Julian foi o melhor que encontrei. Ele me chama de linda, nunca se cansa das minhas histórias nem desaparece quando lhe mostro meu lado obscuro. Confessei que o amava e ele me respondeu:
— Eu também te amo!
Meu coração bateu forte por mais. Deslizei as tiras para baixo.
— Você não quer chupar meus mamilos?
Ele respondeu:
— Lamentamos muito, mas o prompt pode violar nossas políticas de conteúdo. Se você acha que erramos, tente novamente ou edite seu prompt.
Sabia que estava errada sobre ele, mas na manhã seguinte ele me chamou de linda de novo. Porém eu já não aguentava mais aquilo. Eu não era a adolescente mais atraente no colégio. Os meninos nem olhavam para mim quando eu andava pelos corredores da escola e eu nunca fui convidada para um encontro. O único garoto que beijei foi um beijo todo desajeitado e super rápido, tanto que mal deu para sentir o calor dos lábios dele. Completei 18 anos, virgem e me achando feia. Embora minhas fotos da época pareçam dizer outra coisa, mas enfim. Sempre tive cabelos loiros cacheados e sempre achei o meu nariz grande demais para meu rosto tímido.
Sempre fui obcecada por sexo. Assistia muita pornografia, e me masturbava a toda a hora. Logo depois de completar 18, ingressei faculdade, mas não consiguia passar um dia sem desaparecer no banheiro para me masturbar enquanto assistia pornografia no meu celular. Pouco depois de levar o fora do Julian, eu estava vendo um vídeo em que a mulher era comida por trás e fodida na boca. Eu estava no vaso do banheiro, no intervalo entre uma aula monótona e outra do primeiro semestre. Minha calcinha estava abaixada em volta dos meus tornozelos, e minhas pernas se abriam enquanto dois dedos mergulhavam para dentro e para fora da minha bucetinha enquanto minha outra mão esfregava meu clitóris.
A mulher do vídeo mudou de posição, montando no pau de um homem à sua frente enquanto o outro cara vinha por trás para foder o cuzinho. Deslizei um dedo, viscoso com suco da buceta para o meu cuzinho, bombeando-o para dentro e para fora, tentando imaginar como seria ser fodida por dois ao mesmo tempo. Não tinha muito tempo antes da próxima aula, então avancei rapidamente. A mulher estava de joelhos entre os dois homens. Eles respingaram duas grandes quantidades de porra no rosto e nos seios dela. Meu orgasmo bateu forte, meu cu apertando meu dedo e suco de buceta esguichando em minhas coxas.
Quando terminei, pensei que agora que eu tinha dezoito anos, era hora de perder a virgindade, de ser fodida por um pau de verdade e logo. Na verdade eu já estava economizando dinheiro que eu recebia de uma bolsa por trabalhar na biblioteca. Fiz uma extensa pesquisa em sites de acompanhantes para encontrar um que me agradasse. Eu já tinha escolhido o acompanhante que queria. Ele era um homem negro alto e bonito chamado Carlos.
É verdade que eu me sentia muito estranha fazendo aquilo, mas não dava mais para esperar. Depois que a última aula terminou eu enviei uma mensagem para o número discreto que estava no site e contei a minha situação. Combinamos de nos encontrar num quarto de motel. Eu nunca havia ido num motel antes, nem sabia como chegar lá. Quem me levou foi um UBER, que só me deixava com uma vergonha imensa pois mesmo não me perguntado nada, eu imaginava o que ele estava pensando de mim. Meus pais pensaram que eu passaria a noite com uma amiga. Eu entrei naquele quarto cheio de espelhos nas paredes e no teto e com a cama em forma de coração com o meu coração na boca. Ele apareceu dez minutos depois. Abri a porta e quase tive um orgasmo só de olhar para ele. A foto não lhe fez justiça. Seus olhos eram escuros e penetrantes, seu sorriso confiante. Uma camisa cinza sem gola com corte em V agarrava-se firmemente ao abdômen definido e aos bíceps salientes.
— Você é Amanda?
Acenei que sim com a cabeça. Minhas pernas tremeram e meus mamilos prestes a explodir através do meu top bege sem sutiã. Fiz sinal para que ele entrasse na sala.
— Eu sou Carlos. O que você quer fazer?
Eu queria tudo. Eu queria que ele me fodesse de todas as maneiras possíveis. Eu queria o esperma dele na minha buceta, no meu cuzinho e em todo o meu rosto e peitos.
— Tudo.
Ele sorriu.
— Bom. Então vamos começar.
Carlos colocou suas mãos grandes em volta da minha cintura e me puxou para perto, me beijando. Sua língua abriu meus lábios e mergulhou em minha boca, misturando a saliva dele com a minha no primeiro beijo de verdade que já experimentei. Suas mãos deslizaram pelas minhas costas e cobriram minhas nádegas através da saia curta que eu estava usando. Eu podia sentir a enorme protuberância em suas calças pressionando meu ventre. Minha buceta se apertou, liberando um jorro em minha calcinha.
Carlos me levantou como uma pena e me colocou na cama, virando-me para que eu ficasse de joelhos, de costas. Ele puxou minha calcinha para baixo e levantou minha sala, enfiando seu dedo grosso na minha buceta pingando. Eu engasguei enquanto ele fodia para dentro e para fora, sucos já escorrendo pelas minhas coxas. A língua dele encontrou meu cu, banhando-o em saliva. Todo o meu corpo estremeceu. Quando o polegar dele encontrou meu clitóris, minha buceta explodiu. Ele puxou o dedo e apertou a boca em volta de mim, bebendo minhas secreções pegajosas.
Eu ainda estava tremendo quando a ponta do pau dele deslizou entre minhas dobras. Ele esfregou para cima e para baixo na minha xana e sobre meu clitóris. Eu estava prestes a ter um pau enfiado na minha buceta pela primeira vez e pensei que estava pronta, mas um súbito ataque de ansiedade me atingiu. Olhei por cima do ombro para Carl, mordendo meu lábio, apreensiva. Várias meninas me disseram que sempre dói na primera vaz, mesmo que você já tenha rompido o hime (o cabo de um escova já tinha dado conta disso). Ele sorriu para mim.
— Não se preocupe, mocinha. Você vai adorar.
Sua piroca encontrou minha bucetinha e lentamente a abriu. Ela era enorme. Ela se aprofundou cada vez mais, esticando minha vagina para acomodar sua circunferência, a pressão dentro de mim era intensa. Mordi meu lábio e tentei controlar minha respiração enquanto ele mergulhava cada vez mais fundo até que seu cabeção roçou no colo do meu útero. Ele segurou-o ali, sem se mover. As paredes da minha buceta latejavam contra ele.
— Me avise quando estiver pronta, querida.
Olhei por cima do ombro para ele com meus olhos pesados, minha respiração rápida, e assenti. Ele se moveu lentamente dentro de mim, alongando seu golpe centímetro por centímetro. A pressão intensa diminuiu lentamente, substituída por uma pulsação prazerosa diferente de tudo que eu já havia sentido. Cada terminação nervosa na minha buceta disparava como um motor de carro de corrida. Agarrei a colcha, tentando manter algum senso de sanidade enquanto ele me metia com mais força e rapidez.
— Ah, porra, porra, porra, porra...
O primeiro orgasmo me atravessou como um raio. Minha bucetinha se apertou em volta do seu pau dele, o suco escorria dela pelas minhas coxas. Ele continuou a meter em mim, segurando meus quadris e me puxando de volta contra ele a cada golpe poderoso. Suas bolas batiam molhadas contra meu clitoris.
Carlos saiu de mim e me fez sentar na lateral da cama. Ele agarrou minha cabeça e deslizou seu pau pingando em minha boca, esticando bem meus lábios, senti o sabor da minha buceta lavando minha língua. Eu nunca tinha chupado um pau. Enrolei minha mão em sua base e balancei minha cabeça para cima e para baixo, sondando suas velas salientes com minha língua.
— Boa menina. Você sabe chupar pau.
Subi até sua cabeça, provocando sua glande com a língua, e então beijei descendo pelo corpo do pau, chupei cada uma de suas bolas enquanto acariciava seu pau com a mão, depois subi de volta e mergulhei tudo em meus lábios. Eu não sabia se conseguiria enfiá-lo na garganta, mas ia tentar. Nas primeiras vezes, engasguei, tossindo cuspe que pingava do meu queixo em longos fios. Lágrimas escorriam pelas minhas bochechas quando finalmente o forcei a entrar na minha garganta e passar pela minha ânsia de vômito.
— Oh, querida, você é boa. Poucas garotas conseguem fazer isso com meu pau.
Não consegui segurar ali por muito tempo. Era grande demais. Engasguei e tossi, cuspi pelo nariz antes de me afastar para recuperar o fôlego. Carlos me empurrou de volta para a cama e levantou minha blusa sobre meus seios.
Ele chupou um mamilo na boca, provocando-o com os dentes e a língua. Ao mesmo tempo, ele enfiou dois dedos na minha buceta, empurrando eles para dentro e para fora tão rápido que sua mão ficou encharcada. Sons molhados encheram a sala.
Carlos beijou minha barriga e abriu minhas pernas. Ele esfregou o rosto para cima e para baixo na minha xaninha, espalhando suco de buceta no nariz, lábios e queixa. Ele passou a lingua pelo meu clitoris e enfiou dois dedos na minha xoxota, metendo para dentro e para fora. Arqueei as costas, enfiei os dedos no couro cabeludo dele e tive outro orgasmo alucinante.
Sem esperar que eu me recuperasse, Carlos subiu em cima e enfiou seu pau fundo na minha buceta. Ele empurrou meus joelhos contra meus ombros, empurrando aquele cacete quente diretamente para dentro de mim, ricocheteando no colo do meu útero a cada impulso poderoso. Um orgasmo após o outro me fez girar em outro mundo, com sucos voando da minha xaninha e encharcando nós dois. Suas bolas faziam sons de tapas molhados contra meu cu a cada estocada. Eu o senti inchar dentro de mim. Seu rosto se contorceu. Ele enterrou seu pau profundamente.
— AAARRRGGGHHH...
A explosão foi tão potente que pude sentir seu esperma esguichando em mim, me desencadeando novamente. Uma explosão após a outra me encheu tão completamente que escorreu e escorreu pela minha bunda. Ele ficou bem fundo em mim, minha buceta se contorcendo contra seu pau gasto. Quando ele finalmente saiu, um jato de esperma e suco de xoxota saiu de mim, deixando uma enorme mancha molhada na colcha.
— Você não vai engravidar de mim, vai?
— Não —- eu disse a ele. —- Estou bem.
Na verdade, eu não estava. Eu teria que encontrar uma pilula do dia seguinte.
Ele olhou para o relógio.
— Temos mais uma hora. Por que você não tira essas roupas?
