouca.

— Você vai voltar pra casa amanhã e eles ainda vão estar no hospital tentando se descolar. E você vai pensar nisso toda vez que gozar… especialmente quando lembrar do meu gosto descendo pela sua garganta.

Marco não respondeu. Apenas ficou deitado, o gosto dela ainda na boca, a imagem de Vanessa e Gerson colados, gritando de vergonha e dor, misturada ao cheiro doce do quarto de hotel. A vingança e a humilhação se fundiam num silêncio pesado, enquanto o corpo ainda latejava do sexo bruto.

No dia seguinte a notícia estourou.

Marco estava sentado na sala, a televisão ligada no volume baixo, um café esfriando na mesa quando a reportagem começou. A âncora falava com cara séria sobre um “acidente doméstico incomum” ocorrido na cidade. As imagens eram desfocadas, os rostos cobertos por retângulos pretos, mas Marco reconheceu imediatamente o sofá, a sala, até o quadro torto na parede. Dois adultos haviam ficado colados durante uma relação sexual após utilizarem, segundo o boletim de ocorrência, “um produto químico por engano”. A mulher e o homem afirmavam ter pegado o tubo errado, confundindo lubrificante com superbonder. Os dois continuavam internados, aguardando procedimento para separação segura. Nenhum nome foi revelado.

Marco riu.

Riu alto, sozinho na sala, a cabeça jogada para trás. A risada saiu rouca, quase sem ar, enquanto a âncora continuava falando de “constrangimento” e “investigação preliminar”. Ele aumentou o volume só para ouvir de novo a parte em que diziam que a dupla insistia ter sido um acidente. A imagem desfocada de dois corpos cobertos por lençol sendo carregados na maca voltou na reprise. Marco bateu palma uma vez, sozinho, e bebeu o resto do café frio.

O celular tocou. O nome na tela era “Mãe”.

Ele atendeu.

A voz do outro lado saiu embargada, chorosa, quase sem conseguir formar as frases.

— Marco… meu filho… você viu? É o Gerson. Eles não falaram o nome, mas eu sei. Eu sei que é ele. E a Vanessa… meu Deus. O que aconteceu? Meu marido… e você, meu filho, traído por essa… essa vagabunda... eu não aguento.

Marco ficou em silêncio por alguns segundos, ouvindo o soluço dela. Depois falou com a voz calma, quase educada:

— Aconteceu o que tinha que acontecer, mãe. Aquele traste está colado na minha esposa. Ou melhor, na minha ex-esposa. Porque aquela vadia não vai levar um centavo. Nem a casa, nem o carro, nem o nome. Eu já falei com o advogado. E você… larga desse homem. Larga desse traste que se meteu com a mulher do seu filho. Ele não presta. Nunca prestou. E a Vanessa menos ainda.

Do outro lado a mãe tentou protestar, a voz se quebrando mais, chorando tanto pelo marido quanto pelo filho.

— Ele é meu marido, Marco… e ela era sua mulher… eu não posso simplesmente…

— Pode. E vai. Ou então fica com ele. Mas não me liga mais chorando por causa desse velho nojento e dessa vadia. Eles estão exatamente onde merecem: colados, expostos, humilhados.

Ele desligou no meio de mais um soluço.

O silêncio da sala voltou. A televisão ainda falava da reportagem em loop. Marco ficou olhando a tela por um tempo, depois se recostou no sofá, abriu o botão da calça e tirou o pau já semi-duro. Fechou os olhos.

Lembrou do cu de Gerson.

Lembrou da resistência do anel quando ele empurrou a cabeça, do gemido grave e surpreso do padrasto, da forma como o buraco cedeu centímetro por centímetro. Lembrou do calor interno, da pressão apertada, do jeito que as paredes se contraíam a cada estocada enquanto o homem gemia de dor e raiva. Lembrou de segurar os quadris largos, de meter fundo até o saco bater, de sentir o corpo grande tremer por cima de Vanessa. Lembrou principalmente do momento em que gozou dentro, enchendo aquele cu que minutos antes o tinha arrombado, e de ver a porra escorrendo quando tirou.

A mão subia e descia rápido agora. Marco apertava a base, passava o polegar pela cabeça, respirava pela boca. A imagem do padrasto curvado, o pau colado dentro de Vanessa, o cu aberto e vermelho recebendo o pau do velho, voltava com nitidez cruel. Ele lembrou do barulho molhado, dos xingamentos abafados, da vergonha na voz de Gerson quando percebeu que não conseguia sair. A excitação subiu rápida, suja, misturada com ódio e satisfação.

Gozo veio forte. Jatos quentes mancharam a camiseta, a mão, a barriga. Marco continuou apertando até o último espasmo, os olhos ainda fechados, a respiração pesada. Só então soltou o ar e ficou olhando o teto.

Na televisão a âncora repetia, mais uma vez, que a dupla insistia ter sido apenas um acidente com o tubo errado.

Marco sorriu de lado, limpou a mão na própria camiseta e murmurou baixo, só para si:

— Acidente o caralho.

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Comentários

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Porra, essa vingança foi do cacete kkkkkkk

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Muito bom...da uma lidinha do meu texto depois...😬😃

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Adorei isso,foi ímpar e sensacional kkkkkk

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Kiquinho, eu te falei que ele ia foder com todos... Sem se expor em nada ainda por cima...

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Adorei a solução, foi muito criativo. Parabéns

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