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A ninfeta e o pai da melhor amiga

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Um conto erótico de P
Categoria: Heterossexual
Contém 2622 palavras
Data: 27/07/2026 17:09:27

Dezoito anos! Finalmente! Lidiane mal podia acreditar que finalmente alcançara a maioridade. E com essa idade, nada mais justo que comemorar podendo fazer tudo aquilo que nunca lhe era permitido, a começar pelo álcool! Não que nunca tivera provado, afinal, convenhamos, certo, quem nunca?!? Mas seria a primeira vez podendo pedir, e na frente dos adultos, ainda que não houvesse nenhum na comemoração.

Lidiane chamou o garçom e pediu um chopp, imitando como sempre vira seus pais fazendo. Kelly, sua melhor amiga, mais velha, acompanhou, pedindo também um chopp para que pudessem brindar. O primeiro brinde! Um brinde especial! Lidiane era a mais nova da turma, logo a última a completar os dezoito aninhos. Sua comemoração tornou-se especial para todos, já que ela era a caçulinha do grupo. O restaurante era uma algazarra de adolescentes. Os poucos adultos presentes quase desapareciam naquela multidão de teenagers. Lidiane recebeu seu primeiro copo oficial, ergueu-o e chocou-o contra o de Kelly, espirrando um pouco da espuma nelas duas, e levaram à boca, virando o copo por inteiro. Seu primeiro chopp oficial, sua primeira virada!

A noite ia se alongando e todos já ultrapassados nos limites alcoólicos, pouco a pouco indo embora, terminando por ficarem apenas as duas melhores amigas, que se recusavam a encerrar a noite de forma tão simples. Kelly recebeu uma ligação de seu pai e, alegre e desinibida como ela estava, falou do aniversário da Lidiane e que estavam comemorando. Lidiane, ao perceber com quem Kelly falava, abriu um sorriso largo e pediu para falar com ele:

- Oi, tio! Que saudades!

- Oi Lidi! Tudo bem? Também tenho saudades de você! Parabéns pelo seu dia! Muitas felicidades!

- Ah! Muito obrigada! Se bem que você podia vir me dar esse parabéns pessoalmente, né? Aí sim, seria com muita felicidade!

- Hmmm! Já beberam quantas? Começou a maior idade já fazendo besteira?

- É, né, tio! Quando a gente passa a poder, passa a querer! Vem cá brindar com a gente! Vem, vai!

- Tá certo! Vou passar aí pra te dar um beijo e aproveito pra levar as madames para casa!

- Oba! Estou esperando!!!

Desligaram, com Lidiane praticamente pulando e dançando na cadeira. Kelly olhou de rabo de olho e disse: - “Lidi, Lidi! Agora que você fez 18, não vai ficar confessando pro meu pai que tu curte ele, senão ele vai cair em cima de você...” Lidiane riu, safadinha, e disse: - “Pois é agora que eu pego o teu pai de jeito! Agora ele não me escapa! Tenho 18 e ele não vai poder dar desculpas!” Kelly sabia o quanto Lidiane era caidinha pelo seu pai, Renato, um quarentão enxuto, sarado, dono de um abdômen tanquinho, todo definido, igual um tanque de lavar roupas. Seu pai lembrava um galã de cinema dos anos 80, como Richard Gere quando fez Uma Linda Mulher, já com seus 40 anos, mas parecendo ter apenas uns 30. Viúvo, saudável, esportista, mulherengo... Lidiane não era a única que o admirava. Tinha algumas amigas que Kelly sabia que só se aproximavam dela porque curtiam seu pai, ainda que jamais fosse acontecer alguma coisa.

Assim que Renato chegou, Lidiane saltou de sua cadeira e foi correndo abraça-lo, recebendo-o com muito carinho, que foi devidamente correspondido. Conseguiram chegar até a mesa e ele então cumprimentou sua filha. As duas estavam bem alegres, mas não fora de si. Renato sentou-se e pediu um chopp para brindar com a aniversariante que, sorridente, abraçou o braço dele e lhe deu um beijo na bochecha. Kelly bradou: - “Pode parar, Lidi! Esse pai é meu! Larga dele!” E Lidiane aproveitou a deixa: - “Poxa, Kelly! Deixa eu curtir um pouco do seu paizinho! Eu adoro ele! Aliás, quem não adora, né?” E deu um tapa no braço de Renato, como se demonstrasse algum ciúme. – “Hoje é meu aniversário, então eu posso! Eu tenho direitos! Ele é seu pai, mas eu também o vejo como meu! Quero dizer... Como meu pai, né!” E rimos todos.

Conversa vai, conversa vem, as meninas confidenciando dos “namoridos”, conta solicitada e Renato as levou para casa. Lidiane pegou logo o banco do carona, enquanto Kelly se jogou no banco de trás, deitando com as pernas para cima. No trajeto, Lidiane se aproveitava para sempre esbarrar na perna de Renato. Em determinado momento, com a desculpa de virar-se para trás para falar com Kelly, Lidiane apoiou-se na perna de Renato. As pontas de seus dedos praticamente encostando no pau dele. Renato não conseguiu evitar sentir tal toque e logo teve um início de ereção, que não passou despercebido por Lidiane, que por sua vez, olhou marotamente para Renato e deu uma piscadinha de olho. Aquilo só fez com que qualquer suposta tentativa de controle de ereção se tornasse fajuta. Precisou ajustar a posição do pau na calça, o que fez com que Lidiane se ajeitasse no assento e controlasse o riso, mas não sem deixar demonstrar que tinha curtido.

Renato apenas disse: - “Lidi, Lidi... Tu tá tão soltinha que está na mão do palhaço... Deu sorte que eu estava lá pra trazer vocês para casa.” E Lidi, arteira, disse: - “Você não sabe quanta sorte... Parece até que eu fiz pedido e o gênio atendeu! Mas ainda não ganhei os 3 desejos!” Kelly não aguentou e gargalhou: - “Lidi, seu último desejo vai te fazer ver estrelas!” E as duas não conseguiram mais parar de rir. Chegaram em casa e as duas se jogaram no sofá da sala, enquanto Renato aproveitou para tomar um banho. Não demorou. Saiu enrolado na toalha, como de costume, e avisou que o banheiro estava livre. As duas correram para o banheiro, disputando quem tomaria banho primeiro. As duas venceram. Entraram juntas. Amigas de infância, confidentes. Eram como irmãs.

No meio das brincadeiras, Kelly percebeu que Lidiane estava molhada de excitação. As duas já brincaram juntas e se conheciam tão bem, que Kelly logo falou: - “Sua louca, se você der pro meu pai, se você ousar dar pra ele, eu vou bem te filmar e você vai ficar na minha mão me devendo! Sei muito bem que você está pensando nisso...” Mas aquela ameaça apenas serviu para colocar mais lenha no fogo. As duas saíram correndo do banheiro direto para o quarto, pois na pressa, não levaram toalha. Precisaram passar correndo pela porta do quarto do pai, que viu, mas apenas sorriu. Ele permanecia de toalha, recostado na cama, assistindo um filme. O tempo foi passando e ele acabou por fechar brevemente os olhos, até que sentiu sua cama mexer. Sua filha Kelly se esgueirava de um lado da cama, aninhando-se no braço direito do pai, enquanto Lidiane aninhava-se em seu peito pelo lado esquerdo, justo o lado em que sua toalha estava amarrada em sua cintura. Sentiu o calor dos corpos das meninas e precisou erguer uma das pernas levemente, para que seu pau não denunciasse a excitação que estava esquentando seu corpo.

As duas começaram a comentar do filme, enrolando um pouco a língua, demonstrando que logo apagariam, fosse por sono, fosse por álcool. Renato estava preso entre as duas, impossibilitado de qualquer movimento, até porque qualquer que fosse o ajuste que precisasse fazer, sua toalha certamente se soltaria, deixando-o nu no meio delas. O filme estava próximo do fim, e Kelly, bocejando, com os olhos pesados, quase fechados, levantou-se para ir ao banheiro. Quase como se fosse combinado, assim que Kelly saiu, Lidiane levou sua mão por entre a fresta da toalha, repousando diretamente no pau de Renato, que antes que pudesse reagir, já estava tendo seu membro masturbado. Renato, com o tesão acumulado há semanas, pouca força teve para resistir, focando-se no fato de sua filha em breve estar voltando ao quarto, mas Lidiane estava decidida e puxou a toalha dele para o lado, jogando seu corpo por cima de Renato e confidenciando: - “Faz muito tempo que eu te quero, tio... Agora que sou maior, você não vai me negar... Eu vou ter esse pauzão na minha bucetinha como eu sempre quis... Atende esse meu último desejo... Enfia esse pau em mim, vai... Me faz gozar igual eu vi você fazer com a tia Flavia e a tia Doris... Vai... Por favor... Meu último pedido de aniversário... Vai...”

Lidiane falava isso de forma extremamente sensual, esfregando sua bucetinha ensopada no pau de Renato. Suas forças de autocontrole foram por água abaixo assim que ouviu ela mencionar duas de suas ex-parceiras, fazendo-o perceber que ela o tinha visto em ação. Renato a segurou firme pela cintura e, puxando-a contra seu pau, disse: - “Você é louca... Mas já que é o seu desejo, não vou deixar a minha Lidi na mão... Você sabe o que eu fiz com elas? Tem certeza de que quer isso?” E Lidi, com mais tesão ainda, respondeu: - “Sei sim... E quero muito! Eu vi quando colocou a tia Flavia de quatro na cama e meteu no cuzinho dela... Eu gozei vendo seu pau entrando naquele cu. Me deixou louca de tesão... Depois que te vi fudendo o cu dela, e ouvi o quanto ela gemeu, não consegui mais imaginar outra coisa senão você me enrabando igual... Depois vi você na sala com a Doris... Ela te chupando... Deixando esse pau delicioso todo de pé, pra então ir sentando toda safada em você... Encaixando aquele cu todo aberto nesse pau maravilhoso... Vai, tio... Lambuza esse pau na minha bucetinha pra enterrar ele no meu cuzinho, vai?”

As palavras daquela ninfeta deixaram Renato tão extasiado que ele esqueceu-se totalmente de sua filha, puxando o corpo de Lidi mais para si, escorregando facilmente seu pau naquela grutinha alagada. Lidi gemia e soltava palavras incompreensíveis. O pau de Renato invadia centímetro a centímetro daquela bucetinha pouco explorada. Assim que entrou por completo, Lidi arqueou o corpo e gemeu alto. Renato olhou na direção da porta, lembrando rapidamente que sua filha poderia voltaria do banheiro logo e poderia escutá-la gemendo, mas o que viu o deixou tão surpreso quanto assustado. Sua filha já estava ali, na porta do quarto, com o celular na mão, filmando e fotografando seu pai fudendo sua melhor amiga. Renato tentou rapidamente agir de forma a controlar uma situação desastrosa, mas tanto Kelly quanto Lidiane riram, sinalizando que ele não se incomodasse. Kelly falou: - “Pai, relaxa! Já te filmei muitas outras vezes sem você perceber... Só estou aqui agora com você vendo, porque a Lidi pediu... Eu gosto de te ver em ação... Você é o tesão das minhas amigas...” E Lidi, segurando-o para evitar que ele a removesse de cima dele, falou: - “Tio... Todas as nossas amigas ficam loucas com você... Mas eu já carregava essa tara por você muito mais tempo antes de todas elas... E agora, com meus 18 anos, eu fiz o pedido, assoprei a velinha e agora nada mais justo que ter meu pedido atendido... Conseguir desfrutar do pai gostoso da minha melhor amiga... Experimentar esse pauzão que sempre me fez gozar na imaginação, explorando minha bucetinha e arrombando meu cuzinho... Quero muito gozar pelo cu com ele enterrado em mim... Quero muito que você me faça gozar igual às mulheres que você teve... Me faz uma mulher igual elas? Me faz gozar igual você fez elas gozarem, hein? Me faz gemer de verdade?”

Aquela ninfeta sabia enfeitiçar um homem. Falava como se fosse uma sereia cantando em alto mar. Falava daquele jeito bem pertinho do rosto de Renato, enquanto rebolava em seu pau, deixando-o entorpecido de tesão, até que, vendo o quanto ele estava refém da situação, Lidiane tombou firme sobre aquele pau que tremia de tão duro, fazendo-o alcançar o fundo de sua vagina, como se tocasse os limites das paredes de seu canal, fazendo-a quase ver estrelas. A mistura do tesão com a empalada a fez novamente enrolar as palavras. Kelly riu vendo a amiga/irmã arquear de tesão sobre o pau do pai e sentiu suas pernas tremerem também de excitação. Ela também gozava com todo o tesão de ver a amiga espetada no pau maravilhoso do próprio pai. Renato, que até então fora totalmente submisso àquela ninfeta, reagiu, girando-a na cama, ficando por cima de Lidiane, levando as pernas daquela ninfeta aos ombros e socando com força seu pau naquela bucetinha curta. Lidiane revirava os olhos de tesão e Kelly aproveitou a mudança de posição do pai para também mudar o ângulo da filmagem, gravando por trás, registrando a bela bunda dura e branca do pai. Abaixou a câmera para conseguir filmar a penetração e conseguiu registrar o saco raspado de seu pai batendo firme no cuzinho da amiga. Aproximou-se o quanto pode com a câmera e quando olhou para cima, viu seu pai sorrindo, safado, empurrando a perna direita da amiga para baixo, de forma que sua filha pudesse registrar perfeitamente toda a penetração de seu pau na bucetinha de Lidiane.

Kelly sentiu sua buceta pingar quando viu seu pai olhando diretamente em seus olhos enquanto filmava. O tesão de tudo aquilo era tão misturado que ela mesmo já estava com vontade de gozar. Sentia escorrer por entre as pernas seu prazer. E voltou a si quando ouviu Lidiane gemer alto, quase berrando, dando dois passos para trás. Seu pai então, vigoroso como sempre em suas transas, virou bruscamente Lidiane na cama, e puxou-a para si, fazendo-a ficar encolhida sobre as próprias pernas, com a bunda na altura perfeita de seu pau. Ele espalmou a bucetinha de Lidiane, lambuzando a mão, e escorregou ela na direção do cuzinho dela: - “Então, Lidi... Seu sonho era dar esse cuzinho apertado pra mim, não é? Então agora vamos realizar esse seu sonho...” E encostou a cabeça do pau na entrada do cuzinho de Lidiane e foi escorregando com todo o corpo para dentro dela. Lidiane ficou muda... As sensações de prazer com aquela penetração a deixou em êxtase. Ela não conseguia emitir nenhum som, apenas sentindo cada pedacinho daquele pau que tanto sonhou preenchendo seu cu. Kelly filmava seu rosto e já levava uma das mãos à própria bucetinha, masturbando-se por sobre a calcinha. Quando Renato tocou sua cintura na bunda de Lidiane, empurrando o corpo dela para frente, Lidiane uivou como uma loba. Renato precisou movimentar-se apenas 2 vezes para fora e dentro novamente do cuzinho de Lidiane, e ela enlouqueceu de prazer, começando a rebolar sem controle, sem tempo, sem precisão. Estava gozando de prazer. Seu corpo tremendo todo.

Kelly fez um ligeiro carinho nos cabelos de Lidiane, e deu-lhe um beijo breve na boca, fazendo sua amiga sorrir e começar a gemer: - “Ai... Ai, que delícia! Era tudo o que eu queria e muito mais... Puta que pariu! Que homem gostoso! Como eu sonhava com isso! Ai, tio... me fode... Me fode sempre... Acaba comigo...” E o ápice do prazer também alcançou Renato, que não suportou toda aquela cena e anunciou seu orgasmo, lambuzando todo o cuzinho de Lidiane e ainda sobrando o suficiente para expelir por sobre aquela bunda deliciosa. Kelly registrava tudo de perto, filmando os vestígios do pai por sobre a pele branca daquela bunda, e seguindo até o cuzinho da amiga, dando close nas pregas esticadas e na porra que começava a escorrer de dentro dele.

Renato puxou a ponta do lençol que caia da cama e usou para limpar o pau. Em seguida, olhando para as duas, falou: - “Kelly, que surpresa isso... Se eu soubesse disso antes... Ah, se eu soubesse... Lidi, Lidi... Você vai se arrepender de ter me desejado, porque agora esse cuzinho é meu e você vai ter que vir aqui sempre! Toda vez que aparecer aqui vou querer sentir esse cuzinho apertando o meu pau até eu gozar nele... E Kelly... Depois você vai ter que me mostrar os vídeos que já fez de mim... Quero saber direitinho tudo a respeito disso... Vocês duas... Que surpresa gostosa...”

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