Todos os fatos aconteceram em Salvador. Sou um homem de 35 anos, alto, moreno claro, com barba fechada. Há quem diga que tenho cara de bravo, mas, na verdade, sou gente boa e tenho uma mente bem criativa para o sexo. Quem tiver interesse em conversar, realizar fantasias ou enviar homenagens, este é o e-mail pelo qual podemos falar: amantebaiano071@gmail.com
Hoje vou contar mais um caso real, dessa vez com a crente do cu quente.
Vamos chamar ela de Claudia. Ela era jovem, tinha seus 23 anos, com sua pele morena, cabelos curtos na altura da orelha, uma pele lisinha e com o ar da juventude. Ela era mais uma participante de um grupo de msg da faculdade, que, por muitas vezes, não participava dos debates, mas sempre tinha opiniões polêmicas.
Nessa época, ainda universitário, eu era muito participativo no curso da faculdade, sendo conhecido por professores e alunos de outros semestres, mas, até aquele dia, não conhecia Claudia. Ela estava no segundo semestre, e eu já estava perto de me formar. É claramente uma história que pode ter acontecido com você ou ainda acontecer um dia.
Naquele dia, tinha levantado um debate, mais um que causaria confusão em algum momento. Logo comecei a expor minha opinião, até que vejo uma pessoa que não tinha o número salvo falando:
— Eu acho que você está errado.
— Tudo bem, respeito sua opinião, mas tenho a minha visão.
Dali ficamos alguns minutos em um debate no grupo. Para que não tivesse mais problema em público, mandei uma msg no privado dela:
— Oi, acredito que a gente não se conheça. Não quero trazer a ideia de uma discussão no grupo. Respeito sua opinião.
— Por que você está me mandando msg no privado?
— Porque acredito que podemos estar falando a mesma coisa, mas de formas diferentes.
— Eu não acho, vc está errado.
— Tudo bem, eu posso estar errado, mas, se você me der a oportunidade, eu posso mostrar uma outra visão sobre isso.
— Como assim, uma oportunidade?
Naquele momento eu já tinha visto a foto de Claudia, já tinha me interessado por sua boca carnuda e desenhada. Por mais que eu soubesse que ela estava certa, já estava pensando no meu pau duro na boca daquela chata.
— Podemos marcar de comer algo e conversar sobre esse assunto. Sem precisar dizer que o outro está errado, somente uma conversa.
— Você está me chamando para sair? Deve ser doido, acabamos de discutir no grupo.
— Exato, e nada melhor do que uma saída para deixar todo mal-entendido bem resolvido.
Ela ainda relutou. Pensei em desistir, mas já estava imaginando o seu boquete gostoso. Depois de mais algumas msg, marcamos de sair no mesmo dia. Peguei ela no trabalho e fiquei encantado pela mulher. Baixinha, com o corpo desenhado, peito do tamanho que encaixa em minha mão, duro, apontado para frente. Coxas de quem frequenta a academia, muito bem arrumada, com uma calça jeans justa e uma blusa. Fiquei encantado com o cheiro quando ela entrou no meu carro.
— Você tanto fez que estou aqui com você.
— Vamos alinhar nossos pontos. Somos duas pessoas inteligentes. Precisamos entrar em um acordo.
— Já te adianto que, se você me chamou pensando que teremos algo, já vou adiantando que não.
— Não, meu objetivo é 100% sobre o nosso debate no grupo. Nada além.
Mal ela sabia que meu pau, naquele momento, já estava duro, ao ponto de rasgar a cueca e a calça jeans. Saímos do trabalho dela e a levei para a região conhecida como Largo da Dinha, aqui em Salvador.
O caminho todo, nossa conversa começou a fluir e, aos poucos, ela foi baixando a guarda e sendo mais aberta na conversa. Claramente estava começando a surgir um interesse.
Estacionei o carro em um lugar um pouco mais afastado.
— O que você quer comer?
— Você que escolhe, vc que me chamou.
— O que eu quero comer... Então, talvez o que eu queria comer só vc poderia me dar.
— Eu te disse que não teríamos nada.
— Tudo bem, eu sei. Mas é que fiquei com muita vontade do seu beijo. O seu perfume me deixou doido.
— Confesso que, durante a vinda para cá, percebi que você é um cara gente boa. Tudo bem, um beijo e nada além.
Fui beijar aquela mulher linda. Com seus lábios carnudos e desenhados, tivemos um beijo gostoso, molhado, onde as línguas se encontravam em um emaranhado de tesão e descoberta do que estava acontecendo.
Fui levemente passando a mão em sua perna, grossa, torneada e bem definida. Ao apertar, sinto que ela suspira, como se fazia tempo que não tivesse sido tocada por alguém.
O beijo continua, e eu vou subindo a mão. Vejo que, aos poucos, ela vai abrindo as pernas, e eu vou aproveitando para sentir o calor das suas coxas. Estava muito perto da sua buceta, que, naquele momento, já emanava um calor para o resto do seu corpo. O beijo cada vez mais quente. Foi quando subi e toquei em sua buceta. Ela suspira mais alto, para de me beijar e fala:
— Não, aí não.
— Por quê? Está tão bom nosso beijo.
— Porque eu sou virgem?
— Virgem? Você tem quantos anos?
— 23 anos, mas eu sou evangélica. Eu nunca transei com ninguém.
Continua...