Segunda-feira chegou mais rápido do que eu gostaria. O despertador tocou cedo e a casa já parecia diferente. Giovana havia arrumado suas coisas no final de semana e, depois de um abraço longo e emocionado, partiu para Anápolis. Ela estava animada para o primeiro dia de aula na faculdade de Engenharia de Software. A escolha do curso tinha sido influenciada diretamente pelas vezes em que me visitou na empresa — ela adorava o ambiente de tecnologia, os códigos, os projetos. Ver minha filha seguindo esse caminho me enchia de orgulho, mas também de uma apreensão nova. Anápolis ficava a pouco mais de uma hora de Goiânia, e ela preferiu alugar uma kitnet pequena e aconchegante perto da universidade para evitar o deslocamento diário. Era uma decisão madura, mas a casa parecia grande e silenciosa demais sem ela.
Aline percebeu meu estado de espírito durante o café da manhã. Ela se aproximou por trás, abraçou minha cintura e beijou meu ombro.
— Vai ser estranho no começo, né? Mas ela está crescendo. E nós… vamos aproveitar a casa só para nós dois, quando eu estiver aqui.
Concordei com a cabeça, ainda com um aperto no peito. No fim da tarde, decidi fazer algo especial. Reservei a mesa na sala de jantar, preparei um jantar romântico: filé mignon ao molho madeira, risoto de parmesão, salada caprese e uma garrafa de vinho tinto bom. Velas acesas, luz baixa, uma playlist suave tocando ao fundo. Quando Aline desceu, estava linda — vestido preto simples, mas que valorizava suas curvas, cabelos ondulados soltos e um sorriso que sempre me acalmava.
Sentamos à mesa. O jantar fluiu naturalmente. Conversamos sobre o trabalho, sobre como a empresa andava, sobre os planos para o futuro. Mas o assunto inevitavelmente voltou para Giovana.
— Você acha que ela está bem? — perguntei, cortando um pedaço do filé.
Aline sorriu, tomando um gole de vinho.
— Ela vai se adaptar rápido. É inteligente, linda e carinhosa. E… bem, depois de tudo que vivemos nesse final de semana, acho que ela está mais confiante do que nunca.
Senti minha respiração mudar quando Aline, com toda naturalidade, deslizou a mão por baixo da mesa e pousou sobre minha coxa. Seus dedos subiram devagar até alcançarem o volume dentro da calça. Ela começou a me acariciar por cima do tecido, um toque leve e provocante enquanto continuava falando com a voz calma e sensual:
— Eu adorei ver você com ela… o jeito como ela te olha, como se entrega. É algo proibido, mas tão intenso.
Meu pau endureceu rapidamente sob os dedos habilidosos dela. Aline abriu o zíper com destreza e envolveu meu pau com a mão quente, começando uma punheta lenta e ritmada. Eu tentava manter a compostura, segurando o garfo, mas um gemido baixo escapou quando ela apertou a cabeça inchada.
— Fala mais sobre isso… — pedi, a voz rouca.
Ela acelerou um pouco o movimento, o polegar espalhando o pré-gozo que já escorria.
— Eu acho que Giovana sempre teve uma atração por você. Desde antes de mim. E depois da piscina… ver ela chupando você, vendo ela gozar no seu pau… me excita de um jeito que eu nem imaginava. Ela é tão apertadinha, tão carente do pai…
Aline falava baixinho, os olhos fixos nos meus, enquanto a mão subia e descia com mais firmeza. Eu respirava pesado, tentando me concentrar na conversa. O contraste entre o assunto — minha própria filha — e o prazer que Aline me dava era enlouquecedor.
— Você gozou tanto dentro dela… — continuou Aline, mordendo o lábio. — Eu adorei ver o rostinho dela quando você encheu a bucetinha virgem dela. E o cuzinho também… nossa, ela ficou tão safada depois.
Meu quadril se mexeu involuntariamente contra a mão dela. A punheta estava perfeita — nem muito rápida, nem muito lenta, com pressão ideal. Eu sentia o orgasmo se aproximando enquanto falávamos de Giovana, da forma como ela gemia “pai” quando gozava, da cumplicidade que as duas tinham criado.
— Goza pra mim, amor… — sussurrou Aline, acelerando o movimento. — Goza pensando nela.
Não aguentei mais. Segurei a borda da mesa com força e gozei forte, jatos quentes espirrando na mão dela por baixo da toalha. Aline continuou masturbando devagar, ordenhando até a última gota, com um sorriso satisfeito no rosto. Depois limpou a mão discretamente com o guardanapo, como se nada tivesse acontecido, e tomou mais um gole de vinho.
— Eu te amo — disse ela simplesmente. — E amo o que estamos construindo juntos… os três.
Terminamos o jantar entre beijos e carícias mais suaves. A casa estava silenciosa sem Giovana, mas o laço entre nós três parecia mais forte do que nunca. Enquanto subíamos para o quarto, eu já pensava em quando ela voltaria para casa no fim de semana.
Assim que subimos para o quarto, Aline já foi tirando o vestido preto devagar, deixando-o cair aos pés da cama. Ficou completamente nua, o corpo branco e curvilíneo brilhando sob a luz suave do abajur. Eu a guiei até a cama e a deitei de costas, com a cabeça no travesseiro. Meu pau já estava meio duro só de vê-la assim, entregue e ansiosa. Abaixei-me entre suas pernas abertas, passei a língua devagar pela buceta molhada, saboreando seu gosto doce, e desci mais, circulando o cuzinho rosado com carícias molhadas. Enquanto isso, segurei meu pau com a mão e comecei a bater uma punheta leve, sentindo ele endurecer aos poucos com o gosto e os gemidos baixos de Aline.
Quando meu pau já estava completamente duro e latejando, levantei-me, segurei as coxas dela e posicionei a cabeça grossa contra o cuzinho. Empurrei devagar, entrando no calor apertado enquanto Aline soltava um gemido longo e satisfeito. De pé, ao lado da cama, comecei a estocar com ritmo cadenciado, fundo e gostoso. Uma das minhas mãos desceu até o clitóris dela, acariciando em círculos firmes e rápidos, sincronizando com as investidas no cu. Aline arqueava as costas, apertando os seios com as próprias mãos, o corpo tremendo a cada estocada.
O prazer foi crescendo rápido. Eu alternava o ritmo — ora devagar e profundo, ora mais rápido —, sempre mantendo os dedos trabalhando no clitóris inchado. Aline gozou primeiro, o cuzinho apertando forte ao redor do meu pau enquanto ela gemia meu nome. O aperto me levou ao limite e eu gozei logo depois, enchendo o cu dela com porra quente e abundante. Fiquei ali por alguns segundos, ainda dentro dela, sentindo as últimas contrações, antes de me deitar ao seu lado e puxá-la para um beijo lento e carinhoso.
