Não é todo dia que ex cunhados se entregam um ao outro. Dito isso, Suzan também manifestou sua versão.
Eu tinha 26 anos e um corpo que, mandando a modéstia pra longe, eu olhava e sabia que era bonita. A cintura fina, seios médios, pernas gostosas, uma bunda linda, redonda. Daquelas que se eu montar no seu colo, você aperta gostoso e dá um belo tapa. Aquela bunda que eu nos últimos tempos usei bem a meu favor, saias justas, jeans apertados, sem nunca admitir por quê.
Porque o porquê era Ed.
Trinta anos, gostosinho, responsa com aquele jeito de pai, sabe? E com olhos que me perseguiam pelo corredor da empresa como se eu fosse a única coisa que ele enxergasse. Ele era o ex-marido da minha irmã. E mesmo assim, desde os tempos em que ainda éramos cunhados, eu sentia aquele fogo baixo e constante toda vez que ele passava. É como se ele ME escolher invés dela fosse arrebatador.
Na empresa a gente se cumprimentava com educação. “Bom dia, Ed.” Um sorriso curto. Nada mais. Eu nunca dava sinais. Ou pelo menos eu achava que não dava. Mas nas noites sozinha eu me lembrava dos olhares na piscina lá de casa, da forma como ele me olhava quando achava que ninguém via, e eu me masturbava pensando nele. Sempre com culpa. Sempre com tesão.
Naquela sexta o escritório estava quase vazio. Eu fiquei até mais tarde terminando um relatório. Quando fui à sala de impressora, a máquina travou de novo. Inclinei o corpo sobre ela, tentando destravar o papel. A saia preta subiu um pouco. Eu senti.
A porta se fechou atrás de mim.
A voz dele soou rouca, perguntando se eu precisava de ajuda. Eu virei o rosto, surpresa, e sorri de leve, tentando parecer natural.
— Ah, oi. Travou de novo. Odeio essa impressora.
Continuei inclinada. Eu sabia muito bem o que ele estava vendo. Sabia o que a saia marcava. Meu coração batia tão forte que eu tinha medo dele escutar. Quando ele parou logo atrás de mim, o calor do corpo dele quase tocando o meu, eu fiquei imóvel. Não me afastei.
Ele murmurou meu nome. As mãos dele deslizaram pela lateral do meu corpo e apertaram minha bunda com força. Eu fiquei em choque. Ali? Ele enlouqueceu? Eu soltei um gemido baixo, um suspiro que saiu sem permissão. Ele pressionou o pau duro contra mim por cima da roupa.
Ele tá no limite. Essa é convergência de olhares e provocações. . Ele pensou nisso por meses… e agora está aqui, me tocando.
Eu estava em choque. Mas meu corpo não estava. Empinei levemente contra as mãos dele. Ele subiu minha saia até a cintura. A calcinha preta foi puxada para o lado. Dois dedos deslizaram pela minha fenda e eu já estava encharcada. Há quanto tempo eu estava molhada? Desde o “bom dia” da manhã? Ou quando ele pressionou o pau na minha bunda?
Porra… ele percebeu. Ele sente que eu tô molhada.
Ele se ajoelhou atrás de mim. O rosto na altura da minha bunda. Sem dizer nada, afastou minhas nádegas e aproximou a boca.
A língua dele passou devagar pela minha boceta inchada, de baixo para cima. Eu arqueei as costas e soltei um gemido mais longo quando ele encontrou meu clitóris, circulando, sugando. Minhas pernas tremeram.
— Ed… calma…
Mas ele não teve calma. Devorou-me com fome, enfiando a língua entre meus lábios molhados, me fodendo com a boca enquanto uma mão apertava meu seio por cima da blusa. Eu rebolava contra o rosto dele, cada vez mais molhada. Meu mel lambuzando a cara dele. Ele alternava entre chupar meu clitóris e lamber toda a extensão da boceta, gemendo de prazer contra a minha carne. Eu sentia cada gemido dele vibrar em mim.
Depois ele subiu. Abriu minhas nádegas e passou a língua pelo períneo até chegar ao meu cuzinho. Eu soltei um suspiro chocado. Ninguém fez isso antes. Ainda mais com tanta fome e paixão pelo meu cuzinho. Não protestei. Empinei mais.
Ele beijou devagar, profundo. Circulou o anelzinho com a ponta da língua, pressionou, lambeu em movimentos circulares úmidos e bem safado. Depois achatou a língua e lambeu com força de baixo para cima, várias vezes. Gemeu alto contra mim enquanto enfiava a ponta da língua para dentro do meu cuzinho, fodendo-o devagar com a boca. Ao mesmo tempo, a mão dele massageava meu clitóris. Eu tremia inteira, me matando pra não gemer alto no escritório, pernas bambas, a boceta apertando os dedos dele enquanto gozava — um gozo proibido, que nunca deveria acontecer, mas que eu desejava há meses. Apoiei a testa na impressora.
— Isso… assim… porra, Ed… você é louco…
Ele continuou por longos minutos, alternando entre devorar minha boceta e comer minha bunda com a língua, abrindo-me com as mãos. Só quando eu estava quase gozando de novo ele se levantou.
Baixou a calça. O pau grosso e latejante. Eu virei o rosto, olhos vidrados. O filho da puta sabia o que estava fazendo. Ele me puxou para um beijo rápido e sujo, fazendo-me provar o meu próprio gosto. Depois me levantou e sentou na mesa da impressora. Guiou o pau até minha boceta e entrou de uma vez.
Eu gemi alto. Ele puxava meu cabelo para trás e chupava meu pescoço. O som do sexo enchia a sala. Eu entrelaçava as pernas nele enquanto ele metia sem parar. Nossos olhos se encontraram.
— Não, Ed… não podemos… — eu disse, a voz falhando.
Ele me beijou. Um beijo depravado, proibido. Eu correspondi, tremendo, abraçando-o, rosto colado ao dele enquanto ele me fodia com força. Eu gozei de novo, apertando e gemendo com o rosto no pescoço dele.
Ele me desceu da mesa e arqueou meu corpo sobre a impressora. Esfregou a cabeça do pau entre minhas nádegas, lambuzando-me com meu próprio gozo e saliva. Eu gemi mais alto quando ele pressionou contra meu cuzinho.
— Ed… a gente não pode… — murmurei, sem nenhum esforço real.
Eu sabia que isso só iria atiçar. Ele quer foder a minha bunda. A mesma bunda que eu usei pra atormentar ele na piscina e na cozinha no café da manhã. E eu estaria mentindo se eu dissesse que não quero ele lá dentro.
Ele empurrou devagar. Meu cuzinho resistiu no começo, ele ajoelhou atrás de mim, e fez de novo. Beijou, lamber, se entregou de amor ao meu cu, como se fosse a coisa mais preciosa, e ele passou o pau na minha boceta de novo, lubrificou, e forçou a entrada. Eu soltei um gemido agudo quando a cabeça inchada entrou. Ele continuou empurrando e recuando até enterrar metade do pau na minha bunda quente e apertada.
Caralho… que delícia. Eu sinto ele entrando. Sinto cada centímetro.
Começou a meter com força. Eu sentia minhas nádegas balançarem a cada estocada. O som de pele contra pele. Agora quem não quer um centímetro de fora sou eu. Me segurei na máquina, gemendo cada vez mais alto, empinando para receber mais. Ele apertava minha carne, dava tapas que queimavam, deixavam marcas. Eu gostava. Eu odiava gostar. Eu queria mais.
Ele não durou muito. Segurou minha bunda aberta e gozou forte dentro do meu cuzinho, enchendo-me de porra quente. Eu tremi, gozando logo depois, apertando o pau dele com meu cuzinho.
Ficamos ali, ofegantes, por alguns segundos. Ele ainda dentro de mim. Depois tirou e se abaixou. Beijou minha bunda, como quem agradece um presente.
Eu senti a porra escorrendo. A voz saiu trêmula:
— Isso nunca aconteceu.
Ele sorriu, puxando minha saia de volta. E eu, mesmo sabendo que era mentira, pensei a mesma coisa.
Claro que não. Nunca aconteceu.
Mas eu sabia que tinha acontecido. E que, no fundo, eu já tinha desejado cada segundo.