Até aquele momento na minha vida, eu já tinha experimentado inúmeras coisas. Meu primeiro homem, Rafael, fodeu meu cu e minha buceta logo na primeira vez. Minha primeira mamada tinha sido assistida por uma amiga que logo depois deu a bunda pro cara. E tinha Larissa, minha deusa gostosa, a mulher que me fez apaixonar por mulheres. Em todos esses casos, eu era o mais responsável possível e mantinha uma linha clara para que as coisas não saíssem do controle e eu pudesse viver tranquilamente as minhas putarias.
Alguns dias após a noite mais deliciosa da minha vida até então, Larissa precisou fazer uma viagem e me deixou na seca. Nessa época meus dias eram planejados de acordo com a agenda dela, para que pudéssemos nos ver e transar sempre que possível. Porém, precisei ficar atoa e na seca alguns dias.
Passados uns 5 dias sem uma boa transa, eu já estava subindo pelas paredes, desejando ser virada do avesso, mas minha parceira ainda não tinha voltado.
Eis que, como um enviado de Deus, aparece para mim Eduardo, melhor amigo de Larissa e o último homem com quem eu tinha ficado. Estava no mercado com minha mãe e o vi procurando algo na sessão de frios, fui correndo na esperança de ser bem recebida e conseguir ajuda para me aliviar.
"Oi, gatinho."
Ele olhou pra mim e abriu seu lindo sorriso, depois os braços e me agarrou num abraço apertado e gostoso.
"Que maravilha te encontrar, Clarinha. Tava hoje mesmo lembrando de você."
Ele me soltou e ficamos batendo um papo leve por alguns segundos. Eu tinha me esquecido, mas o safado tinha um jeito de olhar muito provocativo, envolvente.
"Posso ser sincera?"
"Claro."
"Já tem uns dias que a Larissa viajou e eu estou necessitada demais. Não quer sair comigo?"
"Convite delicioso. Mas, me ofendeu, quer dizer que sou sua última opção?"
Eu ri, ele sabia provocar e o fazia com uma sutileza maravilhosa.
"Pensa assim. Se você estivesse no meu lugar e tivesse que escolher entre Larissa e você. Quem escolheria?"
"Realmente (rindo). Você escolheu bem. Mas, vou querer uma compensação. Tenta ir lá em casa amanhã a tarde."
Eu voltei toda animada para a minha mãe. Terminamos as compras e fomos para casa, onde eu me preparei. Me depilei, hidratei e fui dormir ansiosa para o dia seguinte.
Logo depois do almoço, arrumei uma mochila e saí para "estudar". Levou um tempo para chegar em sua casa, mas só ajudou a me deixar ainda mais animada.
Logo no portão, fui recebida com um beijo delicioso, molhado, quente, intenso. A sensação de ter a buceta escorrendo após apenas um beijo era curiosa, eu me sentia uma cachorra e adorava isso.
Entramos e fomos direto para o quarto. Eduardo pediu um momento para tomar um banho e disse que ficasse a vontade. Assim fiz. Tirei completamente a roupa e me joguei na cama, esperando-o.
Quando voltou do banheiro, ele parou e ficou me admirando por um tempo. O seu pau duro fez a toalha cair e, como num gatilho, ele avançou sobre mim.
Entrelaçados naquele momento, com as pernas acompanhando as línguas e os quadris num ritmo síncrono, eu ia me soltando, sentindo o corpo em chamas e a buceta escorrendo de desejo. Eduardo tocava nos lugares certos, apertava com a força certa, ia me colocando na situação em que queria.
Passado o esquenta inicial, ele saiu de cima de mim e ficou na beira da cama. Segurou firme o pau, oferecendo para que eu o beijasse. Eu me aproximei e abocanhei aquela pica deliciosa. Então veio um gemido e senti suas mãos agarrarem meus cabelos, juntamente com o pau indo um pouco mais fundo na minha garganta. Ele foi intensificando a metida na minha boca até parar e ficar dentro alguns segundos. Depois disso tirou de e pediu que eu virasse as pernas para a ponta da cama, assim o fiz.
Ele se abaixou e começou a me chupar, uma delícia de chupada, bem babada e quente. Mas não durou muito. Logo ele pôs a camisinha e comecou a esfregar no meu grelinho, eu estava insandecida de vontade e implorei para ser penetrada.
"Vai, mete, Du. To precisando."
E aí ele me invadiu. De uma vez e sem mais rodeios. Felizmente estávamos a sós na casa dele, pois eu gritava feito louca. E gozei feito louca, em poucos segundos de penetração. Era a segunda vez que ele causava aquilo em mim.
Ele sequer parou para que eu respirasse, seguiu metendo gostoso, segurando firme minha cintura, quieto e concentrado.
Meio sem o controle de sempre, ainda excitada e querendo mais, eu pedi que ele parasse. Ele se afastou, eu fui para o meio da cama e fiquei de quatro, toda empinada. Eduardo me seguiu e se posicionou atrás, mas precisava de um ajuste.
"Tira a camisinha, gato."
Ele arrancou sem pensar duas vezes, então enterrou outra vez o pau em mim. Dessa vez, só uma das mãos na cintura, ainda firme. A outra, revezava entre tapas e apertos deliciosos na bunda e puxões de cabelo.
Alguns minutos, muitos gemidos, e estocadas depois, ele avisou que estava perto.
"Não tira, Du. Goza em mim."
Foi então que ele chegou, junto comigo e dentro de mim. A primeira gozada que eu recebia na buceta.
Aquele gordinho delicioso tinha acabado comigo mais uma vez. E tinha energia para o resto da tarde toda...
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